From ecmmoreira@uol.com.br Thu, 7 Oct 1999 06:06:26 -0300 Date: Thu, 7 Oct 1999 06:06:26 -0300 From: Evando C. Moreira ecmmoreira@uol.com.br Subject: [Cevprof-L] Nos na Revista de Mulher Pelada Re: [Efesport-l] Ranking Playboy Gostaria de saber quais são os critérios metodológicos utilizados pela Revista Palyboy, para ranquearem o nível dos cursos de graduação e´pós-graduação Evando ----- Original Message ----- From: Laercio Elias Pereira To: Educacao Fisica e Esportes ; Dirigentes de IES - EF ; ; Preparacao Profissional Sent: Wednesday, May 30, 2001 8:04 AM Subject: [Cevprof-L] Nos na Revista de Mulher Pelada Re: [Efesport-l] Ranking Playboy > Pessoal, Alex, > O Ricardo Castilho, que coordena o ranking Playboy, > distribui 20 mil questionarios e considera tb as agencias > oficiais. Tem a metodologia na pagina da Playboy. > No CEV colocamos - sim, a turma de Muzambin - a > classificacao desde o comeco: > http://www.efmuzambinho.org.br/escolas/index.htm > Laercio > > Carlos Alex Martins Soares wrote: > > > > Pessoal, > > > > saiu o 19o. Ranking da Playboy para faculdades. Fui conferir e nao gostei, > > aonde esta a UFPel? Apesar das divergencias, o quadro docente é um dos mais > > qualificados (ou nao?), pelo menos para a CAPES parece que sim. Quais sao os > > criterios da revista? Nem na Medicina que tem um dos melhores pos-graduacao > > da area aparece a UFPel, alias na area da saude (Biologica como chamaram) > > nao aparece a UFPel. Sera que o pessoal perdeu o rumo da terra do doce? > > > > Educação Física - Graduação: > > (1) Unesp/Rio Claro-SP; (2) USP/São Paulo-SP; > > (3) UE Londrina-PR; (4) UF Santa Catarina-SC; > > (5) Unicamp-SP; (6) UF Santa Maria-RS; > > (7) UF Minas Gerais-MG; (8) UF R.G. do Sul-RS ; > > (9) U Gama Filho-RJ; (10) UE Maringá-PR. > > > > Pós-Graduação: > > Unesp/Rio Claro (SP) > > USP/São Paulo (SP) > > UF Santa Catarina (SC) > > > > Fico na escuta... > > > > Carlos Alex Martins Soares > > Pelotas-RS > > basket2001@uol.com.br > > rs038036@via-rs.net > > > > _______________________________________________ > > Lista Efesport-L Adm. laercio@ucb.br > > Modo de Usar: http://cev.ucb.br/listas/dicas.htm > > Mensagem para a lista: Efesport-L@cev.ucb.br > > Mensagens Anteriores: http://cev.ucb.br/pipermail/efesport-l/ > > Sair da lista: http://www.cev.org.br/listas/efesport/ > > > _______________________________________________________ > Cevprof-L Adm: Amauri Bassoli de Oliveira > Modo de Usar: http://cev.ucb.br/listas/dicas.htm > Mensagens para a lista: Cevprof-L@cev.ucb.br > Mensagens Anteriores: http://cev.ucb.br/pipermail/cevprof-l/ > Sair da lista: http://www.cev.org.br/listas/cevprof/ > From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Tue Jan 18 10:24:28 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id KAA03929 for ; Tue, 18 Jan 2000 10:24:23 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id MAA13812; Tue, 18 Jan 2000 12:06:05 -0200 (EDT) Date: Tue, 18 Jan 2000 12:06:05 -0200 (EDT) Message-Id: <200001181406.MAA13812@server.nib.unicamp.br> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: listproc@server.nib.unicamp.br Sender: listproc@server.nib.unicamp.br From: listproc@server.nib.unicamp.br To: cevprof-l@cev.ucb.br Cc: aabo@wnet.com.br X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas X-Comment: Boston University ListProcessor Subject: [Cevprof-l] SUBSCRIBE CEVPROF-L LISTA ESPELHO UNIVERSIDADE CATOLICA You have been added to list cevprof-l@server.nib.unicamp.br. The system has recorded your address as cevprof-l@cev.ucb.br and in order for your messages to get posted (if the list accepts postings), you will have to send them from this address, unless the list does not require subscription for posting. If a message is ever rejected, please contact the list's owner: aabo@wnet.com.br Your initial password is 948204364. Please change it as soon as you can by issuing the following request to listproc@server.nib.unicamp.br: SET CEVPROF-L PASSWORD 948204364 new-password WARNING: Do not use your login password; you will be breaching security at your site. This system may accept Internet TCP/IP connections for processing of live requests, and the password will be used to give you subscriber privileges. For more information, send a 'help live' request to listproc@server.nib.unicamp.br. For information on this service and how to use it, send the following request in the body of a mail message to listproc@server.nib.unicamp.br: HELP All requests should be addressed to listproc@server.nib.unicamp.br. From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Tue Jan 25 22:31:31 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id WAA26214 for ; Tue, 25 Jan 2000 22:31:30 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id AAA10821; Wed, 26 Jan 2000 00:11:50 -0200 (EDT) Date: Wed, 26 Jan 2000 00:11:50 -0200 (EDT) Message-Id: <388E4CC6.EBBCE85D@ucb.br> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: Laercio Elias Pereira To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-l] [CEVPROF-L:241] Somos 6.698 participantes das listas Pessoal, (essa e' uma msg teste, indo pra todas as listas) No balanco(e sacolejos) desses 3 anos e 5 meses chegamos a 6.698 participantes das 37 listas do CEV (tem 4 na fila para serem criadas). Antigamente a classificacao era em ordem alfabetica porque a lista-mae ia ser a primeirona se nao fosse assim. Agora a de fisiologia passou. Vai ai´ uma listagem por numero de participantes. Nao sao numeros comparaveis. Tem areas pequenas e grandes. Tambem nao significa que somos 6.698 pessoas. Muitos estao e mais de uma lista. Mas mesmo sendo pouco mais de 5 mil pessoas, somos a maior (e mais longa: 3 anos, 24 h por dia) reuniao de interessados em EF&Esportes. Oremos. Laercio. Listas do CEV com numero de participantes entre parenteses. Fisiologia do Exercício (550) Ciências do Esporte (416) Educação Física Escolar (344) Teses em EF & Esportes (337) História da Educação Física e dos Esportes (315) Recreação e Lazer (283) Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte (270) Informática em EF&Esportes (253) Natação (250) Associações de Professores de Educação Física (233) Voleibol (195) Esportes Radicais e Triathlon (190) Idosos (189) Psicologia do Esporte (189) Educação Física Especial (Ativ. Motora Adaptada)(186) Legislação Desportiva (183) Formação Profissional e Mercado de Trabalho (181) Mídia e Esportes (177) Basquete (155) Saúde Coletiva e Ativ. Fisica (152) Dança (150) Ginástica (147) Bibliotecas (135) Handebol (135) Gênero & Mulher (128) Motricidade (127) Corpo e Educação Física (122) Movimento Estudantil em EF (119) AgitaSP (114) Ética e Moral no Esporte (105) Comportamento Motor (103) Capoeira (101) Judô (96) Outras-4 (123) TOTAL 6.698 .......................................... From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Wed Jan 26 13:04:41 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id NAA08694 for ; Wed, 26 Jan 2000 13:03:49 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id OAA03646; Wed, 26 Jan 2000 14:32:30 -0200 (EDT) Date: Wed, 26 Jan 2000 14:32:30 -0200 (EDT) Message-Id: <002601b8ae5f$86c25ee0$4b70edc8@oemcomputer> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: "Nantes" To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-l] [CEVPROF-L:242] Re: P.E: Evaluation Gostaria de tirar meu e-mail da lista, como faço? e-mail: nantes@nin.ufms.br -----Mensagem original----- De: Laercio Elias Pereira Para: Multiple recipients of list Data: 15. januar 2000 03:32 Assunto: [CEVPROF-L:240] P.E: Evaluation >psi - Laercio >...... >News of New Electronic Journals wrote: > >Evaluation ISSN: 1356-3890 >http://www.sagepub.co.uk/ > >> The International Journal of Theory, Research and Practice >> >> Over the last two decades, evaluation has become a major issue for >> academics, governmental and public organizations and businesses >> throughout >> the world. This has, however, resulted in a body of knowledge >> scattered >> across disciplines, professions and countries. >> >> To promote dialogue internationally and to build bridges within this >> expanding field, Evaluation: The International Journal of Theory, >> Research >> and Practice was launched in July 1995. >> >> Evaluation is interdisciplinary, bringing together contributions from >> across the social sciences and related disciplines, including, but not >> >> limited to: >> >> · politics, economics and public administration >> >> · psychology, sociology and anthropology >> >> · education, health and law >> >> · information science and information technology >> >> The journal publishes multidisciplinary, interdisciplinary and >> issue-based >> contributions. >> >> Evaluation encourages dialogue between different evaluation traditions >> >> such as program evaluation, technology assessment, auditing, >> value-added >> studies, policy evaluation and quality assessment. >> >> The journal also bridges domains where evaluation is currently taking >> place, including: >> >> · education, science and technology policy >> >> · criminal justice >> >> · healthcare and social services >> >> · vocational training >> >> · regional development >> >> Edited from a European base, Evaluation is an international journal >> which >> promotes exchange between European, North American, Asian and >> Australasian >> voices within the evaluation community. >> >> The on-line edition is a reproduction of the print edition. >> >> Contact: >> Editor >> edru@tavinstitute.org > > > > > From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Sat Jan 29 18:17:13 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id SAA32610 for ; Sat, 29 Jan 2000 18:17:13 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id TAA25591; Sat, 29 Jan 2000 19:57:04 -0200 (EDT) Date: Sat, 29 Jan 2000 19:57:04 -0200 (EDT) Message-Id: <008301bf6aa2$7dc56d40$8431cac8@v4z3i2> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: "CARLOS EFFORI" To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-l] [CEVPROF-L:243] This is a multi-part message in MIME format. ------=_NextPart_000_007D_01BF6A91.B7B72AE0 Content-Type: multipart/alternative; boundary="----=_NextPart_001_007E_01BF6A91.B7B72AE0" ------=_NextPart_001_007E_01BF6A91.B7B72AE0 Content-Type: text/plain; charset="iso-8859-1" Content-Transfer-Encoding: quoted-printable Tempere suas atividades profissionais com alguma atividade de Lazer. Lazer e fundamental nos dias de hoje, ajuda aguentar as pressoes do dia-a-dia. Conhe=E7a a Home Page deste livro. www.tba.com.br/pages/effori=20 ------=_NextPart_001_007E_01BF6A91.B7B72AE0 Content-Type: text/html; charset="iso-8859-1" Content-Transfer-Encoding: quoted-printable
Tempere  = suas =20 atividades  profissionais
com  =20 alguma  = atividade =20 de  Lazer.
Lazer e = fundamental =20 nos  dias  de hoje,
ajuda aguentar=20 as pressoes do dia-a-dia.
Conheça a Home Page deste=20 livro.
------=_NextPart_001_007E_01BF6A91.B7B72AE0-- ------=_NextPart_000_007D_01BF6A91.B7B72AE0 Content-Type: image/gif Content-Transfer-Encoding: base64 Content-ID: <007501bf6aa2$7b3859c0$8431cac8@v4z3i2> R0lGODlhQAZlAPcAAP////7+/v39/fz8/Pv7+/r6+vn5+fj4+Pf39/b29vX19fT09PPz8/Ly8vHx 8fDw8O/v7+7u7u3t7ezs7Ovr6+rq6unp6ejo6Ofn5+bm5uXl5ePj4+Li4uHh4eDg4N/f397e3t3d 3dzc3Nvb29ra2tnZ2djY2NfX19bW1tXV1dTU1NPT09LS0tHR0dDQ0M/Pz87Ozs3NzczMzMvLy8rK ysnJycjIyMfHx8bGxsXFxcTExMPDw8LCwsHBwcDAwL+/v76+vr29vby8vLu7u7q6urm5ubi4uLe3 t7a2trW1tbS0tLOzs7KysrGxsbCwsK+vr66urq2traysrKurq6qqqqmpqaioqKenp6ampqWlpaSk pKOjo6KioqGhoaCgoJ+fn56enp2dnZycnJubm5qampmZmZiYmJeXl5aWlpWVlZSUlJOTk5KSkpGR kZCQkI+Pj46Ojo2NjYyMjIuLi4qKiomJiYiIiIeHh4aGhoWFhYSEhIODg4KCgoGBgYCAgH9/f35+ fgAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAACwAAAAAQAZlAEAI/wBvXPlC sKDBgwgTKlxY8M2XK0duvDjxoaLFixgzntj44sWNHz+OPLky8Mybk3dS3nlz5ckPihAQIABAs6bN mzhz6tzJs6fPn0CDCh1KtKjRo0iTKl3KtKnTp1CjSp1KtarVq1izat3KtavXr2DDih1LtqzZs2hz nvD4YyRBk29S/pl75wzDu3ffnIH4YyLFjIADC764cW3HGxgSx5yZtrHjx5AjS55MubLly5gza97M ubPnz6BDmxVc2PDHkCNLmlQ5909dvAb18vU7uLZtwaJz697Nu7fv38CDCx9OvLjx48jT3rZd+jBI kQO/wGVN1+TeI303Lt9+O7n37+DDi/8fT768+fPo06tHzr194OYeP8L+csR9+/X48+vfz7+///8A BijggETZZyBpJ8yn4Bc/2EfggxBGKOGEFFZo4YUY9nfghhhttOCHsN1gUYYklmjiiSimqOKKLJqI 1xN/cYggiDTCNhEGEMTU4o489ujjj0AGKeSQT9Wo0BExbuehkUwm5NILH2AgE5FUVmnllVhmqeWW wzVpJJIVLenlmE9GOSWXaKap5ppstunmmziNSaZbq90xl0NywlamlIzB6eefgAYq6KCElpdnk3p9 8URENzT60RHQvYWSna3hyeSeZxaq6aacdurpp6BidSiTsmFH22CFHXbaE25JN2lrf1j/ehCmfYZq 66245qrrrmy+EFJJKtk1KkOlZpfkgRSlGl9I0EUH0g0n4Jgpr9RWa+212GYLoEUcsYUaSdLVSalr wpJ6nbEyuqftuuy26+678Oqm5AfKettsuHHJVZ1CxZ6a7nbxBizwwAQXbDBU/wIG32n3SpcQmAkv d/DEFFds8cXrRmygmDQ2+C/GIIcs8sgkr6mxfRwPa5DHuJXs8sswxyxzhQbBeDJzCaoM4rQz9+zz z0AHLVyNNqebss56RgQTz0I37fTTUEftFdIFQfxezlQrSKvUXHft9ddg/5S1gh9FNzZDW4et9tps ty3z2bAl+lBBZ0w3bqw6p+323nz3/+33u3Dj1a92YXbbKLOt2g2rrC/2ZWatf0cu+eSUF3pD4MSe 6y93yh4uEp12q3RHS47zWfnpqKeuOpYeHVES5rFpTjiyhq8K+kknLep4jpCv7vvvwAdPIVsj1dna a1kPfuy/nT8KqV+K9S789NRXb315HHnuumr5jou8nMrffPUJMpV//fnop68+cB12/lxq+FJHbo3h i9/y+vjnr//+lN1WL8OJE9fxyrWQ+tkPMPxLoAIXyECtbIxehrEXq94iwH01RHbLO2BFGsjBDnrw g0HRWPPeF526TcpSppqdBi8Cwha68IUMXGGysgfACS6kPivcIAx3yMMeUi+HCOoIiP9wqDEfGvGI SJQcEGvzAjmxzEBJjKIUp9i1Jc4IaU+sDRW3yMUuxsyKV4PdF0SUES+a8YxoPFjRwMgtrInxIGmM oxzniC2FrFGDR3vjF6TFNDr68Y+A9NOC7sg8N+qRID+AVpR0FMhGOvKRWfKS1VBmyEOSDkrSgqQm N8nJFulskqiqpB4v+QHedfKUqEzlhDBHRMKIUo9lWowqZ0nLWubnkFVrIi5rtjtG2vKXwAzmcXZZ ENS4inGBi2UfhcnMZjqTM8RMCFzyVamxxdKXz8ymNrcJmWh+IVGsgtTnSjipcSHzUrtbJjfXyc52 iiqaxZIIR9aivcSVs5o0uqb03Mn/z376MyneHBy9NJKqepKze/hEWzr3+c+GOvShcYInBpVUO9TY E6F34iWUTAnRjnoUor56wi4NyDkImsZ54DqmSlhiqsd99KUwdWfrrgAXAsKNpBuqaFsCeIZFKVJK MQ2qUJ9JPFdR6nvJm2jERggpVl2hUZiU5VCnStVZrsWY36SmBXWG06XW7iMViZ46q0rWstIxe1g1 ofz+YNMxdfVmzeGd+cxK17r60aQSBJda9TU/tyrVijNhqF0HS9gpttFwJOTeWtu6oLdqsLCQjSwX Fea+bymWr0idj2MPKNnOetaItflfYuPHV7Zq9q9L/KxqVwtCzkUQgCWsYF/5hVog/7L2trhN4MZe m9i6yda0B9ms/XJL3OKij0NMjRRpvScs4YrPuNCNLvASJlrLqlR0d5DObFRoW+l697uTg2tBYUtB 3NUMWhl8LHjXy9624bFbyxonQ0Cp3vba975SW+LCnIeXLD4XvwAOMNDYiNfDLKiVRRSwghfsMgIP FIK6BJF/OcTgClv4Yg4+rJcmrK4Le/jDAstwGw/F4e6A+MQo1paIC6ezEgcmxTCO8a5WDMGxuXhE Ms6xjjtF4zxi8X47DrKQ/dTjV46NjDgespKXnKYiE1NETI6ylK9EEELq18iwE+yUt8zlEyHEygf0 sRgXo+Uum/nMELpLer3qzUVKFf/NcI4zgeYDZqNhGXPy5KOc98xn/oCozrv1pktEpOc+G/rQhjIS oCnqTb4srcyIjrSkeyMn+m4nwrskHUVMN+lOe/o3w1o0Qb2pqNKN9dOoTvVlqGbp9pFab6qOtawr A7dWixl2pMzkrHfNa8eIcZK3ht2esNnrYhv7K7hE0loaDetjO/vZVvHmEQRtakhD+9rYJoo3P1I8 Sw7b2tkOt7h1Iu0JriZWjKXat8fN7naLLZokKcmr6HK2XJ/a3fgOtzfrZhATYtQ16q52vgee74Da pSWsuqhWAX6oXBOb4BDHtsEVhR2QIO6g8jtnPkv38Ih7/NgG54tEOhJf5YYuoSBosje4P85yT4fc VH5pjkEl9W+NKxST9265zjv98r5MpH00vDjNMw4bh69850jnc883B3R6PsqpQ+erzUsd1aMn/epo Xjp3FYbXmV/XnAdROdbHznOJbnfN43M6SKB+XddkVOxkj/uhAwIAOw== ------=_NextPart_000_007D_01BF6A91.B7B72AE0-- From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Sun Jan 30 06:51:04 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id GAA01105 for ; Sun, 30 Jan 2000 06:51:04 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id IAA12566; Sun, 30 Jan 2000 08:29:36 -0200 (EDT) Date: Sun, 30 Jan 2000 08:29:36 -0200 (EDT) Message-Id: <20000130112536.CE6EF5D61@zipmx11.zipmail.com.br> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: "=?iso-8859-1?Q?celina=20corr=EAa=20batalha?=" To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-l] [CEVPROF-L:244] reuniao Aos interessados em informacoes sobre daCi (dance and the Child International): Na proxima quinta-feira, dia 03 de fevereiro estaremos realizando a primeira reuniao para organizacao do 1o. encontro daCi-Rio de Janeiro. Sera as quinze horas no Auditorio Helio Fraga no Centro de Ciencias da Saude da UFRJ- Bloco K - 2o. andar- cidade Universitaria - Ilha do Fundao Celina Batalha _____________________________________________________________ http://www.zipmail.com.br O e-mail que vai aonde você está. _____________________________________________________________ From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Tue Feb 1 12:05:59 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id MAA10776 for ; Tue, 1 Feb 2000 12:05:15 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id NAA23802; Tue, 1 Feb 2000 13:43:30 -0200 (EDT) Date: Tue, 1 Feb 2000 13:43:30 -0200 (EDT) Message-Id: <001801bf6cb1$58947a00$33d4dbc8@127.0.0.1.fam.com.br> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: "deborah" To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-l] [CEVPROF-L:245] ENCONTRO DE GESTAO EM ESPORTES E LAZER This is a multi-part message in MIME format. ------=_NextPart_000_0015_01BF6CB9.B453BEC0 Content-Type: text/plain; charset="iso-8859-1" Content-Transfer-Encoding: quoted-printable Caros amigos listeiros, A Universidade Anhembi Morumbi estarah promovendo, sem onus algum para o = participante, o " I ENCONTRO DE GESTAO EM ESPORTES E LAZER". Este evento pretende debater assuntos pertinentes aa area, no que diz = respeito aos novos cursos superiores de formacao especifica (cursos = instituidos pela lei de Diretrizes e Bases da Educacao no intuito de = possibilitar acesso ao ensino superior, com outorga de diploma, a = profissionais atuantes que pretendem atualizar seus conhecimentos ou = ateh mudar de profissao). Serao discutidos tambem questoes relacionadas = ao perfil do profissional, mercado de trabalho e tendencias setoriais. O = Encontro deverah propiciar enriquecedor intercambio de ideias entre os = presentes. O Centro Superior de Desenvolvimento Profissional Anhembi Morumbi, = precupado em estar sempre em sintonia com o que ha de mais moderno e = atual no mercado de trabalho, gostaria de ter sua contribuicao e = participacao efetiva para que possamos formular cursos superiores de = formacao especifica que sejam pertinentes aas reais necessidades de = mercado. DIA: 08 de fevereiro de 2000 HORARIO: das 14h30 aas 17h30 LOCAL: Universidade Anhembi Morumbi =96 R. Dr. Almeida Lima, 1.134 TEMA: "Profissionalizacao no Esporte: Um Caminho de Mao Unica" Em funcao do numero limitado de vagas, solicitamos o encaminhamento da = Ficha de Inscricao anexa ateh 07 de fevereiro pelo fax (0_ _11) = 6096.5533 ramal 228 ou 821.9660 ou pelo e-mail vivendo@anhembi.br ou = cedeam@anhembi.br . =20 =20 I ENCONTRO DE GESTAO EM ESPORTES E LAZER CAMPUS CENTRO Programacao Prevista =96 Dia 08/02 14h as 14h30 =96 Recepcao e Secretaria 14h30 =96 Abertura: Introducao aos Cursos Superiores de Formacao = Especifica (Sequenciais): uma nova proposta educacional para a = modernizacao da Forca de Trabalho Brasileira Prof. Paulo Vadas - Coordenador Geral dos Cursos Sequenciais 15h00 =96 "Perfil do Profissional, Mercado de Trabalho e Tendencias" = CONFERENCISTAS CONVIDADOS: a.. Claudia Helena Campos Sa Carvalho=20 Presidente da Associa=E7=E3o de Administracao de Avare e = Regiao a.. Gilberto de Freitas Marcondes Marcondes=20 Vice-Presidente do CRA/SP para Assuntos Academicos a.. Milton Riitano Francisco=20 Analista de Planejamento da Divisao de Esportes e Lazer do = SESI a.. Nicola Sergio Ponzetta=20 Coordenador de Educacao Fisica e Esportes do Colegio = Bandeirantes a.. Rogerio Velinho=20 Chefe Administrativo do Clube Bayer 16h20 =96Contribuicao do plenario 17h15- Encerramento 17h20=96 Coffee Break e entrega de certificados INFORMACOES: (0_ _11) 6096.5533 ramal 228 e 208, 821.9020 ramal 269 e 821.9660 e-mail: vivendo@anhembi.br e cedeam@anhembi.br APOIO: FIFA =96 Federation Internationale de Football CSF =96 Confederation Sudamericana de Futbol CBF =96 Confedera=E7=E3o Brasileira de Futebol Associa=E7=E3o dos Administradores de Empresas de Avare e Regiao FEPAF =96 Federacao Paulista das Associacoes de Funcionarios Associa=E7=E3o Desportiva Classista Bayer =20 FICHA DE INSCRICAO =96 I ENCONTRO DE GESTAO EM ESPORTES E LAZER NOME COMPLETO:_______________________________________________________ CARGO: _________________________ EMPRESA:_____________________________ RAMO DE ATIVIDADE: ____________________________________________________ ENDERE=C7O: ____________________________________________________________ CIDADE:____________________ESTADO:________________CEP:________________ TEL.:( _____ ) _______________FAX: ( _____ )_____________ = E-MAIL:_____________ Para confirmar a sua presenca, envie esta ficha de inscricao para o fax = 821.9660 ou 6096.5533 ramal 228 =20 =20 Um grande abraco a todos =20 =20 Deborah Palma Coordenadora de Cursos Da Area de Esportes e Saude ------=_NextPart_000_0015_01BF6CB9.B453BEC0 Content-Type: text/html; charset="iso-8859-1" Content-Transfer-Encoding: quoted-printable

Caros amigos = listeiros,

A Universidade Anhembi = Morumbi estarah=20 promovendo, sem onus algum para o participante, o " I ENCONTRO = DE GESTAO=20 EM ESPORTES E LAZER".

Este evento pretende debater = assuntos=20 pertinentes aa area, no que diz respeito aos novos cursos superiores de = formacao=20 especifica (cursos instituidos pela lei de Diretrizes e Bases da = Educacao no=20 intuito de possibilitar acesso ao ensino superior, com outorga de = diploma, a=20 profissionais atuantes que pretendem atualizar seus conhecimentos ou = ateh mudar=20 de profissao). Serao discutidos tambem questoes relacionadas ao perfil = do=20 profissional, mercado de trabalho e tendencias setoriais. O Encontro = deverah=20 propiciar enriquecedor intercambio de ideias entre os = presentes.

O Centro Superior de = Desenvolvimento=20 Profissional Anhembi Morumbi, precupado em estar sempre em sintonia com = o que ha=20 de mais moderno e atual no mercado de trabalho, gostaria de ter sua = contribuicao=20 e participacao efetiva para que possamos formular cursos superiores de = formacao=20 especifica que sejam pertinentes aas reais necessidades de = mercado.

DIA: 08 de fevereiro de = 2000

HORARIO: das 14h30 aas = 17h30

LOCAL: Universidade Anhembi = Morumbi=20 – R. Dr. Almeida Lima, 1.134

TEMA: = "Profissionalizacao no Esporte:=20 Um Caminho de Mao Unica"

Em funcao do numero limitado de vagas, = solicitamos=20 o encaminhamento da Ficha de Inscricao anexa ateh 07 de fevereiro pelo = fax (0_=20 _11) 6096.5533 ramal 228 ou 821.9660 ou pelo e-mail vivendo@anhembi.br ou = cedeam@anhembi.br=20 .

 

 

I ENCONTRO DE GESTAO EM = ESPORTES E=20 LAZER

CAMPUS CENTRO

Programacao Prevista – = Dia=20 08/02

14h as 14h30 – = Recepcao e=20 Secretaria

14h30 – = Abertura: Introducao=20 aos Cursos Superiores de Formacao Especifica (Sequenciais): uma nova = proposta=20 educacional para a modernizacao da Forca de Trabalho=20 Brasileira

Prof. Paulo Vadas - = Coordenador Geral dos=20 Cursos Sequenciais

15h00 – "Perfil do = Profissional,=20 Mercado de Trabalho e Tendencias" CONFERENCISTAS CONVIDADOS:

  • Claudia Helena Campos Sa Carvalho =

          = Presidente da=20 Associação de Administracao de Avare e Regiao

  • Gilberto de Freitas Marcondes = Marcondes=20

Vice-Presidente do CRA/SP = para Assuntos=20 Academicos

  • Milton Riitano Francisco=20

          Analista = de=20 Planejamento da Divisao de Esportes e Lazer do SESI

  • Nicola Sergio Ponzetta

         Coordenador de = Educacao=20 Fisica e Esportes do Colegio Bandeirantes

  • Rogerio Velinho=20

         Chefe = Administrativo do=20 Clube Bayer

16h20 = –Contribuicao do=20 plenario

17h15- = Encerramento

17h20– Coffee = Break e entrega de=20 certificados

INFORMACOES:

(0_ _11) 6096.5533 ramal 228 = e 208,=20 821.9020 ramal 269 e 821.9660

e-mail: vivendo@anhembi.br e = cedeam@anhembi.br

APOIO:

FIFA – Federation = Internationale de=20 Football

CSF – Confederation = Sudamericana de=20 Futbol

CBF – = Confederação=20 Brasileira de Futebol

Associação dos=20 Administradores de Empresas de Avare e Regiao

FEPAF – Federacao = Paulista das=20 Associacoes de Funcionarios

Associação = Desportiva=20 Classista Bayer

 

FICHA DE INSCRICAO – I = ENCONTRO DE=20 GESTAO EM ESPORTES E LAZER

NOME=20 COMPLETO:_______________________________________________________

CARGO: = _________________________=20 EMPRESA:_____________________________

RAMO DE ATIVIDADE:=20 ____________________________________________________

ENDEREÇO:=20 ____________________________________________________________

CIDADE:____________________ESTADO:________________CEP:__________= ______

TEL.:( _____ ) = _______________FAX: ( _____=20 )_____________ E-MAIL:_____________

Para confirmar a sua = presenca, envie esta=20 ficha de inscricao para o fax 821.9660 ou 6096.5533 ramal 228

 

 

Um grande abraco a = todos

 

 

Deborah Palma

Coordenadora de = Cursos

Da Area de Esportes e=20 Saude

------=_NextPart_000_0015_01BF6CB9.B453BEC0-- From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Fri Feb 4 13:09:34 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id NAA00646 for ; Fri, 4 Feb 2000 13:09:31 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id OAA25246; Fri, 4 Feb 2000 14:43:01 -0200 (EDT) Date: Fri, 4 Feb 2000 14:43:01 -0200 (EDT) Message-Id: <389B012B.51B37DCD@ucb.br> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: Laercio Elias Pereira To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-l] [CEVPROF-L:246] Psicopedagogia On Line - Boletim] psi - Laercio -------- Original Message -------- From: Robson Albuquerque To: papopedag-l@tiger.ucb.br PSICOPEDAGOGIA ON LINE http://www.psicopedagogia.com.br está convocando os alunos e profissionais da área de psicopedagogia e pedagogia de todo o Brasil, a se associarem a ABPp - Associação Brasileira de Psicopedagogia. É importante que todos se associem, nossa profissão está para ser regulamentada e sendo associado, automaticamente terá os benefícios da regulamentação. PSICOPEDAGOGIA ON LINE ainda informa: Para grupos acima de 20 pessoas, haverá isenção da taxa de matrícula ao associar-se a ABPp. Em breve, tudo sobre o V CONGRESSO BRASILEIRO DE PSICOPEDAGOGIA 1º CONGRESSO LATINO AMERICANO DE PSICOPEDAGOGIA IX ENCONTRO NACIONAL DE PSICOPEDAGOGOS 13, 14 e 15 de julho/2000 UNIVERSIDADE MACKENZIE - SÃO PAULO - Associados terão 15% de desconto. Não deixe de se cadastrar em nosso site http://www.psicopedagogia.com.br para estar sempre bem informado. As Universidades e Faculdades que ministram o curso de Psicopedagogia em nível de pós-graduação devem cadastrar-se no item “Cursos” do site, estaremos criando um “link” para o “site” do instituto na Home Page caso já esteja na Internet. Estamos disponibilizando espaço publicitário (banner's no item Cursos de Psicopedagogia), entrar em contato no e-mail psicoped@trait.com.br ou nos telefones 11-5051-1563 ou 11-50518642. From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Thu Feb 10 18:12:20 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id SAA03297 for ; Thu, 10 Feb 2000 18:12:18 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id TAA06501; Thu, 10 Feb 2000 19:48:56 -0200 (EDT) Date: Thu, 10 Feb 2000 19:48:56 -0200 (EDT) Message-Id: <38A32C79.A7E7DA87@ucb.br> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: Laercio Elias Pereira To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-l] [CEVPROF-L:247] COLABORACAO. Nos no IBest Pessoal (essa msg-controle esta´ indo para todas as listas) Como todos sabem, o IBest e´ uma especie de Oscar da Internet Brasileira. A votacao esta´ na fase final. O CEV nao concorreu, mas dois caros parceiros estao entre os cinco mais votados e precisando de uma forca: A Biblioteca Virtual do Estudante Brasileiro, da USP e a pagina de esportes do desenhista/criador do CEV Alexandre Castellani (doistoques). Vamos ajudar com votos? A urna esta´ em http://www.ibest.com.br/default.asp Obrigado, Gente Boa. Laercio. Categorias: Arte/Cultura e Educacao/Treinamento http://www.bibvirt.futuro.usp.br Categoria: Pessoal Esportes http://www.doistoques.com/ From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Sat Feb 26 08:25:22 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id IAA06743 for ; Sat, 26 Feb 2000 08:25:21 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id JAA07138; Sat, 26 Feb 2000 09:01:16 -0300 (EST) Date: Sat, 26 Feb 2000 09:01:16 -0300 (EST) Message-Id: <009701bf8058$b6f43bc0$84e8f8c8@t7v9n5> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: "Suzana" To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-l] [CEVPROF-L:248] =?iso-8859-1?Q?En:_Regulamenta=E7=E3o_para_n=E3o_graduados_em_Ed._Fisica.?= This is a multi-part message in MIME format. ------=_NextPart_000_0093_01BF803F.8FD291E0 Content-Type: text/plain; charset="iso-8859-1" Content-Transfer-Encoding: quoted-printable X-MIME-Autoconverted: from 8bit to quoted-printable by alpha.hotnet.net id IAA27074 -----Mensagem original----- De: Suzana Data: S=E1bado, 26 de Fevereiro de 2000 09:54 Assunto: En: Regulamenta=E7=E3o para n=E3o graduados em Ed. Fisica. Data: Quarta-feira, 23 de Fevereiro de 2000 15:59 Assunto: Regulamenta=E7=E3o para n=E3o graduados em Ed. Fisica. Acho que isto interessa a todos n=F3s, afinal a regulamenta=E7=E3o est=E1= a=ED e j=E1 foi exigida a carteira para quem fez o concurso para a Prefeitura de Cano= as. 013/99 - Registro de n=E3o-graduados em Educa=E7=E3o F=EDsica no CONFEF Rio de Janeiro, 29 de Outubro de 1999. Resolu=E7=E3o CONFEF no. 013/99 Disp=F5e sobre o registro de n=E3o-graduados em Educa=E7= =E3o F=EDsica no CONFEF O PRESIDENTE DO CONSELHO FEDERAL DE EDUCA=C7=C3O F=CDS= ICA, usando de suas atribui=E7=F5es legais e; CONSIDERANDO os termos do inciso III, do art. 2=BA, da= Lei n=BA 9.696/98, de 1=BA de Setembro de 1998; CONSIDERANDO, designa=E7=E3o da Comiss=E3o Especial pe= lo Plen=E1rio do Conselho Federal Educa=E7=E3o F=EDsica - CONFEF, em= Reuni=E3o Ordin=E1ria de 29 de Mar=E7o de 1999 e o teor do relat= =F3rio apresentado por =E0quela Comiss=E3o, na Reuni=E3o Ordi= n=E1ria de 05 de Setembro de 1999; CONSIDERANDO, o que preceitua o inciso XXXVI, do art. = 5=BA da Constitui=E7=E3o da Rep=FAblica Federativa do Brasil, = de 05 de Outubro de 1988; CONSIDERANDO, o que decidiu o Plen=E1rio do Conselho Federal Educa=E7=E3o F=EDsica - CONFEF, em Reuni=E3o Ordin=E1r= ia, de 29 de Outubro de 1999; RESOLVE: Art. 1=BA - O pedido de registro de profissionais pera= nte o Conselho Federal de Educa=E7=E3o F=EDsica - CONFEF e, posterior inscri=E7=E3o nos quadros dos Conselhos Regionais de Educa=E7=E3o F=EDsi= ca - CREFs, em categoria transit=F3ria, far-se-=E1 mediante o cumprim= ento integral e observ=E2ncia dos requisitos solicitados. Art. 2=BA - Dever=E1 o requerente apresentar comprova=E7= =E3o oficial do exerc=EDcio de atividades pr=F3prias dos Profissionais= de Educa=E7=E3o F=EDsica, at=E9 a data do in=EDcio da vig=EAncia da Le= i n=BA 9.696/98, ocorrida com a publica=E7=E3o no Di=E1rio Oficial da U= ni=E3o (DOU), em 02 de Setembro de 1998, por prazo n=E3o inferior a 03 (tr= =EAs) anos, sendo que, a comprova=E7=E3o do exerc=EDcio se dar=E1 = por: I - carteira de trabalho, devidamente assinada; ou II - contrato de trabalho, devidamente registrado em cart=F3rio; ou III - documento p=FAblico oficial do exerc=EDcio profissional; ou IV - outros que venham a ser estabelecidos pelo CONFEF. Art. 3=BA - Dever=E1, tamb=E9m, o requerente, obrigatoriamente, indicar uma atividade principal, pr=F3pria de Profissional de Educa=E7=E3o F=EDsica, com a identifica=E7=E3o expl=EDcita da modal= idade e especificidade. Art. 4=BA - O requerente, no ato da solicita=E7=E3o do registro, dever=E1 assinar um termo de compromisso em respeitar todas as Resolu=E7=F5es do Conselho Federal de Educa=E7=E3o F=ED= sica -CONFEF e demais atos emanados dos CREFs. Art. 5=BA - Deferido o pedido, o requerente receber=E1= a inscri=E7=E3o provis=F3ria, em categoria transit=F3ria. Par=E1grafo =FAnico - a inscri=E7=E3o provis=F3ria tem= validade m=E1xima de um ano, sendo que, findo o prazo, o requerente dever=E1 fazer nova solicita=E7=E3o. Art. 6=BA - O deferimento do pedido, confere ao requer= ente um registro perante o Conselho Federal de Educa=E7=E3o F=ED= sica - CONFEF e uma inscri=E7=E3o perante o Conselho Regional de Edu= ca=E7=E3o F=EDsica - CREF, em categoria transit=F3ria. Par=E1grafo =FAnico - na carteira de habilita=E7=E3o profissional, fornecida pelo CREF, constar=E1 a modalidade e especificidade pa= ra a qual, o requerente estar=E1 credenciado a atuar. Art. 7=BA - O deferimento do pedido definitivo, por pa= rte do requerente, dar-se-=E1, somente, ap=F3s freq=FC=EAncia= , com aproveitamento, em curso promovido pelo CREF, que incl= uam quest=F5es pedag=F3gicas, =E9tico-profissionais e cien= t=EDficas. Par=E1grafo =FAnico - os CREFs baixar=E3o as normas e = levar=E3o a efeito os cursos, seguindo as diretrizes emanadas do Conselho Federal de Educa=E7=E3o F=EDsica - CONFEF. Art. 8=BA - Revogam-se as disposi=E7=F5es em contr=E1r= io. Art. 9=BA - Esta resolu=E7=E3o entra em vigor a partir= desta data. Jorge Steinhilber Presidente Tomei a liberdade de repassar na intens=E3o de ajudar. Sei que nem sempre todos tem facilidade e/ou tempo de ficar navegando na internet. Um grande abra=E7o Carmen ------=_NextPart_000_0093_01BF803F.8FD291E0 Content-Type: text/html; charset="iso-8859-1" Content-Transfer-Encoding: quoted-printable
 
-----Mensagem = original-----
De:=20 Suzana <suzzana@hotnet.net>
Data:= =20 Sábado, 26 de Fevereiro de 2000 09:54
Assunto: En:=20 Regulamentação para não graduados em Ed.=20 Fisica.

 

Data: Quarta-feira, 23 de = Fevereiro de=20 2000 15:59
Assunto: Regulamentação para = não=20 graduados em Ed. Fisica.

Acho que isto interessa a todos = nós,=20 afinal a regulamentação está aí e já = foi=20 exigida a carteira para quem fez o concurso para a Prefeitura de=20 Canoas.
 
013/99 - Registro de não-graduados em Educação = Física=20 no
           &= nbsp;      =20 CONFEF

          = ;        =20 Rio de Janeiro, 29 de Outubro de=20 1999.

          =         =20 Resolução CONFEF no.=20 013/99

          = ;        =20 Dispõe sobre o registro de não-graduados em=20 Educação
Física=20 no
           &= nbsp;      =20 CONFEF

          = ;        =20 O PRESIDENTE DO CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO=20 FÍSICA,
         &= nbsp;        =20 usando de suas atribuições legais=20 e;

          &nb= sp;       =20 CONSIDERANDO os termos do inciso III, do art. 2º, da Lei=20 nº
          &n= bsp;       =20 9.696/98, de 1º de Setembro de 1998;=20

           = ;       =20 CONSIDERANDO, designação da Comissão Especial pelo=20 Plenário
         =          =20 do Conselho Federal Educação Física - CONFEF, em=20 Reunião
         &= nbsp;        =20 Ordinária de 29 de Março de 1999 e o teor do=20 relatório
         = ;         =20 apresentado por àquela Comissão, na Reunião=20 Ordinária de
05=20 de
           &= nbsp;      =20 Setembro de 1999;=20

           = ;       =20 CONSIDERANDO, o que preceitua o inciso XXXVI, do art. 5º=20 da
           &= nbsp;      =20 Constituição da República Federativa do Brasil, de = 05=20 de
Outubro
         &n= bsp;        =20 de=20 1988;

          =         =20 CONSIDERANDO, o que decidiu o Plenário do Conselho=20 Federal
          &n= bsp;       =20 Educação Física - CONFEF, em Reunião=20 Ordinária, de 29=20 de
           &= nbsp;      =20 Outubro de=20 1999;

          =         =20 RESOLVE:

         &nb= sp;        =20 Art. 1º - O pedido de registro de profissionais perante
o=20 Conselho
          &= nbsp;       =20 Federal de Educação Física - CONFEF e,=20 posterior
inscrição=20 nos
           =        =20 quadros dos Conselhos Regionais de Educação Física=20 -
CREFs,=20 em
           &= nbsp;      =20 categoria transitória, far-se-á mediante o = cumprimento
integral=20 e
           &n= bsp;      =20 observância dos requisitos=20 solicitados.

         = ;         =20 Art. 2º - Deverá o requerente apresentar=20 comprovação
oficial=20 do
           &= nbsp;      =20 exercício de atividades próprias dos Profissionais=20 de
Educação
       = ;           =20 Física, até a data do início da vigência da = Lei=20 nº
9.696/98,
        &= nbsp;         =20 ocorrida com a publicação no Diário Oficial da=20 União
(DOU), em=20 02
           &= nbsp;      =20 de Setembro de 1998, por prazo não inferior a 03=20 (três)
anos,
        =           =20 sendo que, a comprovação do exercício se = dará=20 por:

          &= nbsp;       =20 I - carteira de trabalho, devidamente assinada;=20 ou
           &= nbsp;      =20 II - contrato de trabalho, devidamente registrado em
cartório; = ou
           &= nbsp;      =20 III - documento público oficial do = exercício
profissional;=20 ou
           &= nbsp;      =20 IV - outros que venham a ser estabelecidos pelo=20 CONFEF.

         &nbs= p;        =20 Art. 3º - Deverá, também, o = requerente,
obrigatoriamente,=20 indicar
          &n= bsp;       =20 uma atividade principal, própria de Profissional=20 de
Educação
       = ;           =20 Física, com a identificação explícita da = modalidade=20 e
           &n= bsp;      =20 especificidade.

        &n= bsp;         =20 Art. 4º - O requerente, no ato da solicitação = do
registro,=20 deverá
         &n= bsp;        =20 assinar um termo de compromisso em respeitar todas=20 as
           &= nbsp;      =20 Resoluções do Conselho Federal de Educação=20 Física -CONFEF=20 e
           &n= bsp;      =20 demais atos emanados dos CREFs.=20

           = ;       =20 Art. 5º - Deferido o pedido, o requerente receberá=20 a
inscrição
       = ;           =20 provisória, em categoria=20 transitória.

       &nbs= p;          =20 Parágrafo único - a inscrição = provisória tem=20 validade
máxima=20 de
           &= nbsp;      =20 um ano, sendo que, findo o prazo, o requerente deverá
fazer=20 nova
           = ;       =20 solicitação.=20

           = ;       =20 Art. 6º - O deferimento do pedido, confere ao requerente=20 um
           &= nbsp;      =20 registro perante o Conselho Federal de Educação = Física=20 -
CONFEF
         &nbs= p;        =20 e uma inscrição perante o Conselho Regional de=20 Educação
Física=20 -
           &n= bsp;      =20 CREF, em categoria=20 transitória.

       &nbs= p;          =20 Parágrafo único - na carteira de=20 habilitação
profissional,=20 fornecida
          =         =20 pelo CREF, constará a modalidade e especificidade para a
qual, = o
           &n= bsp;      =20 requerente estará credenciado a=20 atuar.

          = ;        =20 Art. 7º - O deferimento do pedido definitivo, por parte=20 do
           &= nbsp;      =20 requerente, dar-se-á, somente, após freqüência, = com
           =        =20 aproveitamento, em curso promovido pelo CREF, que=20 incluam
          &n= bsp;       =20 questões pedagógicas, ético-profissionais e=20 científicas.

       &nbs= p;          =20 Parágrafo único - os CREFs baixarão as normas e=20 levarão
a=20 efeito
          &nb= sp;       =20 os cursos, seguindo as diretrizes emanadas do=20 Conselho
Federal
        &n= bsp;         =20 de Educação Física -=20 CONFEF.

         &nbs= p;        =20 Art. 8º - Revogam-se as disposições em=20 contrário.

        =           =20 Art. 9º - Esta resolução entra em vigor a partir=20 desta
data.

        &nb= sp;         =20 Jorge=20 Steinhilber
         &nbs= p;        =20 Presidente

Tomei a liberdade de repassar na intensão de = ajudar.=20 Sei que nem sempre
todos tem facilidade e/ou tempo de ficar navegando = na=20 internet.

