[cevbasq] Nota de Esclarecimento da FCF ...

Henrique Sudatti Porto henriqueporto em yahoo.com.br
Sexta Março 11 15:27:13 BRT 2005


Agora sim ...
Segue nota de esclarecimento da FCB aos Clubes ...

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NOTA DE ESCLARECIMENTO

Em função dos -emails enviados e divulgados pelos
Senhores Henrique Sudatti Porto – Vice Presidente da
AJAB – Jaraguá do Sul e Emerson Teixeira – Supervisor
da APAB-Sul esclarecemos:

Senhor Henrique:

1 - A quantidade de equipes participantes nos JASC é
definida pela FESPORTE/CED em regulamento próprio, e
12 equipes é um numero tecnicamento bom e proporciona
mais qualidade, ter mais do que isto é sucatear,
montar equipe para passear e gerar despesas para
prefeituras e Estado. 
Os investimentos em equipes não são de
responsabilidade da FCB, as prefeituras definem as
modalidades em que irão investir, talvez a falta de
profissionais competentes nas cidades é que seja o
principal motivo.

2 – Para seu conhecimento informamos que o basquete
feminino está mantido nos JASC, a FCB encaminhou
requerimento juridicamente embassado ao CED que
confirmou a manutenção da modalidade.

3 – O pequeno número de equipes no estadual deve-se a
falta de investimentos das prefeituras e a falta de
pessoas com conhecimento para captar recursos junto a
iniciativa privada, e isto não cabe a FCB. Bons
projetos são acolhidos.  
Os custos do Estadual adulto não podem ser
considerados altos, as taxas de arbitragem são
acessíveis e não sofrem reajustes a mais de 3 anos.

4 – A crise do basquete feminino é nacional, muitos
estados não fazem campeonatos femininos a vários anos
e nós estamos viabilizando a realização da categoria
adulto feminino em moldes diferentes, principalmente
no que diz respeito a taxas.

5 – Quanto aos WOs ocorridos temos como comprovar
técnica e juridicamente que não foram de
responsabilidade da FCB, tanto que os clubes
envolvidos não tomaram qualquer espécie de medida
judicial na esfera esportiva ou comum. 

6 – A FCB lança seu calendário anual com bastante
antecedência e busca respeitar o período de
competições da FESPORTE, COB, Ministério e CBB,
inclusive aguarda a publicação das datas dos eventos
dessas entidades, ocorre que as mesmas efetuam
constantes mudanças em seus calendários,
principalmente FESPORTE e COB. A CBB  procura não
prejudicar o calendário das Federações.

7 – A realização de jogos durante os dias de semana em
grande parcela atende pedido de clubes, muitas vezes
por interesse pessoal de técnicos e dirigentes e por
falta de planejamento desses, essas solicitações estão
arquivadas na FCB. 
A FCB publica a tabela de suas competições com datas e
horários com , observando as solicitações encaminhadas
pelos clubes, que em sua maioria não querem jogos aos
domingos. Quanto a eventos da FESPORTE não podemos
responder. 

8 – No que tange a custos, discordamos que tenhamos as
taxas mais caras e temos como contestar sua afirmação,
comparando com as demais federações da modalidade e
com outras também.
Esclarecemos ainda, que alguns técnicos não planejam o
ano esportivo e simplesmente vão registrando atletas
indiscriminadamente, alguns que nunca foram usados,
sem se preocupar com custos, o que podemos comprovar
facilmente e estamos abertos para isto.

9 – A FESPORTE subsidia com dinheiro público, mas
busque conhecer os custos para manter uma delegação
numa comptição que você saberá a realidade. O poder
público não repassa um centavo as Federações, nem para
atender projetos, só se consegue algo politicamente e
não estamos aqui para fazer política no esporte e sim
política para desenvolver o esporte.
 Nós tentamos buscar recursos e conseguimos poucas
vezes alavancar parcos valores para a manutenção da
FCB.

10 – Salários e bolsas são investimentos internos, é
no mínimo ridículo querer economizar em cima de
pessoas que estão trabalhando para que a modalidade
cresça em detrimento da contratação de atletas. Que as
equipes desenvolvam projetos sérios e competentes e
através de captação no mercado viabilizem patrocínios.
E principal produto para tal fim são equipes adultas
bem estruturadas.

11 – Não consideramos a FCB amadora, seu Presidente,
Professor Universitário aposentado, dá expediente
diário, sem receber sequer um centavo. Temos uma
Secretária e um Secretário, 1 Diretor que cuida
diariamente de registros, numa estrutura enxuta e de
baixo custo, os balancetes comprovam. Temos
equipamentos modernos e principalmente sede própria,
fato raro entre Federações de qualquer modalidade,
completamente quitada sem dinheiro do poder público. 
Temos assessoria jurídica gratúita, um TJS/CD com
advogados qualificados, departamento de arbitragem que
prima pela renovação e investe na atualização e
capacitação, o que resulta no aproveitamento de nossos
árbitros em todo o Brasil e internacionalmente, basta
acompanhar.
Dirigir uma entidade com firmeza não é autoritarismo é
competência, fiquem um dia na Federação, com certeza
sairam assustados com atitudes de alguns dirigentes de
clubes.
Nós fizemos basquete, o terceiro melhor do País
segundo o ranking da CBB, quer administrativamente ou
tecnicamente.

