[Cevbasq-L] [Cevmkt-L] Basquete - Teto salarial

Como podemos verificar o eden chamado basquete carioca pelos motivos que
nem vou comentar, para não ser repetitivo,acabou.
Quem faz basquete de uma forma seria e dentro da realidade economica que o
país atravessa como São Paulo , os clubes empresas já começam a trazer
os salarios dos atletas para a realidade do país e adequa-los a seus
orçamentos , acho uma atitude seria e profissional , pq o que adianta
prometer salarios astronomicos e não pagar como vimos no Rio esse ano
,fato deploravel .
Acho que essa reunião que os clubes farão está correta e quem não quiser se
adequar , é somente pegar um avião e tentar a NBA , se acham que tem
condições tecnicas para tal , esse é meu pensamento pessoal.
Alcir
   

"Georgios   

Stylianos Para: "CEV - Marketing Esportivo" 

Hatzidakis" <cevmkt-L@xxxxxxxxxx> 

<hatzidakis@uo cc:  

l.com.br> Assunto: [Cevmkt-L] Basquete - 
Teto 
Enviado Por: salarial  

cevmkt-l-admin  

@cev.ucb.br  

   

   

31/05/2001   

06:05   

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cevmkt-l   

   

   

BASQUETE
Equipes temem rombos no orçamento com a volta de atletas do Rio
Clubes paulistas querem estabelecer teto salarial
ADALBERTO LEISTER FILHO
DA REPORTAGEM LOCAL
Diante de uma provável debandada de atletas do Rio para São Paulo após o
fim do Nacional, os clubes paulistas já se mexem para fixar um teto
salarial no Estado.
As equipes querem evitar que atletas de seleção brasileira que receberem
propostas de várias equipes façam algum leilão.
"Não podemos fugir à realidade. Em São Paulo, o jogador sabe que o mês terá
30 dias. Mas não vamos fazer loucuras e pagar valores absurdos", afirmou
Cláudio Costa, diretor de marketing da Valtra, patrocinadora do Mogi.
Uma reunião entre os principais times de São Paulo -Marathon/ Franca,
COC/Ribeirão Preto, Tilibra-Copimax/Bauru, Valtra/Mogi e Leitor/Casa
Branca- deve ser marcada para o mês que vem para viabilizar a idéia.
"Já houve conversas informais. Todos os dirigentes têm se mostrado
favoráveis", contou Costa.
Nem todos, porém, foram consultados. "Ninguém me falou nada ainda. Mas sou
favorável à idéia. Não podemos estourar nosso orçamento, que é limitado",
afirmou José Ricardo Rodrigues, presidente do Franca.
Oferecendo salários melhores, os clubes do Rio, principalmente Vasco e
Flamengo, atraíram a base da seleção brasileira, que migrou para o Estado
nos últimos anos. No entanto, após a perda da parceria do Flamengo com a
ISL e do rompimento do Vasco com a VGL (Vasco da Gama Licenciamentos), no
começo do ano, os salários dos atletas começaram a atrasar, gerando
insatisfação.
No Flamengo, embora a situação já tenha sido pior, há um atraso de até três
meses. A equipe, eliminada do Nacional, passará por uma reestruturação para
adequar o elenco a sua situação financeira.
Vasco e Botafogo, que ainda disputam o Nacional, também estão com
pagamentos atrasados. O Fluminense é o único time do Rio que manteve os
salários em dia.
Com isso, há fortes indícios de que vários atletas estariam voltando a São
Paulo. Porém os jogadores terão que se acostumar a ganhar menos. Segundo a
Folha apurou, a proposta de teto salarial deve ficar em torno US$ 5 mil -
cerca de R$ 12 mil.
"Houve renovação nos últimos anos. Os clubes têm mais opções de jogadores.
Quem não aceitar esses valores não encontrará espaço em São Paulo", disse
Costa.
Apesar disso, a proposta ainda causa polêmica. "Não adianta os times de São
Paulo decidirem isso se não forem acompanhados por outras equipes. Há
grandes investimentos em outros locais, como em Uberlândia", afirmou José
Martha Neto, diretor técnico do Tilibra-Copimax/ Bauru.
Nem todos concordam com a idéia. Para o técnico Guerrinha, do Bauru, a
iniciativa não é boa.
"É contra as leis do mercado. Se todas as equipes tiverem responsabilidade
com seus orçamentos, não será necessário estabelecer teto salarial",
declarou.
Ele lembra que tentou contratar o ala Márcio e o armador Valtinho, do
Franca, antes do Paulista 2000/01. Mas, por problemas no orçamento, não
conseguiu.
"Perdi o Paulista por causa de R$ 1,5 mil", lamentou o técnico.
No Paulista-2000, o Franca, com boa atuação dos dois atletas, foi o
campeão, ao vencer o mata-mata final contra o Bauru.
A medida viria em uma época em que várias equipes enfrentam problemas com
patrocínios.
Casa Branca ainda busca um outro parceiro para cobrir suas despesas -já
conta com uma verba de R$ 25 mil mensais da Leitor. O Franca tenta renovar
com a Marathon o contrato que acaba em junho. "Acertaremos tudo até julho",
disse Rodrigues.
Já o Bauru deve fazer uma equipe mais barata para disputar o Paulista. Seus
dois estrangeiros -Marlon Anderson e Leon Jones- já foram dispensados.
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