Mais um a fazer bonito na América

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Subject: Mais um a fazer bonito na América
From: "Alcir Magalhaes Filho" <alcirmf@xxxxxxxxxxxx>
Date: Mon, 10 Feb 2003 22:16:55 -0300

WORKSHOP
Mais um a fazer bonito na América 
Leiam a reportagem abaixo e conheça um pouco de Gilsinho. Talvez depois da 
leitura saberão porque ele foi incluído na lista da pesquisa para serala da 
seleção brasileira. 
MANHATTAN, Kan. - O episódio do prato simboliza como Gilson de Jesus veioparar 
no distante Estado do Kansas 
Quando criança, Gilson (o principal cestinha dos Wildcats) quebrou pratos, 
vasos cristalinos e outros tesouros, porque ele usava a casa dele como uma 
quadra de basquetebol. Pratos de fantasia, pratos caros. O pai dele, jogador da 
seleção brasileira por mais que uma década, viajou no mundo inteiro e comprou 
mimos preciosos. 
"Ele trazia coisas para minha de mãe de todos lugares," disse Gilson. "Havia um 
prato caro que ele lhe trouxe da Rússia. Era um prato bonito. Eu não pretendia 
quebrar. Tentei colar... mas não ficou um bom trabalho" 
Assim a mãe dele, Sra. Maria, em sua casa em São Paulo, Brasil, impôsa regra de 
nenhuma bola em casa. 
"Ela oferecia os braços dela e me deixava usar como aro". 
Parabéns mãe, você pode ter dado uma mão na evolução de seu filho no inicio de 
sua carreira. 
"Gilson, em primeiro lugar, é uma grande criança", disse o treinador Kelvin 
Sampson dos Sooners, que o perdeu para o Kansas quando ele saiu de Trinidad 
(Colo.) State Junior College. "Às vezes os garotos jogam leve um ano para se 
porem a vontade. Você tem contra-ataque, a exemplo daquele jogador do Estado de 
Oklahoma, o Tony Allen. Ele pode entrar em todos os jogos da conferência como 
jogador do primeiro time agora mesmo. Gilson sempre teve a habilidade. Ele está 
respondendo. Ele está tendo um grande ano". 
Gilson era um mero jogador na periferia para o Kansas. Ele começou e com 13 
jogos atingiu a média de 6.2 pontos. Mas ele agora faz nos Wildcats 12.8 pontos 
por jogo e é o segundo no Big 12. Em porcentagem de três pontos ele tem media 
de 50 % (58 de 116). 
"Eu posso dizer que é a primeira vez em que eu vi com meus próprios olhos a 
diferença que faz quando você realmente trabalha algo, o jogador Janerio 
Spurlock (seu antecessor) deixou o time a duas semanas atrás alegando falta de 
tempo para jogar. "Eu nunca vi alguém treinar tanto. Algumasnoites no Bramlage 
durante o verão, só ficava ele e o treinador treinando". 
Gilson não se preocupava com o que estava ao seu redor. Ele tinha uma meta para 
alcançar. 
"Antes do torneio Big 12 do ano passado, eu prometi a mim mesmo que não ia ter 
a mesma performance que estava tendo naquele ano. Decidi não ir para o Brasil", 
Gilson falou que nasceu em Rhode Island e foi para o Brasil com um ano de 
idade. 
Ele recebeu as bênçãos do pai dele, Sr .Gilson de Jesus, que jogou emRhode 
Island e depois foi para a seleção brasileira onde jogou nas Olimpíadas de 1980 
e 1984. No Brasil louco por futebol, o Gilson pai deu para o filho uma bola de 
futebol quando ele tinha 6 anos. "Gilson não chutoucomo os outros meninos. Ele 
arremessou" , conta Gilson pai que agora é treinador no Brasil. 
"Eu perguntei para o Gilson se ele realmente ama o basquetebol, e se ele 
quisesse ficar em Kansas ele ficaria realmente preparado. Como um ex-jogador de 
basquetebol, trabalhei duro o quanto pude, e faria todas as coisas que eu 
precisasse para fazer o melhor trabalho". 
Gilson não deixou nenhuma dúvida que a decisão de ficar em Manhattan valeu a 
pena. 
Gilson, para ter acesso fácil ao Bramlage, mora em Jardine, um complexo de 
apartamentos que durante anos é conhecido como moradia dos estudantes casados. 
Aproximadamente 300 casais ainda vivem lá, e Gilson é um dos 72estudantes 
universitários solteiros que vivem lá. 
"Eu perdi muitas meninas quando elas descobriram estava vivendo em 
Jardine,"conta Gilson com um riso". 
Julia Dunn, uma estudante do segundo ano, se tornou companheira de Gilson 
ajudando-o no verão. "Eu falei para ele", disse Dunn. " Que nós iríamos para o 
ginásio, e ele faria de 300 a 500 arremessos, de cinco lugares diferentes atrás 
da linha de três pontos, e ainda teria que acertar 25 bolas de um certo ponto 
da quadra. Ele acertava e era quase uma surpresa se ele perdesse". 
No tempo folga, Gilson gosta de comer carne de boi com brócolos, arroz e 
galinha frita num restaurante chinês e também é um amante de pizza decarne com 
queijo. 
Gilson, nada, faz uma corrida na água, três vezes por semana, durante uma hora. 
No Bramlage, ele sobe graus íngremes, usando um colete pesado. Equando termina 
ele ainda faz 100 arremessos. 
"Eu sou sério, quis entender o que aconteceu no meu último ano aqui", disse 
Gilson, muito orgulhoso dos 5.9 rebotes dele por jogo, segundo melhor no time. 
Depois de marcar somente três pontos e perder uma bola na abertura da 
temporada, para os Brigham Young, Gilson fez sete cestas de nove tentadas nos 
dois jogos seguintes. Ele acertou seis de três pontos e ganharam de 90 x 72 em 
cima de Estado de Oregon. 
"Não é igual toda vez, me sinto bem toda vez que arremesso a bola. Issoé um 
grande sentimento". Duas vezes nesta temporada ele marcou 21 pontos. 
O defensor do Kansas Kirk Hinrich comenta: "Ele se move bem sem a bola, temuma 
boa altura, e quando recebe a bola, todo movimento é bem rápido. Por isso que 
os adversário entram em seus dribles. 
O progresso de Gilson foi um pouco de uma surpresa declara o treinador do 
Kansas Jim Wooldridge. 
"Nós pensamos que sairíamos mais um ano atrás dele. Ele teve um poucode 
deficiência, eram preocupações. Ele os esconde agora", "disse Wooldridge. " . 
Comenta: "Eu não sabia que ele era tão seguro, até começarmos a jogar juntos". 
"Ele tem uma grande confiança, e transmite aquela confiança. Ele é tido como um 
jogador estável, tanto no ataque quanto na defesa, que nós podemos contar 
sempre com a posse de bola". 
Gilson se formará em maio próximo em Sociologia, e utilizará como atividade 
secundária. 
"Eu aprendi a ser responsável, se quisesse algo, tinha que trabalhar muito para 
isto, continuo lutando até achar meu lugar ao sol." "No inicio não estava muito 
seguro, só com o tempo é que fui adquirindo confiança e meu jogo começou a 
melhorar". "E agora não penso mais em parar". 
Fonte: Site Franca Basquete 
Obs.: Os grifos são nossos
FONTE : DIARIO DO BASQUETE 
Atenciosamente ,
Alcir Magalhães Filho 
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