12 -  Tratando-se de fórmulas de disputa temos a
dizer: os congressos técnicos são realizado e poucos
clubes se fazem presentes para expor idéias, discordar
ou aprovar os sistemas de disputas. Quase todos os
possíveis e imagináveis já foram realizados. Se as
atas das reuniões técnicas com equipes foram
consultadas os Senhores entenderam que escolhe e
aprova as formas de realização das competições. 
Segundo manifestação de alguns técnicos o torneio em
sistema de pontos corridos gera, ao final do
campeonato, despesas iguais a quadrangulares,
principalmente em virtude da nossa dimensão
territorial.
A FESPORTE também trabalha regionalizada e em chaves,
o play-offs somente na última etapa da competição por
critérios financeiros e técnicos.
Salientamos ainda, que propussemos e assessoramos a
criação de ligas e somente uma deu resultado, a Oeste,
que realiza vários campeonatos e administra eventos
estaduais regionais para a FCB, reduzindo em muito os
custos das equipes. Infelizmente nas demais regiões do
Estado os basqueteiros não conseguiram esquecer
interesses próprios para fortalecerem-se em termos de
competição regional, proporcionando a redução de
gastos. Queremos as ligas como parcerias, nos moldes
de São Paulo. 

13 – Uma segunda divisão adulta já esta planejada pela
Federação, com custos mais baixos.

14 – A divisão existente atende pleito das equipes que
reclamam de terem que se deslocar até a região oeste,
onde temos no Estadual 3 equipes com várias
categorias: Chapecó, Xanxerê e Xaxim, ninguém quer
fazer estas viagens. A FCB acata a decisão da maioria.

15 – Quiçá os clubes consigam frmar uma associação,
seria um grandioso passo para o basquete catarinense,
que sabe o Senhor seja a pessoa certa para conduzir o
processo que terá o apoio irrestrito desta Federação.

16 – A participação pela segunda vez da TV foi uma
conquista das Federações, volei, basquete e futsal, e
por proposição da FCB, acatada pelas demais co-irmãs e
pela emissora, foram criados espaços nobres para a
venda de publicidade pelos clubes, veremos o resultado
que alcaçarão.


Senhor Emerson,

a nota esclarecedora acima atende e responde alguns
dos itens citados em seu e-mail, mas especificamente, 
gostaríamos de tecer as seguintes considerações:

1 – Criciúma recebeu a assessoria para a criação de
uma liga e até hoje, por falta de competência de
alguns que não preciso citar nomes, pois são de seu
conhecimento nada foi feito, e lá se vão 5 anos de
inatividade, inoperância e irresponsabilidade.
As ligas atederiam a rregionalização, principalmente
nas categorias mini, mirim e infantil. O desporto
Escolar é responsabilidade constitucional da
Secretaria de Educação. Atualmente os colégios da rede
pública não possuem recursos para se administrar, as
verbas desses estão centralizadas, com certeza não
funcionaria.
As despesas do moleque bom de bola são cobertas pelas
prefeituras e pelo Estado não pelos estabelecimentos
de ensino. Se a Prefeitura ou o Estado não auxiliarem
a equipe não vai, o que já ocorreu. Sem dúvidas, se
recebessemos verbas públicas com certeza faríamos
eventos de forma gratuíta. Além do que, os kits
distribuídos no moleque são pagos pela Parati. Conheça
o projeto.

2 – Nunca preterimos equipes, se assim o fizessemos
muitas não estariam participando das competições por
inadimplência junto aos cofres da FCB. Jamais nos
negamos a atendê-los. Só que existem limites, uma
entidade tem despesas e precisa pagá-las.

3 – Para um jornalísta o Senhor está um pouco
desinformado, venha a FCB tomar conhecimento do que
acontece, com certeza sua visão crítica terá outra
direção.

4 – Venham as reuniões com propostas e coloquem-nas em
discussão, é salutar, se os clubes aprovarem nós
acataremos.

5 – A criação de um fundo específico com captação de
recursos na arrecadação tributária  conforme sugere
Vossa Senhoria, e incostitucional, com exceção da
cultura e para o Social.
Esclareço que está sendo estudada, já em fase
adiantada, a criação de um fundo cultural no Estado e
que atenderá também o esporte e o turísmo. Este fundo
terá como base de captação a arrecadação estadual
líquida, composta de ICMS, IPVA e alguns outros, a
margem de 0,5%, que poderá gerar anualmente 60 milhões
de reais a este mecanismo de fomento.

Para finalizar gostaríamos de dizer a ambos o
seguinte:

A cobrança e a fiscalização das atividades da
Federação nos fazem crer que estamos trabalhando.
Somos abertos a críticas e sugestões, e ganham
credibilidade principalmente quando emanam daqueles
que cumprem com suas obrigações com a FCB da mesma
forma com que ela cumpre com seus filiados.

A administração da FCB comete erros como todas as
administrações públicas ou privadas, mas a
transparência impera e as portas estão abertas, tanto
que estou encaminhando proposição à Diretoria para que
seja realizada uma audiência pública com a
participação da imprensa para apresentação dos
resultados técnicos e financeiros da Federação e,
principalmente, trazer ao conhecimento do meio
esportivo as pendências dos clubes junto a FCB, que
está com todas as obrigações de qualquer espécie em
dia. Teríamos o máximo prazer em recebé-los para
apresentarmos o que aqui afirmamos.

José Alberto Valle Pereira
Diretor Jurídico – OAB/SC 12.322

Atenciosamente,

HENRIQUE SUDATTI PORTO
Jaraguá do Sul/SC
(47) 9991-0818
http://www.henriqueporto.myflog.com.br

"Comece fazendo o necessário, depois o possível
 e de repente você estará fazendo o impossível!"
(São Francisco de Assis)


	
	
		
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