[Cevdopagem] Doping - notícias

Ana Teresa Guazzelli Beltrami aninhabeltrami em yahoo.com.br
Sábado Julho 14 17:52:24 BRT 2007


Pessoal,
   
  começa aqui o preenchimento daquele vácuo de notícias no período de 28.06.2007 à 11.07.2007...
   
  Abraço, AnaT.
   
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  28/06/2007 - 18h03  Dois atletas franceses são detidos por envolvimento em suposto caso de doping  
  Paris, 28 jun (EFE).- Os atletas franceses Zahia Dahmani e Hanan Farhoun, foram detidos hoje pela Polícia francesa por envolvimento num suposto caso de doping, segundo fontes próximas ao caso.

Dahmani tem 35 anos e participa das provas femininas dos 10.000 metros e da maratona, enquanto Farhoun, de 33, é especialista nos 3.000 metros sem obstáculos e é membro da equipe de cross.

Ambos foram detidos em posse de substâncias ilegais, segundo informação divulgada no site do jornal esportivo "L'Equipe".

Recentemente, o atletismo francês esteve envolvido em casos de doping, o que resultou na suspensão de três atletas pela Federação Francesa de Atletismo: Latifa Essarokh e Hind Dehiba, especialistas nos 1.500 metros, e Khalid Zoubaa, campeão da França de cross em 2006. 
   
  http://esporte.uol.com.br/ultimas/efe/2007/06/28/ult1777u68029.jhtm
   
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    01/07/2007 - 17h25  Ciclista alemão fala sobre médico espanhol que comandava esquema de doping  
  Berlim, 30 jun (EFE).- O ciclista alemão Jörg Jaksche deu uma entrevista à revista "Der Spiegel" relatando sua experiência com o doping durante seus dez anos de carreira profissional, incluindo sua relação com o médico espanhol Eufemiano Fuentes, chefe do esquema conhecido como "Operação Puerto".

O ciclista de 30 anos, que acabou na modesta equipe Tinkoff, é o primeiro ainda em atividade que oferece uma ampla confissão em troca de ter aliviada sua pena por envolvimento no esquema.

Ao longo de 13 páginas de entrevista, Jaksche conta detalhadamente como praticou o doping desde que começou sua carreira profissional, em 1997, com apenas 20 anos.

"É perverso, mas o doping é justo porque todos se dopam. O ciclismo sem doping só seria justo se ninguém se dopasse, os remédios fazem parte de minha rotina diária", explica Jaksche na edição de "Der Spiegel" que irá à venda amanhã.

Entre outras coisas, ele disse que um ciclista profissional aprende a injetar substâncias como insulina e eritropoietina (EPO).

Sobre Fuentes, Jacksche disse que o médico o apresentou ao mundo das autotransfusões e que ele tem um pouco de gênio. Os dois eram tão amigos que o espanhol pediu ao ciclista que consultasse o caso de sua filha, com um câncer num olho, com seu pai, que é oftalmologista.

A partir do Tour de France de 2005, o ciclista alemão viajou regularmente a Madri para consultas freqüentes com Fuentes e receber sangue "dopado".

O ciclista da equipe é o primeiro em atividade a se oferecer como testemunha para a União Ciclista Internacional (UCI) e a Agência Mundial Antidoping (AMA), talvez com o objetivo de voltar a competir. 
   
  http://esporte.uol.com.br/ultimas/efe/2007/07/01/ult1777u68239.jhtm
   
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    01/07/2007 - 17h43  Declarações de alemão irritam ciclistas acusados  
  Berlim, 1 jul (EFE).- A ampla entrevista do ciclista alemão Jörg Jaksche à revista "Der Spiegel", em que relata sua experiência com o doping e o aponta como uma "prática generalizada", irritou muito alguns atletas.

Para Alexander Vinokurov, do Cazaquistão, as declarações de Jaksche não passam de mentiras, e que tudo é mais fácil quando se ganha ? 100.000 para falar - referência direta ao cachê que o alemão teria recebido pela entrevista.

O ciclista, que hoje deixou a equipe Tinkoff por decisão própria, se ofereceu como testemunha de acusação à União Ciclista Internacional (UCI) e à Agência Mundial Antidoping (AMA), em troca de ter sua pena aliviada e voltar às competições em até um ano.

