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Ana Teresa Guazzelli Beltrami aninhabeltrami em yahoo.com.br
Sábado Julho 14 18:04:14 BRT 2007


11/07/2007 - 13h42  Laboratório do Pan aguarda substâncias para controle antidoping  
    Por Pedro Fonseca
  RIO DE JANEIRO (Reuters) - O laboratório que realizará os 1.300 exames antidoping do Pan-Americano do Rio de Janeiro espera receber esta semana substâncias vindas do exterior necessárias para a realização dos controles durante a competição, encerrando um desentendimento que ameaçava o reconhecimento internacional do centro de pesquisa.
  O diretor do laboratório Ladetec, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e único do Brasil credenciado pela Agência Mundial Antidoping (Wada), afirmou nesta quarta-feira que o impasse que durava seis anos foi solucionado às vésperas dos Jogos após a intervenção do Ministério do Esporte.
  "Esse foi o nosso dilema nos últimos seis anos e finalmente foi resolvido," afirmou o pesquisador Francisco Radler, que cordenará uma equipe de 110 pessoas, incluindo 13 estrangeiros, que farão o controle de dopagem dos Jogos.
  "Foi bem em cima do Pan, mas já estamos com parte do material e outras substâncias chegam esta semana. Assim acaba o risco técnico de sermos descredenciados, o único risco agora é profissional, depende da qualidade do nosso serviço," acrescentou.
  Substâncias que precisavam ser importadas para a realização dos exames estavam sendo proibidas de entrar no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o que já teria provocado o descredenciamento internacional do Ladetec não fosse um apelo feito por Radler à Wada.
  Segundo o pesquisador, entretanto, o ministro do esporte, Orlando Silva, designou uma comissão para tratar do assunto antes do Pan e as primeiras substâncias já foram entregues. Um dos exames que corria o risco de não ser realizado era para o uso de cocaína, já que a quantidade mínima da droga necessária para se executar o teste não tinha sido autorizada pela Anvisa a entrar no país. As próprias amostras de avaliação enviadas trimestralmente pela Wada também eram bloqueadas.
  Testes para formas modernas de doping como o estimulante sanguíneo EPO (eritropoietina) e o hormônio do crescimento (GH) serão realizados pela primeira vez em Pan-Americanos no Rio de Janeiro. O especialista austríaco em EPO Christian Reichel, que trabalhou na Olimpíada de Atenas-2004 e nos Jogos de Inverno de Turim-2006, está no Brasil para coordenar os testes de EPO.
  "Ele é o maior especialista do mundo em EPO," disse Radler. "Com a estrutura e a equipe que formamos, esperamos entregar em 24 horas os resultados negativos e em 48 horas os adversos," disse ele
  O Ladetec foi o primeiro laboratório brasileiro credenciado pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), em 2002, e o fato de estar localizado no Rio de Janeiro foi um dos trunfos da campanha da cidade para receber os Jogos Pan-Americanos. No Pan de Santo Domingo, em 2003, os exames tiverem que ser realizados no Canadá, o que acarretou em atrasos na divulgação dos resultados.
   
  http://esporte.uol.com.br/ultimas/reuters/2007/07/11/ult28u51268.jhtm
   
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  11/07/2007 - 15h22  Náutico recebe multa de R$ 50 mil por doping de volante Walker  
  Da Redação
Em São Paulo

            O STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) julgou na última terça-feira três casos referentes ao Náutico. O meia Acosta, expulso na partida contra o Sport, foi absolvido e enfrentará o Juventude nesta quinta, mas o clube dos Aflitos foi condenado a pagar mais de R$ 50 mil por atraso na entrada em campo no clássico e pelo caso de doping do volante Walker.

A situação mais preocupante era a do uruguaio Acosta. A princípio, o jogador havia sido enquadrado no artigo 253 do CBJD (Código Brasileiro de Justiça Desportiva), que consiste em praticar agressão física a um participante do evento esportivo. Nesse caso, o jogador poderia pegar de 120 a 540 dias de suspensão. 

No entanto, os advogados de defesa conseguiram que ele fosse julgado no artigo 255 (praticar ato de hostilidade), em que a pena é de, no máximo, três jogos. Mesmo assim, o atleta foi absolvido pelos juízes e está apto a entrar em campo. 

A maior derrota nos tribunais veio no caso do volante Walker. O jogador, já dispensado pelo Náutico, foi condenado a 120 dias de suspensão por ter testado positivo para a substância sibutramina em partida contra o Figueirense, válida pela Copa do Brasil. 

O clube também foi considerado culpado, e terá de pagar uma multa de R$ 50 mil, além de ter de repassar a renda da partida em questão (mais de R$ 231 mil), que aconteceu nos Aflitos, para o clube catarinense. 

   
  http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas/2007/07/11/ult59u125508.jhtm
   
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