[Cevmkt-L] Re: [Cevmkt-L]RES: [Cevmkt-L] Re: [Cevmkt-L] Re: [Cevmkt-L] D

To: <cevmkt-l@xxxxxxxxxx>
Subject: [Cevmkt-L] Re: [Cevmkt-L]RES: [Cevmkt-L] Re: [Cevmkt-L] Re: [Cevmkt-L] DANIELE HIPÓLITO
From: "Fragata" <m.fragata@xxxxxxxxx>
Date: Wed, 7 Nov 2001 17:28:17 -0200
Poderíamos solicitar aos coordenadores que se estabeleça critérios, sim e
fica quem quer ficar, mas a lista se presta a discussão. Por exemplo. Não me
interesso muito por notícias dos times de basquete e tenho deletadas todas.
Estou nas listas para discussões sobre MKT esportivo e não parte técnica ou
reclamações.
Vamos otimizar o espaço e aproveitá-lo ao máximo.
Grato,
Fragata
----- Original Message -----
From: <margato@xxxxxxxxxxxxxx>
To: <cevmkt-l@xxxxxxxxxx>
Sent: Wednesday, November 07, 2001 5:55 PM
Subject: [Cevmkt-L]RES: [Cevmkt-L] Re: [Cevmkt-L] Re: [Cevmkt-L] DANIELE
HIPÓLITO
> QUE TAL SOLICITAR A COORDENAÇÃO QUE SE ESTABELEÇA CRITÉRIOS DE
> PARTICIPAÇÕES, PARTICIPANTES, E ASSUNTOS.......ASSIM EVITAMOS ESSAS
> RECLAMAÇÕES......
> MARTA
>
> -----Mensagem original-----
> De: cevmkt-l-admin@xxxxxxxxxx [mailto:cevmkt-l-admin@xxxxxxxxxx]Em nome
> de Paulo Marcos
> Enviada em: Quarta-feira, 7 de Novembro de 2001 13:43
> Para: cevmkt-l@xxxxxxxxxx
> Assunto: [Cevmkt-L] Re: [Cevmkt-L] Re: [Cevmkt-L] DANIELE HIPÓLITO
>
>
> Concordo plenamente, às vezes fico algum tempo sem abrir minha caixa
postal
> e quando vou ler meus e-mails, a maioria tenho deletando sem ver o
conteúdo,
> pois o motivo pelo qual me cadastrei nesta lista não foi este que venho
> acompanahndo.
>
> ----- Original Message -----
> From: "Waldemar Manassero" <waldom@xxxxxxxxxxxxxx>
> To: <cevmkt-l@xxxxxxxxxx>
> Sent: Wednesday, November 07, 2001 12:15 PM
> Subject: [Cevmkt-L] Re: [Cevmkt-L] DANIELE HIPÓLITO
>
>
> > Oi amigos,
> >
> > Peguei esta mensagem sem nenhum propósito contra a tal.
> > O meu propósito é sim contra o de receber muitos e-mails na minha caixa
> > postal que são mensagens filosóficas (acho que não estamos na lista para
> > isto), nem tão pouco ler páginas de vários jornais do Brasil. Acho que o
> > espaço deveria ser utilizado para assuntos úteis, já que eu tenho muitos
> > jornais para ler e acredito não precisar lê-los na internet, e acho
também
> > que estas mensagens filosóficas poderiam ser mandadas em algum espaço
> reservado
> > a elas e não em um espaço de lista de discussão sobre marketing - acho
que
> > tais mensagens assustam outras pessoas a mandarem as suas.
> >
> > Atenciosamente,
> > Waldemar
> >
> > -- Mensagem original --
> >
> > >Daniele é a esperança para o esporte
> > > Flamengo, o clube da ginasta, e a Confederação Brasileira de
Ginástica
> > >buscam patrocinadores
> > >
> > > Wilton Júnior/AE
> > > Vagner e Geni, pais da ginasta Daniele Hypólito, moram em
> apartamento
> > >cedido pelo Flamengo, mas há quatro meses não contam com o salário da
> filha
> > >
> > >
> > >CAROL KNOPLOCH
> > >
> > >A medalha de prata no solo, inédita na história da ginástica no Brasil,
> > e
> > >o quarto lugar na final individual geral, ambos resultados conquistados
> > por
> > >Daniele Hypólito no Mundial da Bélgica, são a esperança da modalidade
no
> > >País. A Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) não tem patrocinador
> > e
> > >deve dois meses de salário (cerca de US$ 16 mil) ao técnico ucraniano
> Oleg
> > >Ostapenko.
