BASQUETE-DONO DE ESCOLA MANDA

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Subject: BASQUETE-DONO DE ESCOLA MANDA
From: "Alcir Magalhaes Filho" <alcirmf@xxxxxxxxxxxx>
Date: Sun, 16 Feb 2003 23:29:34 -0300

WORKSHOP
Leiam este texto que foi divulgado no CEMKT, é um principio politico antigo , 
quando não se vence o poder se alia a ele e hoje certamente o COC tem a CBB em 
suas mãos pelo que se comenta em todo país somente nos resta parabenizar a 
extratégia da diretoria do COCda o qrstattrxomentt , e eqa v
Atenciosamente ,
Alcir Magalhães Filho 
----- Original Message ----- 
From: "Georgios" <georgios@xxxxxxxxxx>
To: "CEV- Marketing Esportivo" <cevmkt-l@xxxxxxxxxxxxxxxxxx>
Sent: Sunday, February 16, 2003 6:42 PM
Subject: [cevmkt-L] BASQUETE-DONO DE ESCOLA MANDA
BASQUETE
Após brigar com o poder, Chaim Zaher, empresário do COC, associa-se a ele e se 
torna o principal parceiro da CBB
Dono de escola é quem manda na bola 
ADALBERTO LEISTER FILHO
ENVIADO ESPECIAL A RIBEIRÃO PRETO 
Há cinco anos, após perder a decisão do Nacional masculino, Chaim Zaher, 49, 
bateu de frente com o presidente da CBB (Confederação Brasileira de Basquete), 
Gerasime Bozikis, o Grego.
Inconformado com o regulamento, que obrigou sua equipe, o COC/Ribeirão, ajogar 
fora de casa a final, Zaher ameaçou criar uma outra liga. "Depois reconheci que 
estava errado. O Grego seguiu o regulamento, que obrigava quea final fosse em 
um ginásio para 5.000 pessoas", conforma-se.
Diante da pouca receptividade à idéia da liga, Zaher pensou na solução típica 
dos investidores: extinguir o time. João Zangrandi, da Polti, sua parceira no 
patrocínio, se antecipou e deixou o basquete.
"Sozinho, achei que era melhor parar. Mas mudei de idéia quando soube queo 
Grego já tinha colocado o Vasco no nosso lugar na Liga Sul-Americana",conta ele.
Por desfeita à confederação, optou por manter sozinho a equipe.
O revés fez com que o dirigente diminuísse os gastos com o elenco e apostasse 
em jovens. "Até hoje não retomamos o nível daquela época. Gastamos menos de 40% 
do que em 1998", compara.
Outra lição aprendida é que não adianta brigar com o poder. O melhor é 
associar-se a ele. De inimigo da CBB, Zaher tornou-se o importante parceiro da 
entidade.
Pelo segundo ano seguido, comprou placas de publicidade dos jogos do Nacional. 
O acordo da CBB com a Sportv prevê que a entidade tem direito a duas placas nos 
ginásios, que são revendidas. Há dois anos, o COC é o único comprador, com 
investimento de R$ 1,5 milhão por campeonato.
Metade desse valor é pago em dinheiro. A outra é reembolsada em "espécie". Aí 
surge o problema. Alguns clubes criticam a proximidade da CBB com o Ribeirão. A 
entidade já usou o CT do COC até para hospedar a seleção.
"Os atletas pedem para ficar aqui. A presença da seleção também motiva a cidade 
a prestar atenção no basquete", diz Zaher.
O local também abriga as clínicas de desenvolvimento de talentos, programa 
criado neste ano.
Além disso, Ribeirão já foi sede da Copa América sub-21 masculina efeminina. "O 
COC não é um patrocinador da CBB. Temos uma parceria em que nos beneficiamos 
utilizando o CT para diversas atividades", conta Grego.
A aproximação fez com que a clínica de avaliação dos juízes queiriam atuar no 
Nacional fosse feita em Ribeirão, no mês passado.
A parceria, porém, é questionada. "Não tenho nada contra o COC patrocinar o 
Brasileiro. O problema é que eles usaram uma faixa dizendo "COC, bicampeão 
paulista invicto". Não é publicidade do colégio. É do time. Isso é uma afronta 
à federação paulista e à confederação", acusa Nelson Salomão, presidente do 
Franca.
No Paulista-2002, a Uniara, rival do Ribeirão na final, reclamou de um possível 
favorecimento do adversário. "Nosso sucesso incomoda. Dá para ter esquema se 
ganhamos 39 jogos?", questiona Zaher.
Apesar disso, o empresário, que coordena uma rede de 120 colégios, com cerca de 
160 mil alunos, foge do perfil fanfarrão do passado. Rigoroso, admite que 
dispensou jogador em 2002 por ter descoberto uso de drogas. Outrosaiu depois de 
ter se envolvido em rumorosa briga com a mulher.
"Lidamos com educação e nosso atleta tem que ter boa imagem. Mexeu com drogas 
ou teve problemas fora da quadra, não me interessa. Mando embora. E não quero 
de volta", diz. No ano passado, antes do Nacional, o Ribeirão dispensou Fred, 
Michel e Tiagão. Só o último voltou à equipe.
Atualmente, Zaher evita aparecer e desloca seus diretores para falar pelo 
colégio. "Minha preocupação é só que apareça o COC."
Pessoas ligadas ao empresário também dizem que é medo de sequestro. Ele nem 
gosta de aparecer em fotos. E foge da alcunha de maior investidor dobasquete.
"O grupo Universo hoje gasta mais. Investimos R$ 100 mil mensais", destaca,sem 
contar o dinheiro da parceria com a CBB.
Visto com reserva por muitos, Zaher poderia ter incomodado ainda mais. 
"Negociamos colocar o COC na camisa da seleção masculina [que jogou o Mundial 
de Indianápolis em 2002". Mas o valor era muito alto. Desisti", conta.
"O basquete é um rio que passou em minha vida" 
DO ENVIADO A RIBEIRÃO PRETO 
Diletante no basquete há sete anos, quando começou a investir na modalidade, 
Chaim Zaher tem orgulho hoje de saber discutir táticas e de ter emplacado o 
técnico do COC/Ribeirão, Lula, como novo comandante da seleção brasileira.
"Comecei a investir graças ao incentivo do meu sogro, Valter Perri, que jogou 
basquete", conta o empresário, que hoje também tem tentáculos nofutebol. Ele 
festeja a guerra das TVs pela transmissão do Paulista, que colocou o logotipo 
do COC, comprador das placas atrás dos gols, nas telasde Globo, SBT e Record. 
(ALF)

