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Henrique e demais,
Creio que o papel de cadastrar as instituições/empresas
que empregam profissionais deveria ser de um organismo sindical ou
para-sindical (como a APEF).
Os Conselhos habilitam o profissional e disciplinam a
atuação; as questões contrato trabalhista e de salário (aí entra a
rotatividade) é sindical.
Saudações,
Guilherme Pacheco
----- Original Message -----
Sent: Sunday, August 04, 2002 2:24
PM
Subject: RE: [cevefesc-L] CREF / CONFEF -
Que vergonha !.
Acho
ser até compreensível que o conselho tenha que agir no sentido de possuir um
cadastro atualizado das instituições, principalmente academias e instituições
particulares de ensino(pela rotatividade que fazem de profissionais), mas
devemos nos colocar contra a forma como isto vem ocorrendo. Não é admissível
que dirigentes de um conselho profissional estejam de acordo com tais
descalabres. Há que se ter sensibilidade nas inspeções e tvz mais que isso,
pessoas que o façam com bom senso.
Saudações ,
Henrique
Caros Colegas:
É lamentável que isso seja uma verdade . .
. mas é !.
Sou professor registrado no CREF - SP ( por
força e imposição para poder participar de Concurso Público !
).
Infelizmente, após ser procurado em meu local
de trabalho (dentro da Academia de Ginástica com alunos presentes ao ato
humilhante ) fui INTIMADO E CITADO a comparecer à Delegacia de Polícia
de minha cidade para "prestar esclarecimentos" sobre o exercício da
profissão.
Apesar de ser registrado no CREF/SP passei por
isso . . .humilhante !. Na frente dos alunos !.
Só lá na Delegacia fui saber que se tratava de
um processo do ministério público contra todos os proprietários e
professores de Academias e Clubes da cidade para a apresentação de
documentos referentes ao registro do CONFEF.
Seria essa a melhor forma de fazer valer nossos
direitos ?.
Não se tem controle sobre os professores
credenciados ?.
Sou prof. Autônomo e tenho registro junto a
Prefeitura de minha cidade desde 1986 . . . com Alvará de funcionamento,
Sanitário, pago os impostos . . . . tudo
em dia . . .
Será que isso está acontecendo em todo o
país ?.
Precisamos disso ?.
Desculpem mas não posso aceitar
isso.
Vamos refletir . . . .
Prof. Darwin Ianuskiewtz
CREF4/SP 9170
Araraquara - SP.
----- Original Message -----
Sent: Sunday, August 04, 2002 2:52
AM
Subject: Re: [cevefesc-L] Resumo
23
Caro Gulherme e amigos listeiros
Hoje é sábado,
e amanhã é domingo...
Lendo essa mensagem, me ocorreram duas
músicas:
uma de ZéRamalho, cujo trecho em questão é: "e vocês que
fazem parte dessa massa..." outra, da qual só me recordo a
intérprete, Elis (inesquecível), e o trecho: "quá, quá, ra, quá, quá,
quem riu... quá, quá, rá, quá, quá, fui eu".
Me perdoem Guilherme e
quem mais, de boa fé, acreditou que isso ia ser uma boa. Mas o desfecho
é o que se previa e sobre o que se alertava.
Mas, quando a
contramão da história é a via preferencial da maioria, fazer o que, não
é?
aquele abraço!!!
Cláudia
----- Original
Message ----- From: <cevefesc-L@xxxxxxxxxxxxxxxxxx> To:
<cevefesc-L@xxxxxxxxxxxxxxxxxx> Sent: Sunday, August 04, 2002
12:34 AM Subject: [cevefesc-L] Resumo
23
Data: Sat, 3 Aug 2002 20:26:04
-0300 De: "Guilherme
Pacheco" <gpacheco@xxxxxxxxxxxxxxx> Assunto:
nota
NOTA DE PESAR E DE INDIGNAÇÃO
Caros
Colegas,
É com imenso pesar que tomei conhecimento nesses dias
do "modus operandi" da fiscalização do Conselho nas escolas do Rio de
Janeiro.
Soube que os fiscais (jovens professores) vestem-se
como uns policiais federais com aquele colete preto escrito nas costas
FICALIZAÇÃO. Munidos de rádios-comunicadores, checam em "real time"
junto à "delegacia central" se os professores da escola fiscalizada são
inscritos no Conselho. É uma estética policialesca, como se as escolas
fossem um camelódromo e os professores uns marginais.
Há,
vejam só, a exigência que os professores mantenham escrito na camiseta
a palavra PROFESSOR ou usar um crachá de professor de EF. Um absurdo.
Será que a comunidade escolar não é capaz de reconhecer quem é o
professor de EF em aula? Ou pensam esses dirigentes que "marcar o gado"
dá status?
Por que os outros conselhos profissionais (de
química por exemplo) não precisam fazer isso?
Durante anos
nós professores buscamos nosso espaço nas escolas a partir
do reconhecimento do valor da EF escolar. Nos empenhamos para superar
aquele estigma do professor que trabalha de short. Conseguimos e hoje
temos assento em qualquer forum pedagógico. Diga-se porém, que não
precisamos de qualquer ajuda do Conselho.
A postura
investigativa, que pressupõe o erro, que usa a pressão, ao invés de
persuadir e negociar, que precisa de aparência e pantomimas policiais,
é sintoma de fraqueza e inabilidade política. Tem sido assim nas
academias de ginástica e agora se volta para instituição
escolar.
Como professor de escola durante muitos anos e hoje na
universidade preocupado com assuntos da área escolar, estou indignado
com essa estética nazista (porque violenta e espalhafatosa), que
é certamente fruto da consciência infeliz de alguns dirigentes do
Conselho. Como pessoa, muito envergonhado.
Definitivamente
não é dessa forma irracional, absurda e antipática, que a EF vai manter
o seu lugar na escola.
Sempre fui a favor da regulamentação da
profissão, tive a oportunidade de dar aulas gratuitamente para obter
fundos para o Movimento, tenho amigos e mestres no Sistema CONFEF/CREF.
E por isso mesmo é que quero deixar registrado os meus mais indignados
protestos aos responsáveis por isto.
Bons
Ventos!
Guilherme Pacheco, professor licenciado pelo MEC e
registrado no CREF 01
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