Um grande = abraço

Carmen
------=_NextPart_000_0093_01BF803F.8FD291E0-- From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Sat Feb 26 12:46:37 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id MAA07221 for ; Sat, 26 Feb 2000 12:46:37 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id NAA20125; Sat, 26 Feb 2000 13:23:03 -0300 (EST) Date: Sat, 26 Feb 2000 13:23:03 -0300 (EST) Message-Id: <38B80491.23EAE9FA@ucb.br> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: Laercio Elias Pereira To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-l] [CEVPROF-L:249] Nos 7.450 mandamos 6 milhoes de msgs Pessoal, (+ uma msg-teste para todas as listas) Se o Rauny nao tivesse feito a conta varias vezes nao daria para acreditar: somos 7.450 participantes das 34 listas do Centro Esportivo Virtual Catolica/Unicamp . Mandamos (e temos armazenadas para recuperacao por assunto, autor e data) 30.992 mensagens. Como cada msgs e´ distribuida para os participantes podemos multiplicar pela media: 219. Assim, nesses tres anos e meio, mandamos pelos ares 6.787.248 mensagens. Sei que nao justifica, mas explica a travada que os servidores da Unicamp e da Catolica tem dado de vez em quando. Tambem temos que agradecer aos incansaveis administradores de listas e consultores do CEV, que nos ajudam a manter o Portal Centro Esportivo Virtual vivo. Tb ao Rauny e 'a turma do NIB e LIMEFE, que tem dado suporte 'as listas. Bebemoremos! Laercio (na listagem abaixo o primeiro numero e´ o de participantes e o segundo o numero de mensagens da lista) Administração (CEV) (69 - 25) AgitaSP (programa) (122 - 371) Associações de Professores de Educação Física (247 - 536) Basquete (173-422) Bibliotecas(148-262) Capoeira(105-319) Ciências do Esporte(385-4700) Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte(290-490) Comportamento Motor (115 - 74) Corpo e Educação Física (144-286) Dança (165-708) Educação Física Escolar (387-1206) Educação Física Especial (Ativ. Motora Adaptada)(199-965) Esportes Radicais e Triathlon (208- 4092) Ética e Moral no Esporte (105-458) Fisiologia do Exercício (583-3123) Formação Profissional e Mercado de Trabalho (200-247) Gênero & Mulher (134-1068) Ginástica (159-148) Handebol (150-296) História da Educação Física e dos Esportes (327 - 1819) Idosos (193 - 999) Informática em EF&Esportes (277 - 247) Judô (102 - 782) Legislação Desportiva (196 - 2762) Mídia e Esportes (192 - 335) Movimento Estudantil em EF (123 - 1447) Motricidade (139 - 99) Natação (276 - 555) Psicologia do Esporte (206 - 538) Recreação e Lazer (302 - 1073) Saúde Coletiva (158 -208) Teses em EF & Esportes (360 - 306) Voleibol (222 - 312) ......................................fim da msg ............................... From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Fri Mar 10 20:20:08 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id UAA18394 for ; Fri, 10 Mar 2000 20:20:03 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id UAA06425; Fri, 10 Mar 2000 20:54:33 -0300 (EST) Date: Fri, 10 Mar 2000 20:54:33 -0300 (EST) Message-Id: <20000310234923.49791.qmail@hotmail.com> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: "welington silva" To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-l] [CEVPROF-L:250] Ola pessoal. Ha um bom tempo venho presenciando o debate sobre a regulamentaçao e sempre me preocupou o carater da discussao que ia quase sempre para o embate pessoal. Felizmente, parece que esse elemento esta saindo da discussao e a fundamentaçao começa, timidamente, a surgir. Inicialmente, quero dizer que nao tenho ainda uma posiçao clara, definida a respeito do tema, mas estou muito mais propenso para a posiçao contraria a regulamentaçao o que, eh claro, pode ser mudado plenamente. So sinto, e isso dificilmente alguem pode dizer que nao, que esse debate tenha vindo depois da regulamentaçao ja posta. Nao quero dizer com isso que nao houve debate, mas se aconteceu, foi em um carater muito timido e isso, temos que considerar, eh muito estranho. No entanto, ainda nao eh tarde, porque podemos muito bem redefinir o presente quadro e ai as atuais discussoes, fundamentadas, sem dose exagerada de paixao, procurando refletir sobre os argumentos pró e contra, servira como embasadora para uma tomada de decisao mais consciente. Lembro-me que a discussao começou muito, e na atual discussao isso sempre eh lembrado, com as questoes dos leigos (nao gosto desse termo, prefiro o Nao-licenciado) e, claro, na esterira desta preocupaçao, com o elemento mercado de trabalho. Essa discussao começou a se apresentar muito estranha para mim quando vir colegas que hoje sao a favor da regulamentaçao, faz o discurso do "fora os leigos" e se esquece que sua atuaçao, durante muito tempo,(mais de 15 anos) foi como professor nao-licenciado. Conheço colegas em Itabuna(Bahia),minha cidade natal, que atuaram na educaçao fisica como nao-llicenciados e hoje fazem o discurso do "fora os leigos". E olha que foram excelentes professores e continuam sendo. O que os diferenciam? Simplesmente que hoje eles sao formados, tem um conhecimento mais pleno(?), tem um embasamento teorico maior e/ou melhor do que antes(sera que isso pode ser garantido tb) etc etc. Sera que o simples fato de termos tido condiçoes de sentar em um banco universitario nos dar o direito de sair julgando a competencia dos outros por ai? Competencia eh um termo muito subjetivo para sairmos divulgando de forma aleatoria, utilizando-o como contra-argumento. O que dizer dos nossos colegas nao-licenciados, que sustentaram a educaçao fisica, muitas fezes em condiçoes sub-humanas? Onde anda o nosso espirito de classe? Somo ou nao professores? Parece-me que a discussao deve ser encaminhada por ai. O que somos? Qual a formaçao ideal? O que faremos com os medicos, advogados, engenheiros que ensinam nas universidades mas sua formaçao nao eh de licenciatura. O que sao eles? Leigos? Sao professores ou sao medicos? O que devemos fazer com eles? Nao me digam que essa discussao nao cabe aqui, pois conheço colegas que tiveram informaçao que a carteirinha do MEC nao vale mais, so faz concurso agora quem tiver a carteira do conselho. Outras perguntas: o que significa reserva de mercado? O que significa ser Leigo? Sera mesmo que a unica forma de atuaçao responsavel eh esta filiado ao conselho? Se a sociedade nao sabe se defender dos "treineiros" eh o conselho que vai dar essa competencia social? Sera que isso eh verdade? A sociedade esta tao desprotegida assim dos "treineiros"? Atuei durante cinco anos na academia como professor de Musculaçao e sempre ouvir duas perguntas dos meus alunos e alunas: vc eh formado? Quanto tempo? Se um engenheiro quiser abrir uma ACADEMIA o que ira impedi-lo? O conselho? Como? Sera que precisamos mesmo deste tao falado conselho? O que estao fazendo aqueles ja existentes que nao podia ser feito sem eles? O conselho ira nos organizar enquanto classe? Como? Ou isso tb nao sera/eh funcao do conselho? A minha esposa eh filiada ao conselho de Pediatria a cinco anos, paga uma taxa absurda e ate hoje nada foi feito por ela, pelo contrario, o proprio conselho fecha os olhos para muitas arbitrariedades da area, como ter que fazer uma outra especializaçao(ja tendo feito dois anos de residencia)dentro da especializaçao(Pediatria eh uma especilaizaçao da medicina) para poder atuar em determinados hospitais daqui de Salvador, sem falar das condiçoes de trabalho em determinadas clinicas e hospitais, porem o bloquete de cobrança sempre chega, e ai dela se nao pagar, pois nao podera atuar em lugar nenhum. Sera que nao seria mais coerente se filiar ao conselho aqueles que o entendem como essencial, sem essa obrigatoriedade? Por que eu tenho que obrigatoriamente, mesmo sendo reconhecido pela sociedade em que atuo, filiado ao conselho? Por que nao instituimos uma avaliaçao nacional, em que seremos submetidos e assim melhorados naquilo em que pesa socialmente saber? Por que as universidades nao se mobilizam para ranquear as academias, como se faz com hoteis? Por que nao damos uma educaçao continuada para todos que atuam, atraves de atividades de extensao nas universidades? Por que os donos de academia, ao inves de falar em prol da regulamentaçao, nao financiam as viagens dos seus "empregados professores" para cursos pelo pais afora? Qual aluno nao ficara satisfeito sabendo que o professor que o assiste esta "fora" fazendo um curso de aperfeiçoamento? Bem acho que escrevir mais do que queria. Espero continuar com o debate e gostaria muito de que os elementos que foram aqui apresentados, traga novas discussoes, mas, por favor, vamos manter o nivel sempre muito alto desta lista, afinal de contas, quer queiramos ou nao, estamos no mesmo barco, somos colegas, apenas pensamos diferente e isso eh muito bom. Um grande abraço a todos. Welington Araujo Professor/UEFS/BA ______________________________________________________ Get Your Private, Free Email at http://www.hotmail.com From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Fri Mar 10 20:24:21 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id UAA18413 for ; Fri, 10 Mar 2000 20:24:20 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id UAA06834; Fri, 10 Mar 2000 20:59:16 -0300 (EST) Date: Fri, 10 Mar 2000 20:59:16 -0300 (EST) Message-Id: <20000310235347.7380.qmail@hotmail.com> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: "welington silva" To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-l] [CEVPROF-L:251] Ola pessoal. Ha um bom tempo venho presenciando o debate sobre a regulamentaçao e sempre me preocupou o carater da discussao que ia quase sempre para o embate pessoal. Felizmente, parece que esse elemento esta saindo da discussao e a fundamentaçao começa, timidamente, a surgir. Inicialmente, quero dizer que nao tenho ainda uma posiçao clara, definida a respeito do tema, mas estou muito mais propenso para a posiçao contraria a regulamentaçao o que, eh claro, pode ser mudado plenamente. So sinto, e isso dificilmente alguem pode dizer que nao, que esse debate tenha vindo depois da regulamentaçao ja posta. Nao quero dizer com isso que nao houve debate, mas se aconteceu, foi em um carater muito timido e isso, temos que considerar, eh muito estranho. No entanto, ainda nao eh tarde, porque podemos muito bem redefinir o presente quadro e ai as atuais discussoes, fundamentadas, sem dose exagerada de paixao, procurando refletir sobre os argumentos pró e contra, servira como embasadora para uma tomada de decisao mais consciente. Lembro-me que a discussao começou muito, e na atual discussao isso sempre eh lembrado, com as questoes dos leigos (nao gosto desse termo, prefiro o Nao-licenciado) e, claro, na esterira desta preocupaçao, com o elemento mercado de trabalho. Essa discussao começou a se apresentar muito estranha para mim quando vir colegas que hoje sao a favor da regulamentaçao, faz o discurso do "fora os leigos" e se esquece que sua atuaçao, durante muito tempo,(mais de 15 anos) foi como professor nao-licenciado. Conheço colegas em Itabuna(Bahia),minha cidade natal, que atuaram na educaçao fisica como nao-licenciados e hoje fazem o discurso do "fora os leigos". E olha que foram excelentes professores e continuam sendo. O que os diferenciam? Simplesmente que hoje eles sao formados, tem um conhecimento mais pleno(?), tem um embasamento teorico maior e/ou melhor do que antes(sera que isso pode ser garantido tb) etc etc. Sera que o simples fato de termos tido condiçoes de sentar em um banco universitario nos dar o direito de sair julgando a competencia dos outros por ai? Competencia eh um termo muito subjetivo para sairmos divulgando de forma aleatoria, utilizando-o como contra-argumento. O que dizer dos nossos colegas nao-licenciados, que sustentaram a educaçao fisica, muitas fezes em condiçoes sub-humanas? Onde anda o nosso espirito de classe? Somo ou nao professores? Parece-me que a discussao deve ser encaminhada por ai. O que somos? Qual a formaçao ideal? O que faremos com os medicos, advogados, engenheiros que ensinam nas universidades mas sua formaçao nao eh de licenciatura. O que sao eles? Leigos? Sao professores ou sao medicos? O que devemos fazer com eles? Nao me digam que essa discussao nao cabe aqui, pois conheço colegas que tiveram informaçao que a carteirinha do MEC nao vale mais, so faz concurso agora quem tiver a carteira do conselho. Outras perguntas: o que significa reserva de mercado? O que significa ser Leigo? Sera mesmo que a unica forma de atuaçao responsavel eh esta filiado ao conselho? Se a sociedade nao sabe se defender dos "treineiros" eh o conselho que vai dar essa competencia social? Sera que isso eh verdade? A sociedade esta tao desprotegida assim dos "treineiros"? Atuei durante cinco anos na academia como professor de Musculaçao e sempre ouvir duas perguntas dos meus alunos e alunas: vc eh formado? Quanto tempo? Se um engenheiro quiser abrir uma ACADEMIA o que ira impedi-lo? O conselho? Como? Sera que precisamos mesmo deste tao falado conselho? O que estao fazendo aqueles ja existentes que nao podia ser feito sem eles? O conselho ira nos organizar enquanto classe? Como? Ou isso tb nao sera/eh funcao do conselho? A minha esposa eh filiada ao conselho de Pediatria a cinco anos, paga uma taxa absurda e ate hoje nada foi feito por ela, pelo contrario, o proprio conselho fecha os olhos para muitas arbitrariedades da area, como ter que fazer uma outra especializaçao(ja tendo feito dois anos de residencia)dentro da especializaçao(Pediatria eh uma especilaizaçao da medicina) para poder atuar em determinados hospitais daqui de Salvador, sem falar das condiçoes de trabalho em determinadas clinicas e hospitais, porem o bloquete de cobrança sempre chega, e ai dela se nao pagar, pois nao podera atuar em lugar nenhum. Sera que nao seria mais coerente se filiar ao conselho aqueles que o entendem como essencial, sem essa obrigatoriedade? Por que eu tenho que obrigatoriamente, mesmo sendo reconhecido pela sociedade em que atuo, me filiar ao conselho? Por que nao instituimos uma avaliaçao nacional, em que seremos submetidos e assim melhorados naquilo em que pesa socialmente saber? Por que as universidades nao se mobilizam para ranquear as academias, como se faz com hoteis? Por que nao damos uma educaçao continuada para todos que atuam, atraves de atividades de extensao nas universidades? Por que os donos de academia, ao inves de falar em prol da regulamentaçao, nao financiam as viagens dos seus "empregados professores" para cursos pelo pais afora? Qual aluno nao ficara satisfeito sabendo que o professor que o assiste esta "fora" fazendo um curso de aperfeiçoamento? Bem acho que escrevir mais do que queria. Espero continuar com o debate e gostaria muito de que os elementos que foram aqui apresentados, traga novas discussoes, mas, por favor, vamos manter o nivel sempre muito alto desta lista, afinal de contas, quer queiramos ou nao, estamos no mesmo barco, somos colegas, apenas temos o direito de pensar diferente e isso eh muito bom. Um grande abraço a todos. Welington Araujo Professor/UEFS/BA ______________________________________________________ Get Your Private, Free Email at http://www.hotmail.com From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Fri Mar 10 21:21:30 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id VAA18519 for ; Fri, 10 Mar 2000 21:21:26 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id VAA10949; Fri, 10 Mar 2000 21:56:23 -0300 (EST) Date: Fri, 10 Mar 2000 21:56:23 -0300 (EST) Message-Id: <38C9980E.A63C7714@earthlink.net> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: Roberto Landwehr To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-l] [CEVPROF-L:252] Re: Caros Listeiros, Realmente, as coisas andam mais calmas. O pessoal da legalidade X legitimidade acordou e descobriu que colocava a mesma coisa em oposição... Existem realmente prós e contras relacionados com qualquer decisão. No caso específico, regulamentar a profissão também tem os seus contras, apesar, de em minha forma de interpretar os fatos, hajam mais prós ( e muito mais fortes) do que contras. Na verdade, o nosso sistema era totalmente falho e agora poderá ser remediado. Em primeiro lugar, gostaria de diferenciar o leigo do prático. Leigo é aquele que desconhece e prático é o que pratica a profissão sem a formação devida. Isso não quer dizer que o prático não tenha conhecimento, apenas implica na definição do caráter de sua formação. Professores que dão aulas em universidades, são pós graduados, e portanto capacitados para tal, indiferentemente de possuirem licenciatura. A condição de professor universitário, deveria ser privilégio e reafirmo a palavra "privilégio"de quem se capacitou para tal. Infelizmente, nosso país carece de Mestres e Doutores e poucos se dignam a enfrentar essa penosa carreirta devido aos baixos salários. Por outro lado, se formos discutir a fundo, poucos são os mestres e doutores que dispões de conhecimentos de pedagogia e andragogia. Bom, isso é uma questão para o MEC... O maior problema da aceitação do Conselho, fruto da regulamentação, é a visão reducionista e distorcida de que tal entidade seja uma entidade de classe. Não é esse o meu conceito. O Conselho, tem por finalidade, CONTROLAR a qualidade dos serviços oferecidos na área do exercício, à fim de prover a população, com profissionais devidamente preparados para exercer suas funções. Isso deveria se traduzir pela aplicação de exames de capacitação, assim como fazem outras entidades afins. A carteira do MEC tem seu valor quanto à licenciatura. Porém, é muita pretensão, querer propor a idéia de que um licenciado em educação física está mais capacitado do que um prático, a ministrar aulas em academia, trabalhar como personal trainer, etc. 99% dos formados na área tem licenciatura e estão aptos a dar aulas de EF nas escolas . A atividade física vem sendo atrapalhada desde os seus primórdios pela falta de profissionais competentes. Não é a toa que o mercado está cheio de práticos! Quantos professores de EF aprenderam musculação ou ginástica de academia na faculdade? A lei criou uma relativa reserva de mercado, pois ainda não temos bacharelados suficientes a fim de formar especialistas em atividade física. Por outro lado, querer comparar quem estudou anatomia, cinesiologia, fisiologia, fisiologia do exercício com quem só tem a prática e experiência teórica em revistas e alguns livros também não é possível. Querer dizer que qualquer um, sem a formação devida está apto a trabalhar em nossa área é desrespeitar nosso intelecto. Não é possível acreditar que passamos anos e anos estudando algo que não tem valor e nem faz diferença. Dizer que o mercado deve ficar aberto, é um discurso social muito bonito e injusto. A maioria de nós trabalhou e estudou. Os que não se formaram, muitas vezes não tiveram nem capacidade para passar num vestibular. Não creio que devamos continuar a premiar a falta de estudo. Ao contrário, em minha opinião, o CONFEF deve elaborar o mais rápido possível, exames de capacitação, tanto para os práticos como para os leigos.( o exame deve ser o mesmo) Muitos de nós sonharam durante anos com a regulamentação. Dentro de minha insignificância, compareci ao congresso no dia da votação e assisti toda a palhaçada que se formou por parte da esquerda.O pior é que o meu partido tentou atravancar as coisas. Como bons brasileiros, estamos sempre criticando, porém sem propormos algo de construtivo. E infelizmente assim continua sendo. Nada de pessoal. Não vi nenhuma proposta na mensagem anterior. Apenas críticas. Não que algumas não tenham fundamento. mas outras são extremadas. Por exemplo: O CRM impede que indivíduos sem a devida formação atendam a população. Quem ganha? A medicina ganha, porém a população lucra mais. O CRM oferece exames de capacitação aos médicos que não fazem residência. Poucos o fazem, pois é mais fácil passar no exame de residência... Bom, vou ficando por aqui, torcendo para que saia um exame de verdade. Aí sim vamos ver se precisávamos ou não de sermos uma profissão regulamentada Saudações, RL welington silva wrote: > Ola pessoal. > > Ha um bom tempo venho presenciando o debate sobre a regulamentaçao e sempre > me preocupou o carater da discussao que ia quase sempre para o embate > pessoal. Felizmente, parece que esse elemento esta saindo da discussao e a > fundamentaçao começa, timidamente, a surgir. > Inicialmente, quero dizer que nao tenho ainda uma posiçao clara, definida a > respeito do tema, mas estou muito mais propenso para a posiçao contraria a > regulamentaçao o que, eh claro, pode ser mudado plenamente. > So sinto, e isso dificilmente alguem pode dizer que nao, que esse debate > tenha vindo depois da regulamentaçao ja posta. Nao quero dizer com isso que > nao houve debate, mas se aconteceu, foi em um carater muito timido e isso, > temos que considerar, eh muito estranho. > No entanto, ainda nao eh tarde, porque podemos muito bem redefinir o > presente quadro e ai as atuais discussoes, fundamentadas, sem dose exagerada > de paixao, procurando refletir sobre os argumentos pró e contra, servira > como embasadora para uma tomada de decisao mais consciente. > Lembro-me que a discussao começou muito, e na atual discussao isso sempre eh > lembrado, com as questoes dos leigos (nao gosto desse termo, prefiro o > Nao-licenciado) e, claro, na esterira desta preocupaçao, com o elemento > mercado de trabalho. > Essa discussao começou a se apresentar muito estranha para mim quando vir > colegas que hoje sao a favor da regulamentaçao, faz o discurso do "fora os > leigos" e se esquece que sua atuaçao, durante muito tempo,(mais de 15 anos) > foi como professor nao-licenciado. > Conheço colegas em Itabuna(Bahia),minha cidade natal, que atuaram na > educaçao fisica como nao-licenciados e hoje fazem o discurso do "fora os > leigos". E olha que foram excelentes professores e continuam sendo. O que os > diferenciam? > Simplesmente que hoje eles sao formados, tem um conhecimento mais pleno(?), > tem um embasamento teorico maior e/ou melhor do que antes(sera que isso pode > ser garantido tb) etc etc. > Sera que o simples fato de termos tido condiçoes de sentar em um banco > universitario nos dar o direito de sair julgando a competencia dos outros > por ai? Competencia eh um termo muito subjetivo para sairmos divulgando de > forma aleatoria, utilizando-o como contra-argumento. > O que dizer dos nossos colegas nao-licenciados, que sustentaram a educaçao > fisica, muitas fezes em condiçoes sub-humanas? Onde anda o nosso espirito de > classe? Somo ou nao professores? > Parece-me que a discussao deve ser encaminhada por ai. O que somos? Qual a > formaçao ideal? O que faremos com os medicos, advogados, engenheiros que > ensinam nas universidades mas sua formaçao nao eh de licenciatura. O que sao > eles? Leigos? Sao professores ou sao medicos? O que devemos fazer com eles? > Nao me digam que essa discussao nao cabe aqui, pois conheço colegas que > tiveram informaçao que a carteirinha do MEC nao vale mais, so faz concurso > agora quem tiver a carteira do conselho. > Outras perguntas: o que significa reserva de mercado? O que significa ser > Leigo? Sera mesmo que a unica forma de atuaçao responsavel eh esta filiado > ao conselho? Se a sociedade nao sabe se defender dos "treineiros" eh o > conselho que vai dar essa competencia social? Sera que isso eh verdade? A > sociedade esta tao desprotegida assim dos "treineiros"? Atuei durante cinco > anos na academia como professor de Musculaçao e sempre ouvir duas perguntas > dos meus alunos e alunas: vc eh formado? Quanto tempo? > Se um engenheiro quiser abrir uma ACADEMIA o que ira impedi-lo? O conselho? > Como? Sera que precisamos mesmo deste tao falado conselho? O que estao > fazendo aqueles ja existentes que nao podia ser feito sem eles? O conselho > ira nos organizar enquanto classe? Como? Ou isso tb nao sera/eh funcao do > conselho? > A minha esposa eh filiada ao conselho de Pediatria a cinco anos, paga uma > taxa absurda e ate hoje nada foi feito por ela, pelo contrario, o proprio > conselho fecha os olhos para muitas arbitrariedades da area, como ter que > fazer uma outra especializaçao(ja tendo feito dois anos de residencia)dentro > da especializaçao(Pediatria eh uma especilaizaçao da medicina) para poder > atuar em determinados hospitais daqui de Salvador, sem falar das condiçoes > de trabalho em determinadas clinicas e hospitais, porem o bloquete de > cobrança sempre chega, e ai dela se nao pagar, pois nao podera atuar em > lugar nenhum. Sera que nao seria mais coerente se filiar ao conselho aqueles > que o entendem como essencial, sem essa obrigatoriedade? Por que eu tenho > que obrigatoriamente, mesmo sendo reconhecido pela sociedade em que atuo, me > filiar ao conselho? Por que nao instituimos uma avaliaçao nacional, em que > seremos submetidos e assim melhorados naquilo em que pesa socialmente saber? > Por que as universidades nao se mobilizam para ranquear as academias, como > se faz com hoteis? Por que nao damos uma educaçao continuada para todos que > atuam, atraves de atividades de extensao nas universidades? Por que os donos > de academia, ao inves de falar em prol da regulamentaçao, nao financiam as > viagens dos seus "empregados professores" para cursos pelo pais afora? Qual > aluno nao ficara satisfeito sabendo que o professor que o assiste esta > "fora" fazendo um curso de aperfeiçoamento? > Bem acho que escrevir mais do que queria. Espero continuar com o debate e > gostaria muito de que os elementos que foram aqui apresentados, traga novas > discussoes, mas, por favor, vamos manter o nivel sempre muito alto desta > lista, afinal de contas, quer queiramos ou nao, estamos no mesmo barco, > somos colegas, apenas temos o direito de pensar diferente e isso eh muito > bom. > > Um grande abraço a todos. > > Welington Araujo > Professor/UEFS/BA > > ______________________________________________________ > Get Your Private, Free Email at http://www.hotmail.com From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Fri Mar 10 23:50:03 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id XAA18688 for ; Fri, 10 Mar 2000 23:50:01 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id AAA19015; Sat, 11 Mar 2000 00:24:42 -0300 (EST) Date: Sat, 11 Mar 2000 00:24:42 -0300 (EST) Message-Id: <38C9BECA.CEAC465F@uel.br> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: Elza Margarida de =?iso-8859-1?Q?Mendon=E7a?= Peixoto To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-l] [CEVPROF-L:253] Re: Esta é uma mensagem de várias partes em formato MIME. --------------51BC2A8BE164BBDF403A7FA6 Content-Type: multipart/alternative; boundary="------------9D536269EDF4B7D6E587578A" --------------9D536269EDF4B7D6E587578A Content-Type: text/plain; charset=iso-8859-1 Content-Transfer-Encoding: 8bit Roberto e demais listeiros, Quando falamos que cabe ao conselho controlar a qualidade dos serviços fico apavorada. Me explico: 1. Quem vai compor o conselho? 2. Este conselho é composto por pessoas com uma visão ampla da diversidade de conhecimentos de que trata a educação física? 3. E as provas para "qualificar" profissionais que já são formados? De que assunto vão tratar? Vão referir-se aos domínios da anatomia e fisiologia? Isto é suficiente para uma atuação profissional adequada ao contexto histórico e às especificidades em que profissionais de educação física atuam? 4. Até que ponto o conselho não vai representar uma restrição violenta no campo do conhecimento e nas possibilidades de estudo, na medida em que, ao que me parece, é o conselho quem decide quem está qualificado a trabalhar, até que ponto não vamos passar a estudar apenas aquilo que nos qualifica segundo a ótica do conselho? Parece-me que o conselho é um mecanismo profundamente autoritário que sob a pretensão de proteger a população (preocupação justa) acaba congelando e acorrentando as possibilidades de uma área de conhecimento extremamente nova como é a nossa. Retomando a questão de outros conselhos, parece-me que há pouco tempo o conselho de medicina andou tentando controlar a atuação dos homeopatas. Parece-me que o argumento utilizado foi de que não haviam provas científicas suficientes de que a homeopatia surte efeito. (A discussão era alguma coisa assim e circulou em revistas). Como fica a questão do conhecimento? Como ficam as experiências que vêm gerando alternativas outras fora do circuito e do reino das mercadorias? Coisas para ficarmos atentos. Um abraço a todos, Elza Roberto Landwehr gravada: > Caros Listeiros, > > Realmente, as coisas andam mais calmas. O pessoal da legalidade X legitimidade > acordou e descobriu que colocava a mesma coisa em oposição... > Existem realmente prós e contras relacionados com qualquer decisão. No caso > específico, regulamentar a profissão também tem os seus contras, apesar, de em > minha forma de interpretar os fatos, hajam mais prós ( e muito mais fortes) do > que contras. > Na verdade, o nosso sistema era totalmente falho e agora poderá ser remediado. > Em primeiro lugar, gostaria de diferenciar o leigo do prático. Leigo é aquele > que desconhece e prático é o que pratica a profissão sem a formação devida. Isso > não quer dizer que o prático não tenha conhecimento, apenas implica na definição > do caráter de sua formação. > Professores que dão aulas em universidades, são pós graduados, e portanto > capacitados para tal, indiferentemente de possuirem licenciatura. > A condição de professor universitário, deveria ser privilégio e reafirmo a > palavra "privilégio"de quem se capacitou para tal. Infelizmente, nosso país > carece de Mestres e Doutores e poucos se dignam a enfrentar essa penosa > carreirta devido aos baixos salários. Por outro lado, se formos discutir a > fundo, poucos são os mestres e doutores que dispões de conhecimentos de > pedagogia e andragogia. Bom, isso é uma questão para o MEC... > O maior problema da aceitação do Conselho, fruto da regulamentação, é a visão > reducionista e distorcida de que tal entidade seja uma entidade de classe. Não é > esse o meu conceito. O Conselho, tem por finalidade, CONTROLAR a qualidade dos > serviços oferecidos na área do exercício, à fim de prover a população, com > profissionais devidamente preparados para exercer suas funções. > Isso deveria se traduzir pela aplicação de exames de capacitação, assim como > fazem outras entidades afins. > A carteira do MEC tem seu valor quanto à licenciatura. Porém, é muita pretensão, > querer propor a idéia de que um licenciado em educação física está mais > capacitado do que um prático, a ministrar aulas em academia, trabalhar como > personal trainer, etc. > 99% dos formados na área tem licenciatura e estão aptos a dar aulas de EF nas > escolas . > A atividade física vem sendo atrapalhada desde os seus primórdios pela falta de > profissionais competentes. Não é a toa que o mercado está cheio de práticos! > Quantos professores de EF aprenderam musculação ou ginástica de academia na > faculdade? > A lei criou uma relativa reserva de mercado, pois ainda não temos bacharelados > suficientes a fim de formar especialistas em atividade física. > Por outro lado, querer comparar quem estudou anatomia, cinesiologia, fisiologia, > fisiologia do exercício com quem só tem a prática e experiência teórica em > revistas e alguns livros também não é possível. > Querer dizer que qualquer um, sem a formação devida está apto a trabalhar em > nossa área é desrespeitar nosso intelecto. Não é possível acreditar que > passamos anos e anos estudando algo que não tem valor e nem faz diferença. > Dizer que o mercado deve ficar aberto, é um discurso social muito bonito e > injusto. A maioria de nós trabalhou e estudou. Os que não se formaram, muitas > vezes não tiveram nem capacidade para passar num vestibular. > Não creio que devamos continuar a premiar a falta de estudo. Ao contrário, em > minha opinião, o CONFEF deve elaborar o mais rápido possível, exames de > capacitação, tanto para os práticos como para os leigos.( o exame deve ser o > mesmo) > Muitos de nós sonharam durante anos com a regulamentação. Dentro de minha > insignificância, compareci ao congresso no dia da votação e assisti toda a > palhaçada que se formou por parte da esquerda.O pior é que o meu partido tentou > atravancar as coisas. > Como bons brasileiros, estamos sempre criticando, porém sem propormos algo de > construtivo. E infelizmente assim continua sendo. > Nada de pessoal. Não vi nenhuma proposta na mensagem anterior. Apenas críticas. > Não que algumas não tenham fundamento. mas outras são extremadas. > Por exemplo: > O CRM impede que indivíduos sem a devida formação atendam a população. Quem > ganha? A medicina ganha, porém a população lucra mais. > O CRM oferece exames de capacitação aos médicos que não fazem residência. > Poucos o fazem, pois é mais fácil passar no exame de residência... > Bom, vou ficando por aqui, torcendo para que saia um exame de verdade. Aí sim > vamos ver se precisávamos ou não de sermos uma profissão regulamentada > Saudações, > RL > > welington silva wrote: > > > Ola pessoal. > > > > Ha um bom tempo venho presenciando o debate sobre a regulamentaçao e sempre > > me preocupou o carater da discussao que ia quase sempre para o embate > > pessoal. Felizmente, parece que esse elemento esta saindo da discussao e a > > fundamentaçao começa, timidamente, a surgir. > > Inicialmente, quero dizer que nao tenho ainda uma posiçao clara, definida a > > respeito do tema, mas estou muito mais propenso para a posiçao contraria a > > regulamentaçao o que, eh claro, pode ser mudado plenamente. > > So sinto, e isso dificilmente alguem pode dizer que nao, que esse debate > > tenha vindo depois da regulamentaçao ja posta. Nao quero dizer com isso que > > nao houve debate, mas se aconteceu, foi em um carater muito timido e isso, > > temos que considerar, eh muito estranho. > > No entanto, ainda nao eh tarde, porque podemos muito bem redefinir o > > presente quadro e ai as atuais discussoes, fundamentadas, sem dose exagerada > > de paixao, procurando refletir sobre os argumentos pró e contra, servira > > como embasadora para uma tomada de decisao mais consciente. > > Lembro-me que a discussao começou muito, e na atual discussao isso sempre eh > > lembrado, com as questoes dos leigos (nao gosto desse termo, prefiro o > > Nao-licenciado) e, claro, na esterira desta preocupaçao, com o elemento > > mercado de trabalho. > > Essa discussao começou a se apresentar muito estranha para mim quando vir > > colegas que hoje sao a favor da regulamentaçao, faz o discurso do "fora os > > leigos" e se esquece que sua atuaçao, durante muito tempo,(mais de 15 anos) > > foi como professor nao-licenciado. > > Conheço colegas em Itabuna(Bahia),minha cidade natal, que atuaram na > > educaçao fisica como nao-licenciados e hoje fazem o discurso do "fora os > > leigos". E olha que foram excelentes professores e continuam sendo. O que os > > diferenciam? > > Simplesmente que hoje eles sao formados, tem um conhecimento mais pleno(?), > > tem um embasamento teorico maior e/ou melhor do que antes(sera que isso pode > > ser garantido tb) etc etc. > > Sera que o simples fato de termos tido condiçoes de sentar em um banco > > universitario nos dar o direito de sair julgando a competencia dos outros > > por ai? Competencia eh um termo muito subjetivo para sairmos divulgando de > > forma aleatoria, utilizando-o como contra-argumento. > > O que dizer dos nossos colegas nao-licenciados, que sustentaram a educaçao > > fisica, muitas fezes em condiçoes sub-humanas? Onde anda o nosso espirito de > > classe? Somo ou nao professores? > > Parece-me que a discussao deve ser encaminhada por ai. O que somos? Qual a > > formaçao ideal? O que faremos com os medicos, advogados, engenheiros que > > ensinam nas universidades mas sua formaçao nao eh de licenciatura. O que sao > > eles? Leigos? Sao professores ou sao medicos? O que devemos fazer com eles? > > Nao me digam que essa discussao nao cabe aqui, pois conheço colegas que > > tiveram informaçao que a carteirinha do MEC nao vale mais, so faz concurso > > agora quem tiver a carteira do conselho. > > Outras perguntas: o que significa reserva de mercado? O que significa ser > > Leigo? Sera mesmo que a unica forma de atuaçao responsavel eh esta filiado > > ao conselho? Se a sociedade nao sabe se defender dos "treineiros" eh o > > conselho que vai dar essa competencia social? Sera que isso eh verdade? A > > sociedade esta tao desprotegida assim dos "treineiros"? Atuei durante cinco > > anos na academia como professor de Musculaçao e sempre ouvir duas perguntas > > dos meus alunos e alunas: vc eh formado? Quanto tempo? > > Se um engenheiro quiser abrir uma ACADEMIA o que ira impedi-lo? O conselho? > > Como? Sera que precisamos mesmo deste tao falado conselho? O que estao > > fazendo aqueles ja existentes que nao podia ser feito sem eles? O conselho > > ira nos organizar enquanto classe? Como? Ou isso tb nao sera/eh funcao do > > conselho? > > A minha esposa eh filiada ao conselho de Pediatria a cinco anos, paga uma > > taxa absurda e ate hoje nada foi feito por ela, pelo contrario, o proprio > > conselho fecha os olhos para muitas arbitrariedades da area, como ter que > > fazer uma outra especializaçao(ja tendo feito dois anos de residencia)dentro > > da especializaçao(Pediatria eh uma especilaizaçao da medicina) para poder > > atuar em determinados hospitais daqui de Salvador, sem falar das condiçoes > > de trabalho em determinadas clinicas e hospitais, porem o bloquete de > > cobrança sempre chega, e ai dela se nao pagar, pois nao podera atuar em > > lugar nenhum. Sera que nao seria mais coerente se filiar ao conselho aqueles > > que o entendem como essencial, sem essa obrigatoriedade? Por que eu tenho > > que obrigatoriamente, mesmo sendo reconhecido pela sociedade em que atuo, me > > filiar ao conselho? Por que nao instituimos uma avaliaçao nacional, em que > > seremos submetidos e assim melhorados naquilo em que pesa socialmente saber? > > Por que as universidades nao se mobilizam para ranquear as academias, como > > se faz com hoteis? Por que nao damos uma educaçao continuada para todos que > > atuam, atraves de atividades de extensao nas universidades? Por que os donos > > de academia, ao inves de falar em prol da regulamentaçao, nao financiam as > > viagens dos seus "empregados professores" para cursos pelo pais afora? Qual > > aluno nao ficara satisfeito sabendo que o professor que o assiste esta > > "fora" fazendo um curso de aperfeiçoamento? > > Bem acho que escrevir mais do que queria. Espero continuar com o debate e > > gostaria muito de que os elementos que foram aqui apresentados, traga novas > > discussoes, mas, por favor, vamos manter o nivel sempre muito alto desta > > lista, afinal de contas, quer queiramos ou nao, estamos no mesmo barco, > > somos colegas, apenas temos o direito de pensar diferente e isso eh muito > > bom. > > > > Um grande abraço a todos. > > > > Welington Araujo > > Professor/UEFS/BA > > > > ______________________________________________________ > > Get Your Private, Free Email at http://www.hotmail.com --------------9D536269EDF4B7D6E587578A Content-Type: text/html; charset=us-ascii Content-Transfer-Encoding: 7bit Roberto e demais listeiros,

Quando falamos que cabe ao conselho controlar a qualidade dos serviços fico apavorada. Me explico:
1. Quem vai compor o conselho?
2. Este conselho é composto por pessoas com uma visão ampla da diversidade de conhecimentos de que trata a educação física?
3. E as provas para "qualificar" profissionais que já são formados? De que assunto vão tratar? Vão referir-se aos domínios da anatomia e fisiologia? Isto é suficiente para uma atuação profissional adequada ao contexto histórico e às especificidades em que profissionais de educação física atuam?
4. Até que ponto o conselho não vai representar uma restrição violenta no campo do conhecimento e nas possibilidades de estudo, na medida em que, ao que me parece, é o conselho quem decide quem está qualificado a trabalhar, até que ponto não vamos passar a estudar apenas aquilo que nos qualifica segundo a ótica do conselho?
Parece-me que o conselho é um mecanismo profundamente autoritário que sob a pretensão de proteger a população (preocupação justa) acaba congelando e acorrentando as possibilidades de uma área de conhecimento extremamente nova como é a nossa.

Retomando a questão de outros conselhos, parece-me que há pouco tempo o conselho de medicina andou tentando controlar a atuação dos homeopatas. Parece-me que o argumento utilizado foi de que não haviam provas científicas suficientes de que a homeopatia surte efeito. (A discussão era alguma coisa assim e circulou em revistas).

Como fica a questão do conhecimento? Como ficam as experiências que vêm gerando alternativas outras fora do circuito e do reino das mercadorias?

Coisas para ficarmos atentos.

Um abraço a todos,
Elza
 

Roberto Landwehr gravada:

Caros Listeiros,

Realmente,   as coisas andam mais calmas. O pessoal da legalidade X legitimidade
acordou e descobriu que colocava a mesma coisa em oposição...
Existem realmente prós e contras relacionados com qualquer decisão. No caso
específico,  regulamentar a profissão também tem os seus contras, apesar, de  em
minha forma de interpretar os fatos, hajam mais prós ( e muito mais fortes) do
que contras.
Na verdade, o nosso sistema era totalmente falho e agora poderá ser remediado.
Em primeiro lugar, gostaria de diferenciar o leigo do prático. Leigo é aquele
que desconhece e prático é o que pratica a profissão sem a formação devida. Isso
não quer dizer que o prático não tenha conhecimento, apenas implica na definição
do caráter de sua formação.
Professores que dão aulas em universidades, são pós graduados, e portanto
capacitados para tal, indiferentemente de possuirem licenciatura.
A condição de professor universitário, deveria ser privilégio e reafirmo a
palavra "privilégio"de quem se capacitou para tal.  Infelizmente, nosso país
carece de Mestres e Doutores e poucos se dignam a enfrentar essa penosa
carreirta devido aos baixos salários. Por outro lado, se formos discutir a
fundo, poucos são os mestres e doutores que dispões de conhecimentos de
pedagogia e andragogia. Bom, isso é uma questão para o MEC...
O maior problema  da aceitação do Conselho, fruto da regulamentação, é a visão
reducionista e distorcida de que tal entidade seja uma entidade de classe. Não é
esse o meu conceito. O Conselho, tem por finalidade, CONTROLAR  a qualidade dos
serviços oferecidos na área do exercício, à fim de prover a população, com
profissionais devidamente preparados para exercer suas funções.
Isso deveria se traduzir pela aplicação de exames de capacitação, assim como
fazem outras entidades afins.
A carteira do MEC tem seu valor quanto à licenciatura. Porém, é muita pretensão,
querer propor a idéia de que um licenciado em educação física está mais
capacitado do que um prático, a ministrar aulas em academia, trabalhar como
personal trainer, etc.
99% dos formados na área tem licenciatura e estão aptos a dar aulas de EF nas
escolas .
A atividade física vem sendo atrapalhada desde os seus primórdios pela falta de
profissionais competentes. Não é a toa que o mercado está cheio de práticos!
Quantos professores de EF aprenderam musculação ou ginástica de academia na
faculdade?
A lei  criou uma relativa reserva de mercado, pois ainda não temos bacharelados
suficientes a fim de formar especialistas em atividade física.
Por outro lado, querer comparar quem estudou anatomia, cinesiologia, fisiologia,
fisiologia do exercício com quem só tem a prática e experiência teórica em
revistas e alguns livros também não é possível.
Querer dizer que qualquer um, sem a formação devida está apto a trabalhar em
nossa área é desrespeitar nosso intelecto. Não é possível acreditar que
passamos  anos e anos estudando algo que não tem valor e nem faz diferença.
Dizer que o mercado deve ficar aberto, é um discurso social muito bonito e
injusto. A maioria de nós trabalhou e estudou. Os que não se formaram, muitas
vezes não tiveram nem capacidade para passar num vestibular.
Não creio que devamos continuar a premiar a falta de estudo. Ao contrário, em
minha opinião, o CONFEF deve elaborar o mais rápido possível, exames de
capacitação, tanto para os práticos como para os leigos.( o exame deve ser o
mesmo)
Muitos de nós sonharam durante anos com a regulamentação. Dentro de minha
insignificância, compareci ao congresso no dia da votação e assisti toda a
palhaçada que se formou por parte da esquerda.O pior é que o meu partido tentou
atravancar as coisas.
Como bons brasileiros, estamos sempre criticando, porém sem propormos algo de
construtivo.  E infelizmente assim continua sendo.
Nada de pessoal. Não vi nenhuma proposta na mensagem anterior. Apenas críticas.
Não que algumas não tenham fundamento. mas outras são extremadas.
Por exemplo:
O CRM impede que indivíduos sem a devida formação atendam a população. Quem
ganha? A medicina ganha, porém a população lucra mais.
O CRM oferece exames de capacitação aos médicos que não fazem residência.
Poucos o fazem, pois é mais fácil passar no exame de residência...
Bom, vou ficando por aqui, torcendo para que saia um exame de verdade. Aí sim
vamos ver se precisávamos ou não de sermos uma profissão regulamentada
Saudações,
RL

welington silva wrote:

> Ola pessoal.
>
> Ha um bom tempo venho presenciando o debate sobre a regulamentaçao e sempre
> me preocupou o carater da discussao que ia quase sempre para o embate
> pessoal. Felizmente, parece que esse elemento esta saindo da discussao e a
> fundamentaçao começa, timidamente, a surgir.
> Inicialmente, quero dizer que nao tenho ainda uma posiçao clara, definida a
> respeito do tema, mas estou muito mais propenso para a posiçao contraria a
> regulamentaçao o que, eh claro, pode ser mudado plenamente.
> So sinto, e isso dificilmente alguem pode dizer que nao, que esse debate
> tenha vindo depois da regulamentaçao ja posta. Nao quero dizer com isso que
> nao houve debate, mas se aconteceu, foi em um carater muito timido e isso,
> temos que considerar, eh muito estranho.
> No entanto, ainda nao eh tarde, porque podemos muito bem redefinir o
> presente quadro e ai as atuais discussoes, fundamentadas, sem dose exagerada
> de paixao, procurando refletir sobre os argumentos pró e contra, servira
> como embasadora para uma tomada de decisao mais consciente.
> Lembro-me que a discussao começou muito, e na atual discussao isso sempre eh
> lembrado, com as questoes dos leigos (nao gosto desse termo, prefiro o
> Nao-licenciado) e, claro, na esterira desta preocupaçao, com o elemento
> mercado de trabalho.
> Essa discussao começou a se apresentar muito estranha para mim quando vir
> colegas que hoje sao a favor da regulamentaçao, faz o discurso do "fora os
> leigos" e se esquece que sua atuaçao, durante muito tempo,(mais de 15 anos)
> foi como professor nao-licenciado.
> Conheço colegas em Itabuna(Bahia),minha cidade natal, que atuaram na
> educaçao fisica como nao-licenciados e hoje fazem o discurso do "fora os
> leigos". E olha que foram excelentes professores e continuam sendo. O que os
> diferenciam?
> Simplesmente que hoje eles sao formados, tem um conhecimento mais pleno(?),
> tem um embasamento teorico maior e/ou melhor do que antes(sera que isso pode
> ser garantido tb) etc etc.
> Sera que o simples fato de termos tido condiçoes de sentar em um banco
> universitario nos dar o direito de sair julgando a competencia dos outros
> por ai? Competencia eh um termo muito subjetivo para sairmos divulgando de
> forma aleatoria, utilizando-o como contra-argumento.
> O que dizer dos nossos colegas nao-licenciados, que sustentaram a educaçao
> fisica, muitas fezes em condiçoes sub-humanas? Onde anda o nosso espirito de
> classe? Somo ou nao professores?
> Parece-me que a discussao deve ser encaminhada por ai. O que somos? Qual a
> formaçao ideal? O que faremos com os medicos, advogados, engenheiros que
> ensinam nas universidades mas sua formaçao nao eh de licenciatura. O que sao
> eles? Leigos? Sao professores ou sao medicos? O que devemos fazer com eles?
> Nao me digam que essa discussao nao cabe aqui, pois conheço colegas que
> tiveram informaçao que a carteirinha do MEC nao vale mais, so faz concurso
> agora quem tiver a carteira do conselho.
> Outras perguntas: o que significa reserva de mercado? O que significa ser
> Leigo? Sera mesmo que a unica forma de atuaçao responsavel eh esta filiado
> ao conselho? Se a sociedade nao sabe se defender dos "treineiros" eh o
> conselho que vai dar essa competencia social? Sera que isso eh verdade? A
> sociedade esta tao desprotegida assim dos "treineiros"? Atuei durante cinco
> anos na academia como professor de Musculaçao e sempre ouvir duas perguntas
> dos meus alunos e alunas: vc eh formado? Quanto tempo?
> Se um engenheiro quiser abrir uma ACADEMIA o que ira impedi-lo? O conselho?
> Como? Sera que precisamos mesmo deste tao falado conselho? O que estao
> fazendo aqueles ja existentes que nao podia ser feito sem eles? O conselho
> ira nos organizar enquanto classe? Como? Ou isso tb nao sera/eh funcao do
> conselho?
> A minha esposa eh filiada ao conselho de Pediatria a cinco anos, paga uma
> taxa absurda e ate hoje nada foi feito por ela, pelo contrario, o proprio
> conselho fecha os olhos para muitas arbitrariedades da area, como ter que
> fazer uma outra especializaçao(ja tendo feito dois anos de residencia)dentro
> da especializaçao(Pediatria eh uma especilaizaçao da medicina) para poder
> atuar em determinados hospitais daqui de Salvador, sem falar das condiçoes
> de trabalho em determinadas clinicas e hospitais, porem o bloquete de
> cobrança sempre chega, e ai dela se nao pagar, pois nao podera atuar em
> lugar nenhum. Sera que nao seria mais coerente se filiar ao conselho aqueles
> que o entendem como essencial, sem essa obrigatoriedade? Por que eu tenho
> que obrigatoriamente, mesmo sendo reconhecido pela sociedade em que atuo, me
> filiar ao conselho? Por que nao instituimos uma avaliaçao nacional, em que
> seremos submetidos e assim melhorados naquilo em que pesa socialmente saber?
> Por que as universidades nao se mobilizam para ranquear as academias, como
> se faz com hoteis? Por que nao damos uma educaçao continuada para todos que
> atuam, atraves de atividades de extensao nas universidades? Por que os donos
> de academia, ao inves de falar em prol da regulamentaçao, nao financiam as
> viagens dos seus "empregados professores" para cursos pelo pais afora? Qual
> aluno nao ficara satisfeito sabendo que o professor que o assiste esta
> "fora" fazendo um curso de aperfeiçoamento?
> Bem acho que escrevir mais do que queria. Espero continuar com o debate e
> gostaria muito de que os elementos que foram aqui apresentados, traga novas
> discussoes, mas, por favor, vamos manter o nivel sempre muito alto desta
> lista, afinal de contas, quer queiramos ou nao, estamos no mesmo barco,
> somos colegas, apenas temos o direito de pensar diferente e isso eh muito
> bom.
>
> Um grande abraço a todos.
>
> Welington Araujo
> Professor/UEFS/BA
>
> ______________________________________________________
> Get Your Private, Free Email at http://www.hotmail.com

--------------9D536269EDF4B7D6E587578A-- --------------51BC2A8BE164BBDF403A7FA6 Content-Type: text/x-vcard; charset=us-ascii; name="epeixoto.vcf" Content-Transfer-Encoding: 7bit Content-Description: Cartão para Elza Margarida de Mendonça Peixoto Content-Disposition: attachment; filename="epeixoto.vcf" begin:vcard n:Peixoto;Elza tel;home:Av. Rio de Janeiro, 1422, 305, centro, Londrina Paraná tel;work:Universidade Estadual de Londrina x-mozilla-html:FALSE org:Universidade Estadual de Londrina;Ginástica Recreação e Dança adr:;;Rodovia Celso Garcia Cid (Pr 445), Km 380;Londrina;Paraná;86051-990;Brasil version:2.1 email;internet:epeixoto@uel.br title:Docente end:vcard --------------51BC2A8BE164BBDF403A7FA6-- From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Sat Mar 11 01:34:48 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id BAA18814 for ; Sat, 11 Mar 2000 01:34:47 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id CAA23363; Sat, 11 Mar 2000 02:09:41 -0300 (EST) Date: Sat, 11 Mar 2000 02:09:41 -0300 (EST) Message-Id: <38C9D390.8843C62@earthlink.net> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: Roberto Landwehr To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-l] [CEVPROF-L:254] Re: Oi Elza caros listeiros, Respondendo às suas colocações: 1 - O conselho já está formado há já algum tempo. Mais ou menos 1 ano. Concordo que um dos pontos fracos de qualquer organização, é a possível fragilidade de seus dirigentes 2 - Bom, em meu entendimento, o membros do CONFEF, representam diversas linhas e interesses. Pessoalmente não concordo com a presença de patrões em uma sociedade que não pode ser influenciada pelo padrão monetário, porém, nada nesse mundo é perfeito Presidente: Jorge Steinhilber 1º Vice-Presidente: Edison Cardozo 2º Vice Presidente: João Tojal 1º Secretário: Marino Tessari 2º Secretário: Renato Moraes 1º Tesoureiro: Sérgio Sartori 2º Tesoureiro: Marcelo Miranda Comissões Controle e Finanças: Flávio Delmanto, Ricardo Catunda, Walmir Vinhas Documentação e Informação: Laércio Pereira, Renato Moraes, Almir Gruhn Educação e Eventos: Juarez Muller, Gilberto Bertevello, Edson Cardozo Ética Profissional: João Tojal, Carlos Garcia, Alberto Puga Legislação e Normas: Manoel Tubino, Roberto Bassoli, Marcelo Miranda A página do CONFEF pode ser acessada pela página do CEV ou clicando diretamente em :http://www.efmuzambinho.org.br/confef/ 3 - Os práticos de EF, deverão fazer cursos e provas, mas ao que eu saiba, nada está previsto para os licenciados e bacharéis. Porém, noo mundo inteiro se faz isso. Provas são feitas para verificar a proeficiência em uma determinada área. Nenhum licenciado em EF deve fazer prova para dar aulas na escola ( acho que também devia). Já existe uma legislação a respeito. As provas são para a certificação em cada área específica de atuação. Assim, se vc fizer uma prova para professor de academia, não vai poder trabalhar com avaliação física e assim por diante. um sistema desses só pode ser elaborado por grupo de pessoas de conhecimento reconhecido. 4 - O Conselho não é o MEC. Só este pode ineragir com o sistema a fim de modificá-lo no que tange ao currículo. As provas sendo feitas de acordo com a área de atuação, implicam em uma diversidade muito grande de conhecimentos em sua soma. cada área teria sua literatura básica específica. A aplicação de técnicas não estipuladas em prova, em nada invalida a aplicação de provas. Se alguém sabe mais do que os requisitos mínimos, tanto melhor... Creio que o discurso de autoritarismo em relação a organização da sociedade já deveria ter caído de moda. Quem tem competência não precisa ter medo do conhecimento. Este, por seu lado não deve ter fronteiras. Com relação à homeopatia e a alopatia, creio que haja um equívoco. O problema foi com relação à algumas terapias sem nenhuma comprovação e que são aplicadas por leigos . Nesse caso, o termo leigo significa pessoa sem conhecimento. Assim, as pessoas, muitas vezes fazem diagnósticos baseados em literatura, mas sem o conhecimento de base para poder discernir variáveis intervenientes diversas. Tive a oportunidade de assistir uma reportagem muito interessante, em que por exemplo a iridiologia era criticada até por médicos naturalistas, pois não apresenta um diagnóstico direto. Assim, o profissional diagnostica um problema digestivo, mas não sabe especificar qual... Bom, creio que toda revolução seja dolorosa. Toda mudança é dramática e nos aflige. Só espero que o Conselho possa superar todas as dificuldades de implantação, e mostre logo a que veio, para que possamos de forma democrática moldá-lo à nossa realidade. saudações, RL Elza Margarida de Mendonça Peixoto wrote: > Esta é uma mensagem de várias partes em formato MIME. > --------------51BC2A8BE164BBDF403A7FA6 > Content-Type: multipart/alternative; > boundary="------------9D536269EDF4B7D6E587578A" > > --------------9D536269EDF4B7D6E587578A > Content-Type: text/plain; charset=iso-8859-1 > Content-Transfer-Encoding: 8bit > > Roberto e demais listeiros, > > Quando falamos que cabe ao conselho controlar a qualidade dos serviços fico > apavorada. Me explico: > 1. Quem vai compor o conselho? > 2. Este conselho é composto por pessoas com uma visão ampla da diversidade de > conhecimentos de que trata a educação física? > 3. E as provas para "qualificar" profissionais que já são formados? De que assunto > vão tratar? Vão referir-se aos domínios da anatomia e fisiologia? Isto é suficiente > para uma atuação profissional adequada ao contexto histórico e às especificidades em > que profissionais de educação física atuam? > 4. Até que ponto o conselho não vai representar uma restrição violenta no campo do > conhecimento e nas possibilidades de estudo, na medida em que, ao que me parece, é o > conselho quem decide quem está qualificado a trabalhar, até que ponto não vamos > passar a estudar apenas aquilo que nos qualifica segundo a ótica do conselho? > Parece-me que o conselho é um mecanismo profundamente autoritário que sob a > pretensão de proteger a população (preocupação justa) acaba congelando e > acorrentando as possibilidades de uma área de conhecimento extremamente nova como é > a nossa. > > Retomando a questão de outros conselhos, parece-me que há pouco tempo o conselho de > medicina andou tentando controlar a atuação dos homeopatas. Parece-me que o > argumento utilizado foi de que não haviam provas científicas suficientes de que a > homeopatia surte efeito. (A discussão era alguma coisa assim e circulou em > revistas). > > Como fica a questão do conhecimento? Como ficam as experiências que vêm gerando > alternativas outras fora do circuito e do reino das mercadorias? > > Coisas para ficarmos atentos. > > Um abraço a todos, > Elza > > Roberto Landwehr gravada: > > > Caros Listeiros, > > > > Realmente, as coisas andam mais calmas. O pessoal da legalidade X legitimidade > > acordou e descobriu que colocava a mesma coisa em oposição... > > Existem realmente prós e contras relacionados com qualquer decisão. No caso > > específico, regulamentar a profissão também tem os seus contras, apesar, de em > > minha forma de interpretar os fatos, hajam mais prós ( e muito mais fortes) do > > que contras. > > Na verdade, o nosso sistema era totalmente falho e agora poderá ser remediado. > > Em primeiro lugar, gostaria de diferenciar o leigo do prático. Leigo é aquele > > que desconhece e prático é o que pratica a profissão sem a formação devida. Isso > > não quer dizer que o prático não tenha conhecimento, apenas implica na definição > > do caráter de sua formação. > > Professores que dão aulas em universidades, são pós graduados, e portanto > > capacitados para tal, indiferentemente de possuirem licenciatura. > > A condição de professor universitário, deveria ser privilégio e reafirmo a > > palavra "privilégio"de quem se capacitou para tal. Infelizmente, nosso país > > carece de Mestres e Doutores e poucos se dignam a enfrentar essa penosa > > carreirta devido aos baixos salários. Por outro lado, se formos discutir a > > fundo, poucos são os mestres e doutores que dispões de conhecimentos de > > pedagogia e andragogia. Bom, isso é uma questão para o MEC... > > O maior problema da aceitação do Conselho, fruto da regulamentação, é a visão > > reducionista e distorcida de que tal entidade seja uma entidade de classe. Não é > > esse o meu conceito. O Conselho, tem por finalidade, CONTROLAR a qualidade dos > > serviços oferecidos na área do exercício, à fim de prover a população, com > > profissionais devidamente preparados para exercer suas funções. > > Isso deveria se traduzir pela aplicação de exames de capacitação, assim como > > fazem outras entidades afins. > > A carteira do MEC tem seu valor quanto à licenciatura. Porém, é muita pretensão, > > querer propor a idéia de que um licenciado em educação física está mais > > capacitado do que um prático, a ministrar aulas em academia, trabalhar como > > personal trainer, etc. > > 99% dos formados na área tem licenciatura e estão aptos a dar aulas de EF nas > > escolas . > > A atividade física vem sendo atrapalhada desde os seus primórdios pela falta de > > profissionais competentes. Não é a toa que o mercado está cheio de práticos! > > Quantos professores de EF aprenderam musculação ou ginástica de academia na > > faculdade? > > A lei criou uma relativa reserva de mercado, pois ainda não temos bacharelados > > suficientes a fim de formar especialistas em atividade física. > > Por outro lado, querer comparar quem estudou anatomia, cinesiologia, fisiologia, > > fisiologia do exercício com quem só tem a prática e experiência teórica em > > revistas e alguns livros também não é possível. > > Querer dizer que qualquer um, sem a formação devida está apto a trabalhar em > > nossa área é desrespeitar nosso intelecto. Não é possível acreditar que > > passamos anos e anos estudando algo que não tem valor e nem faz diferença. > > Dizer que o mercado deve ficar aberto, é um discurso social muito bonito e > > injusto. A maioria de nós trabalhou e estudou. Os que não se formaram, muitas > > vezes não tiveram nem capacidade para passar num vestibular. > > Não creio que devamos continuar a premiar a falta de estudo. Ao contrário, em > > minha opinião, o CONFEF deve elaborar o mais rápido possível, exames de > > capacitação, tanto para os práticos como para os leigos.( o exame deve ser o > > mesmo) > > Muitos de nós sonharam durante anos com a regulamentação. Dentro de minha > > insignificância, compareci ao congresso no dia da votação e assisti toda a > > palhaçada que se formou por parte da esquerda.O pior é que o meu partido tentou > > atravancar as coisas. > > Como bons brasileiros, estamos sempre criticando, porém sem propormos algo de > > construtivo. E infelizmente assim continua sendo. > > Nada de pessoal. Não vi nenhuma proposta na mensagem anterior. Apenas críticas. > > Não que algumas não tenham fundamento. mas outras são extremadas. > > Por exemplo: > > O CRM impede que indivíduos sem a devida formação atendam a população. Quem > > ganha? A medicina ganha, porém a população lucra mais. > > O CRM oferece exames de capacitação aos médicos que não fazem residência. > > Poucos o fazem, pois é mais fácil passar no exame de residência... > > Bom, vou ficando por aqui, torcendo para que saia um exame de verdade. Aí sim > > vamos ver se precisávamos ou não de sermos uma profissão regulamentada > > Saudações, > > RL > > > > welington silva wrote: > > > > > Ola pessoal. > > > > > > Ha um bom tempo venho presenciando o debate sobre a regulamentaçao e sempre > > > me preocupou o carater da discussao que ia quase sempre para o embate > > > pessoal. Felizmente, parece que esse elemento esta saindo da discussao e a > > > fundamentaçao começa, timidamente, a surgir. > > > Inicialmente, quero dizer que nao tenho ainda uma posiçao clara, definida a > > > respeito do tema, mas estou muito mais propenso para a posiçao contraria a > > > regulamentaçao o que, eh claro, pode ser mudado plenamente. > > > So sinto, e isso dificilmente alguem pode dizer que nao, que esse debate > > > tenha vindo depois da regulamentaçao ja posta. Nao quero dizer com isso que > > > nao houve debate, mas se aconteceu, foi em um carater muito timido e isso, > > > temos que considerar, eh muito estranho. > > > No entanto, ainda nao eh tarde, porque podemos muito bem redefinir o > > > presente quadro e ai as atuais discussoes, fundamentadas, sem dose exagerada > > > de paixao, procurando refletir sobre os argumentos pró e contra, servira > > > como embasadora para uma tomada de decisao mais consciente. > > > Lembro-me que a discussao começou muito, e na atual discussao isso sempre eh > > > lembrado, com as questoes dos leigos (nao gosto desse termo, prefiro o > > > Nao-licenciado) e, claro, na esterira desta preocupaçao, com o elemento > > > mercado de trabalho. > > > Essa discussao começou a se apresentar muito estranha para mim quando vir > > > colegas que hoje sao a favor da regulamentaçao, faz o discurso do "fora os > > > leigos" e se esquece que sua atuaçao, durante muito tempo,(mais de 15 anos) > > > foi como professor nao-licenciado. > > > Conheço colegas em Itabuna(Bahia),minha cidade natal, que atuaram na > > > educaçao fisica como nao-licenciados e hoje fazem o discurso do "fora os > > > leigos". E olha que foram excelentes professores e continuam sendo. O que os > > > diferenciam? > > > Simplesmente que hoje eles sao formados, tem um conhecimento mais pleno(?), > > > tem um embasamento teorico maior e/ou melhor do que antes(sera que isso pode > > > ser garantido tb) etc etc. > > > Sera que o simples fato de termos tido condiçoes de sentar em um banco > > > universitario nos dar o direito de sair julgando a competencia dos outros > > > por ai? Competencia eh um termo muito subjetivo para sairmos divulgando de > > > forma aleatoria, utilizando-o como contra-argumento. > > > O que dizer dos nossos colegas nao-licenciados, que sustentaram a educaçao > > > fisica, muitas fezes em condiçoes sub-humanas? Onde anda o nosso espirito de > > > classe? Somo ou nao professores? > > > Parece-me que a discussao deve ser encaminhada por ai. O que somos? Qual a > > > formaçao ideal? O que faremos com os medicos, advogados, engenheiros que > > > ensinam nas universidades mas sua formaçao nao eh de licenciatura. O que sao > > > eles? Leigos? Sao professores ou sao medicos? O que devemos fazer com eles? > > > Nao me digam que essa discussao nao cabe aqui, pois conheço colegas que > > > tiveram informaçao que a carteirinha do MEC nao vale mais, so faz concurso > > > agora quem tiver a carteira do conselho. > > > Outras perguntas: o que significa reserva de mercado? O que significa ser > > > Leigo? Sera mesmo que a unica forma de atuaçao responsavel eh esta filiado > > > ao conselho? Se a sociedade nao sabe se defender dos "treineiros" eh o > > > conselho que vai dar essa competencia social? Sera que isso eh verdade? A > > > sociedade esta tao desprotegida assim dos "treineiros"? Atuei durante cinco > > > anos na academia como professor de Musculaçao e sempre ouvir duas perguntas > > > dos meus alunos e alunas: vc eh formado? Quanto tempo? > > > Se um engenheiro quiser abrir uma ACADEMIA o que ira impedi-lo? O conselho? > > > Como? Sera que precisamos mesmo deste tao falado conselho? O que estao > > > fazendo aqueles ja existentes que nao podia ser feito sem eles? O conselho > > > ira nos organizar enquanto classe? Como? Ou isso tb nao sera/eh funcao do > > > conselho? > > > A minha esposa eh filiada ao conselho de Pediatria a cinco anos, paga uma > > > taxa absurda e ate hoje nada foi feito por ela, pelo contrario, o proprio > > > conselho fecha os olhos para muitas arbitrariedades da area, como ter que > > > fazer uma outra especializaçao(ja tendo feito dois anos de residencia)dentro > > > da especializaçao(Pediatria eh uma especilaizaçao da medicina) para poder > > > atuar em determinados hospitais daqui de Salvador, sem falar das condiçoes > > > de trabalho em determinadas clinicas e hospitais, porem o bloquete de > > > cobrança sempre chega, e ai dela se nao pagar, pois nao podera atuar em > > > lugar nenhum. Sera que nao seria mais coerente se filiar ao conselho aqueles > > > que o entendem como essencial, sem essa obrigatoriedade? Por que eu tenho > > > que obrigatoriamente, mesmo sendo reconhecido pela sociedade em que atuo, me > > > filiar ao conselho? Por que nao instituimos uma avaliaçao nacional, em que > > > seremos submetidos e assim melhorados naquilo em que pesa socialmente saber? > > > Por que as universidades nao se mobilizam para ranquear as academias, como > > > se faz com hoteis? Por que nao damos uma educaçao continuada para todos que > > > atuam, atraves de atividades de extensao nas universidades? Por que os donos > > > de academia, ao inves de falar em prol da regulamentaçao, nao financiam as > > > viagens dos seus "empregados professores" para cursos pelo pais afora? Qual > > > aluno nao ficara satisfeito sabendo que o professor que o assiste esta > > > "fora" fazendo um curso de aperfeiçoamento? > > > Bem acho que escrevir mais do que queria. Espero continuar com o debate e > > > gostaria muito de que os elementos que foram aqui apresentados, traga novas > > > discussoes, mas, por favor, vamos manter o nivel sempre muito alto desta > > > lista, afinal de contas, quer queiramos ou nao, estamos no mesmo barco, > > > somos colegas, apenas temos o direito de pensar diferente e isso eh muito > > > bom. > > > > > > Um grande abraço a todos. > > > > > > Welington Araujo > > > Professor/UEFS/BA > > > > > > ______________________________________________________ > > > Get Your Private, Free Email at http://www.hotmail.com > > --------------9D536269EDF4B7D6E587578A > Content-Type: text/html; charset=us-ascii > Content-Transfer-Encoding: 7bit > > > > Roberto e demais listeiros, >