> > >
> > >O Flamengo, clube de Hypólito e o mais tradicional nesse esporte, faz
> rifa
> > >para trocar o tablado, antigo e duro, e os colchões, desgastados e
cheios
> > >de buracos. "E mesmo nessas condições, com o tablado horrível, que
> machuca
> > >a perna, a Daniele é a segunda melhor do mundo nos exercícios de solo",
> > afirma
> > >um dos treinadores do Flamengo, Renato Alves, que também não recebe
> salário,
> > >assim como as atletas, há quatro meses. De acordo com a treinadora
> Georgette
> > >Vidor, a diretoria do clube prometeu acertar os atrasados esta semana,
> > com
> > >o dinheiro ganho pela equipe de futebol ao garantir vaga nas semifinais
> > da
> > >Copa Mercosul.
> > >
> > >A coordenadora de ginástica do Flamengo, Raquel Souza Leão, explica que
> > a
> > >modalidade pode até ser extinta se o departamento não conseguir
> patrocínio
> > >para o ano que vem. "O presidente (Edmundo Santos Silva) avisou que o
> clube
> > >passa por situação complicada e que os esportes amadores precisam
buscar
> > >parcerias. Na verdade, não sabemos o que vai ser da gente", afirma
> Raquel,
> > >obrigada a usar a criatividade para dar o mínimo de condições aos 60
> atletas,
> > >do pré-mirim ao adulto. "O arrecadado nas rifas de um real, vendidas
para
> > >pais e amigos dos atletas, é usado para reformar os colchões."
> > >
> > >Georgette observa que além de um novo tablado (custa mais de US$ 70
mil),
> > >outros aparelhos precisam ser trocados. O cavalo utilizado no Mundial,
> > por
> > >exemplo, é novo, mais comprido, e diferente do aparelho que Daniele
> dispõe
> > >no Flamengo - a cada quatro anos a Federação Internacional pode fazer
> mudanças
> > >nas regras e aparelhos. A ginasta teve a nota mais baixa no cavalo na
> final
> > >geral individual.
> > >
> > >
> > >Do fogão à pia - A presidente da CBG, Vicélia Florenzano, diz que está
> > "flutuando",
> > >que tudo "parece um sonho" e espera que a ginástica brasileira, 11.ª
> colocada
> > >na final por equipe, não sofra mais neste País. "Agora podemos decolar
> > e
> > >quem sabe um dia, alcançar o prestígio do vôlei." A CBG nunca teve
> patrocínio
> > >- salvo nove meses em 1998, em que contou com a parceria da Telebrás -
> > e
> > >sobrevive das taxas de inscrições de torneios pelo Brasil. "Sobra uns
R$
> > >5 mil, quando o campeonato é bom, com muita gente", declara a
dirigente,
> > >que diz fazer loucuras pelas meninas. Na preparação para o Mundial, em
> > Curitiba,
> > >ela e a supervisora Eliane Martins cozinhavam e lavavam louça. E não
foi
> > >só um dia. "Não dava para contratar um bufê", explica.
> > >
> > >Para ir à Bélgica, precisou de recursos do Ministério do Esporte e
> Turismo,
> > >assim como o judô e o boxe, que voltaram sem medalha. A CBG pagou o
> seguro
> > >de saúde e os uniformes. A alimentação ficou a cargo das próprias
> ginastas.
> > >
> > >
> > >Daniele, por exemplo, contou com ajuda do jogador Ronaldo, da Inter de
> > Milão.
> > >
> > >
> > >Irmãos de medalhista também vivem exclusivamente da ginástica
> > >MICHEL CASTELAR
> > >
> > >RIO - A família Hypólito respira ginástica. Além de Daniele, a melhor
> ginasta
> > >da história do Brasil, o irmão Diego, de 15 anos, também dedica-se ao
> esporte.
> > >Edson, o irmão mais velho, de 19 anos, é auxiliar técnico das divisões
> > de
> > >base do Flamengo. Mas, de quatro meses para cá - o clube carioca não
paga
> > >os salários dos atletas adultos - a família mantém-se com o ordenado do
> > pai
> > >Vagner, manobrista de uma academia de ginástica, no Rio, após quatro
anos
> > >de desemprego. "Se não arrumarmos patrocinador, não sei o que será de
> nós",
> > >afirma a mãe Geni, que é dona de casa.