Folha - Como você iniciou seus investimentos no basquete?
Chaim Zaher - Comecei com o Objetivo de Araçatuba, onde nasci. Na época, 
patrocinávamos os Jogos Colegiais, de onde saíram as irmãs Luz, Helen e 
Silvinha. Comprei o COC em 1986. Mas quem me levou ao basquete foi o Valter 
Perri, meu sogro, que havia sido atleta. No começo, não entendia nada.
Folha - O que representa o esporte hoje para você?
Zaher - Foi um rio que passou em minha vida. O basquete é emocionante. Tudo 
pode mudar em poucos segundos.
Folha - E como investimento?
Zaher - Além do basquete, patrocinamos o Pan-Americano de Winnipeg-99, com bom 
retorno. Neste ano compramos as placas atrás dos gols no Paulista. A briga das 
TVs pela transmissão está nos dando uma visibilidade fantástica.
Folha - Quem é o maior jogador que você viu atuar?
Zaher - Michael Jordan. Tive o privilégio de assistir a três partidas dele nos 
EUA.
Folha - Qual foi o jogo inesquecível? E qual é para esquecer?
Zaher - Inesquecível foi a conquista do Paulista invicto contra a 
Uniara.Gostaria de esquecer aquele em que perdemos a invencibilidade para eles, 
no Nacional, em Araraquara.
Folha - A CBB quer o técnico Lula, no futuro, como exclusivo da seleção. Você o 
liberaria?
Zaher - Claro. Acho melhor a seleção ter técnico exclusivo.
Folha - Após sete anos, o que ainda falta para sua equipe?
Zaher - Conquistar o título do Nacional. Não quero ser vice-campeão de novo [o 
time perdeu as finais de 1998 e 2001". Prefiro cair na semifinal.
COC vai à Justiça para se livrar de polêmicas 
DO ENVIADO A RIBEIRÃO PRETO 
Se o sucesso do COC "incomoda" os rivais, a diretoria do sistema de ensino já 
se mobilizou para neutralizar danos à imagem da instituição por causa de 
polêmicas.
O alvo do maior confronto foi a Uniara, rival do Ribeirão Preto na final do 
Paulista. O time insinuou um possível "esquema COC" na arbitragem. O Ribeirão 
venceu a série por 3 a 0 e interpelou judicialmente o adversário.
As brigas jurídicas do COC poderiam não se limitar à Uniara. A rede também 
chegou a interpelar Nelson Salomão, presidente do Franca, e Daniel Wattfy, 
técnico da equipe, por causa de problemas com a transferênciado pivô Lucas para 
o Ribeirão.
Salomão acusou o rival de "aliciar" o pivô. Lucas teria dito que mudarade time 
sob a promessa de ser convocado para a seleção pelo técnico Lula. Chaim Zaher 
desistiu da ação ao ouvir a argumentação do treinador, que não queria se 
envolver com problemas dessa natureza.
A desistência também ajudaria o entendimento sobre a saída de Lucas, que tem 
contrato com o Franca até 12 de março. O conflito, porém, está longe de acabar. 
"Falei para o Lula que eles podem me interpelar. Vãoaté me ajudar. Coloco um 
processo contra eles por perdas e danos ", argumenta Salomão.
O dirigente encaminhou uma carta à federação paulista dizendo que o pivô 
abandonou o Franca. Com isso, quer impedi-lo de jogar em outro time. "Quero ver 
o Lula convocar um atleta sem jogar", diz Salomão. (ALF) 
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