Quando falamos que cabe ao conselho controlar a qualidade dos > serviços fico apavorada. Me explico: >
1. Quem vai compor o conselho? >
2. Este conselho é composto por pessoas com uma visão > ampla da diversidade de conhecimentos de que trata a educação > física? >
3. E as provas para "qualificar" profissionais que já são > formados? De que assunto vão tratar? Vão referir-se aos domínios > da anatomia e fisiologia? Isto é suficiente para uma atuação > profissional adequada ao contexto histórico e às especificidades > em que profissionais de educação física atuam? >
4. Até que ponto o conselho não vai representar uma restrição > violenta no campo do conhecimento e nas possibilidades de estudo, na medida > em que, ao que me parece, é o conselho quem decide quem está > qualificado a trabalhar, até que ponto não vamos passar a > estudar apenas aquilo que nos qualifica segundo a ótica do conselho? >
Parece-me que o conselho é um mecanismo profundamente autoritário > que sob a pretensão de proteger a população (preocupação > justa) acaba congelando e acorrentando as possibilidades de uma área > de conhecimento extremamente nova como é a nossa. >

Retomando a questão de outros conselhos, parece-me que > há pouco tempo o conselho de medicina andou tentando controlar a > atuação dos homeopatas. Parece-me que o argumento utilizado > foi de que não haviam provas científicas suficientes de que > a homeopatia surte efeito. (A discussão era alguma coisa assim e > circulou em revistas). >

Como fica a questão do conhecimento? Como ficam as experiências > que vêm gerando alternativas outras fora do circuito e do reino das > mercadorias? >

Coisas para ficarmos atentos. >

Um abraço a todos, >
Elza >
  >

Roberto Landwehr gravada: >

Caros Listeiros, >

Realmente,   as coisas andam mais calmas. O pessoal da legalidade > X legitimidade >
acordou e descobriu que colocava a mesma coisa em oposição... >
Existem realmente prós e contras relacionados com qualquer decisão. > No caso >
específico,  regulamentar a profissão também > tem os seus contras, apesar, de  em >
minha forma de interpretar os fatos, hajam mais prós ( e muito > mais fortes) do >
que contras. >
Na verdade, o nosso sistema era totalmente falho e agora poderá > ser remediado. >
Em primeiro lugar, gostaria de diferenciar o leigo do prático. > Leigo é aquele >
que desconhece e prático é o que pratica a profissão > sem a formação devida. Isso >
não quer dizer que o prático não tenha conhecimento, > apenas implica na definição >
do caráter de sua formação. >
Professores que dão aulas em universidades, são pós > graduados, e portanto >
capacitados para tal, indiferentemente de possuirem licenciatura. >
A condição de professor universitário, deveria > ser privilégio e reafirmo a >
palavra "privilégio"de quem se capacitou para tal.  Infelizmente, > nosso país >
carece de Mestres e Doutores e poucos se dignam a enfrentar essa penosa >
carreirta devido aos baixos salários. Por outro lado, se formos > discutir a >
fundo, poucos são os mestres e doutores que dispões de > conhecimentos de >
pedagogia e andragogia. Bom, isso é uma questão para > o MEC... >
O maior problema  da aceitação do Conselho, fruto > da regulamentação, é a visão >
reducionista e distorcida de que tal entidade seja uma entidade de > classe. Não é >
esse o meu conceito. O Conselho, tem por finalidade, CONTROLAR  > a qualidade dos >
serviços oferecidos na área do exercício, à > fim de prover a população, com >
profissionais devidamente preparados para exercer suas funções. >
Isso deveria se traduzir pela aplicação de exames de > capacitação, assim como >
fazem outras entidades afins. >
A carteira do MEC tem seu valor quanto à licenciatura. Porém, > é muita pretensão, >
querer propor a idéia de que um licenciado em educação > física está mais >
capacitado do que um prático, a ministrar aulas em academia, > trabalhar como >
personal trainer, etc. >
99% dos formados na área tem licenciatura e estão aptos > a dar aulas de EF nas >
escolas . >
A atividade física vem sendo atrapalhada desde os seus primórdios > pela falta de >
profissionais competentes. Não é a toa que o mercado > está cheio de práticos! >
Quantos professores de EF aprenderam musculação ou ginástica > de academia na >
faculdade? >
A lei  criou uma relativa reserva de mercado, pois ainda não > temos bacharelados >
suficientes a fim de formar especialistas em atividade física. >
Por outro lado, querer comparar quem estudou anatomia, cinesiologia, > fisiologia, >
fisiologia do exercício com quem só tem a prática > e experiência teórica em >
revistas e alguns livros também não é possível. >
Querer dizer que qualquer um, sem a formação devida está > apto a trabalhar em >
nossa área é desrespeitar nosso intelecto. Não > é possível acreditar que >
passamos  anos e anos estudando algo que não tem valor > e nem faz diferença. >
Dizer que o mercado deve ficar aberto, é um discurso social > muito bonito e >
injusto. A maioria de nós trabalhou e estudou. Os que não > se formaram, muitas >
vezes não tiveram nem capacidade para passar num vestibular. >
Não creio que devamos continuar a premiar a falta de estudo. > Ao contrário, em >
minha opinião, o CONFEF deve elaborar o mais rápido possível, > exames de >
capacitação, tanto para os práticos como para > os leigos.( o exame deve ser o >
mesmo) >
Muitos de nós sonharam durante anos com a regulamentação. > Dentro de minha >
insignificância, compareci ao congresso no dia da votação > e assisti toda a >
palhaçada que se formou por parte da esquerda.O pior é > que o meu partido tentou >
atravancar as coisas. >
Como bons brasileiros, estamos sempre criticando, porém sem > propormos algo de >
construtivo.  E infelizmente assim continua sendo. >
Nada de pessoal. Não vi nenhuma proposta na mensagem anterior. > Apenas críticas. >
Não que algumas não tenham fundamento. mas outras são > extremadas. >
Por exemplo: >
O CRM impede que indivíduos sem a devida formação > atendam a população. Quem >
ganha? A medicina ganha, porém a população lucra > mais. >
O CRM oferece exames de capacitação aos médicos > que não fazem residência. >
Poucos o fazem, pois é mais fácil passar no exame de > residência... >
Bom, vou ficando por aqui, torcendo para que saia um exame de verdade. > Aí sim >
vamos ver se precisávamos ou não de sermos uma profissão > regulamentada >
Saudações, >
RL >

welington silva wrote: >

> Ola pessoal. >
> >
> Ha um bom tempo venho presenciando o debate sobre a regulamentaçao > e sempre >
> me preocupou o carater da discussao que ia quase sempre para o embate >
> pessoal. Felizmente, parece que esse elemento esta saindo da discussao > e a >
> fundamentaçao começa, timidamente, a surgir. >
> Inicialmente, quero dizer que nao tenho ainda uma posiçao > clara, definida a >
> respeito do tema, mas estou muito mais propenso para a posiçao > contraria a >
> regulamentaçao o que, eh claro, pode ser mudado plenamente. >
> So sinto, e isso dificilmente alguem pode dizer que nao, que esse > debate >
> tenha vindo depois da regulamentaçao ja posta. Nao quero dizer > com isso que >
> nao houve debate, mas se aconteceu, foi em um carater muito timido > e isso, >
> temos que considerar, eh muito estranho. >
> No entanto, ainda nao eh tarde, porque podemos muito bem redefinir > o >
> presente quadro e ai as atuais discussoes, fundamentadas, sem dose > exagerada >
> de paixao, procurando refletir sobre os argumentos pró e contra, > servira >
> como embasadora para uma tomada de decisao mais consciente. >
> Lembro-me que a discussao começou muito, e na atual discussao > isso sempre eh >
> lembrado, com as questoes dos leigos (nao gosto desse termo, prefiro > o >
> Nao-licenciado) e, claro, na esterira desta preocupaçao, com > o elemento >
> mercado de trabalho. >
> Essa discussao começou a se apresentar muito estranha para > mim quando vir >
> colegas que hoje sao a favor da regulamentaçao, faz o discurso > do "fora os >
> leigos" e se esquece que sua atuaçao, durante muito tempo,(mais > de 15 anos) >
> foi como professor nao-licenciado. >
> Conheço colegas em Itabuna(Bahia),minha cidade natal, que > atuaram na >
> educaçao fisica como nao-licenciados e hoje fazem o discurso > do "fora os >
> leigos". E olha que foram excelentes professores e continuam sendo. > O que os >
> diferenciam? >
> Simplesmente que hoje eles sao formados, tem um conhecimento mais > pleno(?), >
> tem um embasamento teorico maior e/ou melhor do que antes(sera que > isso pode >
> ser garantido tb) etc etc. >
> Sera que o simples fato de termos tido condiçoes de sentar > em um banco >
> universitario nos dar o direito de sair julgando a competencia dos > outros >
> por ai? Competencia eh um termo muito subjetivo para sairmos divulgando > de >
> forma aleatoria, utilizando-o como contra-argumento. >
> O que dizer dos nossos colegas nao-licenciados, que sustentaram a > educaçao >
> fisica, muitas fezes em condiçoes sub-humanas? Onde anda o > nosso espirito de >
> classe? Somo ou nao professores? >
> Parece-me que a discussao deve ser encaminhada por ai. O que somos? > Qual a >
> formaçao ideal? O que faremos com os medicos, advogados, engenheiros > que >
> ensinam nas universidades mas sua formaçao nao eh de licenciatura. > O que sao >
> eles? Leigos? Sao professores ou sao medicos? O que devemos fazer > com eles? >
> Nao me digam que essa discussao nao cabe aqui, pois conheço > colegas que >
> tiveram informaçao que a carteirinha do MEC nao vale mais, > so faz concurso >
> agora quem tiver a carteira do conselho. >
> Outras perguntas: o que significa reserva de mercado? O que significa > ser >
> Leigo? Sera mesmo que a unica forma de atuaçao responsavel > eh esta filiado >
> ao conselho? Se a sociedade nao sabe se defender dos "treineiros" > eh o >
> conselho que vai dar essa competencia social? Sera que isso eh verdade? > A >
> sociedade esta tao desprotegida assim dos "treineiros"? Atuei durante > cinco >
> anos na academia como professor de Musculaçao e sempre ouvir > duas perguntas >
> dos meus alunos e alunas: vc eh formado? Quanto tempo? >
> Se um engenheiro quiser abrir uma ACADEMIA o que ira impedi-lo? O > conselho? >
> Como? Sera que precisamos mesmo deste tao falado conselho? O que > estao >
> fazendo aqueles ja existentes que nao podia ser feito sem eles? O > conselho >
> ira nos organizar enquanto classe? Como? Ou isso tb nao sera/eh funcao > do >
> conselho? >
> A minha esposa eh filiada ao conselho de Pediatria a cinco anos, > paga uma >
> taxa absurda e ate hoje nada foi feito por ela, pelo contrario, o > proprio >
> conselho fecha os olhos para muitas arbitrariedades da area, como > ter que >
> fazer uma outra especializaçao(ja tendo feito dois anos de > residencia)dentro >
> da especializaçao(Pediatria eh uma especilaizaçao da > medicina) para poder >
> atuar em determinados hospitais daqui de Salvador, sem falar das > condiçoes >
> de trabalho em determinadas clinicas e hospitais, porem o bloquete > de >
> cobrança sempre chega, e ai dela se nao pagar, pois nao podera > atuar em >
> lugar nenhum. Sera que nao seria mais coerente se filiar ao conselho > aqueles >
> que o entendem como essencial, sem essa obrigatoriedade? Por que > eu tenho >
> que obrigatoriamente, mesmo sendo reconhecido pela sociedade em que > atuo, me >
> filiar ao conselho? Por que nao instituimos uma avaliaçao > nacional, em que >
> seremos submetidos e assim melhorados naquilo em que pesa socialmente > saber? >
> Por que as universidades nao se mobilizam para ranquear as academias, > como >
> se faz com hoteis? Por que nao damos uma educaçao continuada > para todos que >
> atuam, atraves de atividades de extensao nas universidades? Por que > os donos >
> de academia, ao inves de falar em prol da regulamentaçao, > nao financiam as >
> viagens dos seus "empregados professores" para cursos pelo pais afora? > Qual >
> aluno nao ficara satisfeito sabendo que o professor que o assiste > esta >
> "fora" fazendo um curso de aperfeiçoamento? >
> Bem acho que escrevir mais do que queria. Espero continuar com o > debate e >
> gostaria muito de que os elementos que foram aqui apresentados, traga > novas >
> discussoes, mas, por favor, vamos manter o nivel sempre muito alto > desta >
> lista, afinal de contas, quer queiramos ou nao, estamos no mesmo > barco, >
> somos colegas, apenas temos o direito de pensar diferente e isso > eh muito >
> bom. >
> >
> Um grande abraço a todos. >
> >
> Welington Araujo >
> Professor/UEFS/BA >
> >
> ______________________________________________________ >
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> > > --------------9D536269EDF4B7D6E587578A-- > > --------------51BC2A8BE164BBDF403A7FA6 > Content-Type: text/x-vcard; charset=us-ascii; > name="epeixoto.vcf" > Content-Transfer-Encoding: 7bit > Content-Description: Cartão para Elza Margarida de Mendonça Peixoto > Content-Disposition: attachment; > filename="epeixoto.vcf" > > begin:vcard > n:Peixoto;Elza > tel;home:Av. Rio de Janeiro, 1422, 305, centro, Londrina Paraná > tel;work:Universidade Estadual de Londrina > x-mozilla-html:FALSE > org:Universidade Estadual de Londrina;Ginástica Recreação e Dança > adr:;;Rodovia Celso Garcia Cid (Pr 445), Km 380;Londrina;Paraná;86051-990;Brasil > version:2.1 > email;internet:epeixoto@uel.br > title:Docente > end:vcard > > --------------51BC2A8BE164BBDF403A7FA6-- From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Sat Mar 11 08:25:26 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id IAA19231 for ; Sat, 11 Mar 2000 08:25:26 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id IAA28762; Sat, 11 Mar 2000 08:56:55 -0300 (EST) Date: Sat, 11 Mar 2000 08:56:55 -0300 (EST) Message-Id: <38CA36CE.E1B8D65A@uel.br> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: Elza Margarida de =?iso-8859-1?Q?Mendon=E7a?= Peixoto To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-l] [CEVPROF-L:255] Re: Esta é uma mensagem de várias partes em formato MIME. --------------9A0F05EAAD78B89E7A26A29F Content-Type: text/plain; charset=iso-8859-1 Content-Transfer-Encoding: 8bit Roberto, O autoritarismo só vê a competência que ele considera relevante. Temo esta possibilidade em todo e qualquer conselho e também neste CONFEF. Obrigada pela dica da página. Um abraço, Elza Roberto Landwehr gravada: > Oi Elza caros listeiros, > > Respondendo às suas colocações: > > 1 - O conselho já está formado há já algum tempo. Mais ou menos 1 ano. Concordo que um dos pontos fracos de > qualquer organização, é a possível fragilidade de seus dirigentes > 2 - Bom, em meu entendimento, o membros do CONFEF, representam diversas linhas e interesses. Pessoalmente não > concordo com a presença de patrões em uma sociedade que não pode ser influenciada pelo padrão monetário, porém, > nada nesse mundo é perfeito > Presidente: > Jorge Steinhilber > 1º Vice-Presidente: > Edison Cardozo > 2º Vice Presidente: > João Tojal > 1º Secretário: > Marino Tessari > 2º Secretário: > Renato Moraes > 1º Tesoureiro: > Sérgio Sartori > 2º Tesoureiro: > Marcelo Miranda > Comissões > Controle e Finanças: > Flávio Delmanto, Ricardo Catunda, Walmir Vinhas > Documentação e Informação: > Laércio Pereira, Renato Moraes, Almir Gruhn > Educação e Eventos: > Juarez Muller, Gilberto Bertevello, Edson Cardozo > Ética Profissional: > João Tojal, Carlos Garcia, Alberto Puga > Legislação e Normas: > Manoel Tubino, Roberto Bassoli, Marcelo Miranda > A página do CONFEF pode ser acessada pela página do CEV > ou clicando diretamente em :http://www.efmuzambinho.org.br/confef/ > 3 - Os práticos de EF, deverão fazer cursos e provas, mas ao que eu saiba, nada está previsto para os licenciados > e bacharéis. Porém, noo mundo inteiro se faz isso. Provas são feitas para verificar a proeficiência em uma > determinada área. Nenhum licenciado em EF deve fazer prova para dar aulas na escola ( acho que também devia). Já > existe uma legislação a respeito. As provas são para a certificação em cada área específica de atuação. Assim, se > vc fizer uma prova para professor de academia, não vai poder trabalhar com avaliação física e assim por diante. > um sistema desses só pode ser elaborado por grupo de pessoas de conhecimento reconhecido. > 4 - O Conselho não é o MEC. Só este pode ineragir com o sistema a fim de modificá-lo no que tange ao currículo. As > provas sendo feitas de acordo com a área de atuação, implicam em uma diversidade muito grande de conhecimentos em > sua soma. cada área teria sua literatura básica específica. > A aplicação de técnicas não estipuladas em prova, em nada invalida a aplicação de provas. Se alguém sabe mais do > que os requisitos mínimos, tanto melhor... > Creio que o discurso de autoritarismo em relação a organização da sociedade já deveria ter caído de moda. Quem > tem competência não precisa ter medo do conhecimento. Este, por seu lado não deve ter fronteiras. > Com relação à homeopatia e a alopatia, creio que haja um equívoco. O problema foi com relação à algumas terapias > sem nenhuma comprovação e que são aplicadas por leigos . Nesse caso, o termo leigo significa pessoa sem > conhecimento. Assim, as pessoas, muitas vezes fazem diagnósticos baseados em literatura, mas sem o conhecimento de > base para poder discernir variáveis intervenientes diversas. > Tive a oportunidade de assistir uma reportagem muito interessante, em que por exemplo a iridiologia era criticada > até por médicos naturalistas, pois não apresenta um diagnóstico direto. Assim, o profissional diagnostica um > problema digestivo, mas não sabe especificar qual... > Bom, creio que toda revolução seja dolorosa. Toda mudança é dramática e nos aflige. > Só espero que o Conselho possa superar todas as dificuldades de implantação, e mostre logo a que veio, para que > possamos de forma democrática moldá-lo à nossa realidade. > saudações, > RL > > Elza Margarida de Mendonça Peixoto wrote: > > > Esta é uma mensagem de várias partes em formato MIME. > > --------------51BC2A8BE164BBDF403A7FA6 > > Content-Type: multipart/alternative; > > boundary="------------9D536269EDF4B7D6E587578A" > > > > --------------9D536269EDF4B7D6E587578A > > Content-Type: text/plain; charset=iso-8859-1 > > Content-Transfer-Encoding: 8bit > > > > Roberto e demais listeiros, > > > > Quando falamos que cabe ao conselho controlar a qualidade dos serviços fico > > apavorada. Me explico: > > 1. Quem vai compor o conselho? > > 2. Este conselho é composto por pessoas com uma visão ampla da diversidade de > > conhecimentos de que trata a educação física? > > 3. E as provas para "qualificar" profissionais que já são formados? De que assunto > > vão tratar? Vão referir-se aos domínios da anatomia e fisiologia? Isto é suficiente > > para uma atuação profissional adequada ao contexto histórico e às especificidades em > > que profissionais de educação física atuam? > > 4. Até que ponto o conselho não vai representar uma restrição violenta no campo do > > conhecimento e nas possibilidades de estudo, na medida em que, ao que me parece, é o > > conselho quem decide quem está qualificado a trabalhar, até que ponto não vamos > > passar a estudar apenas aquilo que nos qualifica segundo a ótica do conselho? > > Parece-me que o conselho é um mecanismo profundamente autoritário que sob a > > pretensão de proteger a população (preocupação justa) acaba congelando e > > acorrentando as possibilidades de uma área de conhecimento extremamente nova como é > > a nossa. > > > > Retomando a questão de outros conselhos, parece-me que há pouco tempo o conselho de > > medicina andou tentando controlar a atuação dos homeopatas. Parece-me que o > > argumento utilizado foi de que não haviam provas científicas suficientes de que a > > homeopatia surte efeito. (A discussão era alguma coisa assim e circulou em > > revistas). > > > > Como fica a questão do conhecimento? Como ficam as experiências que vêm gerando > > alternativas outras fora do circuito e do reino das mercadorias? > > > > Coisas para ficarmos atentos. > > > > Um abraço a todos, > > Elza > > > > Roberto Landwehr gravada: > > > > > Caros Listeiros, > > > > > > Realmente, as coisas andam mais calmas. O pessoal da legalidade X legitimidade > > > acordou e descobriu que colocava a mesma coisa em oposição... > > > Existem realmente prós e contras relacionados com qualquer decisão. No caso > > > específico, regulamentar a profissão também tem os seus contras, apesar, de em > > > minha forma de interpretar os fatos, hajam mais prós ( e muito mais fortes) do > > > que contras. > > > Na verdade, o nosso sistema era totalmente falho e agora poderá ser remediado. > > > Em primeiro lugar, gostaria de diferenciar o leigo do prático. Leigo é aquele > > > que desconhece e prático é o que pratica a profissão sem a formação devida. Isso > > > não quer dizer que o prático não tenha conhecimento, apenas implica na definição > > > do caráter de sua formação. > > > Professores que dão aulas em universidades, são pós graduados, e portanto > > > capacitados para tal, indiferentemente de possuirem licenciatura. > > > A condição de professor universitário, deveria ser privilégio e reafirmo a > > > palavra "privilégio"de quem se capacitou para tal. Infelizmente, nosso país > > > carece de Mestres e Doutores e poucos se dignam a enfrentar essa penosa > > > carreirta devido aos baixos salários. Por outro lado, se formos discutir a > > > fundo, poucos são os mestres e doutores que dispões de conhecimentos de > > > pedagogia e andragogia. Bom, isso é uma questão para o MEC... > > > O maior problema da aceitação do Conselho, fruto da regulamentação, é a visão > > > reducionista e distorcida de que tal entidade seja uma entidade de classe. Não é > > > esse o meu conceito. O Conselho, tem por finalidade, CONTROLAR a qualidade dos > > > serviços oferecidos na área do exercício, à fim de prover a população, com > > > profissionais devidamente preparados para exercer suas funções. > > > Isso deveria se traduzir pela aplicação de exames de capacitação, assim como > > > fazem outras entidades afins. > > > A carteira do MEC tem seu valor quanto à licenciatura. Porém, é muita pretensão, > > > querer propor a idéia de que um licenciado em educação física está mais > > > capacitado do que um prático, a ministrar aulas em academia, trabalhar como > > > personal trainer, etc. > > > 99% dos formados na área tem licenciatura e estão aptos a dar aulas de EF nas > > > escolas . > > > A atividade física vem sendo atrapalhada desde os seus primórdios pela falta de > > > profissionais competentes. Não é a toa que o mercado está cheio de práticos! > > > Quantos professores de EF aprenderam musculação ou ginástica de academia na > > > faculdade? > > > A lei criou uma relativa reserva de mercado, pois ainda não temos bacharelados > > > suficientes a fim de formar especialistas em atividade física. > > > Por outro lado, querer comparar quem estudou anatomia, cinesiologia, fisiologia, > > > fisiologia do exercício com quem só tem a prática e experiência teórica em > > > revistas e alguns livros também não é possível. > > > Querer dizer que qualquer um, sem a formação devida está apto a trabalhar em > > > nossa área é desrespeitar nosso intelecto. Não é possível acreditar que > > > passamos anos e anos estudando algo que não tem valor e nem faz diferença. > > > Dizer que o mercado deve ficar aberto, é um discurso social muito bonito e > > > injusto. A maioria de nós trabalhou e estudou. Os que não se formaram, muitas > > > vezes não tiveram nem capacidade para passar num vestibular. > > > Não creio que devamos continuar a premiar a falta de estudo. Ao contrário, em > > > minha opinião, o CONFEF deve elaborar o mais rápido possível, exames de > > > capacitação, tanto para os práticos como para os leigos.( o exame deve ser o > > > mesmo) > > > Muitos de nós sonharam durante anos com a regulamentação. Dentro de minha > > > insignificância, compareci ao congresso no dia da votação e assisti toda a > > > palhaçada que se formou por parte da esquerda.O pior é que o meu partido tentou > > > atravancar as coisas. > > > Como bons brasileiros, estamos sempre criticando, porém sem propormos algo de > > > construtivo. E infelizmente assim continua sendo. > > > Nada de pessoal. Não vi nenhuma proposta na mensagem anterior. Apenas críticas. > > > Não que algumas não tenham fundamento. mas outras são extremadas. > > > Por exemplo: > > > O CRM impede que indivíduos sem a devida formação atendam a população. Quem > > > ganha? A medicina ganha, porém a população lucra mais. > > > O CRM oferece exames de capacitação aos médicos que não fazem residência. > > > Poucos o fazem, pois é mais fácil passar no exame de residência... > > > Bom, vou ficando por aqui, torcendo para que saia um exame de verdade. Aí sim > > > vamos ver se precisávamos ou não de sermos uma profissão regulamentada > > > Saudações, > > > RL > > > > > > welington silva wrote: > > > > > > > Ola pessoal. > > > > > > > > Ha um bom tempo venho presenciando o debate sobre a regulamentaçao e sempre > > > > me preocupou o carater da discussao que ia quase sempre para o embate > > > > pessoal. Felizmente, parece que esse elemento esta saindo da discussao e a > > > > fundamentaçao começa, timidamente, a surgir. > > > > Inicialmente, quero dizer que nao tenho ainda uma posiçao clara, definida a > > > > respeito do tema, mas estou muito mais propenso para a posiçao contraria a > > > > regulamentaçao o que, eh claro, pode ser mudado plenamente. > > > > So sinto, e isso dificilmente alguem pode dizer que nao, que esse debate > > > > tenha vindo depois da regulamentaçao ja posta. Nao quero dizer com isso que > > > > nao houve debate, mas se aconteceu, foi em um carater muito timido e isso, > > > > temos que considerar, eh muito estranho. > > > > No entanto, ainda nao eh tarde, porque podemos muito bem redefinir o > > > > presente quadro e ai as atuais discussoes, fundamentadas, sem dose exagerada > > > > de paixao, procurando refletir sobre os argumentos pró e contra, servira > > > > como embasadora para uma tomada de decisao mais consciente. > > > > Lembro-me que a discussao começou muito, e na atual discussao isso sempre eh > > > > lembrado, com as questoes dos leigos (nao gosto desse termo, prefiro o > > > > Nao-licenciado) e, claro, na esterira desta preocupaçao, com o elemento > > > > mercado de trabalho. > > > > Essa discussao começou a se apresentar muito estranha para mim quando vir > > > > colegas que hoje sao a favor da regulamentaçao, faz o discurso do "fora os > > > > leigos" e se esquece que sua atuaçao, durante muito tempo,(mais de 15 anos) > > > > foi como professor nao-licenciado. > > > > Conheço colegas em Itabuna(Bahia),minha cidade natal, que atuaram na > > > > educaçao fisica como nao-licenciados e hoje fazem o discurso do "fora os > > > > leigos". E olha que foram excelentes professores e continuam sendo. O que os > > > > diferenciam? > > > > Simplesmente que hoje eles sao formados, tem um conhecimento mais pleno(?), > > > > tem um embasamento teorico maior e/ou melhor do que antes(sera que isso pode > > > > ser garantido tb) etc etc. > > > > Sera que o simples fato de termos tido condiçoes de sentar em um banco > > > > universitario nos dar o direito de sair julgando a competencia dos outros > > > > por ai? Competencia eh um termo muito subjetivo para sairmos divulgando de > > > > forma aleatoria, utilizando-o como contra-argumento. > > > > O que dizer dos nossos colegas nao-licenciados, que sustentaram a educaçao > > > > fisica, muitas fezes em condiçoes sub-humanas? Onde anda o nosso espirito de > > > > classe? Somo ou nao professores? > > > > Parece-me que a discussao deve ser encaminhada por ai. O que somos? Qual a > > > > formaçao ideal? O que faremos com os medicos, advogados, engenheiros que > > > > ensinam nas universidades mas sua formaçao nao eh de licenciatura. O que sao > > > > eles? Leigos? Sao professores ou sao medicos? O que devemos fazer com eles? > > > > Nao me digam que essa discussao nao cabe aqui, pois conheço colegas que > > > > tiveram informaçao que a carteirinha do MEC nao vale mais, so faz concurso > > > > agora quem tiver a carteira do conselho. > > > > Outras perguntas: o que significa reserva de mercado? O que significa ser > > > > Leigo? Sera mesmo que a unica forma de atuaçao responsavel eh esta filiado > > > > ao conselho? Se a sociedade nao sabe se defender dos "treineiros" eh o > > > > conselho que vai dar essa competencia social? Sera que isso eh verdade? A > > > > sociedade esta tao desprotegida assim dos "treineiros"? Atuei durante cinco > > > > anos na academia como professor de Musculaçao e sempre ouvir duas perguntas > > > > dos meus alunos e alunas: vc eh formado? Quanto tempo? > > > > Se um engenheiro quiser abrir uma ACADEMIA o que ira impedi-lo? O conselho? > > > > Como? Sera que precisamos mesmo deste tao falado conselho? O que estao > > > > fazendo aqueles ja existentes que nao podia ser feito sem eles? O conselho > > > > ira nos organizar enquanto classe? Como? Ou isso tb nao sera/eh funcao do > > > > conselho? > > > > A minha esposa eh filiada ao conselho de Pediatria a cinco anos, paga uma > > > > taxa absurda e ate hoje nada foi feito por ela, pelo contrario, o proprio > > > > conselho fecha os olhos para muitas arbitrariedades da area, como ter que > > > > fazer uma outra especializaçao(ja tendo feito dois anos de residencia)dentro > > > > da especializaçao(Pediatria eh uma especilaizaçao da medicina) para poder > > > > atuar em determinados hospitais daqui de Salvador, sem falar das condiçoes > > > > de trabalho em determinadas clinicas e hospitais, porem o bloquete de > > > > cobrança sempre chega, e ai dela se nao pagar, pois nao podera atuar em > > > > lugar nenhum. Sera que nao seria mais coerente se filiar ao conselho aqueles > > > > que o entendem como essencial, sem essa obrigatoriedade? Por que eu tenho > > > > que obrigatoriamente, mesmo sendo reconhecido pela sociedade em que atuo, me > > > > filiar ao conselho? Por que nao instituimos uma avaliaçao nacional, em que > > > > seremos submetidos e assim melhorados naquilo em que pesa socialmente saber? > > > > Por que as universidades nao se mobilizam para ranquear as academias, como > > > > se faz com hoteis? Por que nao damos uma educaçao continuada para todos que > > > > atuam, atraves de atividades de extensao nas universidades? Por que os donos > > > > de academia, ao inves de falar em prol da regulamentaçao, nao financiam as > > > > viagens dos seus "empregados professores" para cursos pelo pais afora? Qual > > > > aluno nao ficara satisfeito sabendo que o professor que o assiste esta > > > > "fora" fazendo um curso de aperfeiçoamento? > > > > Bem acho que escrevir mais do que queria. Espero continuar com o debate e > > > > gostaria muito de que os elementos que foram aqui apresentados, traga novas > > > > discussoes, mas, por favor, vamos manter o nivel sempre muito alto desta > > > > lista, afinal de contas, quer queiramos ou nao, estamos no mesmo barco, > > > > somos colegas, apenas temos o direito de pensar diferente e isso eh muito > > > > bom. > > > > > > > > Um grande abraço a todos. > > > > > > > > Welington Araujo > > > > Professor/UEFS/BA > > > > > > > > ______________________________________________________ > > > > Get Your Private, Free Email at http://www.hotmail.com > > > > --------------9D536269EDF4B7D6E587578A > > Content-Type: text/html; charset=us-ascii > > Content-Transfer-Encoding: 7bit > > > > > > > > Roberto e demais listeiros, > >

Quando falamos que cabe ao conselho controlar a qualidade dos > > serviços fico apavorada. Me explico: > >
1. Quem vai compor o conselho? > >
2. Este conselho é composto por pessoas com uma visão > > ampla da diversidade de conhecimentos de que trata a educação > > física? > >
3. E as provas para "qualificar" profissionais que já são > > formados? De que assunto vão tratar? Vão referir-se aos domínios > > da anatomia e fisiologia? Isto é suficiente para uma atuação > > profissional adequada ao contexto histórico e às especificidades > > em que profissionais de educação física atuam? > >
4. Até que ponto o conselho não vai representar uma restrição > > violenta no campo do conhecimento e nas possibilidades de estudo, na medida > > em que, ao que me parece, é o conselho quem decide quem está > > qualificado a trabalhar, até que ponto não vamos passar a > > estudar apenas aquilo que nos qualifica segundo a ótica do conselho? > >
Parece-me que o conselho é um mecanismo profundamente autoritário > > que sob a pretensão de proteger a população (preocupação > > justa) acaba congelando e acorrentando as possibilidades de uma área > > de conhecimento extremamente nova como é a nossa. > >

Retomando a questão de outros conselhos, parece-me que > > há pouco tempo o conselho de medicina andou tentando controlar a > > atuação dos homeopatas. Parece-me que o argumento utilizado > > foi de que não haviam provas científicas suficientes de que > > a homeopatia surte efeito. (A discussão era alguma coisa assim e > > circulou em revistas). > >

Como fica a questão do conhecimento? Como ficam as experiências > > que vêm gerando alternativas outras fora do circuito e do reino das > > mercadorias? > >

Coisas para ficarmos atentos. > >

Um abraço a todos, > >
Elza > >
  > >

Roberto Landwehr gravada: > >

Caros Listeiros, > >

Realmente,   as coisas andam mais calmas. O pessoal da legalidade > > X legitimidade > >
acordou e descobriu que colocava a mesma coisa em oposição... > >
Existem realmente prós e contras relacionados com qualquer decisão. > > No caso > >
específico,  regulamentar a profissão também > > tem os seus contras, apesar, de  em > >
minha forma de interpretar os fatos, hajam mais prós ( e muito > > mais fortes) do > >
que contras. > >
Na verdade, o nosso sistema era totalmente falho e agora poderá > > ser remediado. > >
Em primeiro lugar, gostaria de diferenciar o leigo do prático. > > Leigo é aquele > >
que desconhece e prático é o que pratica a profissão > > sem a formação devida. Isso > >
não quer dizer que o prático não tenha conhecimento, > > apenas implica na definição > >
do caráter de sua formação. > >
Professores que dão aulas em universidades, são pós > > graduados, e portanto > >
capacitados para tal, indiferentemente de possuirem licenciatura. > >
A condição de professor universitário, deveria > > ser privilégio e reafirmo a > >
palavra "privilégio"de quem se capacitou para tal.  Infelizmente, > > nosso país > >
carece de Mestres e Doutores e poucos se dignam a enfrentar essa penosa > >
carreirta devido aos baixos salários. Por outro lado, se formos > > discutir a > >
fundo, poucos são os mestres e doutores que dispões de > > conhecimentos de > >
pedagogia e andragogia. Bom, isso é uma questão para > > o MEC... > >
O maior problema  da aceitação do Conselho, fruto > > da regulamentação, é a visão > >
reducionista e distorcida de que tal entidade seja uma entidade de > > classe. Não é > >
esse o meu conceito. O Conselho, tem por finalidade, CONTROLAR  > > a qualidade dos > >
serviços oferecidos na área do exercício, à > > fim de prover a população, com > >
profissionais devidamente preparados para exercer suas funções. > >
Isso deveria se traduzir pela aplicação de exames de > > capacitação, assim como > >
fazem outras entidades afins. > >
A carteira do MEC tem seu valor quanto à licenciatura. Porém, > > é muita pretensão, > >
querer propor a idéia de que um licenciado em educação > > física está mais > >
capacitado do que um prático, a ministrar aulas em academia, > > trabalhar como > >
personal trainer, etc. > >
99% dos formados na área tem licenciatura e estão aptos > > a dar aulas de EF nas > >
escolas . > >
A atividade física vem sendo atrapalhada desde os seus primórdios > > pela falta de > >
profissionais competentes. Não é a toa que o mercado > > está cheio de práticos! > >
Quantos professores de EF aprenderam musculação ou ginástica > > de academia na > >
faculdade? > >
A lei  criou uma relativa reserva de mercado, pois ainda não > > temos bacharelados > >
suficientes a fim de formar especialistas em atividade física. > >
Por outro lado, querer comparar quem estudou anatomia, cinesiologia, > > fisiologia, > >
fisiologia do exercício com quem só tem a prática > > e experiência teórica em > >
revistas e alguns livros também não é possível. > >
Querer dizer que qualquer um, sem a formação devida está > > apto a trabalhar em > >
nossa área é desrespeitar nosso intelecto. Não > > é possível acreditar que > >
passamos  anos e anos estudando algo que não tem valor > > e nem faz diferença. > >
Dizer que o mercado deve ficar aberto, é um discurso social > > muito bonito e > >
injusto. A maioria de nós trabalhou e estudou. Os que não > > se formaram, muitas > >
vezes não tiveram nem capacidade para passar num vestibular. > >
Não creio que devamos continuar a premiar a falta de estudo. > > Ao contrário, em > >
minha opinião, o CONFEF deve elaborar o mais rápido possível, > > exames de > >
capacitação, tanto para os práticos como para > > os leigos.( o exame deve ser o > >
mesmo) > >
Muitos de nós sonharam durante anos com a regulamentação. > > Dentro de minha > >
insignificância, compareci ao congresso no dia da votação > > e assisti toda a > >
palhaçada que se formou por parte da esquerda.O pior é > > que o meu partido tentou > >
atravancar as coisas. > >
Como bons brasileiros, estamos sempre criticando, porém sem > > propormos algo de > >
construtivo.  E infelizmente assim continua sendo. > >
Nada de pessoal. Não vi nenhuma proposta na mensagem anterior. > > Apenas críticas. > >
Não que algumas não tenham fundamento. mas outras são > > extremadas. > >
Por exemplo: > >
O CRM impede que indivíduos sem a devida formação > > atendam a população. Quem > >
ganha? A medicina ganha, porém a população lucra > > mais. > >
O CRM oferece exames de capacitação aos médicos > > que não fazem residência. > >
Poucos o fazem, pois é mais fácil passar no exame de > > residência... > >
Bom, vou ficando por aqui, torcendo para que saia um exame de verdade. > > Aí sim > >
vamos ver se precisávamos ou não de sermos uma profissão > > regulamentada > >
Saudações, > >
RL > >

welington silva wrote: > >

> Ola pessoal. > >
> > >
> Ha um bom tempo venho presenciando o debate sobre a regulamentaçao > > e sempre > >
> me preocupou o carater da discussao que ia quase sempre para o embate > >
> pessoal. Felizmente, parece que esse elemento esta saindo da discussao > > e a > >
> fundamentaçao começa, timidamente, a surgir. > >
> Inicialmente, quero dizer que nao tenho ainda uma posiçao > > clara, definida a > >
> respeito do tema, mas estou muito mais propenso para a posiçao > > contraria a > >
> regulamentaçao o que, eh claro, pode ser mudado plenamente. > >
> So sinto, e isso dificilmente alguem pode dizer que nao, que esse > > debate > >
> tenha vindo depois da regulamentaçao ja posta. Nao quero dizer > > com isso que > >
> nao houve debate, mas se aconteceu, foi em um carater muito timido > > e isso, > >
> temos que considerar, eh muito estranho. > >
> No entanto, ainda nao eh tarde, porque podemos muito bem redefinir > > o > >
> presente quadro e ai as atuais discussoes, fundamentadas, sem dose > > exagerada > >
> de paixao, procurando refletir sobre os argumentos pró e contra, > > servira > >
> como embasadora para uma tomada de decisao mais consciente. > >
> Lembro-me que a discussao começou muito, e na atual discussao > > isso sempre eh > >
> lembrado, com as questoes dos leigos (nao gosto desse termo, prefiro > > o > >
> Nao-licenciado) e, claro, na esterira desta preocupaçao, com > > o elemento > >
> mercado de trabalho. > >
> Essa discussao começou a se apresentar muito estranha para > > mim quando vir > >
> colegas que hoje sao a favor da regulamentaçao, faz o discurso > > do "fora os > >
> leigos" e se esquece que sua atuaçao, durante muito tempo,(mais > > de 15 anos) > >
> foi como professor nao-licenciado. > >
> Conheço colegas em Itabuna(Bahia),minha cidade natal, que > > atuaram na > >
> educaçao fisica como nao-licenciados e hoje fazem o discurso > > do "fora os > >
> leigos". E olha que foram excelentes professores e continuam sendo. > > O que os > >
> diferenciam? > >
> Simplesmente que hoje eles sao formados, tem um conhecimento mais > > pleno(?), > >
> tem um embasamento teorico maior e/ou melhor do que antes(sera que > > isso pode > >
> ser garantido tb) etc etc. > >
> Sera que o simples fato de termos tido condiçoes de sentar > > em um banco > >
> universitario nos dar o direito de sair julgando a competencia dos > > outros > >
> por ai? Competencia eh um termo muito subjetivo para sairmos divulgando > > de > >
> forma aleatoria, utilizando-o como contra-argumento. > >
> O que dizer dos nossos colegas nao-licenciados, que sustentaram a > > educaçao > >
> fisica, muitas fezes em condiçoes sub-humanas? Onde anda o > > nosso espirito de > >
> classe? Somo ou nao professores? > >
> Parece-me que a discussao deve ser encaminhada por ai. O que somos? > > Qual a > >
> formaçao ideal? O que faremos com os medicos, advogados, engenheiros > > que > >
> ensinam nas universidades mas sua formaçao nao eh de licenciatura. > > O que sao > >
> eles? Leigos? Sao professores ou sao medicos? O que devemos fazer > > com eles? > >
> Nao me digam que essa discussao nao cabe aqui, pois conheço > > colegas que > >
> tiveram informaçao que a carteirinha do MEC nao vale mais, > > so faz concurso > >
> agora quem tiver a carteira do conselho. > >
> Outras perguntas: o que significa reserva de mercado? O que significa > > ser > >
> Leigo? Sera mesmo que a unica forma de atuaçao responsavel > > eh esta filiado > >
> ao conselho? Se a sociedade nao sabe se defender dos "treineiros" > > eh o > >
> conselho que vai dar essa competencia social? Sera que isso eh verdade? > > A > >
> sociedade esta tao desprotegida assim dos "treineiros"? Atuei durante > > cinco > >
> anos na academia como professor de Musculaçao e sempre ouvir > > duas perguntas > >
> dos meus alunos e alunas: vc eh formado? Quanto tempo? > >
> Se um engenheiro quiser abrir uma ACADEMIA o que ira impedi-lo? O > > conselho? > >
> Como? Sera que precisamos mesmo deste tao falado conselho? O que > > estao > >
> fazendo aqueles ja existentes que nao podia ser feito sem eles? O > > conselho > >
> ira nos organizar enquanto classe? Como? Ou isso tb nao sera/eh funcao > > do > >
> conselho? > >
> A minha esposa eh filiada ao conselho de Pediatria a cinco anos, > > paga uma > >
> taxa absurda e ate hoje nada foi feito por ela, pelo contrario, o > > proprio > >
> conselho fecha os olhos para muitas arbitrariedades da area, como > > ter que > >
> fazer uma outra especializaçao(ja tendo feito dois anos de > > residencia)dentro > >
> da especializaçao(Pediatria eh uma especilaizaçao da > > medicina) para poder > >
> atuar em determinados hospitais daqui de Salvador, sem falar das > > condiçoes > >
> de trabalho em determinadas clinicas e hospitais, porem o bloquete > > de > >
> cobrança sempre chega, e ai dela se nao pagar, pois nao podera > > atuar em > >
> lugar nenhum. Sera que nao seria mais coerente se filiar ao conselho > > aqueles > >
> que o entendem como essencial, sem essa obrigatoriedade? Por que > > eu tenho > >
> que obrigatoriamente, mesmo sendo reconhecido pela sociedade em que > > atuo, me > >
> filiar ao conselho? Por que nao instituimos uma avaliaçao > > nacional, em que > >
> seremos submetidos e assim melhorados naquilo em que pesa socialmente > > saber? > >
> Por que as universidades nao se mobilizam para ranquear as academias, > > como > >
> se faz com hoteis? Por que nao damos uma educaçao continuada > > para todos que > >
> atuam, atraves de atividades de extensao nas universidades? Por que > > os donos > >
> de academia, ao inves de falar em prol da regulamentaçao, > > nao financiam as > >
> viagens dos seus "empregados professores" para cursos pelo pais afora? > > Qual > >
> aluno nao ficara satisfeito sabendo que o professor que o assiste > > esta > >
> "fora" fazendo um curso de aperfeiçoamento? > >
> Bem acho que escrevir mais do que queria. Espero continuar com o > > debate e > >
> gostaria muito de que os elementos que foram aqui apresentados, traga > > novas > >
> discussoes, mas, por favor, vamos manter o nivel sempre muito alto > > desta > >
> lista, afinal de contas, quer queiramos ou nao, estamos no mesmo > > barco, > >
> somos colegas, apenas temos o direito de pensar diferente e isso > > eh muito > >
> bom. > >
> > >
> Um grande abraço a todos. > >
> > >
> Welington Araujo > >
> Professor/UEFS/BA > >
> > >
> ______________________________________________________ > >
> Get Your Private, Free Email at http://www.hotmail.com

> > > > > > --------------9D536269EDF4B7D6E587578A-- > > > > --------------51BC2A8BE164BBDF403A7FA6 > > Content-Type: text/x-vcard; charset=us-ascii; > > name="epeixoto.vcf" > > Content-Transfer-Encoding: 7bit > > Content-Description: Cartão para Elza Margarida de Mendonça Peixoto > > Content-Disposition: attachment; > > filename="epeixoto.vcf" > > > > begin:vcard > > n:Peixoto;Elza > > tel;home:Av. Rio de Janeiro, 1422, 305, centro, Londrina Paraná > > tel;work:Universidade Estadual de Londrina > > x-mozilla-html:FALSE > > org:Universidade Estadual de Londrina;Ginástica Recreação e Dança > > adr:;;Rodovia Celso Garcia Cid (Pr 445), Km 380;Londrina;Paraná;86051-990;Brasil > > version:2.1 > > email;internet:epeixoto@uel.br > > title:Docente > > end:vcard > > > > --------------51BC2A8BE164BBDF403A7FA6-- --------------9A0F05EAAD78B89E7A26A29F Content-Type: text/x-vcard; charset=us-ascii; name="epeixoto.vcf" Content-Transfer-Encoding: 7bit Content-Description: Cartão para Elza Margarida de Mendonça Peixoto Content-Disposition: attachment; filename="epeixoto.vcf" begin:vcard n:Peixoto;Elza tel;home:Av. Rio de Janeiro, 1422, 305, centro, Londrina Paraná tel;work:Universidade Estadual de Londrina x-mozilla-html:FALSE org:Universidade Estadual de Londrina;Ginástica Recreação e Dança adr:;;Rodovia Celso Garcia Cid (Pr 445), Km 380;Londrina;Paraná;86051-990;Brasil version:2.1 email;internet:epeixoto@uel.br title:Docente end:vcard --------------9A0F05EAAD78B89E7A26A29F-- From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Sat Mar 11 17:01:00 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id RAA19915 for ; Sat, 11 Mar 2000 17:00:59 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id RAA21911; Sat, 11 Mar 2000 17:35:41 -0300 (EST) Date: Sat, 11 Mar 2000 17:35:41 -0300 (EST) Message-Id: <003501bf8b99$d20ba960$8159fcc8@5771602.linkexpres.com.br> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: "Carlos Emanuel" To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-l] [CEVPROF-L:256] =?iso-8859-1?B?UmVndWxhbWVudGHn428gZSBkb21pbmHn428=?= Caros listeiros, Retomo aqui um questionamento da Elza, aliás um dos mais lúcidos que surgiram em torno de regulamentação. "4. Até que ponto o conselho não vai representar uma restrição violenta no campo do conhecimento e nas possibilidades de estudo, na medida em que, ao que me parece, é o conselho quem decide quem está qualificado a trabalhar, até que ponto não vamos passar a estudar apenas aquilo que nos qualifica segundo a ótica do conselho? Parece-me que o conselho é um mecanismo profundamente autoritário que (...) acaba congelando e acorrentando as possibilidades de uma área de conhecimento extremamente nova como é a nossa." Ela remete a discussão da regulamentação para um ponto importantíssimo e que está fora do foco principal de embate. Iniciemos o comentário reportando-nos a Foucault: “O controle da sociedade sobre os indivíduos não se opera simplesmente pela consciência ou pela ideologia, mas começa no corpo, com o corpo. Foi no biológico, no somático, no corporal que, antes de tudo, investiu a sociedade capitalista. O corpo é uma realidade bio-política” (Microfísica do Poder: 80). (entendamos corpo como um conjunto de elementos: hábitos, formas, gestos, sensações, desejos, aprendizagem etc) Esse controle é exercido através da construção de discursos acerca do corpo que são impostos como a "Verdade", e que escondem-se atrás de uma pseudo neutralidade científica. Uma verdade que determina formas, posturas, hábitos, desejos, sensações, a serem seguidos pela população como uma maneira "saudável" ou "bonita" de viver, e que são as mais concretas investidas do poder sobre o indivíduo. É inegável que a educação física vem cumprindo o papel de exercer esta amoldagem dos corpos nos vários campos em que atua; desde sua gênese ela consiste num dispositivo de imposição de valores e hábitos sobre os corpos, que são imprescindíveis à manutenção do capitalismo. A EdF (mas não só ela, é claro) trabalha junto à mais importante e imprecionante faceta da dominação: a in-corpo-ração do controle, que atua sobre as dimensões mais básicas da vida - que chamamos cotidianamente de "naturais" e que em realidade são socialmente determinadas, históricas. Parece um tanto curiososo, então, que a regulamentação da educação física imponha-se precisamente no momento em que surgem reações ao pensamento hegemônico, verdadeiro, em torno do corpo. Exatamente quando a educação física iniciou uma discussão em torno da quebra com o paradigma de verdade única reinante (a partir da década de 80) foi que iniciaram-se os esforços para controlá-la, normatizá-la, manter o controle; não sobre os professores de EdF (pensar assim é ser ingênuo), mas sobre a população. Para tanto ela lança mão de um rol de dispositivos de poder que irão atuar sobre a práxis pedagógica, direta ou indiretamente (segundo pode ser lido em seu próprio Estatuto: “repressão”, “aplicar penalidades”, “identificação”, “julgar”, “inspecionar”, “supervisionar” etc), e que constituem-se na implantação do poder disciplinar, com seu tripé básico: normatização, vigilância e esquadrinhamento (obtenção de informações) . Por meio disso, regulamentação desfere um golpe nas propostas de mudança do paradigma filosófico-metodológico da educação física, implantando uma ótica estreita e corporativista, que procura “de-limitar” fronteiras, freando as subversões externas (resguardando esse campo da “indesejável” invasão de outros campos, da interdisciplinaridade) e internas (impedindo as inovações sem o cunho do saber institucional, fora do discurso "verdadeiro"). Constitui-se, por conseguinte, na reafirmação do discurso científico “verdadeiro” sobre o corpo, necessário à manutenção da estratégia de poder sobre o indivíduo, estância mais cara à sustentação da sociedade capitalista. Carlos Emanuel Sautchuk Brasilia -----Mensagem original----- De: Elza Margarida de Mendonça Peixoto Para: Multiple recipients of list Data: Sábado, 11 de Março de 2000 00:25 Assunto: [CEVPROF-L:253] Re: >Esta é uma mensagem de várias partes em formato MIME. >--------------51BC2A8BE164BBDF403A7FA6 >Content-Type: multipart/alternative; > boundary="------------9D536269EDF4B7D6E587578A" > > >--------------9D536269EDF4B7D6E587578A >Content-Type: text/plain; charset=iso-8859-1 >Content-Transfer-Encoding: 8bit > >Roberto e demais listeiros, > >Quando falamos que cabe ao conselho controlar a qualidade dos serviços fico >apavorada. Me explico: >1. Quem vai compor o conselho? >2. Este conselho é composto por pessoas com uma visão ampla da diversidade de >conhecimentos de que trata a educação física? >3. E as provas para "qualificar" profissionais que já são formados? De que assunto >vão tratar? Vão referir-se aos domínios da anatomia e fisiologia? Isto é suficiente >para uma atuação profissional adequada ao contexto histórico e às especificidades em >que profissionais de educação física atuam? >4. Até que ponto o conselho não vai representar uma restrição violenta no campo do >conhecimento e nas possibilidades de estudo, na medida em que, ao que me parece, é o >conselho quem decide quem está qualificado a trabalhar, até que ponto não vamos >passar a estudar apenas aquilo que nos qualifica segundo a ótica do conselho? >Parece-me que o conselho é um mecanismo profundamente autoritário que sob a >pretensão de proteger a população (preocupação justa) acaba congelando e >acorrentando as possibilidades de uma área de conhecimento extremamente nova como é >a nossa. > >Retomando a questão de outros conselhos, parece-me que há pouco tempo o conselho de >medicina andou tentando controlar a atuação dos homeopatas. Parece-me que o >argumento utilizado foi de que não haviam provas científicas suficientes de que a >homeopatia surte efeito. (A discussão era alguma coisa assim e circulou em >revistas). > >Como fica a questão do conhecimento? Como ficam as experiências que vêm gerando >alternativas outras fora do circuito e do reino das mercadorias? > >Coisas para ficarmos atentos. > >Um abraço a todos, >Elza > > >Roberto Landwehr gravada: > >> Caros Listeiros, >> >> Realmente, as coisas andam mais calmas. O pessoal da legalidade X legitimidade >> acordou e descobriu que colocava a mesma coisa em oposição... >> Existem realmente prós e contras relacionados com qualquer decisão. No caso >> específico, regulamentar a profissão também tem os seus contras, apesar, de em >> minha forma de interpretar os fatos, hajam mais prós ( e muito mais fortes) do >> que contras. >> Na verdade, o nosso sistema era totalmente falho e agora poderá ser remediado. >> Em primeiro lugar, gostaria de diferenciar o leigo do prático. Leigo é aquele >> que desconhece e prático é o que pratica a profissão sem a formação devida. Isso >> não quer dizer que o prático não tenha conhecimento, apenas implica na definição >> do caráter de sua formação. >> Professores que dão aulas em universidades, são pós graduados, e portanto >> capacitados para tal, indiferentemente de possuirem licenciatura. >> A condição de professor universitário, deveria ser privilégio e reafirmo a >> palavra "privilégio"de quem se capacitou para tal. Infelizmente, nosso país >> carece de Mestres e Doutores e poucos se dignam a enfrentar essa penosa >> carreirta devido aos baixos salários. Por outro lado, se formos discutir a >> fundo, poucos são os mestres e doutores que dispões de conhecimentos de >> pedagogia e andragogia. Bom, isso é uma questão para o MEC... >> O maior problema da aceitação do Conselho, fruto da regulamentação, é a visão >> reducionista e distorcida de que tal entidade seja uma entidade de classe. Não é >> esse o meu conceito. O Conselho, tem por finalidade, CONTROLAR a qualidade dos >> serviços oferecidos na área do exercício, à fim de prover a população, com >> profissionais devidamente preparados para exercer suas funções. >> Isso deveria se traduzir pela aplicação de exames de capacitação, assim como >> fazem outras entidades afins. >> A carteira do MEC tem seu valor quanto à licenciatura. Porém, é muita pretensão, >> querer propor a idéia de que um licenciado em educação física está mais >> capacitado do que um prático, a ministrar aulas em academia, trabalhar como >> personal trainer, etc. >> 99% dos formados na área tem licenciatura e estão aptos a dar aulas de EF nas >> escolas . >> A atividade física vem sendo atrapalhada desde os seus primórdios pela falta de >> profissionais competentes. Não é a toa que o mercado está cheio de práticos! >> Quantos professores de EF aprenderam musculação ou ginástica de academia na >> faculdade? >> A lei criou uma relativa reserva de mercado, pois ainda não temos bacharelados >> suficientes a fim de formar especialistas em atividade física. >> Por outro lado, querer comparar quem estudou anatomia, cinesiologia, fisiologia, >> fisiologia do exercício com quem só tem a prática e experiência teórica em >> revistas e alguns livros também não é possível. >> Querer dizer que qualquer um, sem a formação devida está apto a trabalhar em >> nossa área é desrespeitar nosso intelecto. Não é possível acreditar que >> passamos anos e anos estudando algo que não tem valor e nem faz diferença. >> Dizer que o mercado deve ficar aberto, é um discurso social muito bonito e >> injusto. A maioria de nós trabalhou e estudou. Os que não se formaram, muitas >> vezes não tiveram nem capacidade para passar num vestibular. >> Não creio que devamos continuar a premiar a falta de estudo. Ao contrário, em >> minha opinião, o CONFEF deve elaborar o mais rápido possível, exames de >> capacitação, tanto para os práticos como para os leigos.( o exame deve ser o >> mesmo) >> Muitos de nós sonharam durante anos com a regulamentação. Dentro de minha >> insignificância, compareci ao congresso no dia da votação e assisti toda a >> palhaçada que se formou por parte da esquerda.O pior é que o meu partido tentou >> atravancar as coisas. >> Como bons brasileiros, estamos sempre criticando, porém sem propormos algo de >> construtivo. E infelizmente assim continua sendo. >> Nada de pessoal. Não vi nenhuma proposta na mensagem anterior. Apenas críticas. >> Não que algumas não tenham fundamento. mas outras são extremadas. >> Por exemplo: >> O CRM impede que indivíduos sem a devida formação atendam a população. Quem >> ganha? A medicina ganha, porém a população lucra mais. >> O CRM oferece exames de capacitação aos médicos que não fazem residência. >> Poucos o fazem, pois é mais fácil passar no exame de residência... >> Bom, vou ficando por aqui, torcendo para que saia um exame de verdade. Aí sim >> vamos ver se precisávamos ou não de sermos uma profissão regulamentada >> Saudações, >> RL >> >> welington silva wrote: >> >> > Ola pessoal. >> > >> > Ha um bom tempo venho presenciando o debate sobre a regulamentaçao e sempre >> > me preocupou o carater da discussao que ia quase sempre para o embate >> > pessoal. Felizmente, parece que esse elemento esta saindo da discussao e a >> > fundamentaçao começa, timidamente, a surgir. >> > Inicialmente, quero dizer que nao tenho ainda uma posiçao clara, definida a >> > respeito do tema, mas estou muito mais propenso para a posiçao contraria a >> > regulamentaçao o que, eh claro, pode ser mudado plenamente. >> > So sinto, e isso dificilmente alguem pode dizer que nao, que esse debate >> > tenha vindo depois da regulamentaçao ja posta. Nao quero dizer com isso que >> > nao houve debate, mas se aconteceu, foi em um carater muito timido e isso, >> > temos que considerar, eh muito estranho. >> > No entanto, ainda nao eh tarde, porque podemos muito bem redefinir o >> > presente quadro e ai as atuais discussoes, fundamentadas, sem dose exagerada >> > de paixao, procurando refletir sobre os argumentos pró e contra, servira >> > como embasadora para uma tomada de decisao mais consciente. >> > Lembro-me que a discussao começou muito, e na atual discussao isso sempre eh >> > lembrado, com as questoes dos leigos (nao gosto desse termo, prefiro o >> > Nao-licenciado) e, claro, na esterira desta preocupaçao, com o elemento >> > mercado de trabalho. >> > Essa discussao começou a se apresentar muito estranha para mim quando vir >> > colegas que hoje sao a favor da regulamentaçao, faz o discurso do "fora os >> > leigos" e se esquece que sua atuaçao, durante muito tempo,(mais de 15 anos) >> > foi como professor nao-licenciado. >> > Conheço colegas em Itabuna(Bahia),minha cidade natal, que atuaram na >> > educaçao fisica como nao-licenciados e hoje fazem o discurso do "fora os >> > leigos". E olha que foram excelentes professores e continuam sendo. O que os >> > diferenciam? >> > Simplesmente que hoje eles sao formados, tem um conhecimento mais pleno(?), >> > tem um embasamento teorico maior e/ou melhor do que antes(sera que isso pode >> > ser garantido tb) etc etc. >> > Sera que o simples fato de termos tido condiçoes de sentar em um banco >> > universitario nos dar o direito de sair julgando a competencia dos outros >> > por ai? Competencia eh um termo muito subjetivo para sairmos divulgando de >> > forma aleatoria, utilizando-o como contra-argumento. >> > O que dizer dos nossos colegas nao-licenciados, que sustentaram a educaçao >> > fisica, muitas fezes em condiçoes sub-humanas? Onde anda o nosso espirito de >> > classe? Somo ou nao professores? >> > Parece-me que a discussao deve ser encaminhada por ai. O que somos? Qual a >> > formaçao ideal? O que faremos com os medicos, advogados, engenheiros que >> > ensinam nas universidades mas sua formaçao nao eh de licenciatura. O que sao >> > eles? Leigos? Sao professores ou sao medicos? O que devemos fazer com eles? >> > Nao me digam que essa discussao nao cabe aqui, pois conheço colegas que >> > tiveram informaçao que a carteirinha do MEC nao vale mais, so faz concurso >> > agora quem tiver a carteira do conselho. >> > Outras perguntas: o que significa reserva de mercado? O que significa ser >> > Leigo? Sera mesmo que a unica forma de atuaçao responsavel eh esta filiado >> > ao conselho? Se a sociedade nao sabe se defender dos "treineiros" eh o >> > conselho que vai dar essa competencia social? Sera que isso eh verdade? A >> > sociedade esta tao desprotegida assim dos "treineiros"? Atuei durante cinco >> > anos na academia como professor de Musculaçao e sempre ouvir duas perguntas >> > dos meus alunos e alunas: vc eh formado? Quanto tempo? >> > Se um engenheiro quiser abrir uma ACADEMIA o que ira impedi-lo? O conselho? >> > Como? Sera que precisamos mesmo deste tao falado conselho? O que estao >> > fazendo aqueles ja existentes que nao podia ser feito sem eles? O conselho >> > ira nos organizar enquanto classe? Como? Ou isso tb nao sera/eh funcao do >> > conselho? >> > A minha esposa eh filiada ao conselho de Pediatria a cinco anos, paga uma >> > taxa absurda e ate hoje nada foi feito por ela, pelo contrario, o proprio >> > conselho fecha os olhos para muitas arbitrariedades da area, como ter que >> > fazer uma outra especializaçao(ja tendo feito dois anos de residencia)dentro >> > da especializaçao(Pediatria eh uma especilaizaçao da medicina) para poder >> > atuar em determinados hospitais daqui de Salvador, sem falar das condiçoes >> > de trabalho em determinadas clinicas e hospitais, porem o bloquete de >> > cobrança sempre chega, e ai dela se nao pagar, pois nao podera atuar em >> > lugar nenhum. Sera que nao seria mais coerente se filiar ao conselho aqueles >> > que o entendem como essencial, sem essa obrigatoriedade? Por que eu tenho >> > que obrigatoriamente, mesmo sendo reconhecido pela sociedade em que atuo, me >> > filiar ao conselho? Por que nao instituimos uma avaliaçao nacional, em que >> > seremos submetidos e assim melhorados naquilo em que pesa socialmente saber? >> > Por que as universidades nao se mobilizam para ranquear as academias, como >> > se faz com hoteis? Por que nao damos uma educaçao continuada para todos que >> > atuam, atraves de atividades de extensao nas universidades? Por que os donos >> > de academia, ao inves de falar em prol da regulamentaçao, nao financiam as >> > viagens dos seus "empregados professores" para cursos pelo pais afora? Qual >> > aluno nao ficara satisfeito sabendo que o professor que o assiste esta >> > "fora" fazendo um curso de aperfeiçoamento? >> > Bem acho que escrevir mais do que queria. Espero continuar com o debate e >> > gostaria muito de que os elementos que foram aqui apresentados, traga novas >> > discussoes, mas, por favor, vamos manter o nivel sempre muito alto desta >> > lista, afinal de contas, quer queiramos ou nao, estamos no mesmo barco, >> > somos colegas, apenas temos o direito de pensar diferente e isso eh muito >> > bom. >> > >> > Um grande abraço a todos. >> > >> > Welington Araujo >> > Professor/UEFS/BA >> > >> > ______________________________________________________ >> > Get Your Private, Free Email at http://www.hotmail.com > >--------------9D536269EDF4B7D6E587578A >Content-Type: text/html; charset=us-ascii >Content-Transfer-Encoding: 7bit > > > >Roberto e demais listeiros, >