> > >
> > >Ao menos, o Comitê Olímpico Internacional (COI) garantiu a participação
> > de
> > >Daniele, de 17 anos, na nova edição do Programa Solidariedade Olímpica,
> > que
> > >havia sido interrompido após os Jogos de Sydney, em 2000.
> > >
> > >O confortável apartamento, de três quartos, no Aterro do Flamengo,
> contrasta
> > >com a vida modesta dos Hypólitos. O imóvel é emprestado pelo Flamengo,
> > clube
> > >que Daniele defende desde 1995 - treinou ainda no Sesi, de Santo André,
> > e
> > >na Academia Yashi, em São Paulo. Foi levada para o clube carioca por
> Ricardo
> > >Pereira e Georgette Vidor. Daniele é quatro vezes campeã brasileira,
> medalha
> > >de ouro no Pan-Americano de 1997 (solo e paralela) e bronze por equipe
> > no
> > >Pan de 1999. "A ginástica é minha vida", afirmou a garota, antes de
> apresentar-se,
> > >ontem, na noite de gala da ginástica, na Bélgica, ao lado das
medalhistas
> > >do Mundial. Daniele desembarca amanhã, no Rio, e a seleção chega hoje.
> >
> > >
> > >A inédita medalha de prata, conquistada pela atleta modificou a rotina
> > da
> > >família. Os inúmeros telefonemas de amigos e jornalistas fizeram com
que
> > >Vagner chegasse atrasado no trabalho, e Geni, não levasse o almoço para
> > os
> > >filhos, no Flamengo. Daniele também "extrapolou": comemorou a madrugada
> > inteira.
> > >"Até o medo de cemitérios ela perdeu", disse Geni. Durante o torneio, a
> > atleta
> > >utilizou um telefone público dentro de um cemitério para falar com a
> família.
> > >"Tinha que pagar US$ 4 só para pedir uma chamada do hotel."
> > >
> > > Futuro de Daniele está no ar
> > >
> > > Mesmo com a medalha de prata no Mundial, a ginasta brasileira
> dificilmente
> > >terá uma preparação adequada para a Olimpíada de Atenas. Seu clube, o
> Flamengo,
> > >não paga mais salários aos atletas
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >A preparação para que Daniele Hypólito e a equipe brasileira de
ginástica
> > >olímpica lutem por uma medalha em Atenas/2004 ainda está cheia de
> dúvidas.
> > >O Flamengo, clube da atleta que conquistou domingo a medalha de prata
na
> > >prova de solo do Mundial de Ghent, e a Confederação Brasileira de
> Ginástica
> > >(CBG) reclamam da falta de dinheiro para uma preparação adequada.
> > >
> > >O Flamengo determinou em agosto que os atletas amadores não vão mais
> ganhar
> > >salários. Apenas alojamento e ajuda de custo. Por outro lado, o técnico
> > ucraniano
> > >Oleg Ostapenko, contratado pela CBG para atualizar os técnicos do País,
> > está
> > >sem receber salários há dois meses por problemas burocráticos e
> financeiros.
> > >
> > >
> > >O caso do Flamengo não tem volta. "Não é um problema da ginástica. É de
> > todos
> > >os esportes. Não temos como bancar atletas de alto rendimento.
> > >
> > >Continuaremos dando estrutura, ajuda para estudos e alojamento. Mas não
> > temos
> > >condições de bancar salários de atletas sem patrocinadores, só com o
> dinheiro
> > >dos sócios. Isso não é nosso dever. Acho que vocês deveriam fazer essa
> > mesma
> > >pergunta para a CBG e para o Comitê Olímpico Brasileiro. Estamos
buscando
> > >parcerias", disse Reinaldo Dias, superintendente de esportes amadores
do
> > >Flamengo.
> > >
> > >A Confederação Brasileira de Ginástica diz que não tem como intervir na
> > crise
> > >do Flamengo e espera ajuda de empresas privadas para patrocinar a
equipe
> > >brasileira permanente de ginástica. "Acho que agora, que temos a quarta
> > melhor
> > >ginasta do mundo, as empresas precisam aparecer", diz Vicélia Angela
> Florenzino,
> > >presidente da entidade.
