[Cevdopagem] Saindo da inercia

Ribeiro, Alvaro alvaro em cev.org.br
Quarta Abril 14 09:57:07 BRT 2004


ups, eu e a Comissao de Combate ao Doping!
Homenagem ao THZ que ja' tinha revogado a '531' hace mucho tiempo :))
Agora e' acender uma vela para que a Politica Nacional de Esporte aborde a
questao 'doping' de forma permanente, continuada e, sobretudo, PREVENTIVA,
desvinculando-a, do ambito exclusivo do "alto rendimento" (Departamento de
Excelência Esportiva e Promoção de Eventos)(o que e' um erro estratégico, que
parte da premissa que a incidencia ali e' maior... e nao e').
Mas e' preciso reconhecer que quando se conceitua 'doping' como se tem visto
aqui e acola' (e da maneira como o pais (nao) tem abordado o tema), fica um
pouco mais facil entender porque ainda nao se preocupa tanto com os 'pibes' de
14/15/16 anos obsecados insanamente pela imagem do corpo (pro)im(posta) pela
'ligeira' fragilidade do pensamento critico dessa massa em formacao... :((
ne' nao Darwin?
[]'s
Alvaro
Ps.: as conclusoes a partir das estaticas citadas, sao verossimeis?
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13/4/2004 às 19:06h - Brasil está entre os dez países do mundo que mais
realizam antidoping
FONTE: http://www.esporte.gov.br/noticia_detalhe.asp?id_noticia=2033
(...)
O Brasil realizou ano passado 3.797 controles antidoping, fato que o
classifica entre os 10 países no mundo que mais realizaram esse tipo de exame.
Os dados foram divulgados pelo professor Eduardo Henrique De Rose, durante a
segunda reunião da Comissão de Combate ao Doping. O encontro, no Ministério do
Esporte, também aprovou por unanimidade a resolução sobre o Antidoping
Brasileiro.

O estudo estatístico de Controle ao Doping de 2003 é o primeiro realizado no
Brasil na área. De Rose, o presidente da Comissão de Combate ao Doping,
informou que o relatório de controle de doping por área esportiva será
apresentado nos próximos 40 dias. “O futebol profissional foi o responsável
por 2.971 (91%) dos exames que foram realizados, a maior parte deles no
Laboratório de Doping do Instituto de Química da Universidade Federal do Rio
de Janeiro (UFRJ)”, informou.
A média mundial de doping é de 1% e 2%. No Brasil, esses números são de meio
por cento para controles durante competições e 1% fora das disputas. Isso
significa que o índice de doping apresentado em atletas brasileiros está
abaixo da média mundial.
Dos 3.797 exames feitos 3.266 foram durante competições. Dezenove resultados
foram positivos, sendo 08 para anabólicos esteróides, 06 para estimulantes
(entre os quais 04 foram cocaína), 02 diuréticos, 01 hormônio peptídico e 01
canabinóide. Já os 531 testes realizados fora de competição apresentaram 06
resultados positivos, sento 03 para anabólicos esteróides, 01 canabinóide,
além de 02 negativas de se submeter ao controle.
A nova legislação de combate ao doping altera uma portaria 531 de 1985, que
estava defasada tanto na definição das substâncias consideradas doping quanto
nos métodos aplicados para detecção. “Nossa previsão é que na próxima reunião
do Conselho Nacional de Esporte, prevista para o dia 28 de abril, a resolução
seja aprovada e comece a vigorar em 90 dias”, prevê André Arantes, secretário
Nacional de Esporte de Alto Rendimento.
A resolução institui normas básicas de controle ao doping nas partidas ou
provas de desporto de rendimento profissional ou amador. Apresenta nove
capítulos que tratam de assuntos que vão desde a seleção do atleta em
competição, controle da amostra, laudo com resultados, contraprova,
procedimento disciplinar, infrações e penalidades, à responsabilidade pelo
controle do doping. Traz ainda, uma lista com o nome de substâncias proibidas
internacionalmente classificadas nas categorias: estimulantes, narcóticos,
canabinóides e anabólicos.
Carla Belizária



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