Quando falamos que cabe ao conselho controlar a qualidade dos >serviços fico apavorada. Me explico: >
1. Quem vai compor o conselho? >
2. Este conselho é composto por pessoas com uma visão >ampla da diversidade de conhecimentos de que trata a educação >física? >
3. E as provas para "qualificar" profissionais que já são >formados? De que assunto vão tratar? Vão referir-se aos domínios >da anatomia e fisiologia? Isto é suficiente para uma atuação >profissional adequada ao contexto histórico e às especificidades >em que profissionais de educação física atuam? >
4. Até que ponto o conselho não vai representar uma restrição >violenta no campo do conhecimento e nas possibilidades de estudo, na medida >em que, ao que me parece, é o conselho quem decide quem está >qualificado a trabalhar, até que ponto não vamos passar a >estudar apenas aquilo que nos qualifica segundo a ótica do conselho? >
Parece-me que o conselho é um mecanismo profundamente autoritário >que sob a pretensão de proteger a população (preocupação >justa) acaba congelando e acorrentando as possibilidades de uma área >de conhecimento extremamente nova como é a nossa. >

Retomando a questão de outros conselhos, parece-me que >há pouco tempo o conselho de medicina andou tentando controlar a >atuação dos homeopatas. Parece-me que o argumento utilizado >foi de que não haviam provas científicas suficientes de que >a homeopatia surte efeito. (A discussão era alguma coisa assim e >circulou em revistas). >

Como fica a questão do conhecimento? Como ficam as experiências >que vêm gerando alternativas outras fora do circuito e do reino das >mercadorias? >

Coisas para ficarmos atentos. >

Um abraço a todos, >
Elza >
  >

Roberto Landwehr gravada: >

Caros Listeiros, >

Realmente,   as coisas andam mais calmas. O pessoal da legalidade >X legitimidade >
acordou e descobriu que colocava a mesma coisa em oposição... >
Existem realmente prós e contras relacionados com qualquer decisão. >No caso >
específico,  regulamentar a profissão também >tem os seus contras, apesar, de  em >
minha forma de interpretar os fatos, hajam mais prós ( e muito >mais fortes) do >
que contras. >
Na verdade, o nosso sistema era totalmente falho e agora poderá >ser remediado. >
Em primeiro lugar, gostaria de diferenciar o leigo do prático. >Leigo é aquele >
que desconhece e prático é o que pratica a profissão >sem a formação devida. Isso >
não quer dizer que o prático não tenha conhecimento, >apenas implica na definição >
do caráter de sua formação. >
Professores que dão aulas em universidades, são pós >graduados, e portanto >
capacitados para tal, indiferentemente de possuirem licenciatura. >
A condição de professor universitário, deveria >ser privilégio e reafirmo a >
palavra "privilégio"de quem se capacitou para tal.  Infelizmente, >nosso país >
carece de Mestres e Doutores e poucos se dignam a enfrentar essa penosa >
carreirta devido aos baixos salários. Por outro lado, se formos >discutir a >
fundo, poucos são os mestres e doutores que dispões de >conhecimentos de >
pedagogia e andragogia. Bom, isso é uma questão para >o MEC... >
O maior problema  da aceitação do Conselho, fruto >da regulamentação, é a visão >
reducionista e distorcida de que tal entidade seja uma entidade de >classe. Não é >
esse o meu conceito. O Conselho, tem por finalidade, CONTROLAR  >a qualidade dos >
serviços oferecidos na área do exercício, à >fim de prover a população, com >
profissionais devidamente preparados para exercer suas funções. >
Isso deveria se traduzir pela aplicação de exames de >capacitação, assim como >
fazem outras entidades afins. >
A carteira do MEC tem seu valor quanto à licenciatura. Porém, >é muita pretensão, >
querer propor a idéia de que um licenciado em educação >física está mais >
capacitado do que um prático, a ministrar aulas em academia, >trabalhar como >
personal trainer, etc. >
99% dos formados na área tem licenciatura e estão aptos >a dar aulas de EF nas >
escolas . >
A atividade física vem sendo atrapalhada desde os seus prim&oacu te;rdios >pela falta de >
profissionais competentes. Não é a toa que o mercado >está cheio de práticos! >
Quantos professores de EF aprenderam musculação ou ginástica >de academia na >
faculdade? >
A lei  criou uma relativa reserva de mercado, pois ainda não >temos bacharelados >
suficientes a fim de formar especialistas em atividade física. >
Por outro lado, querer comparar quem estudou anatomia, cinesiologia, >fisiologia, >
fisiologia do exercício com quem só tem a prática >e experiência teórica em >
revistas e alguns livros também não é possível. >
Querer dizer que qualquer um, sem a formação devida está >apto a trabalhar em >
nossa área é desrespeitar nosso intelecto. Não >é possível acreditar que >
passamos  anos e anos estudando algo que não tem valor >e nem faz diferença. >
Dizer que o mercado deve ficar aberto, é um discurso social >muito bonito e >
injusto. A maioria de nós trabalhou e estudou. Os que não >se formaram, muitas >
vezes não tiveram nem capacidade para passar num vestibular. >
Não creio que devamos continuar a premiar a falta de estudo. >Ao contrário, em >
minha opinião, o CONFEF deve elaborar o mais rápido possível, >exames de >
capacitação, tanto para os práticos como para >os leigos.( o exame deve ser o >
mesmo) >
Muitos de nós sonharam durante anos com a regulamentação. >Dentro de minha >
insignificância, compareci ao congresso no dia da votação >e assisti toda a >
palhaçada que se formou por parte da esquerda.O pior é >que o meu partido tentou >
atravancar as coisas. >
Como bons brasileiros, estamos sempre criticando, porém sem >propormos algo de >
construtivo.  E infelizmente assim continua sendo. >
Nada de pessoal. Não vi nenhuma proposta na mensagem anterior. >Apenas críticas. >
Não que algumas não tenham fundamento. mas outras são >extremadas. >
Por exemplo: >
O CRM impede que indivíduos sem a devida formação >atendam a população. Quem >
ganha? A medicina ganha, porém a população lucra >mais. >
O CRM oferece exames de capacitação aos médicos >que não fazem residência. >
Poucos o fazem, pois é mais fácil passar no exame de >residência... >
Bom, vou ficando por aqui, torcendo para que saia um exame de verdade. >Aí sim >
vamos ver se precisávamos ou não de sermos uma profissão >regulamentada >
Saudações, >
RL >

welington silva wrote: >

> Ola pessoal. >
> >
> Ha um bom tempo venho presenciando o debate sobre a regulamentaçao >e sempre >
> me preocupou o carater da discussao que ia quase sempre para o embate >
> pessoal. Felizmente, parece que esse elemento esta saindo da discussao >e a >
> fundamentaçao começa, timidamente, a surgir. >
> Inicialmente, quero dizer que nao tenho ainda uma posiçao >clara, definida a >
> respeito do tema, mas estou muito mais propenso para a posiçao >contraria a >
> regulamentaçao o que, eh claro, pode ser mudado plenamente. >
> So sinto, e isso dificilmente alguem pode dizer que nao, que esse >debate >
> tenha vindo depois da regulamentaçao ja posta. Nao quero dizer >com isso que >
> nao houve debate, mas se aconteceu, foi em um carater muito timido >e isso, >
> temos que considerar, eh muito estranho. >
> No entanto, ainda nao eh tarde, porque podemos muito bem redefinir >o >
> presente quadro e ai as atuais discussoes, fundamentadas, sem dose >exagerada >
> de paixao, procurando refletir sobre os argumentos pró e contra, >servira >
> como embasadora para uma tomada de decisao mais consciente. >
> Lembro-me que a discussao começou muito, e na atual discussao >isso sempre eh >
> lembrado, com as questoes dos leigos (nao gosto desse termo, prefiro >o >
> Nao-licenciado) e, claro, na esterira desta preocupaçao, com >o elemento >
> mercado de trabalho. >
> Essa discussao começou a se apresentar muito estranha para >mim quando vir >
> colegas que hoje sao a favor da regulamentaçao, faz o discurso >do "fora os >
> leigos" e se esquece que sua atuaçao, durante muito tempo,(mais >de 15 anos) >
> foi como professor nao-licenciado. >
> Conheço colegas em Itabuna(Bahia),minha cidade natal, que >atuaram na >
> educaçao fisica como nao-licenciados e hoje fazem o discurso >do "fora os >
> leigos". E olha que foram excelentes professores e continuam sendo. >O que os >
> diferenciam? >
> Simplesmente que hoje eles sao formados, tem um conhecimento mais >pleno(?), >
> tem um embasamento teorico maior e/ou melhor do que antes(sera que >isso pode >
> ser garantido tb) etc etc. >
> Sera que o simples fato de termos tido condiçoes de sentar >em um banco >
> universitario nos dar o direito de sair julgando a competencia dos >outros >
> por ai? Competencia eh um termo muito subjetivo para sairmos divulgando >de >
> forma aleatoria, utilizando-o como contra-argumento. >
> O que dizer dos nossos colegas nao-licenciados, que sustentaram a >educaçao >
> fisica, muitas fezes em condiçoes sub-humanas? Onde anda o >nosso espirito de >
> classe? Somo ou nao professores? >
> Parece-me que a discussao deve ser encaminhada por ai. O que somos? >Qual a >
> formaçao ideal? O que faremos com os medicos, advogados, engenheiros >que >
> ensinam nas universidades mas sua formaçao nao eh de licenciatura. >O que sao >
> eles? Leigos? Sao professores ou sao medicos? O que devemos fazer >com eles? >
> Nao me digam que essa discussao nao cabe aqui, pois conheço >colegas que >
> tiveram informaçao que a carteirinha do MEC nao vale mais, >so faz concurso >
> agora quem tiver a carteira do conselho. >
> Outras perguntas: o que significa reserva de mercado? O que significa >ser >
> Leigo? Sera mesmo que a unica forma de atuaçao responsavel >eh esta filiado >
> ao conselho? Se a sociedade nao sabe se defender dos "treineiros" >eh o >
> conselho que vai dar essa competencia social? Sera que isso eh verdade? >A >
> sociedade esta tao desprotegida assim dos "treineiros"? Atuei durante >cinco >
> anos na academia como professor de Musculaçao e sempre ouvir >duas perguntas >
> dos meus alunos e alunas: vc eh formado? Quanto tempo? >
> Se um engenheiro quiser abrir uma ACADEMIA o que ira impedi-lo? O >conselho? >
> Como? Sera que precisamos mesmo deste tao falado conselho? O que >estao >
> fazendo aqueles ja existentes que nao podia ser feito sem eles? O >conselho >
> ira nos organizar enquanto classe? Como? Ou isso tb nao sera/eh funcao >do >
> conselho? >
> A minha esposa eh filiada ao conselho de Pediatria a cinco anos, >paga uma >
> taxa absurda e ate hoje nada foi feito por ela, pelo contrario, o >proprio >
> conselho fecha os olhos para muitas arbitrariedades da area, como >ter que >
> fazer uma outra especializaçao(ja tendo feito dois anos de >residencia)dentro >
> da especializaçao(Pediatria eh uma especilaizaçao da >medicina) para poder >
> atuar em determinados hospitais daqui de Salvador, sem falar das >condiçoes >
> de trabalho em determinadas clinicas e hospitais, porem o bloquete >de >
> cobrança sempre chega, e ai dela se nao pagar, pois nao podera >atuar em >
> lugar nenhum. Sera que nao seria mais coerente se filiar ao conselho >aqueles >
> que o entendem como essencial, sem essa obrigatoriedade? Por que >eu tenho >
> que obrigatoriamente, mesmo sendo reconhecido pela sociedade em que >atuo, me >
> filiar ao conselho? Por que nao instituimos uma avaliaçao >nacional, em que >
> seremos submetidos e assim melhorados naquilo em que pesa socialmente >saber? >
> Por que as universidades nao se mobilizam para ranquear as academias, >como >
> se faz com hoteis? Por que nao damos uma educaçao continuada >para todos que >
> atuam, atraves de atividades de extensao nas universidades? Por que >os donos >
> de academia, ao inves de falar em prol da regulamentaçao, >nao financiam as >
> viagens dos seus "empregados professores" para cursos pelo pais afora? >Qual >
> aluno nao ficara satisfeito sabendo que o professor que o assiste >esta >
> "fora" fazendo um curso de aperfeiçoamento? >
> Bem acho que escrevir mais do que queria. Espero continuar com o >debate e >
> gostaria muito de que os elementos que foram aqui apresentados, traga >novas >
> discussoes, mas, por favor, vamos manter o nivel sempre muito alto >desta >
> lista, afinal de contas, quer queiramos ou nao, estamos no mesmo >barco, >
> somos colegas, apenas temos o direito de pensar diferente e isso >eh muito >
> bom. >
> >
> Um grande abraço a todos. >
> >
> Welington Araujo >
> Professor/UEFS/BA >
> >
> ______________________________________________________ >
> Get Your Private, Free Email at http://www.hotmail.com

> > >--------------9D536269EDF4B7D6E587578A-- > >--------------51BC2A8BE164BBDF403A7FA6 >Content-Type: text/x-vcard; charset=us-ascii; > name="epeixoto.vcf" >Content-Transfer-Encoding: 7bit >Content-Description: Cartão para Elza Margarida de Mendonça Peixoto >Content-Disposition: attachment; > filename="epeixoto.vcf" > >begin:vcard >n:Peixoto;Elza >tel;home:Av. Rio de Janeiro, 1422, 305, centro, Londrina Paraná >tel;work:Universidade Estadual de Londrina >x-mozilla-html:FALSE >org:Universidade Estadual de Londrina;Ginástica Recreação e Dança >adr:;;Rodovia Celso Garcia Cid (Pr 445), Km 380;Londrina;Paraná;86051-990;Brasil >version:2.1 >email;internet:epeixoto@uel.br >title:Docente >end:vcard > >--------------51BC2A8BE164BBDF403A7FA6-- From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Sat Mar 11 17:15:16 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id RAA19935 for ; Sat, 11 Mar 2000 17:15:16 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id RAA22608; Sat, 11 Mar 2000 17:50:22 -0300 (EST) Date: Sat, 11 Mar 2000 17:50:22 -0300 (EST) Message-Id: <006701bf8b9a$e3477a00$1048fbc8@valeria> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: "jeshuav" To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-l] [CEVPROF-L:257] =?iso-8859-1?Q?Re:_=5BCEVPROF-L:256=5D_Regulamenta=E7=E3o_e_domina=E7=E3o?= This is a multi-part message in MIME format. ------=_NextPart_000_0064_01BF8B81.AF25DF00 Content-Type: text/plain; charset="iso-8859-1" Content-Transfer-Encoding: quoted-printable pelamordedeus!!!! eu n=E3o entendo nadinha de educa=E7=E3o f=EDsica, e me inscreveram = nessa lista.... num t=F4 entendendo nadinha do que t=E3o falando... podem me tirar disso da=ED??? beijos, val=E9ria... ps...a n=E3o ser que queiram me ajudar a entender, n=E9??? ------=_NextPart_000_0064_01BF8B81.AF25DF00 Content-Type: text/html; charset="iso-8859-1" Content-Transfer-Encoding: quoted-printable =FF=FE<=00!=00D=00O=00C=00T=00Y=00P=00E=00 =00H=00T=00M=00L=00 = =00P=00U=00B=00L=00I=00C=00 = =00"=00-=00/=00/=00W=003=00C=00/=00/=00D=00T=00D=00 =00H=00T=00M=00L=00 = =004=00.=000=00 = =00T=00r=00a=00n=00s=00i=00t=00i=00o=00n=00a=00l=00/=00/=00E=00N=00"=00>=00= =0D=00=0A= =00<=00H=00T=00M=00L=00>=00<=00H=00E=00A=00D=00>=00=0D=00=0A= =00<=00M=00E=00T=00A=00 = =00c=00o=00n=00t=00e=00n=00t=00=3D=00"=00t=00e=00x=00t=00/=00h=00t=00m=00= l=00;=00 = =00c=00h=00a=00r=00s=00e=00t=00=3D=00u=00n=00i=00c=00o=00d=00e=00"=00 = =00h=00t=00t=00p=00-=00e=00q=00u=00i=00v=00=3D=00C=00o=00n=00t=00e=00n=00= t=00-=00T=00y=00p=00e=00>=00=0D=00=0A= =00<=00M=00E=00T=00A=00 = =00c=00o=00n=00t=00e=00n=00t=00=3D=00"=00M=00S=00H=00T=00M=00L=00 = =005=00.=000=000=00.=002=006=001=004=00.=003=005=000=000=00"=00 = =00n=00a=00m=00e=00=3D=00G=00E=00N=00E=00R=00A=00T=00O=00R=00>=00=0D=00=0A= =00<=00S=00T=00Y=00L=00E=00>=00<=00/=00S=00T=00Y=00L=00E=00>=00=0D=00=0A= =00<=00/=00H=00E=00A=00D=00>=00=0D=00=0A= =00<=00B=00O=00D=00Y=00 = =00b=00g=00C=00o=00l=00o=00r=00=3D=00#=00f=00f=00f=00f=00f=00f=00>=00=0D=00=0A= =00<=00D=00I=00V=00>=00<=00F=00O=00N=00T=00 = =00f=00a=00c=00e=00=3D=00"=00C=00o=00m=00i=00c=00 =00S=00a=00n=00s=00 = =00M=00S=00"=00 = =00s=00i=00z=00e=00=3D=005=00>=00p=00e=00l=00a=00m=00o=00r=00d=00e=00d=00= e=00u=00s=00!=00!=00!=00!=00<=00/=00F=00O=00N=00T=00>=00<=00/=00D=00I=00V= =00>=00=0D=00=0A= =00<=00D=00I=00V=00>=00<=00F=00O=00N=00T=00 = =00f=00a=00c=00e=00=3D=00"=00C=00o=00m=00i=00c=00 =00S=00a=00n=00s=00 = =00M=00S=00"=00 =00s=00i=00z=00e=00=3D=005=00>=00e=00u=00 = =00n=00=E3=00o=00 =00e=00n=00t=00e=00n=00d=00o=00 = =00n=00a=00d=00i=00n=00h=00a=00 =00d=00e=00 = =00e=00d=00u=00c=00a=00=E7=00=E3=00o=00 =00=0D=00=0A= =00f=00=ED=00s=00i=00c=00a=00,=00 =00e=00 =00m=00e=00 = =00i=00n=00s=00c=00r=00e=00v=00e=00r=00a=00m=00 =00n=00e=00s=00s=00a=00 = =00l=00i=00s=00t=00a=00.=00.=00.=00.=00<=00/=00F=00O=00N=00T=00>=00<=00/=00= D=00I=00V=00>=00=0D=00=0A= =00<=00D=00I=00V=00>=00<=00F=00O=00N=00T=00 = =00f=00a=00c=00e=00=3D=00"=00C=00o=00m=00i=00c=00 =00S=00a=00n=00s=00 = =00M=00S=00"=00 =00s=00i=00z=00e=00=3D=005=00>=00n=00u=00m=00 = =00t=00=F4=00 =00e=00n=00t=00e=00n=00d=00e=00n=00d=00o=00 = =00n=00a=00d=00i=00n=00h=00a=00 =00d=00o=00 =00q=00u=00e=00 = =00t=00=E3=00o=00 =00=0D=00=0A= =00f=00a=00l=00a=00n=00d=00o=00.=00.=00.=00<=00/=00F=00O=00N=00T=00>=00<=00= /=00D=00I=00V=00>=00=0D=00=0A= =00<=00D=00I=00V=00>=00<=00F=00O=00N=00T=00 = =00f=00a=00c=00e=00=3D=00"=00C=00o=00m=00i=00c=00 =00S=00a=00n=00s=00 = =00M=00S=00"=00 =00s=00i=00z=00e=00=3D=005=00>=00p=00o=00d=00e=00m=00 = =00m=00e=00 =00t=00i=00r=00a=00r=00 =00d=00i=00s=00s=00o=00 = =00d=00a=00=ED=00?=00?=00?=00<=00/=00F=00O=00N=00T=00>=00<=00/=00D=00I=00= V=00>=00=0D=00=0A= =00<=00D=00I=00V=00>=00<=00F=00O=00N=00T=00 = =00f=00a=00c=00e=00=3D=00"=00C=00o=00m=00i=00c=00 =00S=00a=00n=00s=00 = =00M=00S=00"=00 = =00s=00i=00z=00e=00=3D=005=00>=00b=00e=00i=00j=00o=00s=00,=00 = =00v=00a=00l=00=E9=00r=00i=00a=00.=00.=00.=00<=00/=00F=00O=00N=00T=00>=00= <=00/=00D=00I=00V=00>=00=0D=00=0A= =00<=00D=00I=00V=00>=00<=00F=00O=00N=00T=00 = =00f=00a=00c=00e=00=3D=00"=00C=00o=00m=00i=00c=00 =00S=00a=00n=00s=00 = =00M=00S=00"=00 = =00s=00i=00z=00e=00=3D=005=00>=00p=00s=00.=00.=00.=00a=00 = =00n=00=E3=00o=00 =00s=00e=00r=00 =00q=00u=00e=00 = =00q=00u=00e=00i=00r=00a=00m=00 =00m=00e=00 =00a=00j=00u=00d=00a=00r=00 = =00a=00 =00=0D=00=0A= =00e=00n=00t=00e=00n=00d=00e=00r=00,=00 = =00n=00=E9=00?=00?=00?=00<=00/=00F=00O=00N=00T=00>=00<=00/=00D=00I=00V=00= >=00=0D=00=0A= =00<=00D=00I=00V=00>=00&=00n=00b=00s=00p=00;=00<=00/=00D=00I=00V=00>=00<=00= /=00B=00O=00D=00Y=00>=00<=00/=00H=00T=00M=00L=00>=00=0D=00=0A= =00 ------=_NextPart_000_0064_01BF8B81.AF25DF00-- From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Sat Mar 11 17:32:02 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id RAA19951 for ; Sat, 11 Mar 2000 17:32:01 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id SAA23479; Sat, 11 Mar 2000 18:06:53 -0300 (EST) Date: Sat, 11 Mar 2000 18:06:53 -0300 (EST) Message-Id: <38CAB402.E1F9BE8D@earthlink.net> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: Roberto Landwehr To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-l] [CEVPROF-L:258] Re: =?iso-8859-1?Q?Regulamenta=E7=E3o?= e Caros Listeiros, Pergunto: De que forma, poderia o Conselho RESTRINGIR o direito individual de aprender o que quiser? Na verdade, a colocação de meus nobres colegas, sem querer faltar com o respeito, é totalmente absurda. Porém, o que o conselho exige, são conhecimentos mínimos necessários. Ora, a inquisição já se foi há muito tempo. É totalmente inaceitável, o argumento de que isso é autoritarismo. Ao fazer uma prova para piloto privado, ninguém exige que o piloto faça um parafuso. Se ele souber fazer, melhor para ele.... Quando tiramos carteira de motorista, não nos é exigido controlar um carro em pista escorregadia. Quem souber, está mais capacitado a se livrar de acidentes... O argumento de autoritarismo é simplesmente vão. Dizer que o conselho vai ou pode restringir o conhecimento é totalmente inconcebível, mesmo porque, a maioria das pesquisas nem são feitas no Brasil. Ora, até o momento, a única previsão de testes é para os práticos( infelizmente). Não se pode esperar que o conselho exija que um prático em Musculação venha a aprender os precursores da EF, por exemplo ou pedagogia, se trabalha com adultos... Saudações, RL Carlos Emanuel wrote: > Caros listeiros, > > Retomo aqui um questionamento da Elza, aliás um dos mais lúcidos que > surgiram em torno de regulamentação. > > "4. Até que ponto o conselho não vai representar uma restrição violenta no > campo do > conhecimento e nas possibilidades de estudo, na medida em que, ao que me > parece, é o conselho quem decide quem está qualificado a trabalhar, até que > ponto não vamos passar a estudar apenas aquilo que nos qualifica segundo a > ótica do conselho? Parece-me que o conselho é um mecanismo profundamente > autoritário que (...) acaba congelando e acorrentando as possibilidades de > uma área de conhecimento extremamente nova como é a nossa." > > Ela remete a discussão da regulamentação para um ponto importantíssimo e que > está fora do foco principal de embate. > Iniciemos o comentário reportando-nos a Foucault: > > “O controle da sociedade sobre os indivíduos não se opera simplesmente pela > consciência ou pela ideologia, mas começa no corpo, com o corpo. Foi no > biológico, no somático, no corporal que, antes de tudo, investiu a sociedade > capitalista. O corpo é uma realidade bio-política” (Microfísica do Poder: > 80). > (entendamos corpo como um conjunto de elementos: hábitos, formas, gestos, > sensações, desejos, aprendizagem etc) > > Esse controle é exercido através da construção de discursos acerca do corpo > que são impostos como a "Verdade", e que escondem-se atrás de uma pseudo > neutralidade científica. Uma verdade que determina formas, posturas, > hábitos, desejos, sensações, a serem seguidos pela população como uma > maneira "saudável" ou "bonita" de viver, e que são as mais concretas > investidas do poder sobre o indivíduo. > É inegável que a educação física vem cumprindo o papel de exercer esta > amoldagem dos corpos nos vários campos em que atua; desde sua gênese ela > consiste num dispositivo de imposição de valores e hábitos sobre os corpos, > que são imprescindíveis à manutenção do capitalismo. A EdF (mas não só ela, > é claro) trabalha junto à mais importante e imprecionante faceta da > dominação: a in-corpo-ração do controle, que atua sobre as dimensões mais > básicas da vida - que chamamos cotidianamente de "naturais" e que em > realidade são socialmente determinadas, históricas. > Parece um tanto curiososo, então, que a regulamentação da educação física > imponha-se precisamente no momento em que surgem reações ao pensamento > hegemônico, verdadeiro, em torno do corpo. Exatamente quando a educação > física iniciou uma discussão em torno da quebra com o paradigma de verdade > única reinante (a partir da década de 80) foi que iniciaram-se os esforços > para controlá-la, normatizá-la, manter o controle; não sobre os professores > de EdF (pensar assim é ser ingênuo), mas sobre a população. > Para tanto ela lança mão de um rol de dispositivos de poder que irão atuar > sobre a práxis pedagógica, direta ou indiretamente (segundo pode ser lido em > seu próprio Estatuto: “repressão”, “aplicar penalidades”, “identificação”, > “julgar”, “inspecionar”, “supervisionar” etc), e que constituem-se na > implantação do poder disciplinar, com seu tripé básico: normatização, > vigilância e esquadrinhamento (obtenção de informações) . > Por meio disso, regulamentação desfere um golpe nas propostas de mudança do > paradigma filosófico-metodológico da educação física, implantando uma ótica > estreita e corporativista, que procura “de-limitar” fronteiras, freando as > subversões externas (resguardando esse campo da “indesejável” invasão de > outros campos, da interdisciplinaridade) e internas (impedindo as inovações > sem o cunho do saber institucional, fora do discurso "verdadeiro"). > Constitui-se, por conseguinte, na reafirmação do discurso científico > “verdadeiro” sobre o corpo, necessário à manutenção da estratégia de poder > sobre o indivíduo, estância mais cara à sustentação da sociedade > capitalista. > > Carlos Emanuel Sautchuk > Brasilia > > -----Mensagem original----- > De: Elza Margarida de Mendonça Peixoto > Para: Multiple recipients of list > Data: Sábado, 11 de Março de 2000 00:25 > Assunto: [CEVPROF-L:253] Re: > > >Esta é uma mensagem de várias partes em formato MIME. > >--------------51BC2A8BE164BBDF403A7FA6 > >Content-Type: multipart/alternative; > > boundary="------------9D536269EDF4B7D6E587578A" > > > > > >--------------9D536269EDF4B7D6E587578A > >Content-Type: text/plain; charset=iso-8859-1 > >Content-Transfer-Encoding: 8bit > > > >Roberto e demais listeiros, > > > >Quando falamos que cabe ao conselho controlar a qualidade dos serviços fico > >apavorada. Me explico: > >1. Quem vai compor o conselho? > >2. Este conselho é composto por pessoas com uma visão ampla da diversidade > de > >conhecimentos de que trata a educação física? > >3. E as provas para "qualificar" profissionais que já são formados? De que > assunto > >vão tratar? Vão referir-se aos domínios da anatomia e fisiologia? Isto é > suficiente > >para uma atuação profissional adequada ao contexto histórico e às > especificidades em > >que profissionais de educação física atuam? > >4. Até que ponto o conselho não vai representar uma restrição violenta no > campo do > >conhecimento e nas possibilidades de estudo, na medida em que, ao que me > parece, é o > >conselho quem decide quem está qualificado a trabalhar, até que ponto não > vamos > >passar a estudar apenas aquilo que nos qualifica segundo a ótica do > conselho? > >Parece-me que o conselho é um mecanismo profundamente autoritário que sob a > >pretensão de proteger a população (preocupação justa) acaba congelando e > >acorrentando as possibilidades de uma área de conhecimento extremamente > nova como é > >a nossa. > > > >Retomando a questão de outros conselhos, parece-me que há pouco tempo o > conselho de > >medicina andou tentando controlar a atuação dos homeopatas. Parece-me que o > >argumento utilizado foi de que não haviam provas científicas suficientes de > que a > >homeopatia surte efeito. (A discussão era alguma coisa assim e circulou em > >revistas). > > > >Como fica a questão do conhecimento? Como ficam as experiências que vêm > gerando > >alternativas outras fora do circuito e do reino das mercadorias? > > > >Coisas para ficarmos atentos. > > > >Um abraço a todos, > >Elza > > > > > >Roberto Landwehr gravada: > > > >> Caros Listeiros, > >> > >> Realmente, as coisas andam mais calmas. O pessoal da legalidade X > legitimidade > >> acordou e descobriu que colocava a mesma coisa em oposição... > >> Existem realmente prós e contras relacionados com qualquer decisão. No > caso > >> específico, regulamentar a profissão também tem os seus contras, apesar, > de em > >> minha forma de interpretar os fatos, hajam mais prós ( e muito mais > fortes) do > >> que contras. > >> Na verdade, o nosso sistema era totalmente falho e agora poderá ser > remediado. > >> Em primeiro lugar, gostaria de diferenciar o leigo do prático. Leigo é > aquele > >> que desconhece e prático é o que pratica a profissão sem a formação > devida. Isso > >> não quer dizer que o prático não tenha conhecimento, apenas implica na > definição > >> do caráter de sua formação. > >> Professores que dão aulas em universidades, são pós graduados, e portanto > >> capacitados para tal, indiferentemente de possuirem licenciatura. > >> A condição de professor universitário, deveria ser privilégio e reafirmo > a > >> palavra "privilégio"de quem se capacitou para tal. Infelizmente, nosso > país > >> carece de Mestres e Doutores e poucos se dignam a enfrentar essa penosa > >> carreirta devido aos baixos salários. Por outro lado, se formos discutir > a > >> fundo, poucos são os mestres e doutores que dispões de conhecimentos de > >> pedagogia e andragogia. Bom, isso é uma questão para o MEC... > >> O maior problema da aceitação do Conselho, fruto da regulamentação, é a > visão > >> reducionista e distorcida de que tal entidade seja uma entidade de > classe. Não é > >> esse o meu conceito. O Conselho, tem por finalidade, CONTROLAR a > qualidade dos > >> serviços oferecidos na área do exercício, à fim de prover a população, > com > >> profissionais devidamente preparados para exercer suas funções. > >> Isso deveria se traduzir pela aplicação de exames de capacitação, assim > como > >> fazem outras entidades afins. > >> A carteira do MEC tem seu valor quanto à licenciatura. Porém, é muita > pretensão, > >> querer propor a idéia de que um licenciado em educação física está mais > >> capacitado do que um prático, a ministrar aulas em academia, trabalhar > como > >> personal trainer, etc. > >> 99% dos formados na área tem licenciatura e estão aptos a dar aulas de EF > nas > >> escolas . > >> A atividade física vem sendo atrapalhada desde os seus primórdios pela > falta de > >> profissionais competentes. Não é a toa que o mercado está cheio de > práticos! > >> Quantos professores de EF aprenderam musculação ou ginástica de academia > na > >> faculdade? > >> A lei criou uma relativa reserva de mercado, pois ainda não temos > bacharelados > >> suficientes a fim de formar especialistas em atividade física. > >> Por outro lado, querer comparar quem estudou anatomia, cinesiologia, > fisiologia, > >> fisiologia do exercício com quem só tem a prática e experiência teórica > em > >> revistas e alguns livros também não é possível. > >> Querer dizer que qualquer um, sem a formação devida está apto a trabalhar > em > >> nossa área é desrespeitar nosso intelecto. Não é possível acreditar que > >> passamos anos e anos estudando algo que não tem valor e nem faz > diferença. > >> Dizer que o mercado deve ficar aberto, é um discurso social muito bonito > e > >> injusto. A maioria de nós trabalhou e estudou. Os que não se formaram, > muitas > >> vezes não tiveram nem capacidade para passar num vestibular. > >> Não creio que devamos continuar a premiar a falta de estudo. Ao > contrário, em > >> minha opinião, o CONFEF deve elaborar o mais rápido possível, exames de > >> capacitação, tanto para os práticos como para os leigos.( o exame deve > ser o > >> mesmo) > >> Muitos de nós sonharam durante anos com a regulamentação. Dentro de minha > >> insignificância, compareci ao congresso no dia da votação e assisti toda > a > >> palhaçada que se formou por parte da esquerda.O pior é que o meu partido > tentou > >> atravancar as coisas. > >> Como bons brasileiros, estamos sempre criticando, porém sem propormos > algo de > >> construtivo. E infelizmente assim continua sendo. > >> Nada de pessoal. Não vi nenhuma proposta na mensagem anterior. Apenas > críticas. > >> Não que algumas não tenham fundamento. mas outras são extremadas. > >> Por exemplo: > >> O CRM impede que indivíduos sem a devida formação atendam a população. > Quem > >> ganha? A medicina ganha, porém a população lucra mais. > >> O CRM oferece exames de capacitação aos médicos que não fazem residência. > >> Poucos o fazem, pois é mais fácil passar no exame de residência... > >> Bom, vou ficando por aqui, torcendo para que saia um exame de verdade. Aí > sim > >> vamos ver se precisávamos ou não de sermos uma profissão regulamentada > >> Saudações, > >> RL > >> > >> welington silva wrote: > >> > >> > Ola pessoal. > >> > > >> > Ha um bom tempo venho presenciando o debate sobre a regulamentaçao e > sempre > >> > me preocupou o carater da discussao que ia quase sempre para o embate > >> > pessoal. Felizmente, parece que esse elemento esta saindo da discussao > e a > >> > fundamentaçao começa, timidamente, a surgir. > >> > Inicialmente, quero dizer que nao tenho ainda uma posiçao clara, > definida a > >> > respeito do tema, mas estou muito mais propenso para a posiçao > contraria a > >> > regulamentaçao o que, eh claro, pode ser mudado plenamente. > >> > So sinto, e isso dificilmente alguem pode dizer que nao, que esse > debate > >> > tenha vindo depois da regulamentaçao ja posta. Nao quero dizer com isso > que > >> > nao houve debate, mas se aconteceu, foi em um carater muito timido e > isso, > >> > temos que considerar, eh muito estranho. > >> > No entanto, ainda nao eh tarde, porque podemos muito bem redefinir o > >> > presente quadro e ai as atuais discussoes, fundamentadas, sem dose > exagerada > >> > de paixao, procurando refletir sobre os argumentos pró e contra, > servira > >> > como embasadora para uma tomada de decisao mais consciente. > >> > Lembro-me que a discussao começou muito, e na atual discussao isso > sempre eh > >> > lembrado, com as questoes dos leigos (nao gosto desse termo, prefiro o > >> > Nao-licenciado) e, claro, na esterira desta preocupaçao, com o elemento > >> > mercado de trabalho. > >> > Essa discussao começou a se apresentar muito estranha para mim quando > vir > >> > colegas que hoje sao a favor da regulamentaçao, faz o discurso do "fora > os > >> > leigos" e se esquece que sua atuaçao, durante muito tempo,(mais de 15 > anos) > >> > foi como professor nao-licenciado. > >> > Conheço colegas em Itabuna(Bahia),minha cidade natal, que atuaram na > >> > educaçao fisica como nao-licenciados e hoje fazem o discurso do "fora > os > >> > leigos". E olha que foram excelentes professores e continuam sendo. O > que os > >> > diferenciam? > >> > Simplesmente que hoje eles sao formados, tem um conhecimento mais > pleno(?), > >> > tem um embasamento teorico maior e/ou melhor do que antes(sera que isso > pode > >> > ser garantido tb) etc etc. > >> > Sera que o simples fato de termos tido condiçoes de sentar em um banco > >> > universitario nos dar o direito de sair julgando a competencia dos > outros > >> > por ai? Competencia eh um termo muito subjetivo para sairmos divulgando > de > >> > forma aleatoria, utilizando-o como contra-argumento. > >> > O que dizer dos nossos colegas nao-licenciados, que sustentaram a > educaçao > >> > fisica, muitas fezes em condiçoes sub-humanas? Onde anda o nosso > espirito de > >> > classe? Somo ou nao professores? > >> > Parece-me que a discussao deve ser encaminhada por ai. O que somos? > Qual a > >> > formaçao ideal? O que faremos com os medicos, advogados, engenheiros > que > >> > ensinam nas universidades mas sua formaçao nao eh de licenciatura. O > que sao > >> > eles? Leigos? Sao professores ou sao medicos? O que devemos fazer com > eles? > >> > Nao me digam que essa discussao nao cabe aqui, pois conheço colegas que > >> > tiveram informaçao que a carteirinha do MEC nao vale mais, so faz > concurso > >> > agora quem tiver a carteira do conselho. > >> > Outras perguntas: o que significa reserva de mercado? O que significa > ser > >> > Leigo? Sera mesmo que a unica forma de atuaçao responsavel eh esta > filiado > >> > ao conselho? Se a sociedade nao sabe se defender dos "treineiros" eh o > >> > conselho que vai dar essa competencia social? Sera que isso eh verdade? > A > >> > sociedade esta tao desprotegida assim dos "treineiros"? Atuei durante > cinco > >> > anos na academia como professor de Musculaçao e sempre ouvir duas > perguntas > >> > dos meus alunos e alunas: vc eh formado? Quanto tempo? > >> > Se um engenheiro quiser abrir uma ACADEMIA o que ira impedi-lo? O > conselho? > >> > Como? Sera que precisamos mesmo deste tao falado conselho? O que estao > >> > fazendo aqueles ja existentes que nao podia ser feito sem eles? O > conselho > >> > ira nos organizar enquanto classe? Como? Ou isso tb nao sera/eh funcao > do > >> > conselho? > >> > A minha esposa eh filiada ao conselho de Pediatria a cinco anos, paga > uma > >> > taxa absurda e ate hoje nada foi feito por ela, pelo contrario, o > proprio > >> > conselho fecha os olhos para muitas arbitrariedades da area, como ter > que > >> > fazer uma outra especializaçao(ja tendo feito dois anos de > residencia)dentro > >> > da especializaçao(Pediatria eh uma especilaizaçao da medicina) para > poder > >> > atuar em determinados hospitais daqui de Salvador, sem falar das > condiçoes > >> > de trabalho em determinadas clinicas e hospitais, porem o bloquete de > >> > cobrança sempre chega, e ai dela se nao pagar, pois nao podera atuar em > >> > lugar nenhum. Sera que nao seria mais coerente se filiar ao conselho > aqueles > >> > que o entendem como essencial, sem essa obrigatoriedade? Por que eu > tenho > >> > que obrigatoriamente, mesmo sendo reconhecido pela sociedade em que > atuo, me > >> > filiar ao conselho? Por que nao instituimos uma avaliaçao nacional, em > que > >> > seremos submetidos e assim melhorados naquilo em que pesa socialmente > saber? > >> > Por que as universidades nao se mobilizam para ranquear as academias, > como > >> > se faz com hoteis? Por que nao damos uma educaçao continuada para todos > que > >> > atuam, atraves de atividades de extensao nas universidades? Por que os > donos > >> > de academia, ao inves de falar em prol da regulamentaçao, nao financiam > as > >> > viagens dos seus "empregados professores" para cursos pelo pais afora? > Qual > >> > aluno nao ficara satisfeito sabendo que o professor que o assiste esta > >> > "fora" fazendo um curso de aperfeiçoamento? > >> > Bem acho que escrevir mais do que queria. Espero continuar com o debate > e > >> > gostaria muito de que os elementos que foram aqui apresentados, traga > novas > >> > discussoes, mas, por favor, vamos manter o nivel sempre muito alto > desta > >> > lista, afinal de contas, quer queiramos ou nao, estamos no mesmo barco, > >> > somos colegas, apenas temos o direito de pensar diferente e isso eh > muito > >> > bom. > >> > > >> > Um grande abraço a todos. > >> > > >> > Welington Araujo > >> > Professor/UEFS/BA > >> > > >> > ______________________________________________________ > >> > Get Your Private, Free Email at http://www.hotmail.com > > > >--------------9D536269EDF4B7D6E587578A > >Content-Type: text/html; charset=us-ascii > >Content-Transfer-Encoding: 7bit > > > > > > > >Roberto e demais listeiros, > >

Quando falamos que cabe ao conselho controlar a qualidade dos > >serviços fico apavorada. Me explico: > >
1. Quem vai compor o conselho? > >
2. Este conselho é composto por pessoas com uma visão > >ampla da diversidade de conhecimentos de que trata a educação > >física? > >
3. E as provas para "qualificar" profissionais que já são > >formados? De que assunto vão tratar? Vão referir-se aos > domínios > >da anatomia e fisiologia? Isto é suficiente para uma > atuação > >profissional adequada ao contexto histórico e às > especificidades > >em que profissionais de educação física atuam? > >
4. Até que ponto o conselho não vai representar uma > restrição > >violenta no campo do conhecimento e nas possibilidades de estudo, na medida > >em que, ao que me parece, é o conselho quem decide quem está > >qualificado a trabalhar, até que ponto não vamos passar a > >estudar apenas aquilo que nos qualifica segundo a ótica do conselho? > >
Parece-me que o conselho é um mecanismo profundamente > autoritário > >que sob a pretensão de proteger a população > (preocupação > >justa) acaba congelando e acorrentando as possibilidades de uma área > >de conhecimento extremamente nova como é a nossa. > >

Retomando a questão de outros conselhos, parece-me que > >há pouco tempo o conselho de medicina andou tentando controlar a > >atuação dos homeopatas. Parece-me que o argumento utilizado > >foi de que não haviam provas científicas suficientes de que > >a homeopatia surte efeito. (A discussão era alguma coisa assim e > >circulou em revistas). > >

Como fica a questão do conhecimento? Como ficam as > experiências > >que vêm gerando alternativas outras fora do circuito e do reino das > >mercadorias? > >