> > >
> > >
> > >Ajuda de amigos
> > >
> > >A CBG pediu uma verba de R$ 1,5 milhão para o Comitê Olímpico
Brasileiro
> > >para o próximo ano. "Poderíamos bancar as viagens da equipe e todos os
> > custos.
> > >Por enquanto, os pais bancam uma parte e amigos ajudam", diz, lembrando
> > o
> > >exemplo de Ronaldinho, que deu US$ 800 para bancar a viagem de Daniele.
> >
> > >
> > >A CBG se vira como pode e espera dinheiro. A sala da presidência virou
> > alojamento
> > >para atletas, a técnica se transformou em cozinheira no período de
> treinos
> > >antes do Mundial.
> > >
> > >A entidade espera dinheiro do COB para pagar os salários do técnico
> ucraniano.
> > >O dinheiro viria da Lei Piva, que destina parte da arrecadação das
> loterias
> > >federais aos esportes olímpicos. "Estamos aguardando uma normatização
> interna
> > >do Tribunal de Contas da União para começar a liberar os recursos da
Lei
> > >Piva, o que deve ocorrer no início do próximo ano", diz Carlos Arthur
> Nuzman,
> > >presidente do COB.
> > >
> > >A equipe brasileira de ginástica desembarca hoje no Rio de Janeiro.
> Daniele
> > >e a técnica Georgete só chegam amanhã. Ontem, na Bélgica, ela
participou
> > >de uma exibição da Federação Internacional de Ginástica com as ginastas
> > medalhistas
> > >no Mundial.
> > >
> > >
> > >André Amaral
> > > O pai, manobrista, banca o talento da filha
> > >
> > > Nos últimos meses, o pai de Daniele, que é manobrista em uma
> academia,
> > >bancou a filha. Agora, eles esperam um patrocinador
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >Vagner Hypolito, pai de Daniele, chegou atrasado ao trabalho ontem. A
> mãe,
> > >Geni Matias, não levou almoço para os filhos, também atletas, no
> Flamengo.
> > >
> > >
> > >Tudo por causa dos inúmeros telefonemas de felicitações e entrevistas
> após
> > >a conquista da filha.
> > >
> > >No meio da alegria, uma certeza. "Desta vez, alguma coisa vai mudar.
Tem
> > >que mudar", disse a mãe, orgulhosa. A afirmação de dona Geni deve ser
> entendida
> > >como um alerta. A atleta tem somente mais quatro meses de salários a
> receber
> > >do Flamengo, que em agosto cortou as ajudas de custos para suas
> categorias
> > >de base. "Se não arrumarmos um patrocinador, não sei o que vai ser de
nós
> > >depois que este dinheiro acabar", considerou a mãe.
> > >
> > >Nos últimos meses, a família se manteve com o salário do pai de
Daniele,
> > >que, recentemente, passou a ser manobrista de uma academia de
ginástica,
> > >na zona sul, após quatro anos desempregado. A inesperada "ajuda" do
> atacante
> > >Ronaldo, da Internazionale de Milão, também foi essencial para que a
> atleta
> > >rubro-negra não parasse de competir.
> > >
> > >O contato por telefone com Daniele, ontem pela manhã, foi simples e
> cercado
> > >de carinho. "Como elas (a ginasta e sua técnica Georgete Vidor) estão
> felizes!
> > >Valeu por tudo o que passamos."
> > >
> > >Segundo Geni, a medalha também já tirou Daniele de sua rotina, que
ontem
> > >ficou toda a madrugada comemorando o feito com a delegação brasileira.
> > "Até
> > >o medo de cemitérios ela perdeu", disse espantada Geni. Durante a
> competição,
> > >a atleta utilizou um aparelho de telefone público de um cemitério para
> > falar
> > >com a família. "Ela tinha que pagar US$ 4 só para pedir uma chamada no
> > hotel.
> > >Até para ver TV precisava pagar US$ 1,50. Passou o tempo todo ouvindo
> música."
> > >
> > >
> > >Daniele está acostumada a vencer os obstáculos e a rigidez que a vida
lhe
> > >impõe. O confortável apartamento da família, de três quartos, no Aterro
> > do
> > >Flamengo, na zona sul, contrasta com sua vida modesta. O imóvel foi
> emprestado
> > >pelo clube, desde que a atleta trocou o Yachi, de São Paulo, em 1995,
> pelo
> > >Flamengo, a convite de Georgette. A receita do sucesso, segundo sua
> família
> > >é uma só: treinar pela manhã, estudar à tarde e, à noite, mais treinos.