O dinheiro recebido pela entrevista pode ajudá-lo a sobreviver durante o tempo de suspensão. Jaksche assegurou que suas declarações são uma "resposta à hipocrisia no ciclismo".

Jens Voigt, outro dos corredores mencionados na entrevista, assegurou que não há doping em sua equipe, a CSC - comandada pelo belga Bjarne Riis, que também confessou ter se dopado em entrevista dada no mês de junho.

No entanto, Riis negou ter organizado ou financiado o fornecimento de substâncias proibidas à sua equipe, como assegura Jaksche à "Der Spiegel".

Por outro lado, a Federação Alemã de Ciclismo (BDR, em alemão) reagiu bem ao fato e assegurou que não há outra forma de desvendar o esquema. Werner Franke, especialista antidoping, também acha que Jaksche merece uma pena mais leve pela coragem de ter falado. 
   
  http://esporte.uol.com.br/ultimas/efe/2007/07/01/ult1777u68241.jhtm
   
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    05/07/2007 - 17h30  Lance Armstrong diz que o ciclismo está um "desastre"  
  Das agências internacionais
Em Paris (França)
  Heptacampeão da Volta da França, o ex-ciclista Lance Armstrong afirmou nesta quinta-feira estar decepcionado com os rumos que o ciclismo tem tomado. Para o norte-americano, a organização da modalidade "é um desastre".

Em entrevista ao semanário francês Sport, Armstrong fez severas críticas ao esporte em que se consagrou. O ex-atleta, que encerrou a carreira em 2005, declarou que o ciclismo se tornou "o saco de boxe do esporte mundial". Para ele, a modalidade "já não tem nenhuma coerência e nenhuma diretriz". "Esse já não é o meu mundo", concluiu.

Lance Armstrong também não poupou o diretor da Volta da França, Chirstian Prudhomme, chamando-o de "hipócrita" por ter pedido de volta a 'malha amarela' (como é conhecido o título da prova) de Bjarne Riis, vencedor de 1996 que admitiu recentemente ter consumido substâncias dopantes entre 1993 e 1998.

"Por que não pedem que [Richard] Virenque devolva suas sete malhas de rei da montanha? Por que também não pedem a Bernard Thévenet que faça o mesmo com suas malhas amarelas? Por que não pediram à família de Jacques Anquetil suas cinco malhas amarelas", questionou Armstrong.

Sobre as acusações que pesam sobre ele em relação a um possível doping durante a Volta da França de 1999, quando conquistou o primeiro de seus sete títulos na competição, o norte-americano negou que tenha usado, em algum momento de sua carreira, substâncias proibidas. "Eu sei como ganhei a Volta. Minha vida girava em torno de um objetivo, e eu soube escolher a melhor equipe", ressaltou Armstrong. "Muitas pessoas querem que eu confesse que já utilizei produtos proibidos, mas sinto dizer: jamais admitirei algo que eu nunca fiz". 
   
  http://esporte.uol.com.br/ciclismo/ultimas/2007/07/05/ult4360u79.jhtm
   
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    05/07/2007 - 17h56  COI diz que doping de austríacos é o caso mais complexo de sua história  
  Guatemala, 5 jul (EFE).- O alemão Thomas Bach, presidente da Comissão Jurídica do Comitê Olímpico Internacional (COI) e do grupo disciplinar criado para estudar se houve doping entre os austríacos que participaram dos Jogos de Turim, disse hoje que este é o caso mais complexo da história do organismo - pelo menos do ponto de vista legal.

"Havia centenas de páginas, fotos e vídeos. Era a primeira vez que a comissão disciplinar colaborava mais proximamente com autoridades estatais, no caso da Itália, e tínhamos de determinar a responsabilidade de médicos, treinadores e do comitê olímpico nacional", comentou.

Como conseqüência da descoberta de substâncias dopantes nos quartos dos esquiadores de fundo austríacos em Turim, seis deles foram banidos do esporte pelo COI, enquanto 14 treinadores receberam a mesma punição do comitê olímpico austríaco, que teve de pagar US$ 1 milhão de multa.