Coisas para ficarmos atentos. > >

Um abraço a todos, > >
Elza > >
  > >

Roberto Landwehr gravada: > >

Caros Listeiros, > >

Realmente,   as coisas andam mais calmas. O pessoal da > legalidade > >X legitimidade > >
acordou e descobriu que colocava a mesma coisa em > oposição... > >
Existem realmente prós e contras relacionados com qualquer > decisão. > >No caso > >
específico,  regulamentar a profissão também > >tem os seus contras, apesar, de  em > >
minha forma de interpretar os fatos, hajam mais prós ( e muito > >mais fortes) do > >
que contras. > >
Na verdade, o nosso sistema era totalmente falho e agora poderá > >ser remediado. > >
Em primeiro lugar, gostaria de diferenciar o leigo do prático. > >Leigo é aquele > >
que desconhece e prático é o que pratica a > profissão > >sem a formação devida. Isso > >
não quer dizer que o prático não tenha > conhecimento, > >apenas implica na definição > >
do caráter de sua formação. > >
Professores que dão aulas em universidades, são > pós > >graduados, e portanto > >
capacitados para tal, indiferentemente de possuirem licenciatura. > >
A condição de professor universitário, deveria > >ser privilégio e reafirmo a > >
palavra "privilégio"de quem se capacitou para tal.  > Infelizmente, > >nosso país > >
carece de Mestres e Doutores e poucos se dignam a enfrentar essa penosa > >
carreirta devido aos baixos salários. Por outro lado, se formos > >discutir a > >
fundo, poucos são os mestres e doutores que dispões de > >conhecimentos de > >
pedagogia e andragogia. Bom, isso é uma questão para > >o MEC... > >
O maior problema  da aceitação do Conselho, fruto > >da regulamentação, é a visão > >
reducionista e distorcida de que tal entidade seja uma entidade de > >classe. Não é > >
esse o meu conceito. O Conselho, tem por finalidade, CONTROLAR  > >a qualidade dos > >
serviços oferecidos na área do exercício, à > >fim de prover a população, com > >
profissionais devidamente preparados para exercer suas > funções. > >
Isso deveria se traduzir pela aplicação de exames de > >capacitação, assim como > >
fazem outras entidades afins. > >
A carteira do MEC tem seu valor quanto à licenciatura. > Porém, > >é muita pretensão, > >
querer propor a idéia de que um licenciado em > educação > >física está mais > >
capacitado do que um prático, a ministrar aulas em academia, > >trabalhar como > >
personal trainer, etc. > >
99% dos formados na área tem licenciatura e estão aptos > >a dar aulas de EF nas > >
escolas . > >
A atividade física vem sendo atrapalhada desde os seus prim&oacu > te;rdios > >pela falta de > >
profissionais competentes. Não é a toa que o mercado > >está cheio de práticos! > >
Quantos professores de EF aprenderam musculação ou > ginástica > >de academia na > >
faculdade? > >
A lei  criou uma relativa reserva de mercado, pois ainda > não > >temos bacharelados > >
suficientes a fim de formar especialistas em atividade física. > >
Por outro lado, querer comparar quem estudou anatomia, cinesiologia, > >fisiologia, > >
fisiologia do exercício com quem só tem a prática > >e experiência teórica em > >
revistas e alguns livros também não é > possível. > >
Querer dizer que qualquer um, sem a formação devida > está > >apto a trabalhar em > >
nossa área é desrespeitar nosso intelecto. Não > >é possível acreditar que > >
passamos  anos e anos estudando algo que não tem valor > >e nem faz diferença. > >
Dizer que o mercado deve ficar aberto, é um discurso social > >muito bonito e > >
injusto. A maioria de nós trabalhou e estudou. Os que não > >se formaram, muitas > >
vezes não tiveram nem capacidade para passar num vestibular. > >
Não creio que devamos continuar a premiar a falta de estudo. > >Ao contrário, em > >
minha opinião, o CONFEF deve elaborar o mais rápido > possível, > >exames de > >
capacitação, tanto para os práticos como para > >os leigos.( o exame deve ser o > >
mesmo) > >
Muitos de nós sonharam durante anos com a > regulamentação. > >Dentro de minha > >
insignificância, compareci ao congresso no dia da > votação > >e assisti toda a > >
palhaçada que se formou por parte da esquerda.O pior é > >que o meu partido tentou > >
atravancar as coisas. > >
Como bons brasileiros, estamos sempre criticando, porém sem > >propormos algo de > >
construtivo.  E infelizmente assim continua sendo. > >
Nada de pessoal. Não vi nenhuma proposta na mensagem anterior. > >Apenas críticas. > >
Não que algumas não tenham fundamento. mas outras > são > >extremadas. > >
Por exemplo: > >
O CRM impede que indivíduos sem a devida formação > >atendam a população. Quem > >
ganha? A medicina ganha, porém a população lucra > >mais. > >
O CRM oferece exames de capacitação aos médicos > >que não fazem residência. > >
Poucos o fazem, pois é mais fácil passar no exame de > >residência... > >
Bom, vou ficando por aqui, torcendo para que saia um exame de verdade. > >Aí sim > >
vamos ver se precisávamos ou não de sermos uma > profissão > >regulamentada > >
Saudações, > >
RL > >

welington silva wrote: > >

> Ola pessoal. > >
> > >
> Ha um bom tempo venho presenciando o debate sobre a > regulamentaçao > >e sempre > >
> me preocupou o carater da discussao que ia quase sempre para o embate > >
> pessoal. Felizmente, parece que esse elemento esta saindo da > discussao > >e a > >
> fundamentaçao começa, timidamente, a surgir. > >
> Inicialmente, quero dizer que nao tenho ainda uma posiçao > >clara, definida a > >
> respeito do tema, mas estou muito mais propenso para a posiçao > >contraria a > >
> regulamentaçao o que, eh claro, pode ser mudado plenamente. > >
> So sinto, e isso dificilmente alguem pode dizer que nao, que esse > >debate > >
> tenha vindo depois da regulamentaçao ja posta. Nao quero dizer > >com isso que > >
> nao houve debate, mas se aconteceu, foi em um carater muito timido > >e isso, > >
> temos que considerar, eh muito estranho. > >
> No entanto, ainda nao eh tarde, porque podemos muito bem redefinir > >o > >
> presente quadro e ai as atuais discussoes, fundamentadas, sem dose > >exagerada > >
> de paixao, procurando refletir sobre os argumentos pró e > contra, > >servira > >
> como embasadora para uma tomada de decisao mais consciente. > >
> Lembro-me que a discussao começou muito, e na atual discussao > >isso sempre eh > >
> lembrado, com as questoes dos leigos (nao gosto desse termo, prefiro > >o > >
> Nao-licenciado) e, claro, na esterira desta preocupaçao, com > >o elemento > >
> mercado de trabalho. > >
> Essa discussao começou a se apresentar muito estranha para > >mim quando vir > >
> colegas que hoje sao a favor da regulamentaçao, faz o discurso > >do "fora os > >
> leigos" e se esquece que sua atuaçao, durante muito > tempo,(mais > >de 15 anos) > >
> foi como professor nao-licenciado. > >
> Conheço colegas em Itabuna(Bahia),minha cidade natal, que > >atuaram na > >
> educaçao fisica como nao-licenciados e hoje fazem o discurso > >do "fora os > >
> leigos". E olha que foram excelentes professores e continuam sendo. > >O que os > >
> diferenciam? > >
> Simplesmente que hoje eles sao formados, tem um conhecimento mais > >pleno(?), > >
> tem um embasamento teorico maior e/ou melhor do que antes(sera que > >isso pode > >
> ser garantido tb) etc etc. > >
> Sera que o simples fato de termos tido condiçoes de sentar > >em um banco > >
> universitario nos dar o direito de sair julgando a competencia dos > >outros > >
> por ai? Competencia eh um termo muito subjetivo para sairmos > divulgando > >de > >
> forma aleatoria, utilizando-o como contra-argumento. > >
> O que dizer dos nossos colegas nao-licenciados, que sustentaram a > >educaçao > >
> fisica, muitas fezes em condiçoes sub-humanas? Onde anda o > >nosso espirito de > >
> classe? Somo ou nao professores? > >
> Parece-me que a discussao deve ser encaminhada por ai. O que somos? > >Qual a > >
> formaçao ideal? O que faremos com os medicos, advogados, > engenheiros > >que > >
> ensinam nas universidades mas sua formaçao nao eh de > licenciatura. > >O que sao > >
> eles? Leigos? Sao professores ou sao medicos? O que devemos fazer > >com eles? > >
> Nao me digam que essa discussao nao cabe aqui, pois conheço > >colegas que > >
> tiveram informaçao que a carteirinha do MEC nao vale mais, > >so faz concurso > >
> agora quem tiver a carteira do conselho. > >
> Outras perguntas: o que significa reserva de mercado? O que significa > >ser > >
> Leigo? Sera mesmo que a unica forma de atuaçao responsavel > >eh esta filiado > >
> ao conselho? Se a sociedade nao sabe se defender dos "treineiros" > >eh o > >
> conselho que vai dar essa competencia social? Sera que isso eh > verdade? > >A > >
> sociedade esta tao desprotegida assim dos "treineiros"? Atuei durante > >cinco > >
> anos na academia como professor de Musculaçao e sempre ouvir > >duas perguntas > >
> dos meus alunos e alunas: vc eh formado? Quanto tempo? > >
> Se um engenheiro quiser abrir uma ACADEMIA o que ira impedi-lo? O > >conselho? > >
> Como? Sera que precisamos mesmo deste tao falado conselho? O que > >estao > >
> fazendo aqueles ja existentes que nao podia ser feito sem eles? O > >conselho > >
> ira nos organizar enquanto classe? Como? Ou isso tb nao sera/eh > funcao > >do > >
> conselho? > >
> A minha esposa eh filiada ao conselho de Pediatria a cinco anos, > >paga uma > >
> taxa absurda e ate hoje nada foi feito por ela, pelo contrario, o > >proprio > >
> conselho fecha os olhos para muitas arbitrariedades da area, como > >ter que > >
> fazer uma outra especializaçao(ja tendo feito dois anos de > >residencia)dentro > >
> da especializaçao(Pediatria eh uma especilaizaçao da > >medicina) para poder > >
> atuar em determinados hospitais daqui de Salvador, sem falar das > >condiçoes > >
> de trabalho em determinadas clinicas e hospitais, porem o bloquete > >de > >
> cobrança sempre chega, e ai dela se nao pagar, pois nao podera > >atuar em > >
> lugar nenhum. Sera que nao seria mais coerente se filiar ao conselho > >aqueles > >
> que o entendem como essencial, sem essa obrigatoriedade? Por que > >eu tenho > >
> que obrigatoriamente, mesmo sendo reconhecido pela sociedade em que > >atuo, me > >
> filiar ao conselho? Por que nao instituimos uma avaliaçao > >nacional, em que > >
> seremos submetidos e assim melhorados naquilo em que pesa socialmente > >saber? > >
> Por que as universidades nao se mobilizam para ranquear as academias, > >como > >
> se faz com hoteis? Por que nao damos uma educaçao continuada > >para todos que > >
> atuam, atraves de atividades de extensao nas universidades? Por que > >os donos > >
> de academia, ao inves de falar em prol da regulamentaçao, > >nao financiam as > >
> viagens dos seus "empregados professores" para cursos pelo pais > afora? > >Qual > >
> aluno nao ficara satisfeito sabendo que o professor que o assiste > >esta > >
> "fora" fazendo um curso de aperfeiçoamento? > >
> Bem acho que escrevir mais do que queria. Espero continuar com o > >debate e > >
> gostaria muito de que os elementos que foram aqui apresentados, traga > >novas > >
> discussoes, mas, por favor, vamos manter o nivel sempre muito alto > >desta > >
> lista, afinal de contas, quer queiramos ou nao, estamos no mesmo > >barco, > >
> somos colegas, apenas temos o direito de pensar diferente e isso > >eh muito > >
> bom. > >
> > >
> Um grande abraço a todos. > >
> > >
> Welington Araujo > >
> Professor/UEFS/BA > >
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> > > > > >--------------9D536269EDF4B7D6E587578A-- > > > >--------------51BC2A8BE164BBDF403A7FA6 > >Content-Type: text/x-vcard; charset=us-ascii; > > name="epeixoto.vcf" > >Content-Transfer-Encoding: 7bit > >Content-Description: Cartão para Elza Margarida de Mendonça Peixoto > >Content-Disposition: attachment; > > filename="epeixoto.vcf" > > > >begin:vcard > >n:Peixoto;Elza > >tel;home:Av. Rio de Janeiro, 1422, 305, centro, Londrina Paraná > >tel;work:Universidade Estadual de Londrina > >x-mozilla-html:FALSE > >org:Universidade Estadual de Londrina;Ginástica Recreação e Dança > >adr:;;Rodovia Celso Garcia Cid (Pr 445), Km > 380;Londrina;Paraná;86051-990;Brasil > >version:2.1 > >email;internet:epeixoto@uel.br > >title:Docente > >end:vcard > > > >--------------51BC2A8BE164BBDF403A7FA6-- From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Sun Mar 12 00:53:18 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id AAA20636 for ; Sun, 12 Mar 2000 00:53:17 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id BAA14132; Sun, 12 Mar 2000 01:28:23 -0300 (EST) Date: Sun, 12 Mar 2000 01:28:23 -0300 (EST) Message-Id: <38CB1EF3.7FF88120@uel.br> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: Elza Margarida de =?iso-8859-1?Q?Mendon=E7a?= Peixoto To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-l] [CEVPROF-L:259] Re: =?iso-8859-1?Q?Regulamenta=E7=E3o?= e Esta é uma mensagem de várias partes em formato MIME. --------------4912A2372D959B0D9C539F6A Content-Type: text/plain; charset=iso-8859-1 Content-Transfer-Encoding: 8bit Roberto, Nada melhor que acerteza absoluta. Elza Roberto Landwehr gravada: > Caros Listeiros, > > Pergunto: De que forma, poderia o Conselho RESTRINGIR o direito individual de > aprender o que quiser? > Na verdade, a colocação de meus nobres colegas, sem querer faltar com o > respeito, é totalmente absurda. > Porém, o que o conselho exige, são conhecimentos mínimos necessários. Ora, a > inquisição já se foi há muito tempo. > É totalmente inaceitável, o argumento de que isso é autoritarismo. Ao fazer uma > prova para piloto privado, ninguém exige que o piloto faça um parafuso. Se ele > souber fazer, melhor para ele.... > Quando tiramos carteira de motorista, não nos é exigido controlar um carro em > pista escorregadia. Quem souber, está mais capacitado a se livrar de > acidentes... > O argumento de autoritarismo é simplesmente vão. Dizer que o conselho vai ou > pode restringir o conhecimento é totalmente inconcebível, mesmo porque, a > maioria das pesquisas nem são feitas no Brasil. > Ora, até o momento, a única previsão de testes é para os práticos( > infelizmente). Não se pode esperar que o conselho exija que um prático em > Musculação venha a aprender os precursores da EF, por exemplo ou pedagogia, se > trabalha com adultos... > Saudações, > RL > > Carlos Emanuel wrote: > > > Caros listeiros, > > > > Retomo aqui um questionamento da Elza, aliás um dos mais lúcidos que > > surgiram em torno de regulamentação. > > > > "4. Até que ponto o conselho não vai representar uma restrição violenta no > > campo do > > conhecimento e nas possibilidades de estudo, na medida em que, ao que me > > parece, é o conselho quem decide quem está qualificado a trabalhar, até que > > ponto não vamos passar a estudar apenas aquilo que nos qualifica segundo a > > ótica do conselho? Parece-me que o conselho é um mecanismo profundamente > > autoritário que (...) acaba congelando e acorrentando as possibilidades de > > uma área de conhecimento extremamente nova como é a nossa." > > > > Ela remete a discussão da regulamentação para um ponto importantíssimo e que > > está fora do foco principal de embate. > > Iniciemos o comentário reportando-nos a Foucault: > > > > "O controle da sociedade sobre os indivíduos não se opera simplesmente pela > > consciência ou pela ideologia, mas começa no corpo, com o corpo. Foi no > > biológico, no somático, no corporal que, antes de tudo, investiu a sociedade > > capitalista. O corpo é uma realidade bio-política" (Microfísica do Poder: > > 80). > > (entendamos corpo como um conjunto de elementos: hábitos, formas, gestos, > > sensações, desejos, aprendizagem etc) > > > > Esse controle é exercido através da construção de discursos acerca do corpo > > que são impostos como a "Verdade", e que escondem-se atrás de uma pseudo > > neutralidade científica. Uma verdade que determina formas, posturas, > > hábitos, desejos, sensações, a serem seguidos pela população como uma > > maneira "saudável" ou "bonita" de viver, e que são as mais concretas > > investidas do poder sobre o indivíduo. > > É inegável que a educação física vem cumprindo o papel de exercer esta > > amoldagem dos corpos nos vários campos em que atua; desde sua gênese ela > > consiste num dispositivo de imposição de valores e hábitos sobre os corpos, > > que são imprescindíveis à manutenção do capitalismo. A EdF (mas não só ela, > > é claro) trabalha junto à mais importante e imprecionante faceta da > > dominação: a in-corpo-ração do controle, que atua sobre as dimensões mais > > básicas da vida - que chamamos cotidianamente de "naturais" e que em > > realidade são socialmente determinadas, históricas. > > Parece um tanto curiososo, então, que a regulamentação da educação física > > imponha-se precisamente no momento em que surgem reações ao pensamento > > hegemônico, verdadeiro, em torno do corpo. Exatamente quando a educação > > física iniciou uma discussão em torno da quebra com o paradigma de verdade > > única reinante (a partir da década de 80) foi que iniciaram-se os esforços > > para controlá-la, normatizá-la, manter o controle; não sobre os professores > > de EdF (pensar assim é ser ingênuo), mas sobre a população. > > Para tanto ela lança mão de um rol de dispositivos de poder que irão atuar > > sobre a práxis pedagógica, direta ou indiretamente (segundo pode ser lido em > > seu próprio Estatuto: "repressão", "aplicar penalidades", "identificação", > > "julgar", "inspecionar", "supervisionar" etc), e que constituem-se na > > implantação do poder disciplinar, com seu tripé básico: normatização, > > vigilância e esquadrinhamento (obtenção de informações) . > > Por meio disso, regulamentação desfere um golpe nas propostas de mudança do > > paradigma filosófico-metodológico da educação física, implantando uma ótica > > estreita e corporativista, que procura "de-limitar" fronteiras, freando as > > subversões externas (resguardando esse campo da "indesejável" invasão de > > outros campos, da interdisciplinaridade) e internas (impedindo as inovações > > sem o cunho do saber institucional, fora do discurso "verdadeiro"). > > Constitui-se, por conseguinte, na reafirmação do discurso científico > > "verdadeiro" sobre o corpo, necessário à manutenção da estratégia de poder > > sobre o indivíduo, estância mais cara à sustentação da sociedade > > capitalista. > > > > Carlos Emanuel Sautchuk > > Brasilia > > > > -----Mensagem original----- > > De: Elza Margarida de Mendonça Peixoto > > Para: Multiple recipients of list > > Data: Sábado, 11 de Março de 2000 00:25 > > Assunto: [CEVPROF-L:253] Re: > > > > >Esta é uma mensagem de várias partes em formato MIME. > > >--------------51BC2A8BE164BBDF403A7FA6 > > >Content-Type: multipart/alternative; > > > boundary="------------9D536269EDF4B7D6E587578A" > > > > > > > > >--------------9D536269EDF4B7D6E587578A > > >Content-Type: text/plain; charset=iso-8859-1 > > >Content-Transfer-Encoding: 8bit > > > > > >Roberto e demais listeiros, > > > > > >Quando falamos que cabe ao conselho controlar a qualidade dos serviços fico > > >apavorada. Me explico: > > >1. Quem vai compor o conselho? > > >2. Este conselho é composto por pessoas com uma visão ampla da diversidade > > de > > >conhecimentos de que trata a educação física? > > >3. E as provas para "qualificar" profissionais que já são formados? De que > > assunto > > >vão tratar? Vão referir-se aos domínios da anatomia e fisiologia? Isto é > > suficiente > > >para uma atuação profissional adequada ao contexto histórico e às > > especificidades em > > >que profissionais de educação física atuam? > > >4. Até que ponto o conselho não vai representar uma restrição violenta no > > campo do > > >conhecimento e nas possibilidades de estudo, na medida em que, ao que me > > parece, é o > > >conselho quem decide quem está qualificado a trabalhar, até que ponto não > > vamos > > >passar a estudar apenas aquilo que nos qualifica segundo a ótica do > > conselho? > > >Parece-me que o conselho é um mecanismo profundamente autoritário que sob a > > >pretensão de proteger a população (preocupação justa) acaba congelando e > > >acorrentando as possibilidades de uma área de conhecimento extremamente > > nova como é > > >a nossa. > > > > > >Retomando a questão de outros conselhos, parece-me que há pouco tempo o > > conselho de > > >medicina andou tentando controlar a atuação dos homeopatas. Parece-me que o > > >argumento utilizado foi de que não haviam provas científicas suficientes de > > que a > > >homeopatia surte efeito. (A discussão era alguma coisa assim e circulou em > > >revistas). > > > > > >Como fica a questão do conhecimento? Como ficam as experiências que vêm > > gerando > > >alternativas outras fora do circuito e do reino das mercadorias? > > > > > >Coisas para ficarmos atentos. > > > > > >Um abraço a todos, > > >Elza > > > > > > > > >Roberto Landwehr gravada: > > > > > >> Caros Listeiros, > > >> > > >> Realmente, as coisas andam mais calmas. O pessoal da legalidade X > > legitimidade > > >> acordou e descobriu que colocava a mesma coisa em oposição... > > >> Existem realmente prós e contras relacionados com qualquer decisão. No > > caso > > >> específico, regulamentar a profissão também tem os seus contras, apesar, > > de em > > >> minha forma de interpretar os fatos, hajam mais prós ( e muito mais > > fortes) do > > >> que contras. > > >> Na verdade, o nosso sistema era totalmente falho e agora poderá ser > > remediado. > > >> Em primeiro lugar, gostaria de diferenciar o leigo do prático. Leigo é > > aquele > > >> que desconhece e prático é o que pratica a profissão sem a formação > > devida. Isso > > >> não quer dizer que o prático não tenha conhecimento, apenas implica na > > definição > > >> do caráter de sua formação. > > >> Professores que dão aulas em universidades, são pós graduados, e portanto > > >> capacitados para tal, indiferentemente de possuirem licenciatura. > > >> A condição de professor universitário, deveria ser privilégio e reafirmo > > a > > >> palavra "privilégio"de quem se capacitou para tal. Infelizmente, nosso > > país > > >> carece de Mestres e Doutores e poucos se dignam a enfrentar essa penosa > > >> carreirta devido aos baixos salários. Por outro lado, se formos discutir > > a > > >> fundo, poucos são os mestres e doutores que dispões de conhecimentos de > > >> pedagogia e andragogia. Bom, isso é uma questão para o MEC... > > >> O maior problema da aceitação do Conselho, fruto da regulamentação, é a > > visão > > >> reducionista e distorcida de que tal entidade seja uma entidade de > > classe. Não é > > >> esse o meu conceito. O Conselho, tem por finalidade, CONTROLAR a > > qualidade dos > > >> serviços oferecidos na área do exercício, à fim de prover a população, > > com > > >> profissionais devidamente preparados para exercer suas funções. > > >> Isso deveria se traduzir pela aplicação de exames de capacitação, assim > > como > > >> fazem outras entidades afins. > > >> A carteira do MEC tem seu valor quanto à licenciatura. Porém, é muita > > pretensão, > > >> querer propor a idéia de que um licenciado em educação física está mais > > >> capacitado do que um prático, a ministrar aulas em academia, trabalhar > > como > > >> personal trainer, etc. > > >> 99% dos formados na área tem licenciatura e estão aptos a dar aulas de EF > > nas > > >> escolas . > > >> A atividade física vem sendo atrapalhada desde os seus primórdios pela > > falta de > > >> profissionais competentes. Não é a toa que o mercado está cheio de > > práticos! > > >> Quantos professores de EF aprenderam musculação ou ginástica de academia > > na > > >> faculdade? > > >> A lei criou uma relativa reserva de mercado, pois ainda não temos > > bacharelados > > >> suficientes a fim de formar especialistas em atividade física. > > >> Por outro lado, querer comparar quem estudou anatomia, cinesiologia, > > fisiologia, > > >> fisiologia do exercício com quem só tem a prática e experiência teórica > > em > > >> revistas e alguns livros também não é possível. > > >> Querer dizer que qualquer um, sem a formação devida está apto a trabalhar > > em > > >> nossa área é desrespeitar nosso intelecto. Não é possível acreditar que > > >> passamos anos e anos estudando algo que não tem valor e nem faz > > diferença. > > >> Dizer que o mercado deve ficar aberto, é um discurso social muito bonito > > e > > >> injusto. A maioria de nós trabalhou e estudou. Os que não se formaram, > > muitas > > >> vezes não tiveram nem capacidade para passar num vestibular. > > >> Não creio que devamos continuar a premiar a falta de estudo. Ao > > contrário, em > > >> minha opinião, o CONFEF deve elaborar o mais rápido possível, exames de > > >> capacitação, tanto para os práticos como para os leigos.( o exame deve > > ser o > > >> mesmo) > > >> Muitos de nós sonharam durante anos com a regulamentação. Dentro de minha > > >> insignificância, compareci ao congresso no dia da votação e assisti toda > > a > > >> palhaçada que se formou por parte da esquerda.O pior é que o meu partido > > tentou > > >> atravancar as coisas. > > >> Como bons brasileiros, estamos sempre criticando, porém sem propormos > > algo de > > >> construtivo. E infelizmente assim continua sendo. > > >> Nada de pessoal. Não vi nenhuma proposta na mensagem anterior. Apenas > > críticas. > > >> Não que algumas não tenham fundamento. mas outras são extremadas. > > >> Por exemplo: > > >> O CRM impede que indivíduos sem a devida formação atendam a população. > > Quem > > >> ganha? A medicina ganha, porém a população lucra mais. > > >> O CRM oferece exames de capacitação aos médicos que não fazem residência. > > >> Poucos o fazem, pois é mais fácil passar no exame de residência... > > >> Bom, vou ficando por aqui, torcendo para que saia um exame de verdade. Aí > > sim > > >> vamos ver se precisávamos ou não de sermos uma profissão regulamentada > > >> Saudações, > > >> RL > > >> > > >> welington silva wrote: > > >> > > >> > Ola pessoal. > > >> > > > >> > Ha um bom tempo venho presenciando o debate sobre a regulamentaçao e > > sempre > > >> > me preocupou o carater da discussao que ia quase sempre para o embate > > >> > pessoal. Felizmente, parece que esse elemento esta saindo da discussao > > e a > > >> > fundamentaçao começa, timidamente, a surgir. > > >> > Inicialmente, quero dizer que nao tenho ainda uma posiçao clara, > > definida a > > >> > respeito do tema, mas estou muito mais propenso para a posiçao > > contraria a > > >> > regulamentaçao o que, eh claro, pode ser mudado plenamente. > > >> > So sinto, e isso dificilmente alguem pode dizer que nao, que esse > > debate > > >> > tenha vindo depois da regulamentaçao ja posta. Nao quero dizer com isso > > que > > >> > nao houve debate, mas se aconteceu, foi em um carater muito timido e > > isso, > > >> > temos que considerar, eh muito estranho. > > >> > No entanto, ainda nao eh tarde, porque podemos muito bem redefinir o > > >> > presente quadro e ai as atuais discussoes, fundamentadas, sem dose > > exagerada > > >> > de paixao, procurando refletir sobre os argumentos pró e contra, > > servira > > >> > como embasadora para uma tomada de decisao mais consciente. > > >> > Lembro-me que a discussao começou muito, e na atual discussao isso > > sempre eh > > >> > lembrado, com as questoes dos leigos (nao gosto desse termo, prefiro o > > >> > Nao-licenciado) e, claro, na esterira desta preocupaçao, com o elemento > > >> > mercado de trabalho. > > >> > Essa discussao começou a se apresentar muito estranha para mim quando > > vir > > >> > colegas que hoje sao a favor da regulamentaçao, faz o discurso do "fora > > os > > >> > leigos" e se esquece que sua atuaçao, durante muito tempo,(mais de 15 > > anos) > > >> > foi como professor nao-licenciado. > > >> > Conheço colegas em Itabuna(Bahia),minha cidade natal, que atuaram na > > >> > educaçao fisica como nao-licenciados e hoje fazem o discurso do "fora > > os > > >> > leigos". E olha que foram excelentes professores e continuam sendo. O > > que os > > >> > diferenciam? > > >> > Simplesmente que hoje eles sao formados, tem um conhecimento mais > > pleno(?), > > >> > tem um embasamento teorico maior e/ou melhor do que antes(sera que isso > > pode > > >> > ser garantido tb) etc etc. > > >> > Sera que o simples fato de termos tido condiçoes de sentar em um banco > > >> > universitario nos dar o direito de sair julgando a competencia dos > > outros > > >> > por ai? Competencia eh um termo muito subjetivo para sairmos divulgando > > de > > >> > forma aleatoria, utilizando-o como contra-argumento. > > >> > O que dizer dos nossos colegas nao-licenciados, que sustentaram a > > educaçao > > >> > fisica, muitas fezes em condiçoes sub-humanas? Onde anda o nosso > > espirito de > > >> > classe? Somo ou nao professores? > > >> > Parece-me que a discussao deve ser encaminhada por ai. O que somos? > > Qual a > > >> > formaçao ideal? O que faremos com os medicos, advogados, engenheiros > > que > > >> > ensinam nas universidades mas sua formaçao nao eh de licenciatura. O > > que sao > > >> > eles? Leigos? Sao professores ou sao medicos? O que devemos fazer com > > eles? > > >> > Nao me digam que essa discussao nao cabe aqui, pois conheço colegas que > > >> > tiveram informaçao que a carteirinha do MEC nao vale mais, so faz > > concurso > > >> > agora quem tiver a carteira do conselho. > > >> > Outras perguntas: o que significa reserva de mercado? O que significa > > ser > > >> > Leigo? Sera mesmo que a unica forma de atuaçao responsavel eh esta > > filiado > > >> > ao conselho? Se a sociedade nao sabe se defender dos "treineiros" eh o > > >> > conselho que vai dar essa competencia social? Sera que isso eh verdade? > > A > > >> > sociedade esta tao desprotegida assim dos "treineiros"? Atuei durante > > cinco > > >> > anos na academia como professor de Musculaçao e sempre ouvir duas > > perguntas > > >> > dos meus alunos e alunas: vc eh formado? Quanto tempo? > > >> > Se um engenheiro quiser abrir uma ACADEMIA o que ira impedi-lo? O > > conselho? > > >> > Como? Sera que precisamos mesmo deste tao falado conselho? O que estao > > >> > fazendo aqueles ja existentes que nao podia ser feito sem eles? O > > conselho > > >> > ira nos organizar enquanto classe? Como? Ou isso tb nao sera/eh funcao > > do > > >> > conselho? > > >> > A minha esposa eh filiada ao conselho de Pediatria a cinco anos, paga > > uma > > >> > taxa absurda e ate hoje nada foi feito por ela, pelo contrario, o > > proprio > > >> > conselho fecha os olhos para muitas arbitrariedades da area, como ter > > que > > >> > fazer uma outra especializaçao(ja tendo feito dois anos de > > residencia)dentro > > >> > da especializaçao(Pediatria eh uma especilaizaçao da medicina) para > > poder > > >> > atuar em determinados hospitais daqui de Salvador, sem falar das > > condiçoes > > >> > de trabalho em determinadas clinicas e hospitais, porem o bloquete de > > >> > cobrança sempre chega, e ai dela se nao pagar, pois nao podera atuar em > > >> > lugar nenhum. Sera que nao seria mais coerente se filiar ao conselho > > aqueles > > >> > que o entendem como essencial, sem essa obrigatoriedade? Por que eu > > tenho > > >> > que obrigatoriamente, mesmo sendo reconhecido pela sociedade em que > > atuo, me > > >> > filiar ao conselho? Por que nao instituimos uma avaliaçao nacional, em > > que > > >> > seremos submetidos e assim melhorados naquilo em que pesa socialmente > > saber? > > >> > Por que as universidades nao se mobilizam para ranquear as academias, > > como > > >> > se faz com hoteis? Por que nao damos uma educaçao continuada para todos > > que > > >> > atuam, atraves de atividades de extensao nas universidades? Por que os > > donos > > >> > de academia, ao inves de falar em prol da regulamentaçao, nao financiam > > as > > >> > viagens dos seus "empregados professores" para cursos pelo pais afora? > > Qual > > >> > aluno nao ficara satisfeito sabendo que o professor que o assiste esta > > >> > "fora" fazendo um curso de aperfeiçoamento? > > >> > Bem acho que escrevir mais do que queria. Espero continuar com o debate > > e > > >> > gostaria muito de que os elementos que foram aqui apresentados, traga > > novas > > >> > discussoes, mas, por favor, vamos manter o nivel sempre muito alto > > desta > > >> > lista, afinal de contas, quer queiramos ou nao, estamos no mesmo barco, > > >> > somos colegas, apenas temos o direito de pensar diferente e isso eh > > muito > > >> > bom. > > >> > > > >> > Um grande abraço a todos. > > >> > > > >> > Welington Araujo > > >> > Professor/UEFS/BA > > >> > > > >> > ______________________________________________________ > > >> > Get Your Private, Free Email at http://www.hotmail.com > > > > > >--------------9D536269EDF4B7D6E587578A > > >Content-Type: text/html; charset=us-ascii > > >Content-Transfer-Encoding: 7bit > > > > > > > > > > > >Roberto e demais listeiros, > > >

Quando falamos que cabe ao conselho controlar a qualidade dos > > >serviços fico apavorada. Me explico: > > >
1. Quem vai compor o conselho? > > >
2. Este conselho é composto por pessoas com uma visão > > >ampla da diversidade de conhecimentos de que trata a educação > > >física? > > >
3. E as provas para "qualificar" profissionais que já são > > >formados? De que assunto vão tratar? Vão referir-se aos > > domínios > > >da anatomia e fisiologia? Isto é suficiente para uma > > atuação > > >profissional adequada ao contexto histórico e às > > especificidades > > >em que profissionais de educação física atuam? > > >
4. Até que ponto o conselho não vai representar uma > > restrição > > >violenta no campo do conhecimento e nas possibilidades de estudo, na medida > > >em que, ao que me parece, é o conselho quem decide quem está > > >qualificado a trabalhar, até que ponto não vamos passar a > > >estudar apenas aquilo que nos qualifica segundo a ótica do conselho? > > >
Parece-me que o conselho é um mecanismo profundamente > > autoritário > > >que sob a pretensão de proteger a população > > (preocupação > > >justa) acaba congelando e acorrentando as possibilidades de uma área > > >de conhecimento extremamente nova como é a nossa. > > >

Retomando a questão de outros conselhos, parece-me que > > >há pouco tempo o conselho de medicina andou tentando controlar a > > >atuação dos homeopatas. Parece-me que o argumento utilizado > > >foi de que não haviam provas científicas suficientes de que > > >a homeopatia surte efeito. (A discussão era alguma coisa assim e > > >circulou em revistas). > > >

Como fica a questão do conhecimento? Como ficam as > > experiências > > >que vêm gerando alternativas outras fora do circuito e do reino das > > >mercadorias? > > >

Coisas para ficarmos atentos. > > >

Um abraço a todos, > > >
Elza > > >
  > > >

Roberto Landwehr gravada: > > >

Caros Listeiros, > > >

Realmente,   as coisas andam mais calmas. O pessoal da > > legalidade > > >X legitimidade > > >
acordou e descobriu que colocava a mesma coisa em > > oposição... > > >
Existem realmente prós e contras relacionados com qualquer > > decisão. > > >No caso > > >
específico,  regulamentar a profissão também > > >tem os seus contras, apesar, de  em > > >
minha forma de interpretar os fatos, hajam mais prós ( e muito > > >mais fortes) do > > >
que contras. > > >
Na verdade, o nosso sistema era totalmente falho e agora poderá > > >ser remediado. > > >
Em primeiro lugar, gostaria de diferenciar o leigo do prático. > > >Leigo é aquele > > >
que desconhece e prático é o que pratica a > > profissão > > >sem a formação devida. Isso > > >
não quer dizer que o prático não tenha > > conhecimento, > > >apenas implica na definição > > >
do caráter de sua formação. > > >
Professores que dão aulas em universidades, são > > pós > > >graduados, e portanto > > >
capacitados para tal, indiferentemente de possuirem licenciatura. > > >
A condição de professor universitário, deveria > > >ser privilégio e reafirmo a > > >
palavra "privilégio"de quem se capacitou para tal.  > > Infelizmente, > > >nosso país > > >
carece de Mestres e Doutores e poucos se dignam a enfrentar essa penosa > > >
carreirta devido aos baixos salários. Por outro lado, se formos > > >discutir a > > >
fundo, poucos são os mestres e doutores que dispões de > > >conhecimentos de > > >
pedagogia e andragogia. Bom, isso é uma questão para > > >o MEC... > > >
O maior problema  da aceitação do Conselho, fruto > > >da regulamentação, é a visão > > >
reducionista e distorcida de que tal entidade seja uma entidade de > > >classe. Não é > > >
esse o meu conceito. O Conselho, tem por finalidade, CONTROLAR  > > >a qualidade dos > > >
serviços oferecidos na área do exercício, à > > >fim de prover a população, com > > >
profissionais devidamente preparados para exercer suas > > funções. > > >
Isso deveria se traduzir pela aplicação de exames de > > >capacitação, assim como > > >
fazem outras entidades afins. > > >
A carteira do MEC tem seu valor quanto à licenciatura. > > Porém, > > >é muita pretensão, > > >
querer propor a idéia de que um licenciado em > > educação > > >física está mais > > >
capacitado do que um prático, a ministrar aulas em academia, > > >trabalhar como > > >
personal trainer, etc. > > >
99% dos formados na área tem licenciatura e estão aptos > > >a dar aulas de EF nas > > >
escolas . > > >
A atividade física vem sendo atrapalhada desde os seus prim&oacu > > te;rdios > > >pela falta de > > >
profissionais competentes. Não é a toa que o mercado > > >está cheio de práticos! > > >
Quantos professores de EF aprenderam musculação ou > > ginástica > > >de academia na > > >
faculdade? > > >
A lei  criou uma relativa reserva de mercado, pois ainda > > não > > >temos bacharelados > > >
suficientes a fim de formar especialistas em atividade física. > > >
Por outro lado, querer comparar quem estudou anatomia, cinesiologia, > > >fisiologia, > > >
fisiologia do exercício com quem só tem a prática > > >e experiência teórica em > > >
revistas e alguns livros também não é > > possível. > > >
Querer dizer que qualquer um, sem a formação devida > > está > > >apto a trabalhar em > > >
nossa área é desrespeitar nosso intelecto. Não > > >é possível acreditar que > > >
passamos  anos e anos estudando algo que não tem valor > > >e nem faz diferença. > > >
Dizer que o mercado deve ficar aberto, é um discurso social > > >muito bonito e > > >
injusto. A maioria de nós trabalhou e estudou. Os que não > > >se formaram, muitas > > >
vezes não tiveram nem capacidade para passar num vestibular. > > >
Não creio que devamos continuar a premiar a falta de estudo. > > >Ao contrário, em > > >
minha opinião, o CONFEF deve elaborar o mais rápido > > possível, > > >exames de > > >
capacitação, tanto para os práticos como para > > >os leigos.( o exame deve ser o > > >
mesmo) > > >
Muitos de nós sonharam durante anos com a > > regulamentação. > > >Dentro de minha > > >
insignificância, compareci ao congresso no dia da > > votação > > >e assisti toda a > > >
palhaçada que se formou por parte da esquerda.O pior é > > >que o meu partido tentou > > >
atravancar as coisas. > > >
Como bons brasileiros, estamos sempre criticando, porém sem > > >propormos algo de > > >
construtivo.  E infelizmente assim continua sendo. > > >
Nada de pessoal. Não vi nenhuma proposta na mensagem anterior. > > >Apenas críticas. > > >
Não que algumas não tenham fundamento. mas outras > > são > > >extremadas. > > >
Por exemplo: > > >
O CRM impede que indivíduos sem a devida formação > > >atendam a população. Quem > > >
ganha? A medicina ganha, porém a população lucra > > >mais. > > >
O CRM oferece exames de capacitação aos médicos > > >que não fazem residência. > > >
Poucos o fazem, pois é mais fácil passar no exame de > > >residência... > > >
Bom, vou ficando por aqui, torcendo para que saia um exame de verdade. > > >Aí sim > > >
vamos ver se precisávamos ou não de sermos uma > > profissão > > >regulamentada > > >
Saudações, > > >
RL > > >

welington silva wrote: > > >

> Ola pessoal. > > >
> > > >
> Ha um bom tempo venho presenciando o debate sobre a > > regulamentaçao > > >e sempre > > >
> me preocupou o carater da discussao que ia quase sempre para o embate > > >
> pessoal. Felizmente, parece que esse elemento esta saindo da > > discussao > > >e a > > >
> fundamentaçao começa, timidamente, a surgir. > > >
> Inicialmente, quero dizer que nao tenho ainda uma posiçao > > >clara, definida a > > >
> respeito do tema, mas estou muito mais propenso para a posiçao > > >contraria a > > >
> regulamentaçao o que, eh claro, pode ser mudado plenamente. > > >
> So sinto, e isso dificilmente alguem pode dizer que nao, que esse > > >debate > > >
> tenha vindo depois da regulamentaçao ja posta. Nao quero dizer > > >com isso que > > >
> nao houve debate, mas se aconteceu, foi em um carater muito timido > > >e isso, > > >
> temos que considerar, eh muito estranho. > > >
> No entanto, ainda nao eh tarde, porque podemos muito bem redefinir > > >o > > >
> presente quadro e ai as atuais discussoes, fundamentadas, sem dose > > >exagerada > > >
> de paixao, procurando refletir sobre os argumentos pró e > > contra, > > >servira > > >
> como embasadora para uma tomada de decisao mais consciente. > > >
> Lembro-me que a discussao começou muito, e na atual discussao > > >isso sempre eh > > >
> lembrado, com as questoes dos leigos (nao gosto desse termo, prefiro > > >o > > >
> Nao-licenciado) e, claro, na esterira desta preocupaçao, com > > >o elemento > > >
> mercado de trabalho. > > >
> Essa discussao começou a se apresentar muito estranha para > > >mim quando vir > > >
> colegas que hoje sao a favor da regulamentaçao, faz o discurso > > >do "fora os > > >
> leigos" e se esquece que sua atuaçao, durante muito > > tempo,(mais > > >de 15 anos) > > >
> foi como professor nao-licenciado. > > >
> Conheço colegas em Itabuna(Bahia),minha cidade natal, que > > >atuaram na > > >
> educaçao fisica como nao-licenciados e hoje fazem o discurso > > >do "fora os > > >
> leigos". E olha que foram excelentes professores e continuam sendo. > > >O que os > > >
> diferenciam? > > >
> Simplesmente que hoje eles sao formados, tem um conhecimento mais > > >pleno(?), > > >
> tem um embasamento teorico maior e/ou melhor do que antes(sera que > > >isso pode > > >
> ser garantido tb) etc etc. > > >
> Sera que o simples fato de termos tido condiçoes de sentar > > >em um banco > > >
> universitario nos dar o direito de sair julgando a competencia dos > > >outros > > >
> por ai? Competencia eh um termo muito subjetivo para sairmos > > divulgando > > >de > > >
> forma aleatoria, utilizando-o como contra-argumento. > > >
> O que dizer dos nossos colegas nao-licenciados, que sustentaram a > > >educaçao > > >
> fisica, muitas fezes em condiçoes sub-humanas? Onde anda o > > >nosso espirito de > > >
> classe? Somo ou nao professores? > > >
> Parece-me que a discussao deve ser encaminhada por ai. O que somos? > > >Qual a > > >
> formaçao ideal? O que faremos com os medicos, advogados, > > engenheiros > > >que > > >
> ensinam nas universidades mas sua formaçao nao eh de > > licenciatura. > > >O que sao > > >
> eles? Leigos? Sao professores ou sao medicos? O que devemos fazer > > >com eles? > > >
> Nao me digam que essa discussao nao cabe aqui, pois conheço > > >colegas que > > >
> tiveram informaçao que a carteirinha do MEC nao vale mais, > > >so faz concurso > > >
> agora quem tiver a carteira do conselho. > > >
> Outras perguntas: o que significa reserva de mercado? O que significa > > >ser > > >
> Leigo? Sera mesmo que a unica forma de atuaçao responsavel > > >eh esta filiado > > >
> ao conselho? Se a sociedade nao sabe se defender dos "treineiros" > > >eh o > > >
> conselho que vai dar essa competencia social? Sera que isso eh > > verdade? > > >A > > >
> sociedade esta tao desprotegida assim dos "treineiros"? Atuei durante > > >cinco > > >
> anos na academia como professor de Musculaçao e sempre ouvir > > >duas perguntas > > >
> dos meus alunos e alunas: vc eh formado? Quanto tempo? > > >
> Se um engenheiro quiser abrir uma ACADEMIA o que ira impedi-lo? O > > >conselho? > > >
> Como? Sera que precisamos mesmo deste tao falado conselho? O que > > >estao > > >
> fazendo aqueles ja existentes que nao podia ser feito sem eles? O > > >conselho > > >
> ira nos organizar enquanto classe? Como? Ou isso tb nao sera/eh > > funcao > > >do > > >
> conselho? > > >
> A minha esposa eh filiada ao conselho de Pediatria a cinco anos, > > >paga uma > > >
> taxa absurda e ate hoje nada foi feito por ela, pelo contrario, o > > >proprio > > >
> conselho fecha os olhos para muitas arbitrariedades da area, como > > >ter que > > >
> fazer uma outra especializaçao(ja tendo feito dois anos de > > >residencia)dentro > > >
> da especializaçao(Pediatria eh uma especilaizaçao da > > >medicina) para poder > > >
> atuar em determinados hospitais daqui de Salvador, sem falar das > > >condiçoes > > >
> de trabalho em determinadas clinicas e hospitais, porem o bloquete > > >de > > >
> cobrança sempre chega, e ai dela se nao pagar, pois nao podera > > >atuar em > > >
> lugar nenhum. Sera que nao seria mais coerente se filiar ao conselho > > >aqueles > > >
> que o entendem como essencial, sem essa obrigatoriedade? Por que > > >eu tenho > > >
> que obrigatoriamente, mesmo sendo reconhecido pela sociedade em que > > >atuo, me > > >
> filiar ao conselho? Por que nao instituimos uma avaliaçao > > >nacional, em que > > >
> seremos submetidos e assim melhorados naquilo em que pesa socialmente > > >saber? > > >
> Por que as universidades nao se mobilizam para ranquear as academias, > > >como > > >
> se faz com hoteis? Por que nao damos uma educaçao continuada > > >para todos que > > >
> atuam, atraves de atividades de extensao nas universidades? Por que > > >os donos > > >
> de academia, ao inves de falar em prol da regulamentaçao, > > >nao financiam as > > >
> viagens dos seus "empregados professores" para cursos pelo pais > > afora? > > >Qual > > >
> aluno nao ficara satisfeito sabendo que o professor que o assiste > > >esta > > >
> "fora" fazendo um curso de aperfeiçoamento? > > >
> Bem acho que escrevir mais do que queria. Espero continuar com o > > >debate e > > >
> gostaria muito de que os elementos que foram aqui apresentados, traga > > >novas > > >
> discussoes, mas, por favor, vamos manter o nivel sempre muito alto > > >desta > > >
> lista, afinal de contas, quer queiramos ou nao, estamos no mesmo > > >barco, > > >
> somos colegas, apenas temos o direito de pensar diferente e isso > > >eh muito > > >
> bom. > > >
> > > >
> Um grande abraço a todos. > > >
> > > >
> Welington Araujo > > >
> Professor/UEFS/BA > > >
> > > >
> ______________________________________________________ > > >
> Get Your Private, Free Email at > href="http://www.hotmail.com">http://www.hotmail.com

> > > > > > > > >--------------9D536269EDF4B7D6E587578A-- > > > > > >--------------51BC2A8BE164BBDF403A7FA6 > > >Content-Type: text/x-vcard; charset=us-ascii; > > > name="epeixoto.vcf" > > >Content-Transfer-Encoding: 7bit > > >Content-Description: Cartão para Elza Margarida de Mendonça Peixoto > > >Content-Disposition: attachment; > > > filename="epeixoto.vcf" > > > > > >begin:vcard > > >n:Peixoto;Elza > > >tel;home:Av. Rio de Janeiro, 1422, 305, centro, Londrina Paraná > > >tel;work:Universidade Estadual de Londrina > > >x-mozilla-html:FALSE > > >org:Universidade Estadual de Londrina;Ginástica Recreação e Dança > > >adr:;;Rodovia Celso Garcia Cid (Pr 445), Km > > 380;Londrina;Paraná;86051-990;Brasil > > >version:2.1 > > >email;internet:epeixoto@uel.br > > >title:Docente > > >end:vcard > > > > > >--------------51BC2A8BE164BBDF403A7FA6-- --------------4912A2372D959B0D9C539F6A Content-Type: text/x-vcard; charset=us-ascii; name="epeixoto.vcf" Content-Transfer-Encoding: 7bit Content-Description: Cartão para Elza Margarida de Mendonça Peixoto Content-Disposition: attachment; filename="epeixoto.vcf" begin:vcard n:Peixoto;Elza tel;home:Av. Rio de Janeiro, 1422, 305, centro, Londrina Paraná tel;work:Universidade Estadual de Londrina x-mozilla-html:FALSE org:Universidade Estadual de Londrina;Ginástica Recreação e Dança adr:;;Rodovia Celso Garcia Cid (Pr 445), Km 380;Londrina;Paraná;86051-990;Brasil version:2.1 email;internet:epeixoto@uel.br title:Docente end:vcard --------------4912A2372D959B0D9C539F6A-- From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Sun Mar 12 01:08:16 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id BAA20662 for ; Sun, 12 Mar 2000 01:08:15 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id BAA14514; Sun, 12 Mar 2000 01:43:18 -0300 (EST) Date: Sun, 12 Mar 2000 01:43:18 -0300 (EST) Message-Id: <38CB22B6.E0ECDD58@uel.br> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: Elza Margarida de =?iso-8859-1?Q?Mendon=E7a?= Peixoto To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-l] [CEVPROF-L:260] Re: =?iso-8859-1?Q?Regulamenta=E7=E3o?= e Esta é uma mensagem de várias partes em formato MIME. --------------7BBF5904119271379F745A29 Content-Type: text/plain; charset=iso-8859-1 Content-Transfer-Encoding: 8bit Carlos, Providencial sua inclusão de Foucault no que toca à preocupação com a construção de sociedades de discurso que controlam as ações e as possibilidades humanas no campo da produção de conhecimento e do fazer diferenciado dalógica do mercado. Parece-me que começamos a chegar no centro do significado dos conselhos profissionais: controle. O controle é necessário quando tememos outras possibilidades para a educação física que começam a se fortalecer. Esta percepção não é possível sem o conhecimento da história desta área e de seus bastidores. Os desavisados não percebem quando um mecanismo autoritário, mascarado por processos aparentemente democráticos começam a se configurar. Neste sentido é muito conveniente a resposta na ponta da língua e a certeza absoluta. Lançamos dúvidas e reflexões. Os convictos que nos perdoem. Não estamos satisfeitos com os argumentos. Elza Carlos Emanuel gravada: > Caros listeiros, > > Retomo aqui um questionamento da Elza, aliás um dos mais lúcidos que > surgiram em torno de regulamentação. > > "4. Até que ponto o conselho não vai representar uma restrição violenta no > campo do > conhecimento e nas possibilidades de estudo, na medida em que, ao que me > parece, é o conselho quem decide quem está qualificado a trabalhar, até que > ponto não vamos passar a estudar apenas aquilo que nos qualifica segundo a > ótica do conselho? Parece-me que o conselho é um mecanismo profundamente > autoritário que (...) acaba congelando e acorrentando as possibilidades de > uma área de conhecimento extremamente nova como é a nossa." > > Ela remete a discussão da regulamentação para um ponto importantíssimo e que > está fora do foco principal de embate. > Iniciemos o comentário reportando-nos a Foucault: > > "O controle da sociedade sobre os indivíduos não se opera simplesmente pela > consciência ou pela ideologia, mas começa no corpo, com o corpo. Foi no > biológico, no somático, no corporal que, antes de tudo, investiu a sociedade > capitalista. O corpo é uma realidade bio-política" (Microfísica do Poder: > 80). > (entendamos corpo como um conjunto de elementos: hábitos, formas, gestos, > sensações, desejos, aprendizagem etc) > > Esse controle é exercido através da construção de discursos acerca do corpo > que são impostos como a "Verdade", e que escondem-se atrás de uma pseudo > neutralidade científica. Uma verdade que determina formas, posturas, > hábitos, desejos, sensações, a serem seguidos pela população como uma > maneira "saudável" ou "bonita" de viver, e que são as mais concretas > investidas do poder sobre o indivíduo. > É inegável que a educação física vem cumprindo o papel de exercer esta > amoldagem dos corpos nos vários campos em que atua; desde sua gênese ela > consiste num dispositivo de imposição de valores e hábitos sobre os corpos, > que são imprescindíveis à manutenção do capitalismo. A EdF (mas não só ela, > é claro) trabalha junto à mais importante e imprecionante faceta da > dominação: a in-corpo-ração do controle, que atua sobre as dimensões mais > básicas da vida - que chamamos cotidianamente de "naturais" e que em > realidade são socialmente determinadas, históricas. > Parece um tanto curiososo, então, que a regulamentação da educação física > imponha-se precisamente no momento em que surgem reações ao pensamento > hegemônico, verdadeiro, em torno do corpo. Exatamente quando a educação > física iniciou uma discussão em torno da quebra com o paradigma de verdade > única reinante (a partir da década de 80) foi que iniciaram-se os esforços > para controlá-la, normatizá-la, manter o controle; não sobre os professores > de EdF (pensar assim é ser ingênuo), mas sobre a população. > Para tanto ela lança mão de um rol de dispositivos de poder que irão atuar > sobre a práxis pedagógica, direta ou indiretamente (segundo pode ser lido em > seu próprio Estatuto: "repressão", "aplicar penalidades", "identificação", > "julgar", "inspecionar", "supervisionar" etc), e que constituem-se na > implantação do poder disciplinar, com seu tripé básico: normatização, > vigilância e esquadrinhamento (obtenção de informações) . > Por meio disso, regulamentação desfere um golpe nas propostas de mudança do > paradigma filosófico-metodológico da educação física, implantando uma ótica > estreita e corporativista, que procura "de-limitar" fronteiras, freando as > subversões externas (resguardando esse campo da "indesejável" invasão de > outros campos, da interdisciplinaridade) e internas (impedindo as inovações > sem o cunho do saber institucional, fora do discurso "verdadeiro"). > Constitui-se, por conseguinte, na reafirmação do discurso científico > "verdadeiro" sobre o corpo, necessário à manutenção da estratégia de poder > sobre o indivíduo, estância mais cara à sustentação da sociedade > capitalista. > > Carlos Emanuel Sautchuk > Brasilia > > -----Mensagem original----- > De: Elza Margarida de Mendonça Peixoto > Para: Multiple recipients of list > Data: Sábado, 11 de Março de 2000 00:25 > Assunto: [CEVPROF-L:253] Re: > > >Esta é uma mensagem de várias partes em formato MIME. > >--------------51BC2A8BE164BBDF403A7FA6 > >Content-Type: multipart/alternative; > > boundary="------------9D536269EDF4B7D6E587578A" > > > > > >--------------9D536269EDF4B7D6E587578A > >Content-Type: text/plain; charset=iso-8859-1 > >Content-Transfer-Encoding: 8bit > > > >Roberto e demais listeiros, > > > >Quando falamos que cabe ao conselho controlar a qualidade dos serviços fico > >apavorada. Me explico: > >1. Quem vai compor o conselho? > >2. Este conselho é composto por pessoas com uma visão ampla da diversidade > de > >conhecimentos de que trata a educação física? > >3. E as provas para "qualificar" profissionais que já são formados? De que > assunto > >vão tratar? Vão referir-se aos domínios da anatomia e fisiologia? Isto é > suficiente > >para uma atuação profissional adequada ao contexto histórico e às > especificidades em > >que profissionais de educação física atuam? > >4. Até que ponto o conselho não vai representar uma restrição violenta no > campo do > >conhecimento e nas possibilidades de estudo, na medida em que, ao que me > parece, é o > >conselho quem decide quem está qualificado a trabalhar, até que ponto não > vamos > >passar a estudar apenas aquilo que nos qualifica segundo a ótica do > conselho? > >Parece-me que o conselho é um mecanismo profundamente autoritário que sob a > >pretensão de proteger a população (preocupação justa) acaba congelando e > >acorrentando as possibilidades de uma área de conhecimento extremamente > nova como é > >a nossa. > > > >Retomando a questão de outros conselhos, parece-me que há pouco tempo o > conselho de > >medicina andou tentando controlar a atuação dos homeopatas. Parece-me que o > >argumento utilizado foi de que não haviam provas científicas suficientes de > que a > >homeopatia surte efeito. (A discussão era alguma coisa assim e circulou em > >revistas). > > > >Como fica a questão do conhecimento? Como ficam as experiências que vêm > gerando > >alternativas outras fora do circuito e do reino das mercadorias? > > > >Coisas para ficarmos atentos. > > > >Um abraço a todos, > >Elza > > > > > >Roberto Landwehr gravada: > > > >> Caros Listeiros, > >> > >> Realmente, as coisas andam mais calmas. O pessoal da legalidade X > legitimidade > >> acordou e descobriu que colocava a mesma coisa em oposição... > >> Existem realmente prós e contras relacionados com qualquer decisão. No > caso > >> específico, regulamentar a profissão também tem os seus contras, apesar, > de em > >> minha forma de interpretar os fatos, hajam mais prós ( e muito mais > fortes) do > >> que contras. > >> Na verdade, o nosso sistema era totalmente falho e agora poderá ser > remediado. > >> Em primeiro lugar, gostaria de diferenciar o leigo do prático. Leigo é > aquele > >> que desconhece e prático é o que pratica a profissão sem a formação > devida. Isso > >> não quer dizer que o prático não tenha conhecimento, apenas implica na > definição > >> do caráter de sua formação. > >> Professores que dão aulas em universidades, são pós graduados, e portanto > >> capacitados para tal, indiferentemente de possuirem licenciatura. > >> A condição de professor universitário, deveria ser privilégio e reafirmo > a > >> palavra "privilégio"de quem se capacitou para tal. Infelizmente, nosso > país > >> carece de Mestres e Doutores e poucos se dignam a enfrentar essa penosa > >> carreirta devido aos baixos salários. Por outro lado, se formos discutir > a > >> fundo, poucos são os mestres e doutores que dispões de conhecimentos de > >> pedagogia e andragogia. Bom, isso é uma questão para o MEC... > >> O maior problema da aceitação do Conselho, fruto da regulamentação, é a > visão > >> reducionista e distorcida de que tal entidade seja uma entidade de > classe. Não é > >> esse o meu conceito. O Conselho, tem por finalidade, CONTROLAR a > qualidade dos > >> serviços oferecidos na área do exercício, à fim de prover a população, > com > >> profissionais devidamente preparados para exercer suas funções. > >> Isso deveria se traduzir pela aplicação de exames de capacitação, assim > como > >> fazem outras entidades afins. > >> A carteira do MEC tem seu valor quanto à licenciatura. Porém, é muita > pretensão, > >> querer propor a idéia de que um licenciado em educação física está mais > >> capacitado do que um prático, a ministrar aulas em academia, trabalhar > como > >> personal trainer, etc. > >> 99% dos formados na área tem licenciatura e estão aptos a dar aulas de EF > nas > >> escolas . > >> A atividade física vem sendo atrapalhada desde os seus primórdios pela > falta de > >> profissionais competentes. Não é a toa que o mercado está cheio de > práticos! > >> Quantos professores de EF aprenderam musculação ou ginástica de academia > na > >> faculdade? > >> A lei criou uma relativa reserva de mercado, pois ainda não temos > bacharelados > >> suficientes a fim de formar especialistas em atividade física. > >> Por outro lado, querer comparar quem estudou anatomia, cinesiologia, > fisiologia, > >> fisiologia do exercício com quem só tem a prática e experiência teórica > em > >> revistas e alguns livros também não é possível. > >> Querer dizer que qualquer um, sem a formação devida está apto a trabalhar > em > >> nossa área é desrespeitar nosso intelecto. Não é possível acreditar que > >> passamos anos e anos estudando algo que não tem valor e nem faz > diferença. > >> Dizer que o mercado deve ficar aberto, é um discurso social muito bonito > e > >> injusto. A maioria de nós trabalhou e estudou. Os que não se formaram, > muitas > >> vezes não tiveram nem capacidade para passar num vestibular. > >> Não creio que devamos continuar a premiar a falta de estudo. Ao > contrário, em > >> minha opinião, o CONFEF deve elaborar o mais rápido possível, exames de > >> capacitação, tanto para os práticos como para os leigos.( o exame deve > ser o > >> mesmo) > >> Muitos de nós sonharam durante anos com a regulamentação. Dentro de minha > >> insignificância, compareci ao congresso no dia da votação e assisti toda > a > >> palhaçada que se formou por parte da esquerda.O pior é que o meu partido > tentou > >> atravancar as coisas. > >> Como bons brasileiros, estamos sempre criticando, porém sem propormos > algo de > >> construtivo. E infelizmente assim continua sendo. > >> Nada de pessoal. Não vi nenhuma proposta na mensagem anterior. Apenas > críticas. > >> Não que algumas não tenham fundamento. mas outras são extremadas. > >> Por exemplo: > >> O CRM impede que indivíduos sem a devida formação atendam a população. > Quem > >> ganha? A medicina ganha, porém a população lucra mais. > >> O CRM oferece exames de capacitação aos médicos que não fazem residência. > >> Poucos o fazem, pois é mais fácil passar no exame de residência... > >> Bom, vou ficando por aqui, torcendo para que saia um exame de verdade. Aí > sim > >> vamos ver se precisávamos ou não de sermos uma profissão regulamentada > >> Saudações, > >> RL > >> > >> welington silva wrote: > >> > >> > Ola pessoal. > >> > > >> > Ha um bom tempo venho presenciando o debate sobre a regulamentaçao e > sempre > >> > me preocupou o carater da discussao que ia quase sempre para o embate > >> > pessoal. Felizmente, parece que esse elemento esta saindo da discussao > e a > >> > fundamentaçao começa, timidamente, a surgir. > >> > Inicialmente, quero dizer que nao tenho ainda uma posiçao clara, > definida a > >> > respeito do tema, mas estou muito mais propenso para a posiçao > contraria a > >> > regulamentaçao o que, eh claro, pode ser mudado plenamente. > >> > So sinto, e isso dificilmente alguem pode dizer que nao, que esse > debate > >> > tenha vindo depois da regulamentaçao ja posta. Nao quero dizer com isso > que > >> > nao houve debate, mas se aconteceu, foi em um carater muito timido e > isso, > >> > temos que considerar, eh muito estranho. > >> > No entanto, ainda nao eh tarde, porque podemos muito bem redefinir o > >> > presente quadro e ai as atuais discussoes, fundamentadas, sem dose > exagerada > >> > de paixao, procurando refletir sobre os argumentos pró e contra, > servira > >> > como embasadora para uma tomada de decisao mais consciente. > >> > Lembro-me que a discussao começou muito, e na atual discussao isso > sempre eh > >> > lembrado, com as questoes dos leigos (nao gosto desse termo, prefiro o > >> > Nao-licenciado) e, claro, na esterira desta preocupaçao, com o elemento > >> > mercado de trabalho. > >> > Essa discussao começou a se apresentar muito estranha para mim quando > vir > >> > colegas que hoje sao a favor da regulamentaçao, faz o discurso do "fora > os > >> > leigos" e se esquece que sua atuaçao, durante muito tempo,(mais de 15 > anos) > >> > foi como professor nao-licenciado. > >> > Conheço colegas em Itabuna(Bahia),minha cidade natal, que atuaram na > >> > educaçao fisica como nao-licenciados e hoje fazem o discurso do "fora > os > >> > leigos". E olha que foram excelentes professores e continuam sendo. O > que os > >> > diferenciam? > >> > Simplesmente que hoje eles sao formados, tem um conhecimento mais > pleno(?), > >> > tem um embasamento teorico maior e/ou melhor do que antes(sera que isso > pode > >> > ser garantido tb) etc etc. > >> > Sera que o simples fato de termos tido condiçoes de sentar em um banco > >> > universitario nos dar o direito de sair julgando a competencia dos > outros > >> > por ai? Competencia eh um termo muito subjetivo para sairmos divulgando > de > >> > forma aleatoria, utilizando-o como contra-argumento. > >> > O que dizer dos nossos colegas nao-licenciados, que sustentaram a > educaçao > >> > fisica, muitas fezes em condiçoes sub-humanas? Onde anda o nosso > espirito de > >> > classe? Somo ou nao professores? > >> > Parece-me que a discussao deve ser encaminhada por ai. O que somos? > Qual a > >> > formaçao ideal? O que faremos com os medicos, advogados, engenheiros > que > >> > ensinam nas universidades mas sua formaçao nao eh de licenciatura. O > que sao > >> > eles? Leigos? Sao professores ou sao medicos? O que devemos fazer com > eles? > >> > Nao me digam que essa discussao nao cabe aqui, pois conheço colegas que > >> > tiveram informaçao que a carteirinha do MEC nao vale mais, so faz > concurso > >> > agora quem tiver a carteira do conselho. > >> > Outras perguntas: o que significa reserva de mercado? O que significa > ser > >> > Leigo? Sera mesmo que a unica forma de atuaçao responsavel eh esta > filiado > >> > ao conselho? Se a sociedade nao sabe se defender dos "treineiros" eh o > >> > conselho que vai dar essa competencia social? Sera que isso eh verdade? > A > >> > sociedade esta tao desprotegida assim dos "treineiros"? Atuei durante > cinco > >> > anos na academia como professor de Musculaçao e sempre ouvir duas > perguntas > >> > dos meus alunos e alunas: vc eh formado? Quanto tempo? > >> > Se um engenheiro quiser abrir uma ACADEMIA o que ira impedi-lo? O > conselho? > >> > Como? Sera que precisamos mesmo deste tao falado conselho? O que estao > >> > fazendo aqueles ja existentes que nao podia ser feito sem eles? O > conselho > >> > ira nos organizar enquanto classe? Como? Ou isso tb nao sera/eh funcao > do > >> > conselho? > >> > A minha esposa eh filiada ao conselho de Pediatria a cinco anos, paga > uma > >> > taxa absurda e ate hoje nada foi feito por ela, pelo contrario, o > proprio > >> > conselho fecha os olhos para muitas arbitrariedades da area, como ter > que > >> > fazer uma outra especializaçao(ja tendo feito dois anos de > residencia)dentro > >> > da especializaçao(Pediatria eh uma especilaizaçao da medicina) para > poder > >> > atuar em determinados hospitais daqui de Salvador, sem falar das > condiçoes > >> > de trabalho em determinadas clinicas e hospitais, porem o bloquete de > >> > cobrança sempre chega, e ai dela se nao pagar, pois nao podera atuar em > >> > lugar nenhum. Sera que nao seria mais coerente se filiar ao conselho > aqueles > >> > que o entendem como essencial, sem essa obrigatoriedade? Por que eu > tenho > >> > que obrigatoriamente, mesmo sendo reconhecido pela sociedade em que > atuo, me > >> > filiar ao conselho? Por que nao instituimos uma avaliaçao nacional, em > que > >> > seremos submetidos e assim melhorados naquilo em que pesa socialmente > saber? > >> > Por que as universidades nao se mobilizam para ranquear as academias, > como > >> > se faz com hoteis? Por que nao damos uma educaçao continuada para todos > que > >> > atuam, atraves de atividades de extensao nas universidades? Por que os > donos > >> > de academia, ao inves de falar em prol da regulamentaçao, nao financiam > as > >> > viagens dos seus "empregados professores" para cursos pelo pais afora? > Qual > >> > aluno nao ficara satisfeito sabendo que o professor que o assiste esta > >> > "fora" fazendo um curso de aperfeiçoamento? > >> > Bem acho que escrevir mais do que queria. Espero continuar com o debate > e > >> > gostaria muito de que os elementos que foram aqui apresentados, traga > novas > >> > discussoes, mas, por favor, vamos manter o nivel sempre muito alto > desta > >> > lista, afinal de contas, quer queiramos ou nao, estamos no mesmo barco, > >> > somos colegas, apenas temos o direito de pensar diferente e isso eh > muito > >> > bom. > >> > > >> > Um grande abraço a todos. > >> > > >> > Welington Araujo > >> > Professor/UEFS/BA > >> > > >> > ______________________________________________________ > >> > Get Your Private, Free Email at http://www.hotmail.com > > > >--------------9D536269EDF4B7D6E587578A > >Content-Type: text/html; charset=us-ascii > >Content-Transfer-Encoding: 7bit > > > > > > > >Roberto e demais listeiros, > >

