RE: Resumo 23

To: cevefesc-L@xxxxxxxxxxxxxxxxxx
Subject: RE: Resumo 23
From: mad.def.ufpr@xxxxxxxxxxxxxx
Date: Sun, 4 Aug 2002 22:37:07 -0300
Olá a todos, 
venho acompanhando esta discussão aqui na lista, na espera para ver os 
argumentos,
porém neste momento nõa pude me contar com a fala do Henrique.
Primeiro gostaria que fosse esclarecida melhor esta relação entre área escolar
e o posicionento contrário à regulamentação.Posso estar enganado, ams as
pessoas que se mostram contrários ao sistema cref/confef em mmento algum
estão preocuapdos apenas com a questão escolar.
Respondendo a pergunta do Henrique, não vejo nada que possa substituir o
confef. Porque? Por que até agora nõa descobri alguma função para ele que
não seja cobrar taxas, coagir pessoas a se filiar, independente de sua 
competência
ou formação, vender cursos de "aperfeiçoamento". POrtanto para mim este
conselho mostar-se totalemnte dispensável.
Aqueles preocupados com a profissão, entendo as quais são as preocupações,
porém não é um orgão ou uma lei que vai garantir alguma melhora em nossa
área, pois se isto garantisse alguma coisa não haveriam crimes no brasil,
todos teriam direito à saude, educação e ninguém poderia ser obrigado a
se filiar a organismo nenhum...
De qualquer forma, defendemos a regulamentação do trabalho, onde uma legislação
poderia ser pensada no sentido de se proteger os interesses dos trabalhadores,
inclusive professores de Educação Física, e não interesses do mercado, como
tem ocorrido. COmo já disse nõa é apenas a legislaçõa que vai garantir alguma
coisa, ams para aqueles que acreditam nesta via este seria um dos caminhos.
Quanto às condições de trabalho, os sindicatos seriam os responsáveis por
brigar por elas. Portanto, ao invés de se pagar mensalidades absurdas à
um sistema autoritário poderiamos investir no fortalecimento deste. NEste
sentido poderia se pensar uma campanha a nível nacional afim de se esclarecer
os perigos de uma realização de certas atividades físicas sem a devida 
orientação
de uma pessoa com os devidos conhecimentos. Veja que isto nã significa ser
formado, porque conheço pessoas que sabem muito mais do que eu, que estou
me formando, sem nunca ter pisado na universidade. Assim atarvés de um 
RECONHECIMENTO
SOCIAL poderíamos estar alcançando uma melhor valorização da profissão,
pois as pessoas exigiriam um profissional melhor preparado, onde estes teriam
que correr atras de uma formação por uma exigência do mercado, e não de
um conselho que só extorce e não garante nada.
Este são apenas alguns encamimentos possíveis. Este também é apenasum dos
aspectos a se discutir com relação à regulamentação, uma vez que este é
um processo longo onde estão presentes diversos fatores diferentes, desde
de motivadores pessoais à modelo de sociedade defendido.
Espero ter contribuido para o debate...
Um abraço à todos...
Luciano "MAD"
OBS.: estudante de E.F., 4º ano, UFPR.
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