[Cevdopagem] Antidoping: Estatisticas da IAAF e do COI - (parte 3 / 5)

Ribeiro, Alvaro alvaro em cev.org.br
Terça Abril 20 16:50:29 BRT 2004


Uma vez que a responsabilidade pelo controle antidoping está claramente
definida na Regra 58.1 do Atletismo e resumida no estatuto geral de exigências
das competições da IAAF, os organizadores das competições devem observar
estritamente os disposições antidoping de acordo com as Diretrizes de
Procedimento para o Controle Antidoping da IAAF (Com notas informativas para
os atletas, treinadores e médicos) .

3. IAAF - Exames ‘fora-de-competição’

Um programa antidoping realista precisava introduzir exames antidoping
inopinados, considerando-se que era sabido que substâncias proibidas como os
esteróides anabólicos, por exemplo, eram utilizadas no período de treinamento.

Por esta razão, em 1989 um procedimento estatutário específico para testes
fora-de-competição foi introduzido nas regras e regulamentos da IAAF,
antecipando o programa de controles fora-decompetição que estava sendo
planejado à época. As primeiras missões internacionais tiveram início em 1990
(80 testes). Desde então, o número de controles fora-de-competição têm
aumentado constantemente (veja a tabela 3). Atualmente eles são direcionados
principalmente aos atletas que figuram na lista dos 20 melhores, no mundo
inteiro.

Na seqüência de uma decisão tomada ao fim de 1996, o Conselho da IAAF
introduziu Prêmios nos eventos ‘IAAF World Series’ de 1997 em diante e criou o
Clube dos Atletas de Elite da IAAF (IAAF Elite Athletes Club – IEAC). Para que
os atletas concorram a tais prêmios é necessário que eles tenham sido testados
ao menos duas vezes no quadro do Programa de exames fora-de-competição da
IAAF, ou por uma agência por ela reconhecida, nos doze meses que antecedem à
competição em questão. Este procedimento necessita evidentemente de um sistema
de alimentação permanentemente atualizado do banco de dados sobre a
localização dos atletas a fim de que possam ser encontrados através das
informação fornecidas. Se um atleta não puder ser localizado a partir daquela
informação, o Oficial do Controle Antidoping tem que relatar o fato à IAFF.
Durante estas missões outros atletas que não os de Elite também podem ser
testados.

A IAAF realiza este programa de controle antidoping fora-de-competição através
de uma agência independente que forneça um serviço de testes de drogas
experimentado – com uma rede mundial de Oficiais Internacionais de Controle
Antidoping – e que coopere com as diversas agências nacionais antidoping
reconhecidas pela IAAF.

Em 1998, três atletas que não foram submetidos ao mínimo de 2 exames
necessários ao recebimento dos prêmios não receberam prêmios em dinheiro. Dois
outros casos (os últimos de que se tem notícia)  semelhantes ocorreram em
1999.

Regarding the statistics, it appears that, although the number of tests that
are being carried out are increasing, the number of positive cases are
decreasing.

4.	Casos Positivos




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