Quando falamos que cabe ao conselho controlar a qualidade dos > >serviços fico apavorada. Me explico: > >
1. Quem vai compor o conselho? > >
2. Este conselho é composto por pessoas com uma visão > >ampla da diversidade de conhecimentos de que trata a educação > >física? > >
3. E as provas para "qualificar" profissionais que já são > >formados? De que assunto vão tratar? Vão referir-se aos > domínios > >da anatomia e fisiologia? Isto é suficiente para uma > atuação > >profissional adequada ao contexto histórico e às > especificidades > >em que profissionais de educação física atuam? > >
4. Até que ponto o conselho não vai representar uma > restrição > >violenta no campo do conhecimento e nas possibilidades de estudo, na medida > >em que, ao que me parece, é o conselho quem decide quem está > >qualificado a trabalhar, até que ponto não vamos passar a > >estudar apenas aquilo que nos qualifica segundo a ótica do conselho? > >
Parece-me que o conselho é um mecanismo profundamente > autoritário > >que sob a pretensão de proteger a população > (preocupação > >justa) acaba congelando e acorrentando as possibilidades de uma área > >de conhecimento extremamente nova como é a nossa. > >

Retomando a questão de outros conselhos, parece-me que > >há pouco tempo o conselho de medicina andou tentando controlar a > >atuação dos homeopatas. Parece-me que o argumento utilizado > >foi de que não haviam provas científicas suficientes de que > >a homeopatia surte efeito. (A discussão era alguma coisa assim e > >circulou em revistas). > >

Como fica a questão do conhecimento? Como ficam as > experiências > >que vêm gerando alternativas outras fora do circuito e do reino das > >mercadorias? > >

Coisas para ficarmos atentos. > >

Um abraço a todos, > >
Elza > >
  > >

Roberto Landwehr gravada: > >

Caros Listeiros, > >

Realmente,   as coisas andam mais calmas. O pessoal da > legalidade > >X legitimidade > >
acordou e descobriu que colocava a mesma coisa em > oposição... > >
Existem realmente prós e contras relacionados com qualquer > decisão. > >No caso > >
específico,  regulamentar a profissão também > >tem os seus contras, apesar, de  em > >
minha forma de interpretar os fatos, hajam mais prós ( e muito > >mais fortes) do > >
que contras. > >
Na verdade, o nosso sistema era totalmente falho e agora poderá > >ser remediado. > >
Em primeiro lugar, gostaria de diferenciar o leigo do prático. > >Leigo é aquele > >
que desconhece e prático é o que pratica a > profissão > >sem a formação devida. Isso > >
não quer dizer que o prático não tenha > conhecimento, > >apenas implica na definição > >
do caráter de sua formação. > >
Professores que dão aulas em universidades, são > pós > >graduados, e portanto > >
capacitados para tal, indiferentemente de possuirem licenciatura. > >
A condição de professor universitário, deveria > >ser privilégio e reafirmo a > >
palavra "privilégio"de quem se capacitou para tal.  > Infelizmente, > >nosso país > >
carece de Mestres e Doutores e poucos se dignam a enfrentar essa penosa > >
carreirta devido aos baixos salários. Por outro lado, se formos > >discutir a > >
fundo, poucos são os mestres e doutores que dispões de > >conhecimentos de > >
pedagogia e andragogia. Bom, isso é uma questão para > >o MEC... > >
O maior problema  da aceitação do Conselho, fruto > >da regulamentação, é a visão > >
reducionista e distorcida de que tal entidade seja uma entidade de > >classe. Não é > >
esse o meu conceito. O Conselho, tem por finalidade, CONTROLAR  > >a qualidade dos > >
serviços oferecidos na área do exercício, à > >fim de prover a população, com > >
profissionais devidamente preparados para exercer suas > funções. > >
Isso deveria se traduzir pela aplicação de exames de > >capacitação, assim como > >
fazem outras entidades afins. > >
A carteira do MEC tem seu valor quanto à licenciatura. > Porém, > >é muita pretensão, > >
querer propor a idéia de que um licenciado em > educação > >física está mais > >
capacitado do que um prático, a ministrar aulas em academia, > >trabalhar como > >
personal trainer, etc. > >
99% dos formados na área tem licenciatura e estão aptos > >a dar aulas de EF nas > >
escolas . > >
A atividade física vem sendo atrapalhada desde os seus prim&oacu > te;rdios > >pela falta de > >
profissionais competentes. Não é a toa que o mercado > >está cheio de práticos! > >
Quantos professores de EF aprenderam musculação ou > ginástica > >de academia na > >
faculdade? > >
A lei  criou uma relativa reserva de mercado, pois ainda > não > >temos bacharelados > >
suficientes a fim de formar especialistas em atividade física. > >
Por outro lado, querer comparar quem estudou anatomia, cinesiologia, > >fisiologia, > >
fisiologia do exercício com quem só tem a prática > >e experiência teórica em > >
revistas e alguns livros também não é > possível. > >
Querer dizer que qualquer um, sem a formação devida > está > >apto a trabalhar em > >
nossa área é desrespeitar nosso intelecto. Não > >é possível acreditar que > >
passamos  anos e anos estudando algo que não tem valor > >e nem faz diferença. > >
Dizer que o mercado deve ficar aberto, é um discurso social > >muito bonito e > >
injusto. A maioria de nós trabalhou e estudou. Os que não > >se formaram, muitas > >
vezes não tiveram nem capacidade para passar num vestibular. > >
Não creio que devamos continuar a premiar a falta de estudo. > >Ao contrário, em > >
minha opinião, o CONFEF deve elaborar o mais rápido > possível, > >exames de > >
capacitação, tanto para os práticos como para > >os leigos.( o exame deve ser o > >
mesmo) > >
Muitos de nós sonharam durante anos com a > regulamentação. > >Dentro de minha > >
insignificância, compareci ao congresso no dia da > votação > >e assisti toda a > >
palhaçada que se formou por parte da esquerda.O pior é > >que o meu partido tentou > >
atravancar as coisas. > >
Como bons brasileiros, estamos sempre criticando, porém sem > >propormos algo de > >
construtivo.  E infelizmente assim continua sendo. > >
Nada de pessoal. Não vi nenhuma proposta na mensagem anterior. > >Apenas críticas. > >
Não que algumas não tenham fundamento. mas outras > são > >extremadas. > >
Por exemplo: > >
O CRM impede que indivíduos sem a devida formação > >atendam a população. Quem > >
ganha? A medicina ganha, porém a população lucra > >mais. > >
O CRM oferece exames de capacitação aos médicos > >que não fazem residência. > >
Poucos o fazem, pois é mais fácil passar no exame de > >residência... > >
Bom, vou ficando por aqui, torcendo para que saia um exame de verdade. > >Aí sim > >
vamos ver se precisávamos ou não de sermos uma > profissão > >regulamentada > >
Saudações, > >
RL > >

welington silva wrote: > >

> Ola pessoal. > >
> > >
> Ha um bom tempo venho presenciando o debate sobre a > regulamentaçao > >e sempre > >
> me preocupou o carater da discussao que ia quase sempre para o embate > >
> pessoal. Felizmente, parece que esse elemento esta saindo da > discussao > >e a > >
> fundamentaçao começa, timidamente, a surgir. > >
> Inicialmente, quero dizer que nao tenho ainda uma posiçao > >clara, definida a > >
> respeito do tema, mas estou muito mais propenso para a posiçao > >contraria a > >
> regulamentaçao o que, eh claro, pode ser mudado plenamente. > >
> So sinto, e isso dificilmente alguem pode dizer que nao, que esse > >debate > >
> tenha vindo depois da regulamentaçao ja posta. Nao quero dizer > >com isso que > >
> nao houve debate, mas se aconteceu, foi em um carater muito timido > >e isso, > >
> temos que considerar, eh muito estranho. > >
> No entanto, ainda nao eh tarde, porque podemos muito bem redefinir > >o > >
> presente quadro e ai as atuais discussoes, fundamentadas, sem dose > >exagerada > >
> de paixao, procurando refletir sobre os argumentos pró e > contra, > >servira > >
> como embasadora para uma tomada de decisao mais consciente. > >
> Lembro-me que a discussao começou muito, e na atual discussao > >isso sempre eh > >
> lembrado, com as questoes dos leigos (nao gosto desse termo, prefiro > >o > >
> Nao-licenciado) e, claro, na esterira desta preocupaçao, com > >o elemento > >
> mercado de trabalho. > >
> Essa discussao começou a se apresentar muito estranha para > >mim quando vir > >
> colegas que hoje sao a favor da regulamentaçao, faz o discurso > >do "fora os > >
> leigos" e se esquece que sua atuaçao, durante muito > tempo,(mais > >de 15 anos) > >
> foi como professor nao-licenciado. > >
> Conheço colegas em Itabuna(Bahia),minha cidade natal, que > >atuaram na > >
> educaçao fisica como nao-licenciados e hoje fazem o discurso > >do "fora os > >
> leigos". E olha que foram excelentes professores e continuam sendo. > >O que os > >
> diferenciam? > >
> Simplesmente que hoje eles sao formados, tem um conhecimento mais > >pleno(?), > >
> tem um embasamento teorico maior e/ou melhor do que antes(sera que > >isso pode > >
> ser garantido tb) etc etc. > >
> Sera que o simples fato de termos tido condiçoes de sentar > >em um banco > >
> universitario nos dar o direito de sair julgando a competencia dos > >outros > >
> por ai? Competencia eh um termo muito subjetivo para sairmos > divulgando > >de > >
> forma aleatoria, utilizando-o como contra-argumento. > >
> O que dizer dos nossos colegas nao-licenciados, que sustentaram a > >educaçao > >
> fisica, muitas fezes em condiçoes sub-humanas? Onde anda o > >nosso espirito de > >
> classe? Somo ou nao professores? > >
> Parece-me que a discussao deve ser encaminhada por ai. O que somos? > >Qual a > >
> formaçao ideal? O que faremos com os medicos, advogados, > engenheiros > >que > >
> ensinam nas universidades mas sua formaçao nao eh de > licenciatura. > >O que sao > >
> eles? Leigos? Sao professores ou sao medicos? O que devemos fazer > >com eles? > >
> Nao me digam que essa discussao nao cabe aqui, pois conheço > >colegas que > >
> tiveram informaçao que a carteirinha do MEC nao vale mais, > >so faz concurso > >
> agora quem tiver a carteira do conselho. > >
> Outras perguntas: o que significa reserva de mercado? O que significa > >ser > >
> Leigo? Sera mesmo que a unica forma de atuaçao responsavel > >eh esta filiado > >
> ao conselho? Se a sociedade nao sabe se defender dos "treineiros" > >eh o > >
> conselho que vai dar essa competencia social? Sera que isso eh > verdade? > >A > >
> sociedade esta tao desprotegida assim dos "treineiros"? Atuei durante > >cinco > >
> anos na academia como professor de Musculaçao e sempre ouvir > >duas perguntas > >
> dos meus alunos e alunas: vc eh formado? Quanto tempo? > >
> Se um engenheiro quiser abrir uma ACADEMIA o que ira impedi-lo? O > >conselho? > >
> Como? Sera que precisamos mesmo deste tao falado conselho? O que > >estao > >
> fazendo aqueles ja existentes que nao podia ser feito sem eles? O > >conselho > >
> ira nos organizar enquanto classe? Como? Ou isso tb nao sera/eh > funcao > >do > >
> conselho? > >
> A minha esposa eh filiada ao conselho de Pediatria a cinco anos, > >paga uma > >
> taxa absurda e ate hoje nada foi feito por ela, pelo contrario, o > >proprio > >
> conselho fecha os olhos para muitas arbitrariedades da area, como > >ter que > >
> fazer uma outra especializaçao(ja tendo feito dois anos de > >residencia)dentro > >
> da especializaçao(Pediatria eh uma especilaizaçao da > >medicina) para poder > >
> atuar em determinados hospitais daqui de Salvador, sem falar das > >condiçoes > >
> de trabalho em determinadas clinicas e hospitais, porem o bloquete > >de > >
> cobrança sempre chega, e ai dela se nao pagar, pois nao podera > >atuar em > >
> lugar nenhum. Sera que nao seria mais coerente se filiar ao conselho > >aqueles > >
> que o entendem como essencial, sem essa obrigatoriedade? Por que > >eu tenho > >
> que obrigatoriamente, mesmo sendo reconhecido pela sociedade em que > >atuo, me > >
> filiar ao conselho? Por que nao instituimos uma avaliaçao > >nacional, em que > >
> seremos submetidos e assim melhorados naquilo em que pesa socialmente > >saber? > >
> Por que as universidades nao se mobilizam para ranquear as academias, > >como > >
> se faz com hoteis? Por que nao damos uma educaçao continuada > >para todos que > >
> atuam, atraves de atividades de extensao nas universidades? Por que > >os donos > >
> de academia, ao inves de falar em prol da regulamentaçao, > >nao financiam as > >
> viagens dos seus "empregados professores" para cursos pelo pais > afora? > >Qual > >
> aluno nao ficara satisfeito sabendo que o professor que o assiste > >esta > >
> "fora" fazendo um curso de aperfeiçoamento? > >
> Bem acho que escrevir mais do que queria. Espero continuar com o > >debate e > >
> gostaria muito de que os elementos que foram aqui apresentados, traga > >novas > >
> discussoes, mas, por favor, vamos manter o nivel sempre muito alto > >desta > >
> lista, afinal de contas, quer queiramos ou nao, estamos no mesmo > >barco, > >
> somos colegas, apenas temos o direito de pensar diferente e isso > >eh muito > >
> bom. > >
> > >
> Um grande abraço a todos. > >
> > >
> Welington Araujo > >
> Professor/UEFS/BA > >
> > >
> ______________________________________________________ > >
> Get Your Private, Free Email at href="http://www.hotmail.com">http://www.hotmail.com