O caso foi pioneiro, pois nunca haviam sido aplicadas punições tão severas num caso em que nenhum doping foi confirmado.

Bach elogiou as autoridades austríacas por sua "notável reação". 
   
  http://esporte.uol.com.br/ultimas/efe/2007/07/05/ult1777u68506.jhtm
   
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    05/07/2007 - 18h19  Ciclista italiano é suspenso provisoriamente por sua equipe após doping  
  Redação central, 5 jun (EFE).- O ciclista italiano Leonardo Piepoli foi suspenso cautelarmente por sua equipe, a Saunier Duval, após receber um comunicado da União Ciclista Internacional (UCI) dizendo que ele estaria correndo dopado.

Segundo a nota, uma amostra do ciclista tirada durante a última Volta da Itália continha partículas da substância salbutamol. O laboratório espanhol de Barcelona encarregado de analisá-la não pôde determinar se a origem da elevada taxa encontrada veio por meio de inalação ou via subcutânea.

Segundo o Código Ético da UCI ProTour, a equipe decidiu suspender cautelarmente o corredor, enquanto o organismo enviou toda a documentação do caso à Federação Monegasca de Ciclismo, que fez os primeiros controles.
   
  http://esporte.uol.com.br/ultimas/efe/2007/07/05/ult1777u68510.jhtm
   
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  na veia

Atletismo serve de cobaia antidoping   Nos passos do ciclismo, modalidade será a única do Pan do Rio em que competidores passarão por exames de sangue   Objetivo é completar, com latino-americanos, banco de dados que servirá para vetar a participação de atleta com resultados fora do padrão   EDUARDO OHATA
ENVIADO ESPECIAL AO RIO   O atletismo é a única modalidade do Pan do Rio na qual os atletas serão submetidos a exames de sangue -no total, serão coletadas 200 amostras. 
Trata-se de um pedido da Iaaf (a federação internacional do atletismo), que estuda alterar seu regulamento para punir aqueles que apresentarem indícios de que fizeram uso da eritropoietina (EPO). 
A exemplo do que já acontece no ciclismo, por exemplo, a Iaaf estuda implantar sua própria versão do "no start", segundo Eduardo de Rose, coordenador do antidoping da competição e membro fundador da Wada (Agência Mundial Antidoping). 
No ciclismo, o "no start" funciona da seguinte maneira: se o sangue de um competidor não apresentar os parâmetros hematológicos considerados normais, ou seja, caso seja encontrada uma taxa exagerada de oxigênio no sangue, ele é impedido de largar, apesar de não sofrer acusação de doping. 
Esse ciclista segue sem poder competir em sua prova até que seu sangue volte a apresentar os níveis normais. 
As altas taxas de oxigênio indicam que existem grandes chances de o atleta ter se utilizado de EPO, que é um hormônio que aumenta a produção de glóbulos vermelhos, o que melhora a oxigenação dos tecidos e, conseqüentemente, retarda sinais de fadiga no organismo. 
"A Iaaf estuda se tem elementos suficientes para constituir um "no start". Para isso, precisa de amostras de sangue de todas as áreas do globo. Faltam exatamente as dos latino-americanos. E são essas as amostras que eles pediram para eu colher", explica De Rose. 
O especialista acredita que não precisará colher amostras de americanos e canadenses, que apresentam padrões semelhantes aos dos ingleses. 
No ciclismo, modalidade na qual alguns atletas alemães afirmaram recentemente fazer uso rotineiro da EPO no início dos anos 90, foram definidos limites hematológicos máximos. Como à época não havia um exame para detectar o hormônio, quem estivesse com os índices acima do normal era suspeito de usar a substância. 
"É um exame indireto, e é esse tipo de estudo que está sendo feito pela Iaaf. Mesmo que esse banco de dados não seja usado para implantar o "no start", deve ser usado para testar e identificar usuários de EPO", diz De Rose, ao apontar que a pesquisa pode significar economia para a Iaaf no futuro. 
"O exame de sangue custa cerca de R$ 20, enquanto os de EPO saem por aproximadamente R$ 500. Por esse fator financeiro, a aplicação dos exames de EPO fica restrita, não dá para fazer tantos testes". 
"O banco de dados pode dar uma amostra do número de atletas que podem estar usando EPO. Por exemplo, se tem um atleta cujo exame de sangue varia muito, mostra oscilação exagerada no nível de oxigenação, uma hora para cima, outra para baixo, ele deve estar usando EPO. Aí dá para ver quando costuma se dopar e o pegamos." 
   