> > As
> > >raras idas ao cinema são reservadas para os momentos de descontração
> junto
> > >com os irmão Diego, de 15 anos, e Edson, 19, que trabalha nas divisões
> > de
> > >base da Ginástica Olímpica no Flamengo.
> > >
> > >
> > >Michel Castellar/AE
> > > E ela tinha medo de não crescer mais
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >A medalha de prata na competição por solo fez Daniele Hypolito perder
de
> > >uma vez por todas seu maior complexo: o de ser baixinha demais para o
> esporte.
> > >Hoje, aos 17 anos e dois meses, ela tem 1,45m e continua crescendo.
> > >
> > >"Um dos dias de maior alegria da vida da Daniele foi quando ela
percebeu
> > >que não seria anã. Existe um limite que indica se a pessoa pode ou não
> > ser
> > >considerada anã e, quando ela ultrapassou essa marca, comemorou muito",
> > conta
> > >Vicélia Angela Florenzano, presidente da Confederação Brasileira de
> Ginástica.
> > >
> > >
> > >Nas finais de solo e individual geral do Mundial de Ghent, Daniele era
> > a
> > >mais baixa de todas as competidoras. Svetlana Khorkina, a russa
bicampeã
> > >no individual geral, tem 1,64m. No Pan de Winnipeg, quando ficou em
> sétimo
> > >lugar na individual geral, ela tinha apenas 1,36m.
> > >
> > >"Lembro da Daniele pequenininha, quando eu ainda estava competindo e a
> > conheci
> > >no Flamengo. Ela já mostrava ser muito talentosa. Ontem, quando vi ela
> > saindo
> > >da prova com uma pirueta tripla, fiquei espantada. Estou me sentindo
> vice-campeã
> > >mundial também", diz Luísa Parente, representante brasileira na
Ginástica
> > >Olímpica nas Olimpíadas de Seul/1988 e Barcelona/1992.
> > >
> > >Daniele começou a treinar quando tinha nove anos. Foi observada pela
> técnica
> > >Georgette Vidor, que a viu fazendo estrelas. De lá para cá, sempre foi
> > orientada
> > >pela mesma treinadora, quase sempre pelo Flamengo.
> > >
> > >Em 1996, Daniele escapou da morte em um acidente que envolveu a equipe
> > do
> > >clube, que ia para um campeonato em Curitiba. Sete ginastas morreram e
> > Georgette
> > >ficou paraplégica. Nos últimos anos, Daniele começou a ganhar espaço na
> > ginástica
> > >mundial. Em Sydney/2000, ficou em 20º lugar, mesmo tendo um problema na
> > prova
> > >do salto sobre o cavalo. Foi o melhor resultado da ginástica brasileira
> > em
> > >Olimpíadas.
> > >
> > >
> > >(A.A.)
> > >
> >
> >
> >
> > ___________________________________________________________
> >
> > http://www.zipmail.com.br O e-mail que vai aonde você está.
> >
> >
> >
> >
> > _______________________________________________________
> > Cevmkt-L Adm: Georgios <hatzidakis@xxxxxxxxxx>
> > Modo de Usar: http://cev.ucb.br/listas/dicas.htm
> > Mensagens para a lista: Cevmkt-L@xxxxxxxxxx
> > Mensagens Anteriores: http://cev.ucb.br/pipermail/cevmkt-l/
> > Sair da lista: http://www.cev.org.br/listas/cevmkt/
>
>
> _______________________________________________________
> Cevmkt-L Adm: Georgios <hatzidakis@xxxxxxxxxx>
> Modo de Usar: http://cev.ucb.br/listas/dicas.htm
> Mensagens para a lista: Cevmkt-L@xxxxxxxxxx
> Mensagens Anteriores: http://cev.ucb.br/pipermail/cevmkt-l/
> Sair da lista: http://www.cev.org.br/listas/cevmkt/
>
> _______________________________________________________
> Cevmkt-L Adm: Georgios <hatzidakis@xxxxxxxxxx>
> Modo de Usar: http://cev.ucb.br/listas/dicas.htm
> Mensagens para a lista: Cevmkt-L@xxxxxxxxxx
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