> > > > > >--------------9D536269EDF4B7D6E587578A-- > > > >--------------51BC2A8BE164BBDF403A7FA6 > >Content-Type: text/x-vcard; charset=us-ascii; > > name="epeixoto.vcf" > >Content-Transfer-Encoding: 7bit > >Content-Description: Cartão para Elza Margarida de Mendonça Peixoto > >Content-Disposition: attachment; > > filename="epeixoto.vcf" > > > >begin:vcard > >n:Peixoto;Elza > >tel;home:Av. Rio de Janeiro, 1422, 305, centro, Londrina Paraná > >tel;work:Universidade Estadual de Londrina > >x-mozilla-html:FALSE > >org:Universidade Estadual de Londrina;Ginástica Recreação e Dança > >adr:;;Rodovia Celso Garcia Cid (Pr 445), Km > 380;Londrina;Paraná;86051-990;Brasil > >version:2.1 > >email;internet:epeixoto@uel.br > >title:Docente > >end:vcard > > > >--------------51BC2A8BE164BBDF403A7FA6-- --------------7BBF5904119271379F745A29 Content-Type: text/x-vcard; charset=us-ascii; name="epeixoto.vcf" Content-Transfer-Encoding: 7bit Content-Description: Cartão para Elza Margarida de Mendonça Peixoto Content-Disposition: attachment; filename="epeixoto.vcf" begin:vcard n:Peixoto;Elza tel;home:Av. Rio de Janeiro, 1422, 305, centro, Londrina Paraná tel;work:Universidade Estadual de Londrina x-mozilla-html:FALSE org:Universidade Estadual de Londrina;Ginástica Recreação e Dança adr:;;Rodovia Celso Garcia Cid (Pr 445), Km 380;Londrina;Paraná;86051-990;Brasil version:2.1 email;internet:epeixoto@uel.br title:Docente end:vcard --------------7BBF5904119271379F745A29-- From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Mon Mar 13 07:46:17 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id HAA22649 for ; Mon, 13 Mar 2000 07:46:03 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id NAA03602; Sun, 12 Mar 2000 13:49:00 -0300 (EST) Date: Sun, 12 Mar 2000 13:49:00 -0300 (EST) Message-Id: <38CBCC74.43D0@wnet.com.br> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: Amauri Aparecido Bassoli de Oliveira To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-l] [CEVPROF-L:262] regulamentação Caros companheiros de lista! Fico contente em ver tantos interessados no tema regulamentação. As opiniões têm sido as mais divergentes possíveis. Vejo que assim poderemos avançar, pois na divergência (com respeito e responsabilidade) alcançamos patamares superiores (Foucault, Marx, Taffarel, Bracht, Oliveira, Landwehr, Nanami, Pereira e tantos outros que acreditam no debate), seja de entidade, classe, categoria ou outra. O pessoal do conselho está a construir algo e tem solicitado constantemente apoio e discussões. Acredito que não se reverterá o processo, gostemos ou não. O importante será estarmos presentes e discutindo consistentemente os passos a serem percorridos para depois não ficarmos por ai dizendo que fizeram o que quiseram. A posição de simplesmente atacar depois que o fato se contitui é muito simples e não leva a nada a não ser aborrecimentos. Vamos discutir e procurar opinar democraticamente (?). Aproveito para informar que no endereço do confef já está uma proposta de "ética profissional" - vamos ler e contribuir! confef.org.br Administrador Amauri Bassoli Oliveira From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Tue Mar 14 15:29:57 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id PAA25824 for ; Tue, 14 Mar 2000 15:29:47 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id QAA27504; Tue, 14 Mar 2000 16:01:12 -0300 (EST) Date: Tue, 14 Mar 2000 16:01:12 -0300 (EST) Message-Id: <38CE8AEA.8CD0F721@earthlink.net> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: Roberto Landwehr To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-l] [CEVPROF-L:264] Re: [CEVPROF-L:261] Re: Oi Carlos, Obrigado por suas colocações. Gostaria, porém de transcender as suas explicações sobre as minhas colocações.: "A cada dois anos e meio o conhecimento dobra" Conhecimento é tudo aquilo de novo que é incorporado à humanidade. Com o advento da internet, o conhecimento passou a ser de domínio geral, inclusive o conhecimento dito "científico"que passou a ter acesso não direcionado. Infelizmente, a filosofia não caminha na mesma velocidade em que caminham outras ciências. O homem pouco se desenvolveu como "ser diferenciado" nos últimos milênios. A história da humanidade se repete o tempo todo. Se o conhecimento ( talvez fosse mais certo dizer "os conhecimentos") por si só implicasse em modificações de caráter no ser humano, a situação da humanidade seria outra. Bom, voltando à produção de conhecimento, hoje dobramos à cada dois anos e meio, em contraposição à um século ou mais no século passado e assim por diante. Desculpem, mas não disponho dos dados. Minha colocação tem como finalidade um efeito comparativo. O problema da rapidez na evolução do conhecimento, está na necessidade de mudanças rápidas. Não vejo isso em nossa sociedade estagnada. Os próprios cientistas por aqui, em geral, procuram ser extremamente cautelosos e consequentemente lentos. Enquanto ficamos discutindo a validade do CONFEF e não como melhorá-lo ou moldá-lo de forma coerente às nossas necessidades, o mundo continua mudando e numa velocidade cada vez maior. Não quero negar o valor inestimável da filosofia, mas quando temos situações concretas a enfrentar, o fazemos à luz de nosso conhecimento. Cada um com a sua história de vida e sua capacidade de percepção e absorção. Quando uma situação nova acontece, a primeira reação do ser humano é o medo. Então tentamos aniquilar nosso medo, aniquilando a causa do nosso medo, ao invés de conhecermos o motivo que noz faz temer, a fim de podermos reagir da forma correta. Isso me faz lembrar Castañeda e os 4 inimigos naturais do homem.. Seu raciocínio é muito interessante, porém, não válido. De que vale um "professor"que não permite que seus alunos se hidratem, por reprodução de conhecimentos distorcidos, etc. Se o professor de artes marciais estuda o fluxo de energia através do corpo, chacras, etc. Terá muito mais facilidade em compreender seu objeto de estudos, à partir de conhecimentos básicos de anatomia e fisiologia, ou ainda a capacidade de focalizar o treinamento de forma mais eficiente em indivíduos com esta ou aquela dificuldade, a partir do conhecimento de cinesiologia. E assim por diante. Um conhecimento mínimo aceitável não implica em restrição ao conhecimento. Um faixa preta de Karatê tem outro tipo de conhecimento que um faixa preta em Tae Kwon Do. Os conhecimentos mínimos inerentes à cada modalidade, são fixados pelas entidades que regem esses desportos. Porém, os conhecimentos mínimos que regem a instrução da atividade física são regidos pelo CONFEF. Como podemos verificar, aí existe uma grande contradição. O instrutor de artes marciais é submetido a uma série de examens rigorosos para ser reconhecido por sua entidade reguladora. Mas essas provas requerem apenas habilidade técnica e não conhecimento sobre fisiologia, anatomia, etc. Ora, essas artes marciais, milenares, tiveram origem em tempos remotos. quando o conhecimento em nossa área, práticamente inexistia. Então, continuaremos a ministrar atividade física sem uma instrução nutricional adequada, etc, por simples reprodução e sem evolução? Existe uma tendência em se criticar a ciência por parte dos que não a compreendem. Se por um lado o rigor científico é restringente, por outro a sua própria evolução já permite a consideração de caso por caso. Se por um lado a ciência avança rápido, por outro não. Isso não a invalida. A não explicação de todos os fenômenos é uma consequência natural ao estágio primitivo de desenvolvimento em que nos encontramos, ao passo que a modificação de conceitos à luz de novos conheciementos, demonstra que nada é imutável. Em uma escola muito conceituada, em minha cidade (por acaso a mesma em que vc mora) , resolveram que os alunos teriam que fazer pesquisas teóricas como complementação às aulas de EF. Os alunos recebiam pesquisas tipo: Regras de Basquete, Regras de Volei, História das Olimpíadas... A falta de visão e conhecimento dos profissionais, não conseguia nem chegar aos primórdios do século passado, quando da implantação da EF no Brasil. Tenho verificado, porém, que em alguns lugares, essa visão limitada do que é EF já se modificou. Escolas em que os alunos ao lado de suas atividades físicas aprendem aspectos de higiene, nutrição e importância da atividade física. Não é possível conceber-se que leigos sejam instrutores de qualquer coisa, afinal, a condição de leigo implica em desconhecimento. Nossa àrea não é tão simples assim, embora pareça aos que não a conhecem. Existe uma diferença muito grande entre leigo e prático. O grande salto da EF, é a compreensão de que não existem receitas. Receitas são utilizadas pelos práticos e eventualmente pelos leigos ( em si próprios), além é claro, pelos maus profissionais. O conhecimento permite o acesso individualizado e sem receitas. As receitas são o produto da ignorância e da falta de criatividade. Porém, existe um conhecimento básico importante, para se construir um sistema. Minha experiência com atividade física, foi tremendamente marcada pelas receitas e pela ignorância. Portanto, nada mais normal do que combatê-las. Quanto à sua crítica ao discurso da Fitness, tem um tremendo impacto na realidade. Nada mais distorcido do que os conceitos em fitness. Porém, nessa área, a grande maioria é prático. Aí vem a falta de conhecimentos para julgar as exigências geradas pela sociedade de consumo. Como me disse em caráter pessoal, uma das maiores autoridades mundiais em fitness : O Brasil tem os melhores atletas e coreógrafos de aeróbica do mundo, porém, tenho dúvidas na relação do conhecimento da aplicação dos princípios do desenvolvimento da atividade física em suas aulas. O maior problema da "fitness" é a falta de conhecimento para julgar os inputs da sociedade de consumo e produzir uma educação física coerente com a nossa sociedade. Mas lembrem-se que a maioria dos que nessa área atuam são ou alunos ou práticos de EF. Aí, os próprios alunos vão sendo moldados em um sistema falho e baseado em sociedades diferentes da nossa. Por si só, a licenciatura em EF não dá condição ninguém em atuar em fitness, surgindo daí mais distorções. Voltando às artes marciais, Yoga, etc, todas estas modalidades atendem a requisitos básicos de conhecimento inerentes à forma de especialização. portanto, seria uma contradição aceitar um tipo de controle mínimo e não o outro também. Volto a ressaltar que a exigência de conhecimentos mínimos não é reducionista. O conjunto de conhecimentos que fazem a diferenciação profissional é sempre o maior possível e está de acordo com a capacidade e o desejo individual em progredir. Saudações, RL Carlos Emanuel wrote: > Olá listeiros, > > Parece mesmo que o Landwehr estava com sono na última mensagem, são > tantas as incongruências... > Brincadeira, Roberto. Na verdade pode-se dizer que sua fala tem bastante > coesão, pois está fincada numa concepção largamente difundida (e tida como > verdade) acerca do que seja ciência, conhecimento e progresso. Aliás, idéia > que é o centro das divergências que temos e que refletem-se no caso da > regulamentação. > Tratando de aclarar a situação passarei a dialogar com o texto de > Landwehr. De forma alguma procuro aqui ridicularizar ou fazer oposição > gratuita, como às vezes querem fazer crer das argumentações críticas ou > radicais (de: "raiz", "profundo"), trato de estabelecer um diálogo. > Lembremos que para uma conversa é premente o interlocutor interessado em > compreender o ponto de vista alheio. > Suponho (com base nas mensagens) que o Roberto pense o conhecimento como > algo único, a verdade desvelada, que se vai erigindo como um edifício, > tijolo após tijolo, através dos avanços lineares da ciência, conduzindo ao > progresso: uma perspectiva desenvolvimentista e evolucionista. Vejamos > algumas passagens: > "A cada dois anos e meio o conhecimento tem dobrado." > "... que Deus nos ajude a seguirmos nosso caminho rumo ao progresso" > Muitos pensadores, da antropologia à física quântica (Geertz, Bohr, > Popper, Boff, Heisemberg...), chamam este paradigma de ultrapassado ou > retrógrado. A mim me parece que esta visão fechada (do acúmulo de > conhecimentos, da canonização da ciência) se faz mais presente do que nunca > na regulamentação, revitalizando o surrado positivismo com sua bandeira pela > ordem e progresso (Landwher enuncia: "onde não há controle não há > progresso"). > Nessa idéia montam os que advogam pela existência de "conhecimentos > mínimos necessários" à uma profissão ou atividade. É bem verdade: qualquer > ação necessita conhecimentos. O que eles não dizem é que tipo de > conhecimento será exigido e autorizado. E mais: que tipo de objetivos têm a > utilização de determinado conhecimento. Ainda: quais as ideologias inerentes > a esse conhecimento (pra isso não há resposta, afinal, segundo eles a > ciência é neutra, pura, e política é para os partidos...). Além do que, têm > uma concepção estreita acerca do conhecimento, considerando-o apenas em sua > vertente científico-racionalista e desprezando a diversidade cultural > representada nas diferentes apreensões que se pode fazer da realidade. > Num exercício de imaginação do previsível, ponham-se no lugar de um > mestre de artes marciais, que tenha uma concepção muito diversa em torno da > existência humana ou mesmo dos processos energéticos que se dão no homem, > respondendo a um questionário de bioquímica para poder continuar com seus > ensinamentos. Ou então vamos ao mestre de capoeira, envolvido com os > processos da comunidade em que exerce sua função, impedido de manter seu > papel por ter sido reprovado na prova de treinamento desportivo. > Com essas simples (para alguns futeis) exemplificações, deixo vocês > pensarem em torno das divergências de linhas (das que existem e das que > viriam a existir) dentro da própria educação física, ou mesmo fora, das > àreas que a fundamentam. > Para terminar, coloco um questionamento. Não seria o discurso de > periculosidade dos "leigos" para a sociedade uma enorme falsidade? Na > verdade quem é realmente perigoso: o "prático"? Ou o próprio discurso > fitness, autorizado pela educação física, que persegue "imperfeições" > anatômicas, caça elementos fora do padrão de "saúde" e "estética", incute > uma conduta obsessiva de auto-policiamento individual das condutas, > posturas, hábitos, aparências, desejos, sensações etc, vomitando receitas e > índices ideais acerca do que seja saudável ou bonito (medidas dos músculos, > gordura, peso, consumo de oxigênio, dietas de alimentação, hábitos e > exercícios etc), fazendo-nos, como diz Lucien Sfez (A saúde perfeita: > crítica de uma nova utopia), cada vez mais dependentes do perito (detentor > do conhecimento uno) e cada vez mais normatizados nos usos dos corpos nossos > e alheios, tudo às custas da grande utopia "científica" do corpo e saúde > perfeitos? > > um abraço, e reitero meu respeito as posições e idéias de quem quer que > seja. > > carlos emanuel sautchuk - graduando - unb > From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Thu Mar 16 22:28:22 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id WAA29926 for ; Thu, 16 Mar 2000 22:27:59 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id XAA08316; Thu, 16 Mar 2000 23:00:37 -0300 (EST) Date: Thu, 16 Mar 2000 23:00:37 -0300 (EST) Message-Id: <00c701bf8fb4$f1686860$5959fcc8@5771602.linkexpres.com.br> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: "Carlos Emanuel" To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-l] [CEVPROF-L:265] =?iso-8859-1?Q?Regulamenta=E7=E3o_e_filosofia?= Olá, aqui estou novamente, Elza, obrigado pelos elogios, ainda que eu os creia inmerecidos. Qto à qualificação para a discussão, está claro que a leitura agita e faz surgirem as idéias (é como um diálogo solitário, mas nunca uma "absorção" de conhecimentos,, pois a apreensão de uma realidade não se copia, cria-se). Não obstante, ela não é a única via para estruturação de idéias valiosas ao debate, veja p. ex. a prática pedagógica. De modo que anime-se: sua contribuição está sendo indispensável, porque levanta novos pontos, é bem estruturada e sincera. No tocante às expectativas otimistas que demonstraste em torno da erradicação do uso de anabolizantes e similares pelo CONFEF, sou de opinião diferente. Entendo que esse é um fenômeno fortíssimo, profundamente arraigado (e engendrado) nas atuais relações sociais, sendo exemplo maior do domínio do corpo proporcionado pela, dita em mensagens anteriores, utopia do corpo perfeito, e que remete a varios assuntos que já pontuei. Assim que, se afeto fosse às apostas, jogaria contra qualquer que tal fenômeno não só não será erradicado, como manter-se-á no mesmo patamar. Tenha-se como exemplo o mais absoluto fracasso das prisões e policiamentos na erradicação da criminalidade (e o sucesso em gerá-la; ver Foucault). Quanto à mensagem do Landwehr, observa-se uma argumentação repetitiva, insistindo nas concepções (quanto à ciência, progresso e conhecimento) que já combati, o que me leva a desistir de continuar nesse ponto, ainda que o creia o mais importante, e partir para outras contendas, afim de tornar mais dinâmico o diálogo. Mas não irei tão longe: proponho rediscutir a aparente noção do Roberto quanto à filosofia e suas "utilidades". Ao contrário do que ele colocou, e da forma como penso, a filosofia não é uma prática estanque, algo que pratica-se quando longe dos afazeres mais "sérios", práticos e/ou urgentes. A filosofia está intrínseca e é geratriz de qualquer ação, pensamento ou sentimento, e pensá-la é rediscutir o modus operandi (a argumentação pró-regulamentação p. ex. está marcadamente direcionada por uma filosofia positivista). Filosofar é por-se em dúvida, questionar-se, abandonar a arrogância e por-se a ouvir a outrem ou a si mesmo. Ao contrário do alardeado (muito espertamente) filosofar não é tarefa das mais amenas ou inúteis, mas sim das mais profícuas e arriscadas, pois ela põe em cheque a linearidade, os dogmas, o óbvio, tanto das relações sociais quanto dos entendimentos mais intimos. Talvez esteja aqui a grande dificuldade em argumentar de forma mais aprofundada, radical: os que temem o "mergulho" defendem-se (ou agridem?) facilmente com os argumentos "reais", "práticos", "palpáveis", que protejem das mudanças e imobilizam, prendem... Landwehr, são muitos os trechos do seu texto que gostaria de comentar, mas como o meu tempo e a paciência do leitor com minhas apagadas palavras estão por esgotarem-se, aguardemos a próxima oportunidade, mas não sem antes reproduzir uma intrigante passagem: "Com o advento da internet, o conhecimento passou a ser de domínio geral." Que conhecimento? O que significam "domínio" e "geral"? Esse é o convite da filosofia. Quem se atreve? Abraço a todos, Carlos Emanuel Sautchuk - graduando - UnB -----Mensagem original----- De: Roberto Landwehr Para: Multiple recipients of list Data: Terça-feira, 14 de Março de 2000 16:01 Assunto: [CEVPROF-L:264] Re: [CEVPROF-L:261] Re: >Oi Carlos, > >Obrigado por suas colocações. >Gostaria, porém de transcender as suas explicações sobre as minhas colocações.: >"A cada dois anos e meio o conhecimento dobra" >Conhecimento é tudo aquilo de novo que é incorporado à humanidade. Com o advento >da internet, o conhecimento passou a ser de domínio geral, inclusive o >conhecimento dito "científico"que passou a ter acesso não direcionado. >Infelizmente, a filosofia não caminha na mesma velocidade em que caminham outras >ciências. O homem pouco se desenvolveu como "ser diferenciado" nos últimos >milênios. A história da humanidade se repete o tempo todo. >Se o conhecimento ( talvez fosse mais certo dizer "os conhecimentos") por si só >implicasse em modificações de caráter no ser humano, a situação da humanidade >seria outra. >Bom, voltando à produção de conhecimento, hoje dobramos à cada dois anos e meio, >em contraposição à um século ou mais no século passado e assim por diante. >Desculpem, mas não disponho dos dados. Minha colocação tem como finalidade um >efeito comparativo. >O problema da rapidez na evolução do conhecimento, está na necessidade de >mudanças rápidas. Não vejo isso em nossa sociedade estagnada. Os próprios >cientistas por aqui, em geral, procuram ser extremamente cautelosos e >consequentemente lentos. >Enquanto ficamos discutindo a validade do CONFEF e não como melhorá-lo ou >moldá-lo de forma coerente às nossas necessidades, o mundo continua mudando e >numa velocidade cada vez maior. Não quero negar o valor inestimável da >filosofia, mas quando temos situações concretas a enfrentar, o fazemos à luz de >nosso conhecimento. Cada um com a sua história de vida e sua capacidade de >percepção e absorção. >Quando uma situação nova acontece, a primeira reação do ser humano é o medo. >Então tentamos aniquilar nosso medo, aniquilando a causa do nosso medo, ao invés >de conhecermos o motivo que noz faz temer, a fim de podermos reagir da forma >correta. >Isso me faz lembrar Castañeda e os 4 inimigos naturais do homem.. > >Seu raciocínio é muito interessante, porém, não válido. De que vale um >"professor"que não permite que seus alunos se hidratem, por reprodução de >conhecimentos distorcidos, etc. >Se o professor de artes marciais estuda o fluxo de energia através do corpo, >chacras, etc. Terá muito mais facilidade em compreender seu objeto de estudos, à >partir de conhecimentos básicos de anatomia e fisiologia, ou ainda a capacidade >de focalizar o treinamento de forma mais eficiente em indivíduos com esta ou >aquela dificuldade, a partir do conhecimento de cinesiologia. >E assim por diante. >Um conhecimento mínimo aceitável não implica em restrição ao conhecimento. Um >faixa preta de Karatê tem outro tipo de conhecimento que um faixa preta em Tae >Kwon Do. Os conhecimentos mínimos inerentes à cada modalidade, são fixados pelas >entidades que regem esses desportos. Porém, os conhecimentos mínimos que regem a >instrução da atividade física são regidos pelo CONFEF. >Como podemos verificar, aí existe uma grande contradição. O instrutor de artes >marciais é submetido a uma série de examens rigorosos para ser reconhecido por >sua entidade reguladora. Mas essas provas requerem apenas habilidade técnica e >não conhecimento sobre fisiologia, anatomia, etc. Ora, essas artes marciais, >milenares, tiveram origem em tempos remotos. quando o conhecimento em nossa >área, práticamente inexistia. Então, continuaremos a ministrar atividade física >sem uma instrução nutricional adequada, etc, por simples reprodução e sem >evolução? >Existe uma tendência em se criticar a ciência por parte dos que não a >compreendem. Se por um lado o rigor científico é restringente, por outro a sua >própria evolução já permite a consideração de caso por caso. >Se por um lado a ciência avança rápido, por outro não. Isso não a invalida. A >não explicação de todos os fenômenos é uma consequência natural ao estágio >primitivo de desenvolvimento em que nos encontramos, ao passo que a modificação >de conceitos à luz de novos conheciementos, demonstra que nada é imutável. >Em uma escola muito conceituada, em minha cidade (por acaso a mesma em que vc >mora) , resolveram que os alunos teriam que fazer pesquisas teóricas como >complementação às aulas de EF. Os alunos recebiam pesquisas tipo: >Regras de Basquete, Regras de Volei, História das Olimpíadas... >A falta de visão e conhecimento dos profissionais, não conseguia nem chegar aos >primórdios do século passado, quando da implantação da EF no Brasil. >Tenho verificado, porém, que em alguns lugares, essa visão limitada do que é EF >já se modificou. Escolas em que os alunos ao lado de suas atividades físicas >aprendem aspectos de higiene, nutrição e importância da atividade física. >Não é possível conceber-se que leigos sejam instrutores de qualquer coisa, >afinal, a condição de leigo implica em desconhecimento. Nossa àrea não é tão >simples assim, embora pareça aos que não a conhecem. Existe uma diferença muito >grande entre leigo e prático. >O grande salto da EF, é a compreensão de que não existem receitas. Receitas são >utilizadas pelos práticos e eventualmente pelos leigos ( em si próprios), além é >claro, pelos maus profissionais. O conhecimento permite o acesso individualizado >e sem receitas. As receitas são o produto da ignorância e da falta de >criatividade. >Porém, existe um conhecimento básico importante, para se construir um sistema. >Minha experiência com atividade física, foi tremendamente marcada pelas receitas >e pela ignorância. Portanto, nada mais normal do que combatê-las. >Quanto à sua crítica ao discurso da Fitness, tem um tremendo impacto na >realidade. Nada mais distorcido do que os conceitos em fitness. Porém, nessa >área, a grande maioria é prático. Aí vem a falta de conhecimentos para julgar as >exigências geradas pela sociedade de consumo. >Como me disse em caráter pessoal, uma das maiores autoridades mundiais em >fitness : O Brasil tem os melhores atletas e coreógrafos de aeróbica do mundo, >porém, tenho dúvidas na relação do conhecimento da aplicação dos princípios do >desenvolvimento da atividade física em suas aulas. >O maior problema da "fitness" é a falta de conhecimento para julgar os inputs >da sociedade de consumo e produzir uma educação física coerente com a nossa >sociedade. Mas lembrem-se que a maioria dos que nessa área atuam são ou alunos >ou práticos de EF. Aí, os próprios alunos vão sendo moldados em um sistema falho >e baseado em sociedades diferentes da nossa. >Por si só, a licenciatura em EF não dá condição ninguém em atuar em fitness, >surgindo daí mais distorções. >Voltando às artes marciais, Yoga, etc, todas estas modalidades atendem a >requisitos básicos de conhecimento inerentes à forma de especialização. >portanto, seria uma contradição aceitar um tipo de controle mínimo e não o outro >também. >Volto a ressaltar que a exigência de conhecimentos mínimos não é reducionista. O >conjunto de conhecimentos que fazem a diferenciação profissional é sempre o >maior possível e está de acordo com a capacidade e o desejo individual em >progredir. >Saudações, >RL > > > > >Carlos Emanuel wrote: > >> Olá listeiros, >> >> Parece mesmo que o Landwehr estava com sono na última mensagem, são >> tantas as incongruências... >> Brincadeira, Roberto. Na verdade pode-se dizer que sua fala tem bastante >> coesão, pois está fincada numa concepção largamente difundida (e tida como >> verdade) acerca do que seja ciência, conhecimento e progresso. Aliás, idéia >> que é o centro das divergências que temos e que refletem-se no caso da >> regulamentação. >> Tratando de aclarar a situação passarei a dialogar com o texto de >> Landwehr. De forma alguma procuro aqui ridicularizar ou fazer oposição >> gratuita, como às vezes querem fazer crer das argumentações críticas ou >> radicais (de: "raiz", "profundo"), trato de estabelecer um diálogo. >> Lembremos que para uma conversa é premente o interlocutor interessado em >> compreender o ponto de vista alheio. >> Suponho (com base nas mensagens) que o Roberto pense o conhecimento como >> algo único, a verdade desvelada, que se vai erigindo como um edifício, >> tijolo após tijolo, através dos avanços lineares da ciência, conduzindo ao >> progresso: uma perspectiva desenvolvimentista e evolucionista. Vejamos >> algumas passagens: >> "A cada dois anos e meio o conhecimento tem dobrado." >> "... que Deus nos ajude a seguirmos nosso caminho rumo ao progresso" >> Muitos pensadores, da antropologia à física quântica (Geertz, Bohr, >> Popper, Boff, Heisemberg...), chamam este paradigma de ultrapassado ou >> retrógrado. A mim me parece que esta visão fechada (do acúmulo de >> conhecimentos, da canonização da ciência) se faz mais presente do que nunca >> na regulamentação, revitalizando o surrado positivismo com sua bandeira pela >> ordem e progresso (Landwher enuncia: "onde não há controle não há >> progresso"). >> Nessa idéia montam os que advogam pela existência de "conhecimentos >> mínimos necessários" à uma profissão ou atividade. É bem verdade: qualquer >> ação necessita conhecimentos. O que eles não dizem é que tipo de >> conhecimento será exigido e autorizado. E mais: que tipo de objetivos têm a >> utilização de determinado conhecimento. Ainda: quais as ideologias inerentes >> a esse conhecimento (pra isso não há resposta, afinal, segundo eles a >> ciência é neutra, pura, e política é para os partidos...). Além do que, têm >> uma concepção estreita acerca do conhecimento, considerando-o apenas em sua >> vertente científico-racionalista e desprezando a diversidade cultural >> representada nas diferentes apreensões que se pode fazer da realidade. >> Num exercício de imaginação do previsível, ponham-se no lugar de um >> mestre de artes marciais, que tenha uma concepção muito diversa em torno da >> existência humana ou mesmo dos processos energéticos que se dão no homem, >> respondendo a um questionário de bioquímica para poder continuar com seus >> ensinamentos. Ou então vamos ao mestre de capoeira, envolvido com os >> processos da comunidade em que exerce sua função, impedido de manter seu >> papel por ter sido reprovado na prova de treinamento desportivo. >> Com essas simples (para alguns futeis) exemplificações, deixo vocês >> pensarem em torno das divergências de linhas (das que existem e das que >> viriam a existir) dentro da própria educação física, ou mesmo fora, das >> àreas que a fundamentam. >> Para terminar, coloco um questionamento. Não seria o discurso de >> periculosidade dos "leigos" para a sociedade uma enorme falsidade? Na >> verdade quem é realmente perigoso: o "prático"? Ou o próprio discurso >> fitness, autorizado pela educação física, que persegue "imperfeições" >> anatômicas, caça elementos fora do padrão de "saúde" e "estética", incute >> uma conduta obsessiva de auto-policiamento individual das condutas, >> posturas, hábitos, aparências, desejos, sensações etc, vomitando receitas e >> índices ideais acerca do que seja saudável ou bonito (medidas dos músculos, >> gordura, peso, consumo de oxigênio, dietas de alimentação, hábitos e >> exercícios etc), fazendo-nos, como diz Lucien Sfez (A saúde perfeita: >> crítica de uma nova utopia), cada vez mais dependentes do perito (detentor >> do conhecimento uno) e cada vez mais normatizados nos usos dos corpos nossos >> e alheios, tudo às custas da grande utopia "científica" do corpo e saúde >> perfeitos? >> >> um abraço, e reitero meu respeito as posições e idéias de quem quer que >> seja. >> >> carlos emanuel sautchuk - graduando - unb >> From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Fri Mar 17 02:36:23 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id CAA30238 for ; Fri, 17 Mar 2000 02:36:23 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id DAA18237; Fri, 17 Mar 2000 03:10:54 -0300 (EST) Date: Fri, 17 Mar 2000 03:10:54 -0300 (EST) Message-Id: <38D1CB08.85F179DE@earthlink.net> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: Roberto Landwehr To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-l] [CEVPROF-L:266] Re: =?iso-8859-1?Q?Regulamenta=E7=E3o?= e filosofia Caro Carlos, Bom, não acredito que um filósofo se digne a dizer que não dispõe de tempo. Afinal, o que é tempo? Quem tem tempo?O corpo cansa, mas incansável é o espírito. Não entendi de onde saiu a discussão sobre drogas e o CONFEF Em mensagens anteriores o nobre colega tentou rotular a minha visão de conhecimento. Agora questiona como forma de induzir a uma colocação que de QUALQUER FORMA SERÁ UTILIZADA como base para tentar desacreditar seus oponentes. Peço ao nobre colega que identifique não apenas em sua atual área de estudos, como também, outras áreas em que porventura já possa ter se graduado. Não tenho portanto, a menor intenção de travar um embate sobre filosofia Porém, agradeço ao pouco que aprendi dessa ciência, pois foi em contato com ela que perdi a minha inocência e aprendi um dos conceitos mais importantes na evolução ( evolução?) da humanidade. O SOFISMA. E aprendi a compreender a natureza do homem que modifica a realidade dos fatos sem modificar os fatos nem a realidade, e apenas utilizando-se da palavra. Assim, não há propósito em nossa discussão em se tentar definir o que é conhecimento sob qualquer ótica plausível. Por falar em conhecimento, sou obrigado a discordar mais uma vez de suas colocações, como sempre, tão bem redigidas. A leitura agita e através dela ocorre a aprendizagem. Não como fruto de uma cópia memorizada da leitura, porém, como fruto da organização de percepções, de acordo com a capacidade, vivência, etc. Assim sendo, nem o livro nem o professor ou o debate ensinam, mas ao contrário, é o indivíduo que de acordo com a sua predisposição aprende. Gostaria entretanto de rebater mais algumas colocações feitas em sua mensagem anterior, que mais uma vez deram um formato todo especial e não real de minhas colocações. Portanto, mais uma vez serei repetitivo. 1 - Em momento algum, afirmei que a filosofia seja estanque. Apenas a comparei com outras ciências de forma a ficar patente que a evolução do homem no aspecto filosófico é mais lenta. Não pretendo aqui culpar os filósofos, mas ao contrário do que nos prega nosso companheiro, em geral, os filósofos escrevem e falam para si próprios, em tom extremamente arrogante, excluindo ao povo em geral a oportunidade de compreender melhor as suas colocações. É claro, que assim o fazem em sua maioria todas as outras ciências, porém, sem saber como funciona um chip Pentium, sou capaz de utilizar um computador. Enfim, a maioria das ciências se transforma em algo acessível à população, não sendo necessário um QI acima de 160 para a sua compreensão. (usei a expressão "QI 160 em tom metafórico) Quanto à argumentação dos que "temem o mergulho", aí vai uma prova concreta de um sofisma. Sou mais uma vez obrigado a me repetir. Em mensagem anterior, fui bem claro que toda mudança gera ansiedades e medo. E o medo faz com que se reaja às transformações. Portanto, os que defendem a mudança, procuram uma melhora, enquanto que os que a atacam , o fazem por temor, sem ao menos se darem a oportunidade de conhecer essas mudanças. O Amauri Bassoli colocou uma questão que deveria ser discutida acima de tudo: DEMOCRACIA. A sociedade brasileira pediu e recebeu a regulamentação da profissão Mais uma vez sou obrigado a me repetir ao propor um questionamento aos que são contra a regulamentação: É certo acabar com a lei, antes mesmo que seus efeitos se façam sentir em nossa sociedade, ou deveríamos procurar moldar o CONFEF dentro de uma visão democrática a fim de que atendesse as necessidades da sociedade aliadas às necessidades da classe? Essa é a verdadeira questão. Saudações, Roberto Landwehr PS: Carlos Emanuel wrote: > Olá, aqui estou novamente, > > Elza, obrigado pelos elogios, ainda que eu os creia inmerecidos. > Qto à qualificação para a discussão, está claro que a leitura agita e > faz surgirem as idéias (é como um diálogo solitário, mas nunca uma > "absorção" de conhecimentos,, pois a apreensão de uma realidade não se > copia, cria-se). Não obstante, ela não é a única via para estruturação de > idéias valiosas ao debate, veja p. ex. a prática pedagógica. De modo que > anime-se: sua contribuição está sendo indispensável, porque levanta novos > pontos, é bem estruturada e sincera. > No tocante às expectativas otimistas que demonstraste em torno da > erradicação do uso de anabolizantes e similares pelo CONFEF, sou de opinião > diferente. Entendo que esse é um fenômeno fortíssimo, profundamente > arraigado (e engendrado) nas atuais relações sociais, sendo exemplo maior do > domínio do corpo proporcionado pela, dita em mensagens anteriores, utopia do > corpo perfeito, e que remete a varios assuntos que já pontuei. Assim que, se > afeto fosse às apostas, jogaria contra qualquer que tal fenômeno não só não > será erradicado, como manter-se-á no mesmo patamar. Tenha-se como exemplo o > mais absoluto fracasso das prisões e policiamentos na erradicação da > criminalidade (e o sucesso em gerá-la; ver Foucault). > Quanto à mensagem do Landwehr, observa-se uma argumentação repetitiva, > insistindo nas concepções (quanto à ciência, progresso e conhecimento) que > já combati, o que me leva a desistir de continuar nesse ponto, ainda que o > creia o mais importante, e partir para outras contendas, afim de tornar mais > dinâmico o diálogo. > Mas não irei tão longe: proponho rediscutir a aparente noção do Roberto > quanto à filosofia e suas "utilidades". Ao contrário do que ele colocou, e > da forma como penso, a filosofia não é uma prática estanque, algo que > pratica-se quando longe dos afazeres mais "sérios", práticos e/ou urgentes. > A filosofia está intrínseca e é geratriz de qualquer ação, pensamento ou > sentimento, e pensá-la é rediscutir o modus operandi (a argumentação > pró-regulamentação p. ex. está marcadamente direcionada por uma filosofia > positivista). Filosofar é por-se em dúvida, questionar-se, abandonar a > arrogância e por-se a ouvir a outrem ou a si mesmo. Ao contrário do > alardeado (muito espertamente) filosofar não é tarefa das mais amenas ou > inúteis, mas sim das mais profícuas e arriscadas, pois ela põe em cheque a > linearidade, os dogmas, o óbvio, tanto das relações sociais quanto dos > entendimentos mais intimos. Talvez esteja aqui a grande dificuldade em > argumentar de forma mais aprofundada, radical: os que temem o "mergulho" > defendem-se (ou agridem?) facilmente com os argumentos "reais", "práticos", > "palpáveis", que protejem das mudanças e imobilizam, prendem... > > Landwehr, são muitos os trechos do seu texto que gostaria de comentar, > mas como o meu tempo e a paciência do leitor com minhas apagadas palavras > estão por esgotarem-se, aguardemos a próxima oportunidade, mas não sem antes > reproduzir uma intrigante passagem: > > "Com o advento da internet, o conhecimento passou a ser de domínio > geral." > > Que conhecimento? O que significam "domínio" e "geral"? > > Esse é o convite da filosofia. Quem se atreve? > > Abraço a todos, > > Carlos Emanuel Sautchuk - graduando - UnB > > -----Mensagem original----- > De: Roberto Landwehr > Para: Multiple recipients of list > Data: Terça-feira, 14 de Março de 2000 16:01 > Assunto: [CEVPROF-L:264] Re: [CEVPROF-L:261] Re: > > >Oi Carlos, > > > >Obrigado por suas colocações. > >Gostaria, porém de transcender as suas explicações sobre as minhas > colocações.: > >"A cada dois anos e meio o conhecimento dobra" > >Conhecimento é tudo aquilo de novo que é incorporado à humanidade. Com o > advento > >da internet, o conhecimento passou a ser de domínio geral, inclusive o > >conhecimento dito "científico"que passou a ter acesso não direcionado. > >Infelizmente, a filosofia não caminha na mesma velocidade em que caminham > outras > >ciências. O homem pouco se desenvolveu como "ser diferenciado" nos últimos > >milênios. A história da humanidade se repete o tempo todo. > >Se o conhecimento ( talvez fosse mais certo dizer "os conhecimentos") por > si só > >implicasse em modificações de caráter no ser humano, a situação da > humanidade > >seria outra. > >Bom, voltando à produção de conhecimento, hoje dobramos à cada dois anos e > meio, > >em contraposição à um século ou mais no século passado e assim por diante. > >Desculpem, mas não disponho dos dados. Minha colocação tem como finalidade > um > >efeito comparativo. > >O problema da rapidez na evolução do conhecimento, está na necessidade de > >mudanças rápidas. Não vejo isso em nossa sociedade estagnada. Os próprios > >cientistas por aqui, em geral, procuram ser extremamente cautelosos e > >consequentemente lentos. > >Enquanto ficamos discutindo a validade do CONFEF e não como melhorá-lo ou > >moldá-lo de forma coerente às nossas necessidades, o mundo continua mudando > e > >numa velocidade cada vez maior. Não quero negar o valor inestimável da > >filosofia, mas quando temos situações concretas a enfrentar, o fazemos à > luz de > >nosso conhecimento. Cada um com a sua história de vida e sua capacidade de > >percepção e absorção. > >Quando uma situação nova acontece, a primeira reação do ser humano é o > medo. > >Então tentamos aniquilar nosso medo, aniquilando a causa do nosso medo, ao > invés > >de conhecermos o motivo que noz faz temer, a fim de podermos reagir da > forma > >correta. > >Isso me faz lembrar Castañeda e os 4 inimigos naturais do homem.. > > > >Seu raciocínio é muito interessante, porém, não válido. De que vale um > >"professor"que não permite que seus alunos se hidratem, por reprodução de > >conhecimentos distorcidos, etc. > >Se o professor de artes marciais estuda o fluxo de energia através do > corpo, > >chacras, etc. Terá muito mais facilidade em compreender seu objeto de > estudos, à > >partir de conhecimentos básicos de anatomia e fisiologia, ou ainda a > capacidade > >de focalizar o treinamento de forma mais eficiente em indivíduos com esta > ou > >aquela dificuldade, a partir do conhecimento de cinesiologia. > >E assim por diante. > >Um conhecimento mínimo aceitável não implica em restrição ao conhecimento. > Um > >faixa preta de Karatê tem outro tipo de conhecimento que um faixa preta em > Tae > >Kwon Do. Os conhecimentos mínimos inerentes à cada modalidade, são fixados > pelas > >entidades que regem esses desportos. Porém, os conhecimentos mínimos que > regem a > >instrução da atividade física são regidos pelo CONFEF. > >Como podemos verificar, aí existe uma grande contradição. O instrutor de > artes > >marciais é submetido a uma série de examens rigorosos para ser reconhecido > por > >sua entidade reguladora. Mas essas provas requerem apenas habilidade > técnica e > >não conhecimento sobre fisiologia, anatomia, etc. Ora, essas artes > marciais, > >milenares, tiveram origem em tempos remotos. quando o conhecimento em nossa > >área, práticamente inexistia. Então, continuaremos a ministrar atividade > física > >sem uma instrução nutricional adequada, etc, por simples reprodução e sem > >evolução? > >Existe uma tendência em se criticar a ciência por parte dos que não a > >compreendem. Se por um lado o rigor científico é restringente, por outro a > sua > >própria evolução já permite a consideração de caso por caso. > >Se por um lado a ciência avança rápido, por outro não. Isso não a invalida. > A > >não explicação de todos os fenômenos é uma consequência natural ao estágio > >primitivo de desenvolvimento em que nos encontramos, ao passo que a > modificação > >de conceitos à luz de novos conheciementos, demonstra que nada é imutável. > >Em uma escola muito conceituada, em minha cidade (por acaso a mesma em que > vc > >mora) , resolveram que os alunos teriam que fazer pesquisas teóricas como > >complementação às aulas de EF. Os alunos recebiam pesquisas tipo: > >Regras de Basquete, Regras de Volei, História das Olimpíadas... > >A falta de visão e conhecimento dos profissionais, não conseguia nem chegar > aos > >primórdios do século passado, quando da implantação da EF no Brasil. > >Tenho verificado, porém, que em alguns lugares, essa visão limitada do que > é EF > >já se modificou. Escolas em que os alunos ao lado de suas atividades > físicas > >aprendem aspectos de higiene, nutrição e importância da atividade física. > >Não é possível conceber-se que leigos sejam instrutores de qualquer coisa, > >afinal, a condição de leigo implica em desconhecimento. Nossa àrea não é > tão > >simples assim, embora pareça aos que não a conhecem. Existe uma diferença > muito > >grande entre leigo e prático. > >O grande salto da EF, é a compreensão de que não existem receitas. Receitas > são > >utilizadas pelos práticos e eventualmente pelos leigos ( em si próprios), > além é > >claro, pelos maus profissionais. O conhecimento permite o acesso > individualizado > >e sem receitas. As receitas são o produto da ignorância e da falta de > >criatividade. > >Porém, existe um conhecimento básico importante, para se construir um > sistema. > >Minha experiência com atividade física, foi tremendamente marcada pelas > receitas > >e pela ignorância. Portanto, nada mais normal do que combatê-las. > >Quanto à sua crítica ao discurso da Fitness, tem um tremendo impacto na > >realidade. Nada mais distorcido do que os conceitos em fitness. Porém, > nessa > >área, a grande maioria é prático. Aí vem a falta de conhecimentos para > julgar as > >exigências geradas pela sociedade de consumo. > >Como me disse em caráter pessoal, uma das maiores autoridades mundiais em > >fitness : O Brasil tem os melhores atletas e coreógrafos de aeróbica do > mundo, > >porém, tenho dúvidas na relação do conhecimento da aplicação dos princípios > do > >desenvolvimento da atividade física em suas aulas. > >O maior problema da "fitness" é a falta de conhecimento para julgar os > inputs > >da sociedade de consumo e produzir uma educação física coerente com a nossa > >sociedade. Mas lembrem-se que a maioria dos que nessa área atuam são ou > alunos > >ou práticos de EF. Aí, os próprios alunos vão sendo moldados em um sistema > falho > >e baseado em sociedades diferentes da nossa. > >Por si só, a licenciatura em EF não dá condição ninguém em atuar em > fitness, > >surgindo daí mais distorções. > >Voltando às artes marciais, Yoga, etc, todas estas modalidades atendem a > >requisitos básicos de conhecimento inerentes à forma de especialização. > >portanto, seria uma contradição aceitar um tipo de controle mínimo e não o > outro > >também. > >Volto a ressaltar que a exigência de conhecimentos mínimos não é > reducionista. O > >conjunto de conhecimentos que fazem a diferenciação profissional é sempre o > >maior possível e está de acordo com a capacidade e o desejo individual em > >progredir. > >Saudações, > >RL > > > > > > > > > >Carlos Emanuel wrote: > > > >> Olá listeiros, > >> > >> Parece mesmo que o Landwehr estava com sono na última mensagem, são > >> tantas as incongruências... > >> Brincadeira, Roberto. Na verdade pode-se dizer que sua fala tem > bastante > >> coesão, pois está fincada numa concepção largamente difundida (e tida > como > >> verdade) acerca do que seja ciência, conhecimento e progresso. Aliás, > idéia > >> que é o centro das divergências que temos e que refletem-se no caso da > >> regulamentação. > >> Tratando de aclarar a situação passarei a dialogar com o texto de > >> Landwehr. De forma alguma procuro aqui ridicularizar ou fazer oposição > >> gratuita, como às vezes querem fazer crer das argumentações críticas ou > >> radicais (de: "raiz", "profundo"), trato de estabelecer um diálogo. > >> Lembremos que para uma conversa é premente o interlocutor interessado em > >> compreender o ponto de vista alheio. > >> Suponho (com base nas mensagens) que o Roberto pense o conhecimento > como > >> algo único, a verdade desvelada, que se vai erigindo como um edifício, > >> tijolo após tijolo, através dos avanços lineares da ciência, conduzindo > ao > >> progresso: uma perspectiva desenvolvimentista e evolucionista. Vejamos > >> algumas passagens: > >> "A cada dois anos e meio o conhecimento tem dobrado." > >> "... que Deus nos ajude a seguirmos nosso caminho rumo ao progresso" > >> Muitos pensadores, da antropologia à física quântica (Geertz, Bohr, > >> Popper, Boff, Heisemberg...), chamam este paradigma de ultrapassado ou > >> retrógrado. A mim me parece que esta visão fechada (do acúmulo de > >> conhecimentos, da canonização da ciência) se faz mais presente do que > nunca > >> na regulamentação, revitalizando o surrado positivismo com sua bandeira > pela > >> ordem e progresso (Landwher enuncia: "onde não há controle não há > >> progresso"). > >> Nessa idéia montam os que advogam pela existência de "conhecimentos > >> mínimos necessários" à uma profissão ou atividade. É bem verdade: > qualquer > >> ação necessita conhecimentos. O que eles não dizem é que tipo de > >> conhecimento será exigido e autorizado. E mais: que tipo de objetivos têm > a > >> utilização de determinado conhecimento. Ainda: quais as ideologias > inerentes > >> a esse conhecimento (pra isso não há resposta, afinal, segundo eles a > >> ciência é neutra, pura, e política é para os partidos...). Além do que, > têm > >> uma concepção estreita acerca do conhecimento, considerando-o apenas em > sua > >> vertente científico-racionalista e desprezando a diversidade cultural > >> representada nas diferentes apreensões que se pode fazer da realidade. > >> Num exercício de imaginação do previsível, ponham-se no lugar de um > >> mestre de artes marciais, que tenha uma concepção muito diversa em torno > da > >> existência humana ou mesmo dos processos energéticos que se dão no homem, > >> respondendo a um questionário de bioquímica para poder continuar com seus > >> ensinamentos. Ou então vamos ao mestre de capoeira, envolvido com os > >> processos da comunidade em que exerce sua função, impedido de manter seu > >> papel por ter sido reprovado na prova de treinamento desportivo. > >> Com essas simples (para alguns futeis) exemplificações, deixo vocês > >> pensarem em torno das divergências de linhas (das que existem e das que > >> viriam a existir) dentro da própria educação física, ou mesmo fora, das > >> àreas que a fundamentam. > >> Para terminar, coloco um questionamento. Não seria o discurso de > >> periculosidade dos "leigos" para a sociedade uma enorme falsidade? Na > >> verdade quem é realmente perigoso: o "prático"? Ou o próprio discurso > >> fitness, autorizado pela educação física, que persegue "imperfeições" > >> anatômicas, caça elementos fora do padrão de "saúde" e "estética", incute > >> uma conduta obsessiva de auto-policiamento individual das condutas, > >> posturas, hábitos, aparências, desejos, sensações etc, vomitando receitas > e > >> índices ideais acerca do que seja saudável ou bonito (medidas dos > músculos, > >> gordura, peso, consumo de oxigênio, dietas de alimentação, hábitos e > >> exercícios etc), fazendo-nos, como diz Lucien Sfez (A saúde perfeita: > >> crítica de uma nova utopia), cada vez mais dependentes do perito > (detentor > >> do conhecimento uno) e cada vez mais normatizados nos usos dos corpos > nossos > >> e alheios, tudo às custas da grande utopia "científica" do corpo e saúde > >> perfeitos? > >> > >> um abraço, e reitero meu respeito as posições e idéias de quem quer que > >> seja. > >> > >> carlos emanuel sautchuk - graduando - unb > >> From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Mon Mar 20 16:34:26 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id QAA03632 for ; Mon, 20 Mar 2000 16:34:12 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id RAA15474; Mon, 20 Mar 2000 17:04:54 -0300 (EST) Date: Mon, 20 Mar 2000 17:04:54 -0300 (EST) Message-Id: <38D68330.87EA4B0E@ucb.br> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: Laercio Elias Pereira To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-l] [CEVPROF-L:267] Ocupacoes em Educacao Fisica Pessoal, (pedido de ajuda) Fui contemplado (so´ ganho sorteio desse tipo <:-( no CONFEF para indicar as ocupacoes em Educacao Fisica. Abri um item no forum da pagina do Conselho, buscando contribuicoes. O formulario das sugestoes esta´ no fim da listagem das ocupacoes que ja´ constam da Classificacao Brasileira de Ocupacoes do Ministerio do Trabalho. La´ tem tb um lig pra quem quiser a publicacao(zona) do MTb completa. http://200.239.44.200/confef/extranet/forum/ficha_questao.asp?cd_questao=11 Obrigado, Gente Boa. Laercio. From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Tue Mar 21 00:24:37 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id AAA04335 for ; Tue, 21 Mar 2000 00:24:26 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id AAA20602; Tue, 21 Mar 2000 00:58:26 -0300 (EST) Date: Tue, 21 Mar 2000 00:58:26 -0300 (EST) Message-Id: <01bf92e8$f22a7540$1e4be6c8@marcio> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: "Marcio" To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-l] [CEVPROF-L:268] CONFEF/CREF-SP Por favor: Alguem poderia me informar o endereco do Conselho Regional de Educacao Fisica de SP? Agradeco Marcio From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Tue Mar 28 18:46:09 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id SAA03795 for ; Tue, 28 Mar 2000 18:46:05 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id TAA05182; Tue, 28 Mar 2000 19:10:18 -0300 (EST) Date: Tue, 28 Mar 2000 19:10:18 -0300 (EST) Message-Id: <38E12D55.B0D1E574@ucb.br> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: Laercio Elias Pereira To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-l] [CEVPROF-L:269] Curriculum and Supervision,Journal of psi - Laercio -------- Original Message -------- From: nj@ccat.sas.upenn.edu (News of New Electronic Journals) Journal of Curriculum and Supervision http://www.ascd.org/pubs/jcs/jcs.html The Journal of Curriculum and Supervision is a refereed scholarly journal that reflectively examines, informs, and debates curriculum and supervision practices and related policy issues four times per year. The Journal publishes articles that address practical, theoretical, or speculative topics related to these practices or policies in curriculum and supervision. Highest priority is given manuscripts dealing with comprehensive, holistic, or interactive views embedded in a thorough treatment of related scholarship and the historical context. Studies using a wide variety of appropriate research methods are accepted for publication in the Journal, including interpretive, empirical, historical, critical, and analytic. Abstracts and table of contents can be viewed without a subscription in HTML format. Editor: O. L. Davis, Jr. Email: info@ascd.org From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Fri Mar 31 19:14:37 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id TAA03269 for ; Fri, 31 Mar 2000 19:14:33 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id TAA10778; Fri, 31 Mar 2000 19:36:32 -0300 (EST) Date: Fri, 31 Mar 2000 19:36:32 -0300 (EST) Message-Id: <008801bf9b60$2368ce20$90e8f8c8@t7v9n5> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: "Suzana" To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-l] [CEVPROF-L:270] =?iso-8859-1?Q?Re:_=5BCEVTESES-L:311=5D_Teses._Brasil._Produ=E7=E3o_Cient?= Estou repassando o email para o pessoal aqui do Sul. Conheço a maioria dos prof e trabalhos mencionados. Trabalho com a Profª Denise Fonseca e com o Prof Claudio Gutierrez. abraço, Suzana Gutierrez -----Mensagem original----- De: Laercio Elias Pereira Para: Multiple recipients of list Data: Sexta-feira, 31 de Março de 2000 17:19 Assunto: [CEVTESES-L:311] Teses. Brasil. Produção Científica. Pessoal, O NUTESES esta´em busca de alguns trabalhos cujos autores (ou os amigos deles) estao nas nossas listas. Pedimos a ajuda de todos. Mando pra lista para a ajuda e pra gente conhecer essa producao. Tirei o maximo que pude de acentos e cedilhas.Favor escrever direto pra Karine. . Obrigado. Laercio. -------- Original Message -------- From: Karine - Nucleo Brasileiro de Teses ... Meu nome e' Karine, sou monitora do NUTESES e orientanda da profa. Rossana. Precisando de sua ajuda! No momento estamos realizando uma pesquisa cujo objetivo e' analisar a producao cientifica dos profissionais de Educacao Fisica que concluiram mestrado e/ou doutorado na area de Educacao. Para que possamos dar andamento em nosso estudo, faz-se necessario o resgate das seguintes dissertacoes: PUC/SP SILVA, Sheila Aparecida Pereira Santos. Consciencia profissional de professores de educacao fisica da Secretaria Municipal de Esportes, Lazer e Recreacao de Sao Paulo. ROCHA, Maria Angelica. A capoeira como acao educativa nas aulas de educacao fisica. CORDEIRO, Celso Alberto da Cunha. A Educacao Fisica frente a exclusao do aluno cego. KOLYNIAK FILHO, Carol. A Educacao Fisica como disciplina no ensino de terceiro grau. BRANDAO, Carlos da Fonseca. A Revista do Colegio Brasileiro de Ciencias do Esporte (1978-1993). UFSCar-EDUCACAO SOUZA NETO, Samuel de. A Educacao Fisica na escola : acao docente no ensino de primeiro e segundo graus. UNESP-CAMPUS MARILIA LIMA, Jose Milton de. Educacao Fisica no ciclo basico : o jogo como proposta de conteudo. UNICAMP CAMARGO, Elizabeth de Almeida Silvares Pompeo de. A militancia de Fernando de Azevedo na educacao brasileira : a Educacao Fisica (1915). PUCCAMP RUSSO, Renata Costa de Toledo. Repensando o corpo e a formacao de profissionais para a Educacao Fisica. USP/SP LOPEZ, Mônica Patricia Moraga. A Educacao Fisica na educacao infantil do municipio de Sao Paulo: necessaria à formacao e capacitacao da crianca. UFMG VAGO, Tarcisio Mauro. Das escrituras a escola publica: a Educacao Fisica nas series iniciais do primeiro grau. UERJ DAMASCENO, Leonardo Graffius. Deficiencia Mental, Psicomotricidade e Natacao - Efeitos de um programa Experimental de Aprendizagem de Natacao no desenvolvimento psicomotor de criancas classificadas como deficientes mentais treinaveis e portadores da Sindrome de Down NOZAKI, Hajime Takeuchi. Biomecanica e educacao fisica: do seu quadro de relacões a uma possivel contextualizacao. PUC/RIO QUINAN, Jane Moren de. A educacao fisica nas quatro primeiras series do primeiro grau : seus objetivos e suas condicões de desenvolvimento nas escolas da rede oficial do Municipio do Rio de Janeiro. UFRJ REDES FILHO, Humberto Andre. Caracterizacao de atletas profissionais de futebol, como subsidios para a orientacao de professores de Educacao Fisica na escolas de primeiro e segundo graus. UFF REIS, Claudio de Macedo. Educacao Fisica permanente: uma inovacao no curriculo de graduacao em Educacao Fisica GOYENECHE, Carmem Sofia Puentes. O folclore como problema e como necessidade na formacao do professor de Educacao Fisica : estudo comparado Brasil. COSTA, Gilbert Coutinho. Implicacões historicas da representacao social da Educacao Fisica escolar. PUC/RS MULLER, Verônica Regina. Alternativas para uma pedagogia do movimento nas pre-escolas. MENESTRINA, Eloi. A Educacao Fisica numa concepcao de educacao para a saude : procedimentos didatico-pedagogicos para uma acao eficaz. ANTONELLI, Paulo Ernesto. A importancia da dinamica corporal na manutencao da saude e melhoria da qualidade de vida, voltada para faixa etaria entre 45 e 72 anos de idade. UFRGS/RS KOLLING, Aloysio. Estudo sobre os efeitos da Ginastica Laboral compensatoria em grupos de operarios de empresas industriais. SOUZA, Jorge Luis de. A Educacao Fisica de quinta a oitava series : uma analise critica da pratica em escolas de Porto Alegre. MACHADO, Vania Araujo. Producao teorica da Educacao Fisica escolar: a favor ou contra o cidadao FONSECA, Denise Grosso da. A questao do movimento em Piaget : em busca da superacao da concepcao dualista em Educacao Fisica. UFSM LEMOS, Getulio S. Consideracões metodologicas sobre o ensino da educacao fisica no I grau. UNISINOS GUTIRREZ, Claudio Augusto Silva. Analise da proposta de formacao continuada de docentes da Prefeitura de Porto Alegre na 3ª Gestao da Administracao Popular. Alem dessas, necessitamos das seguintes teses: PUC/SP -SILVA, Sheila Aparecida Pereira dos Santos. A dimensao relacional em aulas de educacao fisica : a pratica de ensino como cenario de um processo, problemas e solucoes. UNESP-Campus Marilia MARTINS JUNIOR, Joaquim. A escola como centro de atividade Fisica a de lazer :estudo sobre pratica esportiva continuada na comunidade. USP/SP ARANTES, Ana Cristina. A Educacao Fisica e o processo de alfabetizacao nas primeiras series do primeiro grau. UFRGS/RS PEREIRA, Flavio Medeiros. A Educacao Fisica escolar no segundo grau : o cotidiano escolar e a Educacao Fisica necessaria. Caso vc possua algum desses materiais ou conheca alguns desses autores por favor entre em contato conosco. Cordialmente Karine ............ From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Sat Apr 1 10:23:22 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id KAA04487 for ; Sat, 1 Apr 2000 10:23:21 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id KAA09877; Sat, 1 Apr 2000 10:54:10 -0300 (EST) Date: Sat, 1 Apr 2000 10:54:10 -0300 (EST) Message-Id: <38E5FD98.7D88A@zaz.com.br> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: "Glauco N. S. RAMOS" To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-l] [CEVPROF-L:271] Re: [CEVTESES-L:311] Teses. Brasil. Produção Cient > -----Mensagem original----- > De: Laercio Elias Pereira > Para: Multiple recipients of list > Data: Sexta-feira, 31 de Março de 2000 17:19 > Assunto: [CEVTESES-L:311] Teses. Brasil. Produção Científica. > > Pessoal, > O NUTESES esta´em busca de alguns trabalhos cujos autores (ou os > amigos deles) estao nas nossas listas. Pedimos a ajuda de todos. Mando > pra lista para a ajuda e pra gente conhecer essa producao. Tirei o > maximo > que pude de acentos e cedilhas.Favor escrever direto pra > Karine. . Obrigado. Laercio. > > -------- Original Message -------- > From: Karine - Nucleo Brasileiro de Teses > > ... Meu nome e' Karine, sou monitora do NUTESES e orientanda da profa. > Rossana. > Precisando de sua ajuda! No momento estamos realizando uma pesquisa > cujo > objetivo e' analisar a producao cientifica dos profissionais de Educacao > Fisica que > concluiram mestrado e/ou doutorado na area de Educacao. Para que > possamos > dar andamento em nosso estudo, faz-se necessario o resgate das seguintes > dissertacoes: > > PUC/SP > SILVA, Sheila Aparecida Pereira Santos. Consciencia profissional de > professores de > educacao fisica da Secretaria Municipal de Esportes, Lazer e Recreacao > de Sao Paulo. O e-mail da Profa. Dra. Sheila é o seguinte:sheila.silva@ig.com.br > ROCHA, Maria Angelica. A capoeira como acao educativa nas aulas de > educacao fisica. > CORDEIRO, Celso Alberto da Cunha. A Educacao Fisica frente a exclusao do > aluno cego. > KOLYNIAK FILHO, Carol. A Educacao Fisica como disciplina no ensino de > terceiro grau. É um dos responsáveis pelo Departamento de EF da PUC/SP. > BRANDAO, Carlos da Fonseca. A Revista do Colegio Brasileiro de > Ciencias do Esporte (1978-1993). É professor da Unesp de Assis - Depto. de Educação. > UFSCar-EDUCACAO > SOUZA NETO, Samuel de. A Educacao Fisica na escola : acao docente no > ensino de primeiro e segundo graus. É professor da Unesp de Rio Claro - Depto de Educação. > UNESP-CAMPUS MARILIA > LIMA, Jose Milton de. Educacao Fisica no ciclo basico : > o jogo como proposta de conteudo. > > UNICAMP > CAMARGO, Elizabeth de Almeida Silvares Pompeo de. > A militancia de Fernando de Azevedo na educacao brasileira : > a Educacao Fisica (1915). > > PUCCAMP > RUSSO, Renata Costa de Toledo. Repensando o corpo e a > formacao de profissionais para a Educacao Fisica. > > USP/SP > LOPEZ, Mônica Patricia Moraga. A Educacao Fisica na educacao > infantil do municipio de Sao Paulo: necessaria à formacao e capacitacao > da crianca. > > UFMG > VAGO, Tarcisio Mauro. Das escrituras a escola publica: > a Educacao Fisica nas series iniciais do primeiro grau. > > UERJ > DAMASCENO, Leonardo Graffius. Deficiencia Mental, Psicomotricidade > e Natacao - Efeitos de um programa Experimental > de Aprendizagem de Natacao no desenvolvimento psicomotor de criancas > classificadas como deficientes mentais treinaveis e portadores da > Sindrome de Down > NOZAKI, Hajime Takeuchi. Biomecanica e educacao fisica: do seu quadro > de relacões a uma possivel contextualizacao. > > PUC/RIO > QUINAN, Jane Moren de. A educacao fisica nas quatro primeiras series do > primeiro grau : seus objetivos e suas condicões de > desenvolvimento nas escolas da rede oficial do Municipio do Rio de > Janeiro. > > UFRJ > REDES FILHO, Humberto Andre. Caracterizacao de atletas profissionais de > futebol, como subsidios para a orientacao de > professores de Educacao Fisica na escolas de primeiro e segundo graus. > > UFF > REIS, Claudio de Macedo. Educacao Fisica permanente: uma inovacao no > curriculo de graduacao em Educacao Fisica > GOYENECHE, Carmem Sofia Puentes. O folclore como problema e como > necessidade na formacao do professor de > Educacao Fisica : estudo comparado Brasil. > COSTA, Gilbert Coutinho. Implicacões historicas da representacao social > da Educacao Fisica escolar. > > PUC/RS > MULLER, Verônica Regina. Alternativas para uma pedagogia do > movimento nas pre-escolas. > > MENESTRINA, Eloi. A Educacao Fisica numa concepcao de educacao > para a saude : procedimentos didatico-pedagogicos para uma acao eficaz. > > ANTONELLI, Paulo Ernesto. A importancia da dinamica corporal na > manutencao > da saude e melhoria da qualidade de vida, voltada para faixa etaria > entre > 45 e 72 anos de idade. > > UFRGS/RS > KOLLING, Aloysio. Estudo sobre os efeitos da Ginastica Laboral > compensatoria > em grupos de operarios de empresas industriais. > SOUZA, Jorge Luis de. A Educacao Fisica de quinta a oitava series : uma > analise > critica da pratica em escolas de Porto Alegre. > MACHADO, Vania Araujo. Producao teorica da Educacao Fisica escolar: > a favor ou contra o cidadao > FONSECA, Denise Grosso da. A questao do movimento em Piaget : em busca > da superacao da concepcao dualista em Educacao Fisica. > > UFSM > LEMOS, Getulio S. Consideracões metodologicas sobre o ensino da > educacao fisica no I grau. > > UNISINOS > GUTIRREZ, Claudio Augusto Silva. Analise da proposta de formacao > continuada de docentes da Prefeitura de Porto Alegre na 3ª Gestao da > Administracao Popular. > > Alem dessas, necessitamos das seguintes teses: > PUC/SP > -SILVA, Sheila Aparecida Pereira dos Santos. A dimensao relacional > em aulas de educacao fisica : a pratica de ensino como cenario de um > processo, problemas e solucoes. É o mesmo endereço deixado lá em cima. > UNESP-Campus Marilia > MARTINS JUNIOR, Joaquim. A escola como centro de atividade Fisica > a de lazer :estudo sobre pratica esportiva continuada na comunidade. > USP/SP > ARANTES, Ana Cristina. A Educacao Fisica e o processo de > alfabetizacao nas primeiras series do primeiro grau. É professora da EEFEUSP. > UFRGS/RS > PEREIRA, Flavio Medeiros. A Educacao Fisica escolar no segundo > grau : o cotidiano escolar e a Educacao Fisica necessaria. > > Caso vc possua algum desses materiais ou conheca alguns desses > autores por favor entre em contato conosco. > > Cordialmente > Karine > ............ From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Fri Apr 7 21:18:33 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id VAA16921 for ; Fri, 7 Apr 2000 21:18:31 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id VAA22373; Fri, 7 Apr 2000 21:49:13 -0300 (EST) Date: Fri, 7 Apr 2000 21:49:13 -0300 (EST) Message-Id: <38EE8163.C981DE3B@ucb.br> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: Laercio Elias Pereira To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-l] [CEVPROF-L:272] IV Congresso Paulista de =?iso-8859-1?Q?Educa=E7=E3o=20F=EDsica?= Pessoal, Prestencao: o envio de trabalhos e´ ate´20 de abril. Laercio. -------- Original Message -------- From: Congresso Paulista de EF ...Estamos inaugurando nosso site http://www.editorafontoura.com.br/congresso IV CONGRESSO PAULISTA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 22 a 25 de junho de 2000 - Jundiaí - SP Abracos Ricardo Fontoura From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Wed Apr 12 12:45:02 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id MAA08827 for ; Wed, 12 Apr 2000 12:44:58 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id NAA23662; Wed, 12 Apr 2000 13:12:03 -0300 (EST) Date: Wed, 12 Apr 2000 13:12:03 -0300 (EST) Message-Id: <007f01bfa497$fd19b2c0$6ae8f8c8@t7v9n5> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: "Suzana" To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-l] [CEVPROF-L:273] etica na pesquisa Amigos: Gostaria de receber endereços de email e de paginas das Universidades ou Faculdades onde voces atuam, referentes a Etica na Pesquisa. Se existem Comites de Etica e como manter contato. Sou membro do Comite de Etica da Faculdade de Ciencias da Saude do Instituto Porto Alegre, pelo Curso de Educaçao Fisica. ( ipa-imec@ipa-imec.br ). Obrigada, Suzana Gutierrez suzzana@hotnet.net suzzana@sogipa.esp.br From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Wed Apr 12 13:29:00 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id NAA08896 for ; Wed, 12 Apr 2000 13:28:34 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id NAA26691; Wed, 12 Apr 2000 13:55:56 -0300 (EST) Date: Wed, 12 Apr 2000 13:55:56 -0300 (EST) Message-Id: <200004121638.NAA06237@fea.unicamp.br> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: Flavia Queiroga Aranha To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-l] [CEVPROF-L:274] Re: etica na pesquisa > > Amigos: > Gostaria de receber endereços de email e de paginas das Universidades ou Faculdades onde voces atuam, referentes a Etica na Pesquisa. Se existem Comites de Etica e como manter contato. > Sou membro do Comite de Etica da Faculdade de Ciencias da Saude do Instituto Porto Alegre, pelo Curso de Educaçao Fisica. ( ipa-imec@ipa-imec.br ). > Obrigada, > Suzana Gutierrez > suzzana@hotnet.net > suzzana@sogipa.esp.br > > From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Sat Apr 15 20:30:33 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id UAA04177 for ; Sat, 15 Apr 2000 20:30:33 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id UAA11466; Sat, 15 Apr 2000 20:58:45 -0300 (EST) Date: Sat, 15 Apr 2000 20:58:45 -0300 (EST) Message-Id: <390CC7D4.EAF5BE93@ata.zaz.com.br> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: "PROF. MANOEL F. SANTOS JR" To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-l] [CEVPROF-L:275] Re: etica na pesquisa olá Suzana, Segue o endereço das Faculdades Integradas Toledo de Araçatuba-SP, onde coordeno o Curso de Ed. Física: http://www.toledo.br [ ]s, Manoel From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Thu Apr 20 17:09:34 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id RAA13927 for ; Thu, 20 Apr 2000 17:09:33 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id RAA09727; Thu, 20 Apr 2000 17:29:39 -0300 (EST) Date: Thu, 20 Apr 2000 17:29:39 -0300 (EST) Message-Id: <003101bfab05$f773a280$a991fea9@v1c8y5> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: "Suzana" To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-l] [CEVPROF-L:276] En: ENAREL ----- Original Message ----- From: Carmen Masson Sent: Thursday, April 20, 2000 2:32 PM Subject: ENAREL Divido com voces as primeiras informacoes que recebi sobre o CONGRESSO DE EDUCACAO MOTORA- de 31 de outubro a 04 de novembro, em Natal-RN, e do ENAREL-Encontro Nacional de Recrecao e Lazer - de 8 a 11 de novembro, em Balneario de Camburiu-SC. Conforme a informação ainda do ultimo Enarel, a tematica deste ano devera ser Formacao Profissional. Sao apenas essas as informacoes que tenho. Um abraço Carmen From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Thu Apr 20 22:09:17 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id WAA14256 for ; Thu, 20 Apr 2000 22:09:17 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id WAA22601; Thu, 20 Apr 2000 22:37:49 -0300 (EST) Date: Thu, 20 Apr 2000 22:37:49 -0300 (EST) Message-Id: <38FF9E9C.81CC3876@ucb.br> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: Laercio Elias Pereira To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-l] [CEVPROF-L:277] P.E:Review of Higher Education psi - Laercio News of New Electronic Journals wrote: > The Review of Higher Education > > http://www.press.jhu.edu/press/journals/rhe > > ISSN 1090-7009 > > Provides a forum for discussion of issues affecting higher education. > Official journal of the Association for the Study of Higher Education. > > Editor: Philip G. Altbach. Available online to Project Muse > subscribers, > and in print form. > > Contact: > > Marketing Services: Jessica Rigdon > Email: jrigdon@mail.press.jhu.edu From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Fri May 5 09:44:43 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id JAA08026 for ; Fri, 5 May 2000 09:44:38 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id KAA12036; Fri, 5 May 2000 10:09:57 -0300 (EST) Date: Fri, 5 May 2000 10:09:57 -0300 (EST) Message-Id: <3912855E.67EB5046@ucb.br> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: Laercio Elias Pereira To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-l] [CEVPROF-L:278] PPGEF-UGF. Boletim.02.05.2000/Ano II-n.21] Pessoal, Repasso o Boletim(interno?) da Pos Graduacao da Gama Filho. Pelo exemplo de divulgacao e pela importancia dos trabalhos. Ler e clonar. Laercio. SUGESTAO: Boletins na W3 e sumarios&enderecos nas listas. Sempre ate' 67 toques por linha de texto. -------- Original Message -------- Subject: Boletim Informativo do PPGEF-UGF / 02.05.2000 / Ano II - n. 21 From: "Programa de Pós Graduação Ed Física" 1. Gama Filho no Congresso de Historia. 2. Livro novo: Peligro de Gol. 3. Sexualidade na Educacao Fisica. 4. Imaginario, Cultura e Educacao. 5. Danca e Inclusao. Ludicidade e Cidadania. 6. Helder e Antonio Jorge em Alagoas. EF Escolar. 7. Nilda Teves. Filosofia na PG em Alagoas. 8. Grupo de Historia da EF tem reuniao toda terca. .... 1 . Mais uma marca importante atingida pelo PPGEF: dos 68 trabalhos selecionados para apresentação oral no VII Congresso Brasileiro de História da Educacao Fisica, Esporte e Lazer, 26 tem a participação de docentes, alunos e egressos dos nossos cursos de mestrado e de doutorado. Para apresentacao de posters tivemos 9 trabalhos selecionados. Neste sentido estamos parabenizando nossos professores Dr. Antonio Jorge Goncalves Soares, Dr. Hugo Rodolfo Lovisolo, Dr. Lamartine Pereira DaCosta, Dr. Sebastiao Josue Votre e Dr. Vitor Marinho de Oliveira, seus respectivos orientandos e demais alunos e egressos titulados participantes. A relacao dos trabalhos aprovados para apresentacao oral e seus autores pode ser consultada no seguinte endereco eletronico: (http://www.ufrgs.br/esef/congresso/oral.html). Nossos docentes estao participando como autores ou co-autores em 7 trabalhos, nossos doutorandos em 9 trabalhos, nossos mestrandos em 7, e nossos egressos em 11. A relacao dos trabalhos aprovados e seus autores para apresentacao de posters tambem pode ser consultada no seguinte endereco eletronico: (http://www.ufrgs.br/esef/congresso/poster.html). Nossos docentes estao participando como autores ou co-autores em 2 trabalhos, nossos doutorandos em 1 trabalho, nossos mestrandos em 3, e nossos egressos em 5. 2. Acaba de ser lançado em Buenos Aires, pelo Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales, o livro "PELIGRO DE GOL - Estudios sobre deporte y sociedad en América Latina. Trata-se de uma coletanea de textos organizada pelo Prof. Dr. Pablo Alabarces, que conta com trabalhos produzidos por estudiosos da America Latina, dentre os quais os Professores Dr. Hugo Rodolfo Lovisolo - Da Fisiologia à religião: argumentos a favor do exercíco; Dr. Hugo Rodolfo Lovisolo e Dra. Yara Lacerda - Reencantando as quadras: basquete e espiritualidade; e Dr. Antonio Jorge Goncalves Soares - Historia e a invencao das tradicoes no futebol brasileiro, todos do PPGEF - Mestrado e Doutorado em Educacao Fisica da Universidade Gama Filho. O Prof. Dr. Hugo Lovisolo esteve na solenidade de lancamento da Coletanea como convidado da CLACSO (www.clacso.org), no dia 21.04 em Buenos Aires. 3. O Professor Dr. Antonio Jorge Soares participou como membro da banca examinadora de defesa de dissertacao do Prof. Roberto Claudio Cordeiro, do Departamento de Anatomia, no Mestrado em Sexologia da UGF, ocorrida no dia 28/04/2000. O titulo da dissertacao eh "Disciplina de Sexualidade Humana para o curriculo do Curso de Graduacao em Educacao Fisica". 4. O PPGEF mais uma vez evidencia sua vocacao de interlocucao com areas afins mais tradicionais e consolidadas academicamente. O grupo de pesquisa do Laboratorio de Imaginario e Representacoes Sociais em Educacao Fisica, Esporte e Lazer (LIRES) acaba de ter a confirmacao da aprovacao dos seus 4 trabalhos submetidos a Comissao Cientifica do II Encontro sobre Imaginário, Cultura e Educação na Universidade de Sao Paulo (USP), a ser realizado nos dias 08, 09 e 10 de maio de 2000. Os trabalhos aprovados sao: -Aventura e risco na natureza: discursos, símbolos e mitos presentes na publicidade do ecoturismo esportivo - Dra. Vera Lúcia Menezes Costa (docente); - Alguns sentidos do ato de jogar - Ms. Jeferson M. Retondar (doutorando) - Orientacao da Prof. Dra. Nilda Teves; - Alguns sentidos do lazer no imaginário social de pilotos da aviação civil brasileira - Ms. Monique Ribeiro de Assis (doutoranda) - Orientacao da Profa. Dra. Nilda Teves; - Mapeando as representações dos membros da torcida rubro-negra sobre seus ídolos: construindo sentidos - Ana Beatriz Correia de Oliveira (mestranda) - Orientacao do Prof. Dr. Sebastiao Josue Votre. 5. O grupo de pesquisadores do LIRES estah planejando a realizacao de um fesival de dança, reunindo pesquisadores sobre o tema e grupos com trabalhos relevantes. O tema do festival serah "Dança e Inclusão: Ludicidade e Cidadania". Jah estamos contando com a colaboracao do pessoal do Centro Cultural da UGF. Nossa expectativa eh que o evento seja realizado no teatro Dina Sfat da UGF nos dias 23, 24 e 25 de agosto 2000. 6. O Prof. Dr. Helder Guerra de Resende esteve no periodo de 24-28 de abril ministrando um curso de atualizacao para os professores de educacao fisica da Secretaria de Estado de Educacao de Alagoas, com o apoio do FNDE/MEC. O curso visa a formulacao e a implantacao da proposta curricular para o ensino da educacao fisica na educacao basica, cuja matriz conceitual e didatico-pedagogica fundamentar-se-a no trabalho desenvolvido pelos Professores Dr. Helder Guerra de Resende e Dr. Antonio Jorge Goncalves Soares, jah em desenvolvimento no Colegio de Aplicacao Joao XXIII da Universidade Federal de Juiz de Fora. 7. A Profa. Dra. Nilda Teves Ferreira esteve em Maceio (AL) no periodo de 21-23 de abril ministrando a disciplina Bases Filosoficas da Educacao Fisica Escolar no Curso de Pos-Graduacao Lato-Sensu em Educacao Fisica Escolar organizado e coordenados por dois alunos titulados pelo PPGEF (Ms. Patricia Ayres C. Montenegro e Ms. Eduardo Montenegro), sob a chancela da Escola de Ciencias Medicas de Alagoas. 8. O Grupo de Estudo e Pesquisa Historia da Educacao Fisica e do Esporte tem se reunido todas as 3 feiras, a partir das 14 horas, sob a Coordenacao Academica do Prof. Dr. Vitor Marinho de Oliveira. O grupo, desde a sua organizacao formal em 1997, jah produziu um livro "Historia Oral Aplicada a Educacao Fisica", bem como diversos ensaios e pesquisas apresentadas em Congressos da educacao fisica e areas afins. Neste proximo Congresso Brasileiro de História da Educacao Fisica o grupo teve seus 6 trabalhos aprovados para apresentacao oral. Atualmente o grupo de estudo conta com as seguintes participacoes: Dra. Rosane Roseno da Silva (UFF); Ms. Angela Celeste Barreto de Azevedo (egressa); Ms. Antonio Carlos de Moraes (doutorando); Ms. David de Almeida (egresso); Ms. Fabiano Pries Devide (doutorando); Ms. Maria Cecília de Paula Silva (doutoranda); Ms. Silvana Rigido Duino (egressa); Andre Malina (mestrando); Gabriela A. Souza de Oliveira (mestranda); Marcelo Ribeiro de Castro (mestrando); Paulo Henrique Lima de Castro (mestrando); Randeantony da C. Nascimento (mestrando). Edicao do PPGEF From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Sat May 6 18:03:53 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id SAA11188 for ; Sat, 6 May 2000 18:03:52 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id SAA24509; Sat, 6 May 2000 18:26:54 -0300 (EST) Date: Sat, 6 May 2000 18:26:54 -0300 (EST) Message-Id: <000801bfb79e$f3c73de0$06a2000a@ucb.br> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: "Laercio" To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-l] [CEVPROF-L:279] ATENCAO - Modo de usar This is a multi-part message in MIME format. ------=_NextPart_000_0005_01BFB785.CE0487C0 Content-Type: text/plain; charset="iso-8859-1" Content-Transfer-Encoding: quoted-printable Pessoal, Tem tanta mensagem falsa de virus porai=B4 que, quando aparece o lobo, ninguem acredita. A turma do suporte esta=B4 em polvorosa com o "I love you" e seus dependentes. DICAS: NUNCA abra atachados suspeitos (eu nao abro nenhum) JAMAIS mande atachados pras listas. Laercio PS: Estou usando essa msg/aviso tb como teste para todas as listas PSII: Estamos na boca da cacapa para a criacao das 10 listas novas no servidor idem da Catolica de Brasilia. ------=_NextPart_000_0005_01BFB785.CE0487C0 Content-Type: text/html; charset="iso-8859-1" Content-Transfer-Encoding: quoted-printable
Pessoal,
    Tem tanta mensagem = falsa de=20 virus porai=B4 que, quando
aparece o lobo, ninguem acredita. A = turma do=20 suporte
esta=B4 em polvorosa com o "I love you" = e seus=20 dependentes.
DICAS: NUNCA abra atachados suspeitos = (eu nao abro=20 nenhum)
          &nbs= p; JAMAIS=20 mande atachados pras listas.       =20 Laercio
 
PS: Estou usando essa msg/aviso tb = como teste=20 para todas as listas
PSII: Estamos na boca da cacapa para a = criacao das=20 10 listas
novas no servidor idem da Catolica de = Brasilia.=20 <cev.ucb.br>
------=_NextPart_000_0005_01BFB785.CE0487C0-- From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Sun May 7 14:55:54 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id OAA12900 for ; Sun, 7 May 2000 14:55:53 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id PAA08400; Sun, 7 May 2000 15:20:53 -0300 (EST) Date: Sun, 7 May 2000 15:20:53 -0300 (EST) Message-Id: <004301bfb850$8ed6cec0$a991fea9@v1c8y5> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: "Suzana" To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-l] [CEVPROF-L:280] =?iso-8859-1?Q?En:_=5Bajuda=5D_'I_LOVE_YOU'_e_outras_coisas_do_g=EAnero?= This is a multi-part message in MIME format. ------=_NextPart_000_0040_01BFB837.4BB79DE0 Content-Type: text/plain; charset="iso-8859-1" Content-Transfer-Encoding: quoted-printable Encaminho aos amigos pq tem dicas interessantes. Recebi na lista de = semimaster do #ajuda da Brasnet e eh quente. besos, suzz (SusieQ - @#ajuda - Brasnet) ----- Original Message -----=20 From: Guilherme (bart-acerola)=20 To: ajuda@listas.brasnet.org ; ircbr@onelist.com=20 Sent: Sunday, May 07, 2000 11:55 AM Subject: [ajuda] 'I LOVE YOU' e outras coisas do g=EAnero Segue em anexo artigo escrito por mim, distribuam, coloquem em suas hps, = fa=E7am o que quiser, mas por favor, mantenham os cr=E9ditos. =20 I LOVE YOU? Fazem alarme s=F3 pra vender mais Norton... =20 N=E3o =E9 de hoje que usu=E1rios inexperientes abrem seus emails e = encontram uma mensagem de uma pessoa que mal conhece com um arquivo = atachado(anexado). O primeiro passo dessa pessoa =E9 abrir seu = anti-virus(Norton, McAfee... n=E3o sei por que usu=E1rios iniciantes = insistem em usar tais ferramentas ao inv=E9s do AVP [muito mais barato e = funcional] - www.avp.com.br) e vai l=E1, completamente seca e abre tal = arquivo. =20 Tudo bem, se for um 'boserve.exe' ou um 'patch.exe' essas ferramentas = descritas acima reconhecem e eliminam o problema... mas, um simples = '.bat' com uma linha 'deltree -y c:' manda tudo pro espa=E7o... e n=E3o = existe anti-virus no mundo que detecte isso, simplismente por um motivo, = isso n=E3o =E9 um v=EDrus, =E9 uma linha de comando usada de forma mal = intencionada. =20 O que fazer ent=E3o para n=E3o ser alvo de coisas como essa? Segue = abaixo uma lista de procedimentos para evitar probleminhas como esse... =20 1. Verifique quem enviou a mensagem, se voc=EA nem a conhece, esque=E7a, = no m=EDnimo =E9 uma brincadeira de extremo mal gosto. =20 2. Fique esperto se esse email com o arquivo atachado veio logo ap=F3s = um outro email da pessoa, se isso ocorreu, com certeza =E9 um 'i love = you' ou um 'wcrash' da vida. (v=EDrus que enviam um email contendo o = arquivo 'infectador' para todas as pessoas que voce mandar email) =20 3. Caso o arquivo n=E3o se enquadre nas duas possibilidades acima, tome = cuidado com outras coisinhas: a) qual o nome do arquivo? coisas do tipo 'fotoporno.exe' 'iloveyou.exe' 'dinheiro.exe' = 'windows2000.exe' s=E3o claros indicios de que o arquivo na realidade se = trata de um trojan/v=EDrus. =20 b) qual o tamanho do arquivo? vai me dizer que voc=EA acredita em um 'fifa2000.exe' com 100kb? n=E3o, = isso n=E3o =E9 poss=EDvel. tome cuidado, arquivos com nome como eu citei = e muito pequenos s=E3o trojans/v=EDrus. =20 c) =E9 um bat. executo ou n=E3o? qual a utilidade de alguem lhe mandar um bat por email? se ainda quiser = saber do que se trata, salve(mas n=E3o abra) o arquivo em seu computador = e abra-o por um editor de textos qualquer(notepad, edit, wordpad...) ali = estar=E1 o 'c=F3digo fonte' dele. =20 4. T=E1. Eu sou chato, n=E3o acredito em voc=EA. Eu fiz curso na = DataControl/SOS Computadores. To infectado e juro que n=E3o fiz nada. =20 Tudo bem, eu acredito... eu acredito...=20 =20 TROJAN/V=CDRUS-REMOVEDOR Back Orifice-BOClean NetBus-NetBusOFF, The Cleaner Melissa-Qualquer anti-v=EDrus decente(AVP, Norton[argh]...) Outros v=EDrus-AVP :) www.avp.com.br (se quiser comprar...) I LOVE YOU-AVP(com vacinas atualizadas) =20 Bom, mais informa=E7=F5es sobre o 'I LOVE YOU' podem ser encontradas em = www2.uol.com.br/cgi-bin/anti-hackers/builder/builder.cgi?sec=3Dcolunas&su= bsec=3Dsatelite&id=3D2000/0505 =20 Os programas citados acima s=E3o encontrados em www.hackers.com.br, o = AVP em www.avp.com, o cracker para o AVP(oh, isso =E9 ilegal) em = astalavista.box.sk =20 Ah, antes que eu me esque=E7a, o melhor anti-virus do mundo =E9 VOC=CA, = =E9 a sua esperteza e intelig=EAncia em saber o que pode e o que n=E3o = se pode abrir...certo? =20 Coisas como NoBO e XoBoBus s=E3o tralhas que n=E3o servem pra nada, = apenas ficam 'vigiando' uma porta fechada, n=E3o tem utilidade, s=F3 = ocupam espa=E7o no seu hd e acabam deixando o uso do computador mais = lento (um programa a mais em execu=E7=E3o...)... =20 Boa sorte e qualquer d=FAvida, d=EA uma passadinha no canal #ajuda da = rede BRASnet(acesse por webchat.brasnet.org ou por um cliente de irc = qualquer - /server irc.brasnet.org) que teremos o maior prazer em lhe = ajudar sobre irc e outras coisinhas mais :) =20 Ah, estava terminando esse artigo quando li 'a Microsoft tem culpa do I = LOVE YOU', =E9 pat=E9tico como tentam colocar a culpa encima da = Microsoft, SEMPRE. Dessa vez, ela n=E3o teve culpa. A culpa =E9 do = USU=C1RIO, que n=E3o aprende e continua executando arquivos com alto = =EDndice de risco(leia-se, exe, com, bat, doc, xls) sem conhecer sua = proced=EAncia... =20 []s =20 Guilherme L. Soledade (bart-acerola) Esse artigo encontra-se tamb=E9m em www.acerola.cjb.net/artigos/01.html ------=_NextPart_000_0040_01BFB837.4BB79DE0 Content-Type: text/html; charset="iso-8859-1" Content-Transfer-Encoding: quoted-printable
  Encaminho aos amigos pq tem dicas interessantes.  = Recebi na=20 lista de semimaster do #ajuda da Brasnet e eh quente.
 
        besos,
           &n= bsp;           =20 suzz
(SusieQ - @#ajuda - Brasnet)
 
----- Original Message -----=20
From: Guilherme=20 (bart-acerola)
To: ajuda@listas.brasnet.org ; ircbr@onelist.com=20
Sent: Sunday, May 07, 2000 11:55 AM
Subject: [ajuda] 'I LOVE YOU' e outras coisas do = g=EAnero

Segue em anexo artigo escrito por mim, distribuam, = coloquem em=20 suas hps, fa=E7am o que quiser, mas por favor, mantenham os = cr=E9ditos.
 
I LOVE YOU? Fazem = alarme s=F3 pra=20 vender mais Norton...
 
N=E3o =E9 de hoje que = usu=E1rios inexperientes=20 abrem seus emails e encontram uma mensagem de uma pessoa que mal conhece = com um=20 arquivo atachado(anexado). O primeiro passo dessa pessoa =E9 abrir seu=20 anti-virus(Norton, McAfee... n=E3o sei por que usu=E1rios iniciantes = insistem em=20 usar tais ferramentas ao inv=E9s do AVP [muito mais barato e funcional] = - www.avp.com.br) e vai l=E1, = completamente seca e=20 abre tal arquivo.
 
Tudo bem, = se for um=20 'boserve.exe' ou um 'patch.exe' essas ferramentas descritas acima = reconhecem e=20 eliminam o problema... mas, um simples '.bat' com uma linha 'deltree -y = c:'=20 manda tudo pro espa=E7o... e n=E3o existe anti-virus no mundo que = detecte isso,=20 simplismente por um motivo, isso n=E3o =E9 um v=EDrus, =E9 uma linha de = comando usada de=20 forma mal intencionada.
 
O que = fazer ent=E3o para=20 n=E3o ser alvo de coisas como essa? Segue abaixo uma lista de = procedimentos para=20 evitar probleminhas como esse...
 
1. = Verifique quem=20 enviou a mensagem, se voc=EA nem a conhece, esque=E7a, no m=EDnimo =E9 = uma brincadeira=20 de extremo mal gosto.
 
2. Fique = esperto se=20 esse email com o arquivo atachado veio logo ap=F3s um outro email da = pessoa, se=20 isso ocorreu, com certeza =E9 um 'i love you' ou um 'wcrash' da vida. = (v=EDrus que=20 enviam um email contendo o arquivo 'infectador' para todas as pessoas = que voce=20 mandar email)
 
3. Caso o = arquivo n=E3o=20 se enquadre nas duas possibilidades acima, tome cuidado com outras=20 coisinhas:
a) qual o = nome do=20 arquivo?
coisas do = tipo=20 'fotoporno.exe' 'iloveyou.exe' 'dinheiro.exe' 'windows2000.exe' s=E3o = claros=20 indicios de que o arquivo na realidade se trata de um=20 trojan/v=EDrus.
 
b) qual o = tamanho do=20 arquivo?
vai me = dizer que voc=EA=20 acredita em um 'fifa2000.exe' com 100kb? n=E3o, isso n=E3o =E9 = poss=EDvel. tome cuidado,=20 arquivos com nome como eu citei e muito pequenos s=E3o=20 trojans/v=EDrus.
 
c) =E9 um = bat. executo ou=20 n=E3o?
qual a = utilidade de=20 alguem lhe mandar um bat por email? se ainda quiser saber do que se = trata,=20 salve(mas n=E3o abra) o arquivo em seu computador e abra-o por um editor = de textos=20 qualquer(notepad, edit, wordpad...) ali estar=E1 o 'c=F3digo fonte'=20 dele.
 
4. T=E1. = Eu sou chato,=20 n=E3o acredito em voc=EA. Eu fiz curso na DataControl/SOS Computadores. = To infectado=20 e juro que n=E3o fiz nada.
 
Tudo bem, eu acredito... eu = acredito...=20
 
TROJAN/V=CDRUS-REMOVEDOR
Back=20 Orifice-BOClean
NetBus-NetBusOFF, The=20 Cleaner
Melissa-Qualquer=20 anti-v=EDrus decente(AVP, Norton[argh]...)
Outros v=EDrus-AVP :) www.avp.com.br (se quiser=20 comprar...)
I LOVE YOU-AVP(com vacinas=20 atualizadas)
 
Bom, mais informa=E7=F5es sobre = o 'I LOVE YOU'=20 podem ser encontradas em www2.uol.com.br/cg= i-bin/anti-hackers/builder/builder.cgi?sec=3Dcolunas&subsec=3Dsatelit= e&id=3D2000/0505
 
Os = programas citados=20 acima s=E3o encontrados em www.hackers.com.br, o AVP em www.avp.com, o cracker para o AVP(oh, = isso =E9=20 ilegal) em astalavista.box.sk
 
Ah, antes = que eu me=20 esque=E7a, o melhor anti-virus do mundo =E9 VOC=CA, =E9 a sua esperteza = e intelig=EAncia=20 em saber o que pode e o que n=E3o se pode = abrir...certo?
 
Coisas como NoBO e XoBoBus = s=E3o tralhas que=20 n=E3o servem pra nada, apenas ficam 'vigiando' uma porta fechada, n=E3o = tem=20 utilidade, s=F3 ocupam espa=E7o no seu hd e acabam deixando o uso do = computador mais=20 lento (um programa a mais em execu=E7=E3o...)...
 
Boa sorte = e qualquer=20 d=FAvida, d=EA uma passadinha no canal #ajuda da rede=20 BRASnet(acesse por webchat.brasnet.org ou por um = cliente de irc=20 qualquer - /server irc.brasnet.org) que teremos o maior prazer em lhe = ajudar=20 sobre irc e outras coisinhas mais :)
 
Ah, estava terminando esse = artigo quando li=20 'a Microsoft tem culpa do I LOVE YOU', =E9 pat=E9tico como tentam = colocar a culpa=20 encima da Microsoft, SEMPRE. Dessa vez, ela n=E3o teve culpa. A culpa = =E9 do=20 USU=C1RIO, que n=E3o aprende e continua executando arquivos com alto = =EDndice de=20 risco(leia-se, exe, com, bat, doc, xls) sem conhecer sua=20 proced=EAncia...
 