  http://www1.folha.uol.com.br/fsp/esporte/fk0607200702.htm
   
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  06/07/2007 - 09h52  Após era de ouro, Volta da França 2007 começa com desconfiança  
  Ricardo Zanei
Em São Paulo*
   
  Da era de ouro à desconfiança. Após anos de sucesso, alavancada por Lance Armostrong, a Volta da França de 2007 começa neste sábado em clima de desconfiança, não só com a prova, mas, principalmente, com a modalidade. A maior prova do ciclismo mundial de estrada viu seu primeiro campeão ser flagrado por doping no ano passado. Neste ano, outros campeões -e uma série de candidatos ao título- afirmaram terem usado substâncias ilegais, manchando ainda mais a reputação de um esporte que transita entre a superação e a trapaça.

  Foram sete anos de domínio de Armstrong, que venceu de 1999 a 2005. O norte-americano anunciou o fim de sua carreira ao conquistar o inédito hepta e gravou seu nome na história como um dos fenômenos do esporte. Antes velocista, ele teve câncer nos testículos em 1996 e, após longa batalha, venceu a doença para depois virar sinônimo de resistência e decretar o maior domínio da prova no então 93 anos de sua existência.

Armstrong foi acusado de doping inúmeras vezes, mas nada foi provado. No ano passado, a Volta aconteceu sem seu maior campeão, já em um cenário de descrédito. Favoritos como italiano Ivan Basso, o alemão Jan Ullrich, o espanhol Francisco Mancebo e o cazaque Alexander Vinokourov não competiram por envolvimento (direto ou indireto -de suas equipes ou membros delas) com doping.

O vencedor foi outro norte-americano, Floyd Landis. A festa, no entanto, durou pouco, já que ele foi flagrado no antidoping e, o título, cassado. Enquanto a batalha continua nos tribunais, o lugar destinado ao nome do campeão de 2006 continua em branco.

Desde então, o ciclismo tem vivido uma série de casos de doping, envolvendo desde competidores inexpressivos a atletas de alto nível, e manchando a reputação do esporte que alia força e resistência. Recentemente, o campeão de 1996, o dinamarquês Bjarne Riis, hoje diretor da equipe CSC, admitiu que usou substâncias proibidas e também teve anulado seu título.

Sem Landis, Ullrich (campeão em 1997), Basso (vice em 2005) e o italiano Alessandro Pettachi (que venceu quatro etapas em 2004), todos relacionados a casos de doping, a Volta da França se vê sem um grande candidato ao título. O "quem é quem" virou uma espécie de "quem sobrou" na briga pela camisa amarela do campeão. 

Vinokourov aparece, assim, como um dos candidatos ao título, enquanto competidores como Levi Leipheimer, Carlos Sastre, Denis Menchov e Cadel Evans tentam sair do papel de "segundos pilotos" de luxo para alçarem o nome no lugar mais alto da prova.

No total, 189 ciclistas de 21 equipes participarão a competição, que tem largada neste sábado, com a disputa do prólogo, em percurso de 7,9 km. Segundo nota oficial da UCI (União de Ciclismo Internacional), todos os atletas estão "limpos". "Informamos que todos os 189 testes sangüíneos não apresentaram nenhum problema". 

No dia 29 de julho, depois de 3.570 km, apenas um competidor herdará a camisa amarela que já foi usada por Armstrong e outras lendas do ciclismo. Isso se os resultados dos laboratórios ratificarem -ou não- o campeão. 

