[cevbasq] BASQUETE PATROCINAR + DE UM

Carlos Alex Soares carlosalex em brturbo.com.br
Quarta Janeiro 4 13:10:39 BRST 2006


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From: Georgios 
To: Marketing Esportivo 
Sent: Wednesday, January 04, 2006 9:49 AM
Subject: [cevmkt] BASQUETE PATROCINAR + DE UM


Nacional abre mata-matas com "campeão" antecipado 

      Wilson Rodrigues/PMO
      


ADALBERTO LEISTER FILHO
DA REPORTAGEM LOCAL 

Os rivais reconhecem a superioridade, a equipe assume o favoritismo e a dúvida se restringe a descobrir quem será o adversário da final. Com amplo domínio no Nacional feminino, o Ourinhos é apontado como provável vencedor do campeonato, que atinge hoje as quartas-de-final.
Atual campeão paulista e nacional, o time de Ourinhos recebe o Marília, às 20h, no primeiro jogo da série melhor de cinco.
São Caetano x São Bernardo, Sport x Guarulhos e Catanduva x Santo André completam hoje a rodada inicial dos mata-matas.
"Nosso elenco é o melhor, mas é importante que essa trajetória boa não seja interrompida. Não podemos perder o foco no torneio", teme Antonio Carlos Vendramini, técnico do Ourinhos.
Contabilizadas as participações no Paulista-05 e no Nacional-04, o Ourinhos soma 39 partidas sem derrotas em competições oficiais no país. É uma das maiores séries obtidas por uma equipe nacional.
"A Unimep, em 1987, com a [técnica] Maria Helena [Cardoso] chegou a ficar uns 40 jogos sem perder", lembra Vendramini.
Em Nacionais, ao menos, o retrospecto do Ourinhos já é o melhor da história. O time não perde desde o segundo jogo da final de 2004, contra o Americana, clube que nem tem mais time adulto.
São 18 vitórias seguidas só no Brasileiro, superando o próprio Ourinhos, que em 2003 obteve seqüência de 17 jogos sem perder.
Atrás do Ourinhos vêm o Fluminense, campeão em 1998 -15 jogos- e o Paraná, vice em 2001, com 11 partidas. As duas equipes eram dirigidas por Vendramini.
A diferença técnica é tanta que o Marília, adversário das quartas-de-final, sabe que é quase impossível superar esse obstáculo.
"Vamos tentar fazer um jogo equilibrado no primeiro tempo. Mas é difícil vencer porque o Ourinhos faz muitas trocas. Nossas atletas jogam até 40 minutos, enquanto a média delas é de 12", analisa Valéria Cavecci, técnica do Marília, lamentando a situação:
"Ninguém queria ficar em oitavo lugar. O sétimo ainda pode vencer o segundo colocado."
Modesto, o time de Marília, que perdeu a armadora Passarinho -transferiu-se para a Itália-, sonha só com um feito: encerrar com a invencibilidade do rival.
"Espero enfrentar cinco vezes o Ourinhos e que nossas jogadoras ganhem experiência", comenta.





SAIBA MAIS 

Competição tem novo duelo de mesma empresa 
DA REPORTAGEM LOCAL 

O Ourinhos possui ligações estreitas com o Marília, seu adversário de hoje. As cidades ficam próximas, e os clubes têm o mesmo patrocinador: a rede de supermercados Pão de Açúcar.
"Fui pedir um auxílio alimentação para eles e resolveram entrar com o patrocínio", lembra Valéria Ca- vecci, treinadora do Marília.
É a segunda vez, nos últimos anos, que a mesma empresa financia mais de um time do Nacional. Em 2003 e 2004, Americana e Ourinhos se enfrentaram nas finais do torneio. Ambas eram bancadas pela Unimed -cada clube ficou com um troféu.
Além de patrocínio em comum, as equipes também contam com o mesmo mecenas, Francisco Quagliato, empresário que já investia no Ourinhos. Seu Chico, como é conhecido, paga parte do salário de Cíntia Luz, principal atleta do Marília.
"Ouço o seu Chico e levo bastante em conta as opiniões dele", conta Valéria.
O Marília também foi reforçado por jogadoras que não tinham muito espaço na equipe vizinha, como a armadora Passarinho, que já deixou o clube, a ala Fernanda e a pivô Luciane. (ALF)

Surpresa, Catanduva perde base para a Europa 

DA REPORTAGEM LOCAL 

Maior surpresa do campeonato, o Catanduva, quarto colocado na fase inicial, disputa sua série contra o Santo André com o gostinho de dever cumprido.
Para os mata-matas, a equipe do interior paulista não contará mais com a pivô Ana Lúcia, a ala-armadora Luciana e a ala Cléia.
Todas foram para a Europa. Ana Lúcia se transferiu para a Polônia, Luciana foi atuar na Espanha, e Cléia, cestinha do Nacional, com média de 22,7 pontos por jogo, viajou no dia 30 para a Itália.
Vice nos Jogos Abertos do Interior, o time ganhou inédito convite para participar do Nacional, apesar de ainda nem estar na divisão de elite de São Paulo.
Mesmo assim, na fase de classificação superou Santo André, Guarulhos, São Bernardo e Marília, todas equipes da primeira divisão. No mês passado, o Catanduva ganhou o título da A-2, ao bater o Suzano na final, e ganhou o direito de jogar a A-1 em 2006.
"Entramos de intrusos. Todos achavam que íamos ser o saco de pancada. Mostramos que não", conta Edeval Corrêa, presidente do clube, que pega o Santo André nas quartas-de-final. (ALF)



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