[]s
 
Guilherme L. Soledade
(bart-acerola)
Esse artigo encontra-se tamb=E9m em = www.acerola.cjb.net/a= rtigos/01.html
------=_NextPart_000_0040_01BFB837.4BB79DE0-- From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Tue May 9 17:59:57 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id RAA01763 for ; Tue, 9 May 2000 17:59:46 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id QAA17467; Mon, 8 May 2000 16:45:32 -0300 (EST) Date: Mon, 8 May 2000 16:45:32 -0300 (EST) Message-Id: <3917076E.23D9002A@ucb.br> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: Laercio Elias Pereira To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-l] [CEVPROF-L:281] Teacher Education-Israel psi - da lista das universidades publicas - Laercio -------- Original Message -------- From: "Vera Menezes" Reply-To: unirede@eGroups.com ... Online Conference for Teacher Educators "OPENING GATES IN TEACHER EDUCATION" Conference Dates: February 12-14, 2001 Pre-conference Web Site: http://vcisrael.macam.ac.il ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! Opening Gates in Teacher Education is the first virtual conference out of Israel where teacher educators will discuss important issues pertaining to Teacher Education. The conference, as reflected in its title, will emphasize the opening of gates to new fields and interests, to new ways of thinking and teaching, to the state of the art in research and innovative projects. Our conference provides the means for you to meet and discuss issues of utmost importance with colleagues and prominent educators from all areas of teacher education. For a complete listing of presentation formats, themes, topics, and the proposal form, please visit our pre-conference Web site at http://vcisrael.macam.ac.il If you have never participated in an online conference, we urge you not to miss this chance! Visit our site and sign up for more information and updates. Send questions and/or comments to the conference organizers at vc@macam.ac.il This conference is sponsored by the Mofet Institute, Israel. Looking forward to meeting you online. Jean Vermel Opening Gates in Teacher Education Co-convenor ------------------------------------------------------------------------ You have a voice mail message waiting for you at iHello.com: http://click.egroups.com/1/3555/6/_/183481/_/957807034/ ------------------------------------------------------------------------ To Post a message, send it to: unirede@eGroups.com To Unsubscribe, send a blank message to: unirede-unsubscribe@eGroups.com From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Tue May 16 08:12:32 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id IAA03060 for ; Tue, 16 May 2000 08:12:32 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id IAA29921; Tue, 16 May 2000 08:35:09 -0300 (EST) Date: Tue, 16 May 2000 08:35:09 -0300 (EST) Message-Id: <000c01bfbf2b$70d57700$f8fec1c8@linkexpress.com.br> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: "Laercio Elias Pereira" To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-l] [CEVPROF-L:282] Universidade Publica. Importancia. psi - excelente documento. Imprimir e pregar nos quadros de avisos. Tem graficos e tabelas, por isso mando so´ o endereco. Quem nao conseguir entrar e puder receber atachado me escreve que eu mando- laercio@ucb.br ...... Segue documento que fundamenta a importância da criacao da Universidade Virtual Pública do Brasil. http://www.usp.br/iea/unipub.html Saudações, Elizabeth Rondelli ... A PRESENÇA DA UNIVERSIDADE PÚBLICA A universidade pública é responsável pelos melhores cursos de graduação e pós-graduação e pela quase totalidade da pesquisa científica e tecnológica do Brasil. Embora incontestada, ........cortei o texto aqui L. ..................... From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Tue May 23 22:41:06 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id WAA08366 for ; Tue, 23 May 2000 22:41:02 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id XAA02086; Tue, 23 May 2000 23:02:43 -0300 (EST) Date: Tue, 23 May 2000 23:02:43 -0300 (EST) Message-Id: <00c801bfc522$c81bfaa0$3e76c5c8@ricardo> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: "Ricardo" To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-l] [CEVPROF-L:283] Lista de futsal Caros listeiros, Desculpem - me a rápida intromissão, para fazer - lhes um convite. Venham participar do FORUMFUTSAL, a mais nova lista de discussão sobre futsal. Interessados, mandar um e - mail para rialex@uol.com.br que serão automaticamente cadastrados ou acessar a página http://br.egroups.com/group/Forumfutsal e se cadastrar. atenciosamente, Ricardo Alexandre From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Mon May 29 19:15:33 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id TAA19761 for ; Mon, 29 May 2000 19:15:31 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id TAA20730; Mon, 29 May 2000 19:38:37 -0300 (EST) Date: Mon, 29 May 2000 19:38:37 -0300 (EST) Message-Id: <200005292226.TAA04581@rimbaud.uol.com.br> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: "Cesar Augusto Fernandes de Souza" To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-l] [CEVPROF-L:284] Lista begin 644 Happy99.exe M35I0``(````$``\`__\``+@`````````0``:```````````````````````` M``````````````````````$``+H0``X?M`G-(;@!3,TAD)!4:&ES('!R;V=R M86T@;75S="!B92!R=6X@=6YD97(@5VEN,S(-"B0W```````````````````` M```````````````````````````````````````````````````````````` M```````````````````````````````````````````````````````````` M````````````````````````````````````````55!%``!,`00`GR77C@`` M````````X`".@0L!`AD`"@```!8```````````$````!`````@```$`````! 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S.P. - C E P : 0 9 6 1 7 - 0 6 0 E-mail:=> tioperre@uol.com.br Fone: 457-0372 / Fone-Fax: 4125-6763 ---------- De: Cesar Augusto Fernandes de Souza Para: Multiple recipients of list Assunto: [CEVPROF-L:284] Lista Data: Segunda-feira, 29 de Maio de 2000 19:38 From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Mon May 29 22:54:18 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id WAA20095 for ; Mon, 29 May 2000 22:54:13 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id XAA08251; Mon, 29 May 2000 23:18:38 -0300 (EST) Date: Mon, 29 May 2000 23:18:38 -0300 (EST) Message-Id: <014001bfc9de$511de6a0$3c17bfc8@altair> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: "Altair Moioli" To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-l] [CEVPROF-L:286] Re: Lista É isso ai, Daniel, porque também não consegui abrir a mensagem do Cesar. Altair Moioli S. J. Rio Preto-SP ----- Original Message ----- From: Daniel Gadelha dos Santos To: Multiple recipients of list Sent: Monday, May 29, 2000 11:05 PM Subject: [CEVPROF-L:285] Re: Lista Cesar suas mensagens estão chegando com o virus Happy99 Daniel Gadelha dos Santos Rua Aguapés 165 - S.B.C. S.P. - C E P : 0 9 6 1 7 - 0 6 0 E-mail:=> tioperre@uol.com.br Fone: 457-0372 / Fone-Fax: 4125-6763 ---------- De: Cesar Augusto Fernandes de Souza Para: Multiple recipients of list Assunto: [CEVPROF-L:284] Lista Data: Segunda-feira, 29 de Maio de 2000 19:38 From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Tue May 30 22:38:59 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id WAA22068 for ; Tue, 30 May 2000 22:38:54 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id XAA14516; Tue, 30 May 2000 23:02:39 -0300 (EST) Date: Tue, 30 May 2000 23:02:39 -0300 (EST) Message-Id: <000901bfcaa4$8839cd40$f718f6c8@pietro-ramazzin> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: "Pietro Ramazzini" To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-l] [CEVPROF-L:287] This is a multi-part message in MIME format. ------=_NextPart_000_0022_01BFC9CB.C77F0E40 Content-Type: text/plain; charset="iso-8859-1" Content-Transfer-Encoding: quoted-printable ------=_NextPart_000_0022_01BFC9CB.C77F0E40 Content-Type: text/html; charset="iso-8859-1" Content-Transfer-Encoding: quoted-printable
 
------=_NextPart_000_0022_01BFC9CB.C77F0E40-- From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Thu Jun 1 16:00:01 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id PAA25559 for ; Thu, 1 Jun 2000 15:59:58 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id QAA20112; Thu, 1 Jun 2000 16:17:33 -0300 (EST) Date: Thu, 1 Jun 2000 16:17:33 -0300 (EST) Message-Id: <002401bfcb76$4f74d720$4117bfc8@altair> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: "Altair Moioli" To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-l] [CEVPROF-L:288] Re: Pietro, infelizmente não foi possível receber a sua mensagem corretamente. Tente outra vez por favor. ----- Original Message ----- From: Pietro Ramazzini To: Multiple recipients of list Sent: Tuesday, May 30, 2000 11:03 PM Subject: [CEVPROF-L:287] This is a multi-part message in MIME format. ------=_NextPart_000_0022_01BFC9CB.C77F0E40 Content-Type: text/plain; charset="iso-8859-1" Content-Transfer-Encoding: quoted-printable ------=_NextPart_000_0022_01BFC9CB.C77F0E40 Content-Type: text/html; charset="iso-8859-1" Content-Transfer-Encoding: quoted-printable
 
------=_NextPart_000_0022_01BFC9CB.C77F0E40-- From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Thu Jun 1 16:43:57 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id QAA25633 for ; Thu, 1 Jun 2000 16:43:56 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id RAA23241; Thu, 1 Jun 2000 17:03:53 -0300 (EST) Date: Thu, 1 Jun 2000 17:03:53 -0300 (EST) Message-Id: <00aa01bfcc05$72df41c0$2d9d91c8@defis.bauru.unesp.br> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: "=?iso-8859-1?Q?Fl=E1vio_I._S._Oliveira?=" To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-l] [CEVPROF-L:289] Re: Lista Quem tentou abrir a mensagem do Cesar foi contaminado pelo vírus Happy99 A vacina para este virus vcs podem encontrar no Cade, eh soh entrar no Cade e digitar Happy99 e aparecerao alguns sites que explicam como elimina-lo. Eh muito simples....Boa sorte!!!! -----Mensagem original----- De: Altair Moioli Para: Multiple recipients of list Data: Segunda-feira, 29 de Maio de 2000 23:18 Assunto: [CEVPROF-L:286] Re: Lista >É isso ai, Daniel, porque também não consegui abrir a mensagem do Cesar. >Altair Moioli >S. J. Rio Preto-SP > >----- Original Message ----- >From: Daniel Gadelha dos Santos >To: Multiple recipients of list >Sent: Monday, May 29, 2000 11:05 PM >Subject: [CEVPROF-L:285] Re: Lista > > >Cesar suas mensagens estão chegando com o virus Happy99 > > >Daniel Gadelha dos Santos >Rua Aguapés 165 - S.B.C. >S.P. - C E P : 0 9 6 1 7 - 0 6 0 >E-mail:=> tioperre@uol.com.br >Fone: 457-0372 / Fone-Fax: 4125-6763 > >---------- >De: Cesar Augusto Fernandes de Souza >Para: Multiple recipients of list >Assunto: [CEVPROF-L:284] Lista >Data: Segunda-feira, 29 de Maio de 2000 19:38 > > > > From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Mon Jun 5 13:23:44 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id NAA03996 for ; Mon, 5 Jun 2000 13:23:43 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id NAA04274; Mon, 5 Jun 2000 13:45:14 -0300 (EST) Date: Mon, 5 Jun 2000 13:45:14 -0300 (EST) Message-Id: <004601bfcdd3$e980f740$e104bfc8@altair> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: "Altair Moioli" To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-l] [CEVPROF-L:290] Re: Lista Flávio, eu tentei abrir esta mensagem do Cesar e não consegui. Será que meu computador foi infectado. Não entendo muito bem de informática. Só sei ligar e desligar, e usar como máquina de escrfever. Se você puder me ajudar. Ah! eu tenho instalado um ati vírus PCsillin (acho que é isso). ----- Original Message ----- From: Flávio I. S. Oliveira To: Multiple recipients of list Sent: Thursday, June 01, 2000 5:05 PM Subject: [CEVPROF-L:289] Re: Lista Quem tentou abrir a mensagem do Cesar foi contaminado pelo vírus Happy99 A vacina para este virus vcs podem encontrar no Cade, eh soh entrar no Cade e digitar Happy99 e aparecerao alguns sites que explicam como elimina-lo. Eh muito simples....Boa sorte!!!! -----Mensagem original----- De: Altair Moioli Para: Multiple recipients of list Data: Segunda-feira, 29 de Maio de 2000 23:18 Assunto: [CEVPROF-L:286] Re: Lista >É isso ai, Daniel, porque também não consegui abrir a mensagem do Cesar. >Altair Moioli >S. J. Rio Preto-SP > >----- Original Message ----- >From: Daniel Gadelha dos Santos >To: Multiple recipients of list >Sent: Monday, May 29, 2000 11:05 PM >Subject: [CEVPROF-L:285] Re: Lista > > >Cesar suas mensagens estão chegando com o virus Happy99 > > >Daniel Gadelha dos Santos >Rua Aguapés 165 - S.B.C. >S.P. - C E P : 0 9 6 1 7 - 0 6 0 >E-mail:=> tioperre@uol.com.br >Fone: 457-0372 / Fone-Fax: 4125-6763 > >---------- >De: Cesar Augusto Fernandes de Souza >Para: Multiple recipients of list >Assunto: [CEVPROF-L:284] Lista >Data: Segunda-feira, 29 de Maio de 2000 19:38 > > > > From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Tue Jun 6 21:22:35 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id VAA07808 for ; Tue, 6 Jun 2000 21:22:34 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id VAA25472; Tue, 6 Jun 2000 21:44:30 -0300 (EST) Date: Tue, 6 Jun 2000 21:44:30 -0300 (EST) Message-Id: <008c01bfd017$421411e0$2153bfc8@compaq> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: "Renata" To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-L] [CEVPROF-L:291] =?iso-8859-1?B?IGFwcmVzZW50Yefjbw==?= This is a multi-part message in MIME format. ------=_NextPart_000_0089_01BFCFFE.1CA54820 Content-Type: text/plain; charset="iso-8859-1" Content-Transfer-Encoding: quoted-printable Ol=E1, =E1 todos da lista. sou novata aqui, e n=E3o sei como funciona direito, e uma d=FAvida j=E1 = surgiu, eu recebi um password, e =F1 fa=E7o a menor id=E9ia de como = usufruir do mesmo, e ainda; p/ qual finalidade. espero q. me auxiliem. =20 curso o 2=B0 colegial, e vou exercer ed. f=EDsica, gostaria de = informa=E7=F5es, sobre oq. j=E1 poderia estar fazendo, uma vez q. ainda = =F1 estou facul ( est=E1gio, projetos...sei l=E1.) =20 obrigada pela aten=E7=E3o. bjos Renatinha ------=_NextPart_000_0089_01BFCFFE.1CA54820 Content-Type: text/html; charset="iso-8859-1" Content-Transfer-Encoding: quoted-printable
 

 
Olá, á todos da=20 lista.
sou novata aqui, e não sei = como funciona=20 direito, e uma dúvida já surgiu, eu recebi um password, e = ñ=20 faço a menor idéia de como usufruir do mesmo, e ainda; p/ = qual=20 finalidade. espero q. me auxiliem.
 
curso o 2° colegial, e vou exercer ed. = física,=20 gostaria de informações, sobre oq. já poderia estar = fazendo, uma vez q. ainda ñ estou facul ( estágio, = projetos...sei=20 lá.)
 
obrigada pela atenção.  bjos=20 Renatinha
------=_NextPart_000_0089_01BFCFFE.1CA54820-- From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Wed Jun 7 00:31:37 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id AAA08074 for ; Wed, 7 Jun 2000 00:31:37 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id AAA07184; Wed, 7 Jun 2000 00:52:00 -0300 (EST) Date: Wed, 7 Jun 2000 00:52:00 -0300 (EST) Message-Id: <004101bfd034$9a567f60$4817bfc8@altair> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: "Altair Moioli" To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-L] [CEVPROF-L:292] =?iso-8859-1?Q?Re:_=5BCEVPROF-L:291=5D__apresenta=E7=E3o?= Não estamos recebendo mensagem completa. Está toda codificada. Acho que voce pode estar com vírus em sua máquina. ----- Original Message ----- From: Renata To: Multiple recipients of list Sent: Tuesday, June 06, 2000 9:45 PM Subject: [CEVPROF-L:291] apresentação This is a multi-part message in MIME format. ------=_NextPart_000_0089_01BFCFFE.1CA54820 Content-Type: text/plain; charset="iso-8859-1" Content-Transfer-Encoding: quoted-printable Ol=E1, =E1 todos da lista. sou novata aqui, e n=E3o sei como funciona direito, e uma d=FAvida j=E1 = surgiu, eu recebi um password, e =F1 fa=E7o a menor id=E9ia de como = usufruir do mesmo, e ainda; p/ qual finalidade. espero q. me auxiliem. =20 curso o 2=B0 colegial, e vou exercer ed. f=EDsica, gostaria de = informa=E7=F5es, sobre oq. j=E1 poderia estar fazendo, uma vez q. ainda = =F1 estou facul ( est=E1gio, projetos...sei l=E1.) =20 obrigada pela aten=E7=E3o. bjos Renatinha ------=_NextPart_000_0089_01BFCFFE.1CA54820 Content-Type: text/html; charset="iso-8859-1" Content-Transfer-Encoding: quoted-printable
 

 
Olá, á todos da=20 lista.
sou novata aqui, e não sei = como funciona=20 direito, e uma dúvida já surgiu, eu recebi um password, e = ñ=20 faço a menor idéia de como usufruir do mesmo, e ainda; p/ = qual=20 finalidade. espero q. me auxiliem.
 
curso o 2° colegial, e vou exercer ed. = física,=20 gostaria de informações, sobre oq. já poderia estar = fazendo, uma vez q. ainda ñ estou facul ( estágio, = projetos...sei=20 lá.)
 
obrigada pela atenção.  bjos=20 Renatinha
------=_NextPart_000_0089_01BFCFFE.1CA54820-- From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Wed Jun 7 16:15:18 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id QAA09967 for ; Wed, 7 Jun 2000 16:15:18 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id QAA11007; Wed, 7 Jun 2000 16:35:55 -0300 (EST) Date: Wed, 7 Jun 2000 16:35:55 -0300 (EST) Message-Id: <004e01bfd0b3$f19bb4a0$c9a4e7c8@compaq> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: "Renata" To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-L] [CEVPROF-L:293] =?iso-8859-1?B?MrAgYXByZXNlbnRh5+Nv?= This is a multi-part message in MIME format. ------=_NextPart_000_004B_01BFD09A.CC4554E0 Content-Type: text/plain; charset="iso-8859-1" Content-Transfer-Encoding: quoted-printable bom...estou aqui me apresentando novamente, mas dessa vez sem os = acentos, hehehe... me mandaram e-mails dizendo q. eu poderia estar com virus, porque a = mensagem estava "codificada", penso que n=E3o; mas existe de fato esta = possibilidade? ( tenho anti- virus) Tenho 16 anos, e curo o 2=B0 colegial, e VOU exercer ed. fisica. gostaria de saber mas a respeito, quanto o mercado de trabalho, pre- = faculdade, uma vez que ainda estou no colegial. eventos, cursos, estagios, trabalho, deve haver alguma coisa que eu = possa fazer para ir adquirindo experiencia, mas a primeira coisa que me = perguntam, para emprego, eh, se jah conclui a facul. Ou p/ estagio, eh = se estou cursando a mesma. poxa, eu leio muito, e ah 6 anos, que venho, mechendo com esportes, = ginastica, musculacao, e hidro. a questao eh, que nao aguento mais esperar ate a faculdade, para fazer = alguma coisa, eu sei que eh preciso ser um profissional qualificado, mas = =F1ao eh possivel q. nem estagio encontro. eu preciso de uma chance para mostrar que eu posso! obrigada pela atencao. bjos Renatinha! ------=_NextPart_000_004B_01BFD09A.CC4554E0 Content-Type: text/html; charset="iso-8859-1" Content-Transfer-Encoding: quoted-printable
bom...estou aqui me apresentando = novamente, mas=20 dessa vez sem os acentos, hehehe...
me mandaram e-mails dizendo q. eu = poderia estar=20 com virus, porque a mensagem estava "codificada", penso que=20 não; mas existe de fato esta possibilidade? ( tenho anti-=20 virus)
 
Tenho 16 anos, e curo o 2° = colegial, e VOU=20 exercer ed. fisica.
gostaria de = saber mas a=20 respeito, quanto o mercado de trabalho, pre- faculdade, uma vez que = ainda estou=20 no colegial.
eventos, cursos, estagios, trabalho, deve haver = alguma coisa=20 que eu possa fazer para ir adquirindo experiencia, mas a primeira coisa = que me=20 perguntam, para emprego, eh, se jah conclui a facul. Ou p/ estagio, eh = se estou=20 cursando a mesma.
poxa, eu leio muito, e  ah 6 anos, que venho, = mechendo=20 com esportes, ginastica, musculacao, e hidro.
a questao eh, que nao aguento mais esperar ate a = faculdade,=20 para fazer alguma coisa, eu sei que eh preciso ser um profissional = qualificado,=20 mas ñao eh possivel q. nem estagio encontro.
eu preciso de uma chance para mostrar que eu=20 posso!
obrigada pela atencao. bjos Renatinha!
 
------=_NextPart_000_004B_01BFD09A.CC4554E0-- From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Wed Jun 7 21:20:24 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id VAA10680 for ; Wed, 7 Jun 2000 21:20:21 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id VAA28557; Wed, 7 Jun 2000 21:42:45 -0300 (EST) Date: Wed, 7 Jun 2000 21:42:45 -0300 (EST) Message-Id: <003801bfd0e0$26b96840$7b08c5c8@compaq> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: "Renata" To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-L] [CEVPROF-L:294] trabalhos voluntarios This is a multi-part message in MIME format. ------=_NextPart_000_0035_01BFD0C7.01630880 Content-Type: text/plain; charset="iso-8859-1" Content-Transfer-Encoding: quoted-printable alguem sabe, onde tem trabalhos voluntarios, de recreacao, aki, em SP, = capital ? obrigada. Renatinha. ------=_NextPart_000_0035_01BFD0C7.01630880 Content-Type: text/html; charset="iso-8859-1" Content-Transfer-Encoding: quoted-printable
alguem sabe, onde tem trabalhos voluntarios, de = recreacao,=20 aki, em SP, capital ?
obrigada. Renatinha.
------=_NextPart_000_0035_01BFD0C7.01630880-- From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Tue Jun 20 09:56:37 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id JAA31525; Tue, 20 Jun 2000 09:56:31 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id KAA18600; Tue, 20 Jun 2000 10:10:12 -0300 (EST) Date: Tue, 20 Jun 2000 10:10:12 -0300 (EST) Message-Id: <394F6A57.582713D6@ucb.br> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: Laercio Elias Pereira To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-L] [CEVPROF-L:295] AVISO GERAL. Netiqueta Pessoal, Nesse periodo precisamos enfrentar juntos a duplicacao das mensagens. 1. Altere o endereco das listas. em vez de (lista)-L@server.nib.unicamp.br enderece: (lista)-L@cev.ucb.br exemplo: cevetica-L@cev.ucb.br 2. Muita gente ainda manda msg com acentos e HTML, por favor, leiam a nossa netiqueta: http://cev.ucb.br/listas/dicas.htm Obrigado. laercio From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Tue Jun 20 15:18:55 2000 Received: from server.nib.unicamp.br (server.nib.unicamp.br [143.106.134.3] (may be forged)) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id PAA00468; Tue, 20 Jun 2000 15:18:43 -0400 Received: (from server@localhost) by server.nib.unicamp.br (8.9.3/8.9.3) id PAA08194; Tue, 20 Jun 2000 15:34:10 -0300 (EST) Date: Tue, 20 Jun 2000 15:34:10 -0300 (EST) Message-Id: <007901bfdae1$13f0ace0$2565fea9@carlos> Errors-To: aabo@wnet.com.br Reply-To: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Originator: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Sender: cevprof-l@server.nib.unicamp.br Precedence: bulk From: "PUBLICABRASIL" To: Multiple recipients of list X-Listprocessor-Version: 6.0c -- ListProcessor by Anastasios Kotsikonas Subject: [Cevprof-L] [CEVPROF-L:296] Doping O Doping vem sendo discutido em todo o mundo como uma das grandes desgracas criadas pelos esportistas e seus treinadores. Eh chegado o momento de se discutir o tema com absoluta isencao e ao mesmo tempo com o compromisso com a Verdade desse fenômeno sem casuimos e "achismos". Identificados com essa proposta, efetivamos uma parceria na promocao do seminario VERDADES ETICAS DO DOPING: "A diferenca entre o remedio e o veneno esta na dose" (insp. Hipocrates) com a participacao de profissionais altamente credenciados: Prof. Alexandre Veli Nunes (atuou no controle de doping nos 2 ultimos Jogos Olimpicos e Jogos Pan-americanos e selecionado para Sydney'2000), Dr. Carlos Alberto Werutsky (Federacao Internacional de Medicina do Esporte) e Dr. Wagner Castropil (Sociedade Brasileira de Ortopedia e Medicina Esportiva e Academia Americana de Ortopedia). Temas abordados: DOPING, HISTÓRIA E EVOLUCAO NO ESPORTE DE RENDIMENTO E NA SOCIEDADE - Evolucao historica do controle de doping; - Estatisticas da Comissao Medica do COI (IOC); - Lista das substancias proibidas (2000); - Perspectivas futuras; - Efeitos colaterais do uso das substancias proibidas mais utilizadas; - Alternativas possiveis para o incremento da performance desportiva (ergogenia); - Modalidades esportivas e as substancias mais utilizadas; - Agencia Internacional de Controle de Doping; - O controle de doping no Brasil; - Equipamento e os procedimentos de controle nos Jogos Olimpicos de Sydney-2000. - Recomendacoes e conclusoes. FATORES LIMITANTES DO RENDIMENTO DESPORTIVO E A AJUDA ERGOGENICA DA NUTRICAO APLICADA - Classificaca dos esportes quanto as caracteristicas tecnicas e as implicacoes metabolicas (substrato energetico); - Aplicabilidade da piramide dos alimentos; - Carboidratos e rendimento desportivo: na deplecao e ressintese de glicogenio muscular, na insulinemia para a ressintese de proteína muscular, na reposicao de fluidos e na prevencao da fadiga central; - Proteinas, aminoacidos e rendimento desportivo: requerimento proteico e qualidade da proteina alimentar, suplementacao de aminoacidos; - Gorduras e rendimento desportivo: requerimento de gorduras e qualidade da gordura alimentar, TCM como suplementacao; - Vitaminas minerais e rendimento desportivo: suplementacao vitaminica e performance; cromo, ferro, magnesio, zinco, cobre e performance; - Suplementacao de creatina, carnitina e HMB; - Controle de peso e performance; - Monitoracao bioquimica (laboratorial) das alteracoes do rendimento esportivo. FATORES AGRAVANTES E COADJUVANTES DO USO DE SUBSTANCIAS ANABOLIZANTES - Efeitos de substancias anabolizantes no aparelho locomotor - Uso de substancias anabolicas na reabilitacao de lesoes esportivas FATORES ÈTICOS INERENTES AO DOPING Debate com a participacao dos tres convidados Data: 08 de Julho de 2000 Loca: Centro de Convencoes Sao Camilo - Sao Paulo/SP Taxa de Inscricao: R$ 104,00 Maiores informacoes e detalhes: - Telefax: (0**11) 815-3239 / 5681-9067 / 9176-6217 - site: http://www.publicabrasil.com.br/doping - para baixar arquivo MsWord97 compactado ("zipado") contendo textos, propostas, ficha de inscricao, etc.: http://www.publicabrasil.com.br/doping/doping.zip - para abrir arquivo MsWord97 contendo textos, propostas, ficha de inscricao, etc.: http://www.publicabrasil.com.br/doping/doping.doc - e-mail: info@publicabrasil.com.br From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Wed Jun 21 08:01:50 2000 Received: from sunscream.wnet.com.br (IDENT:qmailr@sunscream.wnet.com.br [200.250.8.27]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with SMTP id IAA10192 for ; Wed, 21 Jun 2000 08:01:48 -0400 Received: (qmail 12905 invoked from network); 21 Jun 2000 11:21:23 -0000 Received: from annex4-13.wnet.com.br (HELO default) (200.250.55.77) by sunscream.wnet.com.br with SMTP; 21 Jun 2000 11:21:23 -0000 Message-ID: <3950A6D7.30B1@wnet.com.br> Date: Wed, 21 Jun 2000 08:28:23 -0300 From: Amauri Aparecido Bassoli de Oliveira Reply-To: aabo@wnet.com.br X-Mailer: Mozilla 3.01Gold [pt] (Win95; I) MIME-Version: 1.0 To: cevprof-l@cev.ucb.br Content-Type: text/plain; charset=iso-8859-1 Content-Transfer-Encoding: 8bit Subject: [Cevprof-L] apoio Favor passar essa mensagem adiante. Trata-se de um menino que tem uma ma formacao do miocardio e precisa de um transplante. A cirurgia custa US$115,200.00 e o ISP (Internet Service Purveyors) locais e estrangeiros doarao US$ 0.01 por mail mandado com o titulo (subject)SOLIDARIEDAD CON BRIAN. Portanto e muito importante prestar atencao a esse detalhe. Foi instalado ao lado da crianca no hospital um notebook com modem. Sao necessarios 11 milhoes e meio de mails para financiar a cirurgia. Se voce puder, por favor mande uma copia dessa mensagem para cada amigo seu, isso nao vai levar mais de 2 minutos do seu tempo e pode salvar a vida desse garotinho. Nao corte a corrente e nao esqueca o titulo da mensagem e importante porque e o meio de controle deles. Pelo Brian, obrigado. Lilian Di Luccia Letieri Importação-Marítima-Carga tel.:(013)219-1300> e-mail:lilianletieri@fiorde.com.br mailto:e-mail:lilianletieri@fiorde.com.br From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Thu Jun 22 20:54:31 2000 Received: from srv1-pel.pel.zaz.com.br (srv1-pel.pel.terra.com.br [200.248.135.1]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id UAA00322 for ; Thu, 22 Jun 2000 20:54:29 -0400 Received: from tcamorin (dl0157-pel.pel.terra.com.br [200.248.186.157]) by srv1-pel.pel.zaz.com.br (8.9.3/8.9.3) with SMTP id VAA29973 for ; Thu, 22 Jun 2000 21:10:48 -0300 Message-ID: <001e01bfdca7$f2e7f440$9dbaf8c8@tcamorin> From: "Tales Amorim" To: Date: Thu, 22 Jun 2000 21:14:06 -0300 MIME-Version: 1.0 Content-Type: multipart/alternative; boundary="----=_NextPart_000_001B_01BFDC8E.CC64FB60" X-Priority: 3 X-MSMail-Priority: Normal X-Mailer: Microsoft Outlook Express 5.00.2615.200 X-MimeOLE: Produced By Microsoft MimeOLE V5.00.2615.200 Subject: [Cevprof-L] escrita e ef This is a multi-part message in MIME format. ------=_NextPart_000_001B_01BFDC8E.CC64FB60 Content-Type: text/plain; charset="iso-8859-1" Content-Transfer-Encoding: quoted-printable Meu nome =E9 Tales, sou professor de Educa=E7=E3o F=EDsica e estou = fazendo p=F3s-gradua=E7=E3o na FaE-UFPel, na =E1rea de Ensino e Trabalho = Docente. Gostaria que os colegas pudesse me ajudar quanto ao assunto ESCRITA E = FORMA=C7=C3O EM EDUCA=C7=C3O F=CDSICA.=20 Se souberem de estudiosos e/ou estudos sobre a escrita e as rela=E7=F5es = desta com a universidade, professores, professores de educa=E7=E3o = f=EDsica, acad=EAmicos de educa=E7=E3o f=EDsica - e puderem me indicar = ou enviar informa=E7=F5es, ficarei grato. Obrigado. ------=_NextPart_000_001B_01BFDC8E.CC64FB60 Content-Type: text/html; charset="iso-8859-1" Content-Transfer-Encoding: quoted-printable
Meu nome =E9 Tales, sou professor de = Educa=E7=E3o F=EDsica=20 e estou fazendo p=F3s-gradua=E7=E3o na FaE-UFPel, na =E1rea de Ensino e = Trabalho=20 Docente.
Gostaria que os colegas pudesse me = ajudar quanto ao=20 assunto ESCRITA E FORMA=C7=C3O EM EDUCA=C7=C3O F=CDSICA.
Se souberem de estudiosos = e/ou estudos sobre a=20 escrita e as rela=E7=F5es desta com a universidade, professores, = professores de=20 educa=E7=E3o f=EDsica, acad=EAmicos de educa=E7=E3o f=EDsica - e puderem = me indicar ou enviar=20 informa=E7=F5es, ficarei grato.
Obrigado.
------=_NextPart_000_001B_01BFDC8E.CC64FB60-- From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Wed Jun 21 11:11:51 2000 Received: from tigre.ucb.br (www.catolicavirtual.br [200.236.72.1]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id LAA11992; Wed, 21 Jun 2000 11:11:51 -0400 Received: from ucb.br (country.ucb.br [200.236.72.12]) by tigre.ucb.br (AIX4.3/UCB 8.8.8/8.8.8-DM) with ESMTP id MAA27592; Wed, 21 Jun 2000 12:31:15 -0200 Message-ID: <3950D215.9A7EE1B4@ucb.br> Date: Wed, 21 Jun 2000 11:32:53 -0300 From: Laercio Elias Pereira X-Mailer: Mozilla 4.61 [en] (Win98; I) X-Accept-Language: en MIME-Version: 1.0 To: Midia e Esporte , Teses em EF , Recreacao e Lazer , Bibliotecas , Genero e Esporte , Lista do Conselho Federal de Educacao Fisica , Capoeira , Preparacao Profissional , TOCADORES do CEV , EF Escolar , Informatica e Esporte , Legislacao Desportiva , Natacao , Colegio Brasileiro de CienciaS do Esporte , Programa AgitaSP , Historia da EF&Esportes , Idosos e Atividade Fisica , Associacoes de Profissionais de Educacao Fisica , Lista de Basquete , Comportamento Motor , Corpo e Educacao Fisica , Lista de Danca , EF Especial - AMA , Esportes Radiacais , Etica e Moral no Esporte , Fisiologia do Esporte , Lista de Ginastica , Lista de Handebol , Lista de JUdo , Movimento Estudantil em EF , psicologia do Esporte , Lista de Voleibol , Motricidade , Saude Coletiva e AF Content-Type: text/plain; charset=iso-8859-1 Content-Transfer-Encoding: 8bit Subject: [Cevprof-L] Novo Endereco das listas Pessoal, (aviso/teste-final-para todas as listas) Por favor, atualizem seus livros de enderecos com os novos enderecos das listas: @cev.ucb.br exemplo: cevmeef-L@cev.ucb.br Mandar para a @server.nib(em fase de desativacao) duplica as mensagens. Obrigado. laercio. PS: Vc podera´ configurar a sua forma de participacao na(s) sua(s) lista(s). Basta clicar no endereco do rodape´ desta mensagem. Nao perca a sua senha! ;-) From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Tue Sep 5 08:48:36 2000 Received: from tigre.ucb.br ([200.236.72.1]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id IAA10458; Tue, 5 Sep 2000 08:48:35 -0400 Received: from ucb.br (country.ucb.br [200.236.72.12]) by tigre.ucb.br (8.11.0/8.11.0-HS1) with ESMTP id e85Bta720394; Tue, 5 Sep 2000 09:55:36 -0200 Message-ID: <39B4E0BC.DC7FA9C5@ucb.br> Date: Tue, 05 Sep 2000 09:02:04 -0300 From: Laercio Elias Pereira X-Mailer: Mozilla 4.61 [en] (Win98; I) X-Accept-Language: en MIME-Version: 1.0 To: Ciencias do Esporte , PG em Educacao Fisica , Preparacao Profissional Content-Type: text/plain; charset=us-ascii Content-Transfer-Encoding: 7bit Subject: [Cevprof-L] Pos-Graduacao "on line". EAD. Pessoal, Seria bom a gente conferir esses cursos. Para combater e/ou imitar ;-) Laercio -------- Original Message -------- Subject: More Master online programs From: Marina Bonello Reply-To: NASPE-L Discussion List ,Marina Allen re the distance /online programs I have 2 more for you. When I attended the last AAHPERD convention in Orlando I picked up a brochure "Earn your masters in Kinesiology " online. The website is www.telecampus.utsystem.edu and the email telecampus@utsystem.edu Although not strictly PE this might also be useful to your friend. They have a thesis and non thesis track. Marina NASPE-L is a discussion list sponsored by the National Association for Sport and Physical Education (http://www.aahperd.org) and the Health and Physical Education Program at Virginia Tech University (http://www.vt.edu). Online subscription forms and NASPE-L archives are located on PE Central at (http://www.pecentral.org) From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Fri Sep 15 02:11:46 2000 Received: from srv1-pel.pel.zaz.com.br (srv1-pel.pel.terra.com.br [200.248.135.1]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id CAA01074; Fri, 15 Sep 2000 02:11:46 -0400 Received: from carlos (dl069-pel.pel.terra.com.br [200.248.186.69]) by srv1-pel.pel.zaz.com.br (8.9.3/8.9.3) with SMTP id CAA15571; Fri, 15 Sep 2000 02:14:58 -0300 Reply-To: From: "Carlos Alex Martins Soares" To: , Date: Fri, 15 Sep 2000 02:16:46 -0300 Message-ID: MIME-Version: 1.0 Content-Type: text/plain; charset="Windows-1252" Content-Transfer-Encoding: 8bit X-Priority: 3 (Normal) X-MSMail-Priority: Normal X-Mailer: Microsoft Outlook IMO, Build 9.0.2416 (9.0.2910.0) X-MIMEOLE: Produced By Microsoft MimeOLE V5.00.2314.1300 Importance: Normal Subject: [Cevprof-L] ENC: ajuda Pessol, Laercio, meu colega de Pos-Graduacao Tales Amorim me mandou a mensagem abaixo e deseja participar da lista de formacao profissional. Pelo tema que lhe interessa pode ser na Formacao Profissional e Mercado de Trabalho em Educação Física e talvez na Educação física Escolar. Dá para ajudar? E o pessoal das listas, podem colaborar? Fico na escuta... Carlos Alex Martins Soares Lista cevbasq-l Adm: mailto:basket@zaz.com.br Para lista mailto:cevbasq-l@cev.ucb.br Modo de Usar: http://cev.ucb.br/listas/dicas.htm Sair da lista: http://cev.ucb.br/mailman/listinfo/cevbasq-l -----Mensagem original----- De: Tales Amorim [mailto:tcamorim@terra.com.br] Enviada em: Quinta-feira, 14 de Setembro de 2000 13:17 Para: basket@zaz.com.br Assunto: ajuda Aí, C. Alex. É o Tales. Não consigo me cadastrar na lista de discussão do CEV, mais propriamente na lista de formação de professores. Você poderia (já que participa de um monte de listas), pedir para os listeiros que conheces para verificar se possuem indicações bibliográficas/trabalhos/pesquisas/artigos sobre Formação Inicial em Educação Física? Outros tópicos: formação de professores; formação de professores de EF; Currículo e formação de professores de EF; currículo e formação de professores. Agradeço. From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Thu Sep 28 16:28:35 2000 Received: from ucb1.intranet.castelobranco.br (root@ucb1.castelobranco.br [200.143.203.1]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id QAA32234 for ; Thu, 28 Sep 2000 16:28:34 -0400 Received: from castelobranco.br (root@ucb1.castelobranco.br [200.143.203.1]) by ucb1.intranet.castelobranco.br (8.8.5/8.8.5) with ESMTP id QAA09987 for ; Thu, 28 Sep 2000 16:33:05 -0300 (EST) Message-ID: <39D39E77.E7C923D8@castelobranco.br> Date: Thu, 28 Sep 2000 16:39:35 -0300 From: Nair Muls Organization: Universidade Castelo Branco - PRPPG X-Mailer: Mozilla 4.51 [pt] (Win95; I) X-Accept-Language: pt-BR MIME-Version: 1.0 To: cevprof-l@cev.ucb.br Content-Type: text/plain; charset=us-ascii Content-Transfer-Encoding: 7bit Subject: [Cevprof-L] Mestrado em Ciencia da Motricidade Humana Prezada Comunidade, O edital para o exame de selecao do Curso de Mestrado em Ciencia da Motricidade Humana da Universidade Castelo Branco (UCB), credenciado pela CAPES, ja esta disponivel para os interessados, que podem consulta-lo atraves do endereco eletronico: http://www.castelobranco.br/prppg/edital O periodo de inscricao para o exame sera de 1 a 24 de novembro de 2000, com selecao a partir do dia 25 do mes. Outras informacoes sobre o Mestrado em Ciencia da Motricidade Humana da UCB podem ser obtidas atraves do e-mail: mestrado@castelobranco.br Cordialmente, Profa. Fernanda Barroso Beltrao Coordenadora do PROCIMH E-mail: mestrado@castelobranco.br From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Tue Oct 3 15:24:28 2000 Received: from tigre.ucb.br ([200.236.72.1]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id PAA00626; Tue, 3 Oct 2000 15:24:28 -0400 Received: from ucb.br (country.ucb.br [200.236.72.12]) by tigre.ucb.br (8.11.0/8.11.0-HS1) with ESMTP id e93ISrT13368; Tue, 3 Oct 2000 15:28:53 -0300 Message-ID: <39DA2516.FE763BD9@ucb.br> Date: Tue, 03 Oct 2000 15:27:34 -0300 From: Laercio Elias Pereira X-Mailer: Mozilla 4.61 [en] (Win98; I) X-Accept-Language: en MIME-Version: 1.0 To: Educacao Fisica e Esportes , Preparacao Profissional , Dirigentes de IES - EF Content-Type: text/plain; charset=us-ascii Content-Transfer-Encoding: 7bit Subject: [Cevprof-L] Mestrado e Dr.online (Educacao Fisica) psi - ler para crer - Laercio http://www.tandl.vt.edu/HPE/programmenu.html. -------- Original Message -------- Subject: Virginia Tech Graduate Programs From: George Graham Reply-To: NASPE-L Discussion List ... The Health and Physical Education program at Virginia Tech is currently accepting applications for the "electronic master's" program and also the doctoral program in physical education teacher education. The two-year master's program (36 semester hours) is designed specifically for K-12 physical education teachers who desire to continue teaching while they do their graduate work. Students spend two weeks for two consecutive summers in Blacksburg and the remainder of their work is done through projects related to their teaching and programs. The doctoral program is also designed for experienced teachers who are interested in obtaining their doctorate (Ed.D. or Ph.D.) and working as a teacher educator at a college or university. Graduate Teaching Assistantships are available. The stipend is approximately $10,000 per year plus a tuition waiver. Additional information about both programs can be obtained at our web site: http://www.tandl.vt.edu/HPE/programmenu.html. Additional information about Virginia Tech can be obtained at www.vt.edu. For more information contact: Dr. George Graham Virginia Tech, Health and Physical Education Program 206 War Memorial Hall-0313 Blacksburg, VA 24061 Phone:(540) 231-7545 E-mail:ggraham@vt.edu George Graham 206 WMH, 0313 Virginia Tech Blacksburg, VA. 24061 Phone: 540/231-7545 Fax: 540/231-9075 PE Central: www.pecentral.org "Guiding youngsters in the process of becoming physically active for a lifetime." NASPE-L is a discussion list sponsored by the National Association for Sport and Physical Education (http://www.aahperd.org) and the Health and Physical Education Program at Virginia Tech University (http://www.vt.edu). Online subscription forms and NASPE-L archives are located on PE Central at (http://www.pecentral.org) From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Tue Oct 3 19:41:11 2000 Received: from avocet.prod.itd.earthlink.net (avocet.prod.itd.earthlink.net [207.217.121.50]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id TAA02663 for ; Tue, 3 Oct 2000 19:41:09 -0400 Received: from earthlink.net (sdn-ar-001nmalbuP001.dialsprint.net [206.133.143.9]) by avocet.prod.itd.earthlink.net (8.9.3-EL_1_3/8.9.3) with ESMTP id PAA11849 for ; Tue, 3 Oct 2000 15:44:07 -0700 (PDT) Message-ID: <39B2D4DB.963D473A@earthlink.net> Date: Sun, 03 Sep 2000 16:46:51 -0600 From: Roberto Landwehr X-Mailer: Mozilla 4.7 [en] (Win95; I) X-Accept-Language: en MIME-Version: 1.0 To: cevprof-l@cev.ucb.br Subject: Re: [Cevprof-L] Mestrado e Dr.online (Educacao Fisica) References: <39DA2516.FE763BD9@ucb.br> Content-Type: text/plain; charset=iso-8859-1 Content-Transfer-Encoding: 8bit Só lembrando que a CAPES não reconhece mestrado à distância... RL Laercio Elias Pereira wrote: > > psi - ler para crer - Laercio > http://www.tandl.vt.edu/HPE/programmenu.html. > -------- Original Message -------- > Subject: Virginia Tech Graduate Programs > From: George Graham > Reply-To: NASPE-L Discussion List > ... > The Health and Physical Education program at Virginia Tech is currently > accepting applications for the "electronic master's" program and also > the > doctoral program in physical education teacher education. > > The two-year master's program (36 semester hours) is designed > specifically > for K-12 physical education teachers who desire to continue teaching > while > they do their graduate work. Students spend two weeks for two > consecutive > summers in Blacksburg and the remainder of their work is done through > projects related to their teaching and programs. > > The doctoral program is also designed for experienced teachers who are > interested in obtaining their doctorate (Ed.D. or Ph.D.) and working as > a > teacher educator at a college or university. Graduate Teaching > Assistantships are available. The stipend is approximately $10,000 per > year > plus a tuition waiver. > > Additional information about both programs can be obtained at our web > site: > http://www.tandl.vt.edu/HPE/programmenu.html. > > Additional information about Virginia Tech can be obtained at > www.vt.edu. > > For more information contact: > > Dr. George Graham > Virginia Tech, Health and Physical Education Program > 206 War Memorial Hall-0313 > Blacksburg, VA 24061 > Phone:(540) 231-7545 > E-mail:ggraham@vt.edu > > George Graham > 206 WMH, 0313 > Virginia Tech > Blacksburg, VA. 24061 > Phone: 540/231-7545 > Fax: 540/231-9075 > > PE Central: www.pecentral.org > > "Guiding youngsters in the process of becoming physically active for a > lifetime." > > NASPE-L is a discussion list sponsored by the National Association > for > Sport and Physical Education (http://www.aahperd.org) and the Health > and > Physical Education Program at Virginia Tech > University > (http://www.vt.edu). Online subscription forms and NASPE-L archives > are > located on PE Central at (http://www.pecentral.org) > > _______________________________________________ > Lista Cevprof-L > Modo de Usar:http://cev.ucb.br/listas/dicas.htm > Mensagens para a lista:Cevprof-L@cev.ucb.br > Sair da lista: http://www.cev.org.br/listas/cevprof/ From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Fri Oct 13 12:28:42 2000 Received: from todorov.uol.com.br (todorov.uol.com.br [200.231.204.42]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id MAA32610 for ; Fri, 13 Oct 2000 12:28:42 -0400 Received: from Teresinha (200-211-160-139-as.acessonet.com.br [200.211.160.139]) by todorov.uol.com.br (8.9.1/8.9.1) with SMTP id NAA14108 for ; Fri, 13 Oct 2000 13:24:24 -0200 (BRST) From: Usuario Universo Online Message-ID: <04cf01c03533$16b8fc00$46006b82@Teresinha> To: Date: Fri, 13 Oct 2000 13:31:49 -0300 MIME-Version: 1.0 Content-Type: multipart/alternative; boundary="----=_NextPart_000_04CC_01C03519.F089EF80" X-Priority: 3 X-MSMail-Priority: Normal X-Mailer: Microsoft Outlook Express 5.00.2615.200 X-MimeOLE: Produced By Microsoft MimeOLE V5.00.2615.200 Subject: [Cevprof-L] convite This is a multi-part message in MIME format. ------=_NextPart_000_04CC_01C03519.F089EF80 Content-Type: text/plain; charset="iso-8859-1" Content-Transfer-Encoding: quoted-printable Em nome da IHRSA / Fitness Brasil temos o prazer de convida-lo para o = Latin American Conference & Tradeshow, que ser=E1 realizado no per=EDodo = de 17 a 19 de outubro no International Trade Mart - Centro T=EAxtil, na = Av. Eng. Roberto Zuccolo, 555 - Vila Leopoldina - S=E3o Paulo, = programacao completa e retirada de convites gratuitamente na = www.fitnessbrasil.com.br=20 Palestras gratuitas no auditorio da feira: Dia 17/10 Ter=E7a-feira 15h00 - 1a Assembl=E9ia Nacional Acad-Brasil 17h00-18h00 Encontro Licenciados Body Systems 18h10-19h10 Fale com o presidente de Cybex International - Peter Haines = - Presidente Cybex International 19h20-20h20 SESC - Aumentando o n=FAmero de praticantes de atividade = f=EDsica - Danilo Santos de Miranda - Diretor Regional SESC SP 20h30-21h30 Functional Strenght Training - Steve Morgan - Life Fitness = Academy =20 Dia 18/10 Quarta-feira 13h00-14h00 O sistema Pilates - Studio Pilates - In=E9lia G. Kolyniak 17h00-18h00 Desfile Uniformes Academia - Supplex - Corpo e Forma - = Fazendo Onda 18h10-19h10 A Academia Informatizada - Terrazul - Prof. Luis Antero 19h20-20h20 Estrutura da Life Fitness, Companhia e Produtos (1) - = Augusto Anzelotti e Cristophe Rouille 20h30-21h30 T=E9cnica de Pilates - Brent Anderson, PhD Polestar = Education =20 Dia 19/10 Quinta-feira 13h00-14h00 O milagre Body Systems - Equipe Body Systems 18h10-19h10 Estrutura da Life Fitness Brasil, Companhia e Produtos (2) - = Augusto Anzelotti e Cristophe Rouille 19h20-20h20 Cooperativa de Professores - Vantegens e Considera=E7=F5es - = Patricia Lobato 20h30-21h30 Functional Training by Cybex - Jorge Gon=E7alves Teresinha Daninger Isobe fitbra@uol.com.br 11 241-9011 ------=_NextPart_000_04CC_01C03519.F089EF80 Content-Type: text/html; charset="iso-8859-1" Content-Transfer-Encoding: quoted-printable

Em nome da IHRSA / Fitness Brasil temos o prazer de = convida-lo=20 para o Latin American Conference & Tradeshow, que ser=E1 realizado = no per=EDodo=20 de 17 a 19 de outubro no International Trade Mart – Centro = T=EAxtil, na Av. Eng.=20 Roberto Zuccolo, 555 – Vila Leopoldina – S=E3o Paulo, = programacao completa e=20 retirada de convites gratuitamente na www.fitnessbrasil.com.br =

Palestras gratuitas no auditorio da=20 feira:

Dia 17/10 Ter=E7a-feira

15h00 – 1a Assembl=E9ia=20 Nacional Acad-Brasil

17h00-18h00 Encontro Licenciados Body Systems

18h10-19h10 Fale com o presidente de Cybex International – = Peter Haines –=20 Presidente Cybex International

19h20-20h20 SESC – Aumentando o n=FAmero de praticantes de = atividade f=EDsica –=20 Danilo Santos de Miranda – Diretor Regional SESC SP

20h30-21h30 Functional Strenght Training – Steve Morgan – = Life Fitness=20 Academy

 

Dia 18/10 Quarta-feira

13h00-14h00 O sistema Pilates – Studio Pilates – In=E9lia = G. Kolyniak

17h00-18h00 Desfile Uniformes Academia – Supplex – Corpo = e Forma – Fazendo=20 Onda

18h10-19h10 A Academia Informatizada – Terrazul – Prof. = Luis Antero

19h20-20h20 Estrutura da Life Fitness, Companhia e Produtos (1) = – Augusto=20 Anzelotti e Cristophe Rouille

20h30-21h30 T=E9cnica de Pilates – Brent Anderson, PhD Polestar = Education

 

Dia 19/10 Quinta-feira

13h00-14h00 O milagre Body Systems – Equipe Body Systems

18h10-19h10 Estrutura da Life Fitness Brasil, Companhia e Produtos = (2) –=20 Augusto Anzelotti e Cristophe Rouille

19h20-20h20 Cooperativa de Professores – Vantegens e = Considera=E7=F5es – Patricia=20 Lobato

20h30-21h30 Functional Training by Cybex – Jorge = Gon=E7alves

Teresinha Daninger = Isobe
fitbra@uol.com.br
11=20 241-9011

 

------=_NextPart_000_04CC_01C03519.F089EF80-- From cevprof-l-admin@cev.ucb.br Fri Oct 13 12:37:15 2000 Received: from todorov.uol.com.br (todorov.uol.com.br [200.231.204.42]) by cev.ucb.br (8.9.3/8.9.3) with ESMTP id MAA00964 for ; Fri, 13 Oct 2000 12:37:14 -0400 Received: from Teresinha (200-211-160-139-as.acessonet.com.br [200.211.160.139]) by todorov.uol.com.br (8.9.1/8.9.1) with SMTP id NAA26238 for ; Fri, 13 Oct 2000 13:32:57 -0200 (BRST) From: Usuario Universo Online Message-ID: <058801c03534$467024e0$46006b82@Teresinha> To: Date: Fri, 13 Oct 2000 13:40:18 -0300 MIME-Version: 1.0 Content-Type: multipart/alternative; boundary="----=_NextPart_000_0585_01C0351B.2048B980" X-Priority: 3 X-MSMail-Priority: Normal X-Mailer: Microsoft Outlook Express 5.00.2615.200 X-MimeOLE: Produced By Microsoft MimeOLE V5.00.2615.200 Subject: [Cevprof-L] convite This is a multi-part message in MIME format. ------=_NextPart_000_0585_01C0351B.2048B980 Content-Type: text/plain; charset="iso-8859-1" Content-Transfer-Encoding: quoted-printable Em nome da IHRSA / Fitness Brasil temos o prazer de convida-lo para o = Latin American Conference & Tradeshow, que ser=E1 realizado no per=EDodo = de 17 a 19 de outubro no International Trade Mart - Centro T=EAxtil, na = Av. Eng. Roberto Zuccolo, 555 - Vila Leopoldina - S=E3o Paulo, = programacao completa e retirada de convites gratuitamente na = www.fitnessbrasil.com.br=20 Palestras gratuitas no auditorio da feira: Dia 17/10 Ter=E7a-feira 15h00 - 1a Assembl=E9ia Nacional Acad-Brasil 17h00-18h00 Encontro Licenciados Body Systems 18h10-19h10 Fale com o presidente de Cybex International - Peter Haines = - Presidente Cybex International 19h20-20h20 SESC - Aumentando o n=FAmero de praticantes de atividade = f=EDsica - Danilo Santos de Miranda - Diretor Regional SESC SP 20h30-21h30 Functional Strenght Training - Steve Morgan - Life Fitness = Academy =20 Dia 18/10 Quarta-feira 13h00-14h00 O sistema Pilates - Studio Pilates - In=E9lia G. Kolyniak 17h00-18h00 Desfile Uniformes Academia - Supplex - Corpo e Forma - = Fazendo Onda 18h10-19h10 A Academia Informatizada - Terrazul - Prof. Luis Antero 19h20-20h20 Estrutura da Life Fitness, Companhia e Produtos (1) - = Augusto Anzelotti e Cristophe Rouille 20h30-21h30 T=E9cnica de Pilates - Brent Anderson, PhD Polestar = Education =20 Dia 19/10 Quinta-feira 13h00-14h00 O milagre Body Systems - Equipe Body Systems 18h10-19h10 Estrutura da Life Fitness Brasil, Companhia e Produtos (2) - = Augusto Anzelotti e Cristophe Rouille 19h20-20h20 Cooperativa de Professores - Vantegens e Considera=E7=F5es - = Patricia Lobato 20h30-21h30 Functional Training by Cybex - Jorge Gon=E7alves Teresinha Daninger Isobe fitbra@uol.com.br 11 241-9011 ------=_NextPart_000_0585_01C0351B.2048B980 Content-Type: text/html; charset="iso-8859-1" Content-Transfer-Encoding: quoted-printable

Em nome da IHRSA / Fitness Brasil temos o prazer de = convida-lo=20 para o Latin American Conference & Tradeshow, que ser=E1 realizado = no per=EDodo=20 de 17 a 19 de outubro no International Trade Mart – Centro = T=EAxtil, na Av. Eng.=20 Roberto Zuccolo, 555 – Vila Leopoldina – S=E3o Paulo, = programacao completa e=20 retirada de convites gratuitamente na www.fitnessbrasil.com.br =

Palestras gratuitas no auditorio da=20 feira:

Dia 17/10 Ter=E7a-feira

15h00 – 1a Assembl=E9ia=20 Nacional Acad-Brasil

17h00-18h00 Encontro Licenciados Body Systems

18h10-19h10 Fale com o presidente de Cybex International – = Peter Haines –=20 Presidente Cybex International

19h20-20h20 SESC – Aumentando o n=FAmero de praticantes de = atividade f=EDsica –=20 Danilo Santos de Miranda – Diretor Regional SESC SP

20h30-21h30 Functional Strenght Training – Steve Morgan – = Life Fitness=20 Academy

 

Dia 18/10 Quarta-feira

13h00-14h00 O sistema Pilates – Studio Pilates – In=E9lia = G. Kolyniak

17h00-18h00 Desfile Uniformes Academia – Supplex – Corpo = e Forma – Fazendo=20 Onda

18h10-19h10 A Academia Informatizada – Terrazul – Prof. = Luis Antero

19h20-20h20 Estrutura da Life Fitness, Companhia e Produtos (1) = – Augusto=20 Anzelotti e Cristophe Rouille

20h30-21h30 T=