*com agências internacionais 
   
  http://esporte.uol.com.br/ciclismo/ultimas/2007/07/06/ult4360u80.jhtm
   
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    06/07/2007 - 12h41  ENTREVISTA-Após doping e filha, Maurren volta ao Pan amadurecida  
    Por Tatiana Ramil
  SÃO PAULO (Reuters) - Quatro anos depois de ter um resultado positivo para doping, Maurren Maggi disputa os Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro fortalecida pelo nascimento da filha e quer fazer sua melhor marca no ano para levar a medalha de ouro no salto em distância.
  "Eu vou brigar pelo ouro. Pretendo fazer meu melhor salto do ano. Quero saltar mais de 6,90 metros", disse Maurren em entrevista à Reuters por telefone.
  "Tudo que eu perdi, vai ser a volta agora. Não é à toa que estou abrindo mão de competições na Europa para treinar. Se eu tiver que arriscar numa competição, tem que ser no Pan", acrescentou.
  A atleta é a atual líder do ranking brasileiro de 2007, com um salto de 6,94 metros, conseguido em junho. A melhor marca de sua carreira foi alcançada em 1999, 7,26 metros.
  Ouro no salto em distância e prata nos 100 metros com barreiras no Pan de Winnipeg, em 1999, Maurren voltou a treinar em janeiro de 2006, cerca de três anos depois de ser flagrada em exame antidoping para um anabolizante que, segundo ela, seria proveniente de um creme cicatrizante usado após depilação a laser.
  O resultado saiu pouco antes do embarque para o Pan de Santo Domingo, em 2003, quando ela tinha a melhor marca do mundo no ano no salto em distância. A suspensão foi de dois anos.
  "Foi frustrante, eu estava cotada para brigar por medalha de ouro. Foi uma fatalidade e espero que seja reparada agora...Eu amadureci muito com isso", declarou ela.
  Maurren disse que sua maior inspiração é a filha, Sofia, de dois anos e meio. "Ela foi muito importante na minha volta, hoje tudo a gente planeja junto. Tudo o que eu faço é por ela e eu quero que ela se orgulhe de mim, que me tenha como bom exemplo."
  Porém, a atleta de 31 anos não levará Sofia, que é filha do piloto Antonio Pizzonia, ao Rio. "Não sei como vai estar a questão de segurança lá, então não quero ficar me preocupando com a Sofia, porque tenho que me preocupar comigo".
  Maurren e Pizzonia se separaram quando a filha tinha um ano, mas eles têm "uma relação muito boa", de acordo com a atleta.
  Sem Sofia, o amuleto de Maurren será o cãozinho de pelúcia Leão, que a atleta leva a todas as competições. "Ele tem a coleira da minha cachorra que mora em São Carlos (SP) e a chupeta da minha filha pendurada no pescoço", disse Maurren.
  O que Maurren também não deixará faltar no Rio é chocolate -- ela se declara uma chocólatra.
  "Como (chocolate) sempre que posso, depois do almoço, antes de dormir. Com certeza para o futuro não vai ser tão bom, mas hoje me faz bem. Chocolate dá ânimo, estimula", disse ela, acrescentando que não tem problema com a balança, e que nem durante o tempo em que ficou parada ela engordou.
   
  http://esporte.uol.com.br/ultimas/reuters/2007/07/06/ult28u51183.jhtm
   
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  CICLISMO

Volta da França pede garantia antidoping 
   
  DA REPORTAGEM LOCAL      A Volta da França começa hoje, em Londres, tentando se desvencilhar do doping, que manchou a imagem da corrida em 2006. O último campeão, Floyd Landis, é acusado de usar substâncias proibidas durante a competição.
Para evitar um novo escândalo, a União Ciclística Internacional exigiu que todos os 189 participantes passassem por exames de sangue e, além disso, assinassem carta antidoping.
O termo impõe que todos os atletas devem ceder amostras de DNA às autoridades espanholas que investigam a Operação Porto, escândalo que envolveu mais 50 ciclistas.
O documento ainda diz que quem for pego será obrigado a ceder um ano de seu salário, além de ser suspenso por dois anos.
""Isso demonstra o compromisso dos ciclistas com um futuro "limpo". A carta passa a mensagem de que o ciclismo não é dirigido completamente pelas drogas", disse Pat McQuaid, presidente da UCI.

NA TV - Volta da França 

  http://www1.folha.uol.com.br/fsp/esporte/fk0707200710.htm
   
   









       
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