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Amigo coordenador Puga
Tendo sido citado na mensagem sinto-me na obrigação
de tecer alguns comentários.
É do conhecimento de todos que, desde a Campanha de
Regulamentação ha algumas pessoas formadas em Educação Física que tem posição
contraria a que a Profissão tenha uma entidade normatizadora, orietadora,
fiscalizadora e de defesa da sociedade. Também do conhecimento geral que alguns
deses contrários ha alguns anos atras eram favoráveis, a ese respeito tem
veiculado mensagens de surpresa por parte de colegas do Maranhão.
Também é do conhecimendo de todos desta lista que
alguns lutadores (de diversas modalidades) são contrários a exigencia de que
devam, a partir de 1998, cursar uma faculdade de Educação Física se desejarem
ministrar essas atividades de lutas. Penso não ser necessário aprofundar as
razões pelas quais a Lei 9.696/98 definiu esse qualificação. Contudo, ha alguns
grupos que defendem ser o melhor profissional (professor ou mestre como eram
titulados) os ex lutadores ou praticantes de lutas. Não vou me alongar aqui na
discussão pois certamente a maioria tem pelna consciencia do fato e da
necessidade de termos profissionais devidamente formados para garantir trabalho
de qualidade. Contudo, ha esse grupos. Inclusive, para fugir ao desporto, uma
dessas pessoas que entrou com ação na justiça contra o Sistema CONFEF/CREFs,
qualificou-se como ARTISTA MARCIAL. Bem, são histórias que serã escritas e
contadas no devido tempo.
A respeito do que foi veiculado entendo que o
Jornal e o responsavel pela coluna informam o que é sensacionalismo e, espero
que deem o mesmo destaque (farão pis ingressaremos na justiça para essa
garantia) quando for julgada a ação. Neste momento qualquer pronunciamente é
mera especulação. odemos afirmar e afirmamos que ao longo dos tres anos de
existencia e de resistencia ficou comprovado que a qualidade dos serviços
prestados em atividades fisicas melhorou, que o indice de lesionados diminuiu e
que hoje é unanimidade o desejo de que as atividades físicas sejam ministradas
por profissinais formados em curso de Educação Física e que sejam fiscalizadas
essas atividades pelo Sistema CONFEF/CREFs para garantir a segurança da
sociedade.
Nesta lista o que mais acompanhamos são os
entendiementos diferenciados a respeito de artigos de Lei e sua aplicação seja
por magistrados ou por advogados. Isso faz parte.
Jorge
----- Original Message -----
Sent: Monday, April 22, 2002 2:19
AM
Subject: [Cevleis-L] Re: [Cevleis-L] Será
verdade?
Raquel e amigos (as) !
Estou repassando a msg ao conhecimento do
Profissional Jorge Steinhilber, Presidente do CONFEF tambem
listeiro da CEVLEIS, para manifestacao e adocao de medidas legais
cabiveis.
Penso, tratar-se de uma noticia que tem por
escopo atingir o Sistema CONFEF/CREFs, que tem alcancado resultados
significativos em defesa da sociedade.
A consolidacao da Educacao Fisica como profissao
regulamentada ee uma realidade e os verdadeiros profissionais enfrentarao
todas as dificuldades interpostas em seus caminhos, no sentido de fortale-la e
consolida-la.
Alberto Puga
----- Original Message -----
Sent: Monday, April 22, 2002 12:34
AM
Subject: [Cevleis-L] Será
verdade?
Acabo de receber essa
matéria.
Gostaria de ter a certeza que trata-se
de uma matéria fantasiosa ...
[ ]'s
Raquel Pedercini
Dêem uma olhada nisto:
"Lá no final do e-mail tem a página e a data de publicação
www.in.gov.br/materia.asp
Saiu hoje, terça-feira (16/4), na coluna "Informe do Dia" do
jornal O Dia a seguinte matéria (transcrita):
"TRUQUE
MAROMBEIRO"
O Conselho Regional de Educação Física está prestes a
sumir do mapa. O Ministério Público Federal pediu o fechamento da entidade
no Rio e determinou que sejam devolvidas as anuidades - em torno de R$ 80 -
dos quase 7 mil inscritos. E não ficou só nisso. Mandou cancelar inscrições
de professores de ioga, dança e artes marciais. Mas a grande fúria do MP, na
verdade, é contra um estranho curso de nivelamento.
Em 1998, a
profissão de professor de Educação Física foi regulamentada. A lei ditou que
os profissionais que comprovassem exercer a atividade até a data teriam
registro. Só que o Conselho do Rio resolveu, ao seu bel-prazer, criar um tal
curso de nivelamento para quem não fez faculdade. Quem dava as aulas era a
Sprint Assessoria - do presidente do Conselho, Ernani Bevilaqua Contursi, e
de sua ex-secretária, Darci França. A irregularidade foi denunciada ao MP
pelo advogado Ricardo Marques de Abreu.
Com o tempo, o truque do
nivelamento proliferou pelo Brasil, a maioria com empresas ligadas aos
presidentes ou conselheiros das entidades. Para se ter uma idéia da mina de
dinheiro que isso representa, no Rio, o curso custava R$ 2 mil."
(Informe do Dia - Jornal O Dia, 16 de abril
de 2002)
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