[Cevbasq-L] QUANDO A EMPRESA VESTE A CAMISA DO FUNCIONÁRIO. E VICE-VERSA

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Subject: [Cevbasq-L] QUANDO A EMPRESA VESTE A CAMISA DO FUNCIONÁRIO. E VICE-VERSA
From: alcir.magalhaes@xxxxxxxxxxxxx
Date: Thu, 24 May 2001 10:12:29 -0300
Vejam esse trabalho de endo-marketing que varias empresas vem fazendo , de
forma com que os seus funcionários a cada dia passem acreditar na propria
empresa e produzam mais ,colocando suas empresas em lugar de destaque no
mercado em que atuam.
Existe uma corrente dentro do marketing serio que diz que para ser fazer o
marketing forte externamente , temos que começar internamente ,pq os
maiores divulgadores tanto pelo lado positivo como negativo de um produto
passa por aqueles que participam da elaboração dele.
Tem uma historia veridica não me lembro onde li , " certa vez um executivo
novo em uma empresa mutinacional de entretenimento , no seu primeiro dia
de trabalho, ao entrar na empresa e como ninguem o conhecia ,se dirigiu a
recepção para pedir informações a recepcionista , primeiro ela não lhe
deu a atenção devida , como acontece no dia a dia de funcionarios
insatisfeitoscom a empresa , falou aquilo tudo que já sabemos e fora as
fofocas e o dirigente permaneceu ali calmo escutando e ai se identificou ,
a funcionária ficou apavorada ,o executivo nada mais ,nada menos que o novo
presidente da empresa . Pegou a identificação e entrou na empresa e por
onde andava notava a fisionomia das pessoas e viu que na sua maioria não
mostravam um semblante de satisfação ,chamou todos os diretores e contou o
caso e como sempre o diretor da area diante de um novo presidente ,bradou
vou tomar as providencias e o presidente perguntou posso saber qual, ele
para mostrar poder e competencia dentro da otica dele , vou demiti-la , o
presidente disse não precisa esse extremo, temos que analisar os motivos
que levaram tal atitude por parte da empregada e ai começa a historia do
endo marketing , o novo presidente disse que a entrada de uma empresa seja
ela qual for é o cartão de visita ,não era a funcionaria que precisava ser
mandada embora mais a estrutura da empresa que deveria ser mudada pq estava
apoderecendo , pq o comportamento da funcionaria nada era que o reflexo do
estado da empresa e ai deu-se de i um trabalho de endo marketing ,
lembrando que essa empresa atuava em um segmento que a cada dia perdia
mais mercado e estava a bicas de fechar se permanecesse daquela forma ,
foi iniciado um trabalho de valorização da pessoa , autoestima ,ambiente
de trabalho ,motivação , liberdade de expressão para que os funcionarios
criassem ou seja mostrando que a empresa eram todos os empregados e não
somente os executivos , em dois anos essa mesma empresa estava entre as
melhores do mercado como a anos atrás .
Temos visto constantemente varios segmentos se preocupando somente com o
marketing externo e as vezes gastam fortunas e os resultados não são
alcançados ,um dos fatores para esse insucesso certamente passa pelo endo
marketing ou seja nem os que produzem acreditam na empresa ,ai fica difcil
ALCIR
   

Alcir   

Magalhaes Para: Time, Jurema 
Rosa/SERPRO@SERPRO, 
 Ione Andrade/SERPRO@SERPRO, 
Jose-Luis 
24/05/2001 Sa/SERPRO@SERPRO, Dalva 

09:04 Furtado/SERPRO@SERPRO, Manoel 

 Santos-Filho/SERPRO@SERPRO, Roberto 

 Medici/SERPRO@SERPRO, 

 fcaramuru@xxxxxxxxx, 

 marcia.bagdeve@xxxxxxxxxxxxx, Norma 

 Marra/SERPRO@SERPRO 

 cc:  

 Assunto: QUANDO A EMPRESA VESTE A 

 CAMISA DO FUNCIONÁRIO. E VICE-VERSA 

   

Leiam.
Fonte:CDI
(Document link: Leituras Selecionadas) QUANDO A EMPRESA VESTE A
CAMISA DO FUNCIONÁRIO. E VICE-VERSA
Aumenta a cada dia número de empresas que percebem a importância fator
humano no sucesso de seus negócios, incentivando a saúde e o bem-estar dos
funcionários. A associação Brasileira de qualidade de vida foi pioneira
nesta luta no país, e hoje premia instituições que adotaram programas
inovadores, tornando a vida de seus colaboradores mais harmônica dentro e
fora do trabalho.
A maioria das empresas já percebeu que para garantir ou ampliar sua
posição no mercado, é preciso investir no que cada uma delas possui de mais
precioso: o fator humano. Assim, cada vez mais, os departamentos de RH têm
valorizado a qualidade de vida no dia-a-dia de seus funcionários, por meio
de programas e outras iniciativas que tenham como objetivo fornecer
condições para que eles produzam satisfeitos e, principalmente, com saúde.
No Brasil, esse processo teve início nos primeiros anos da década de 90,
conforme explica o médico e consultor Ricardo de Marchi, presidente da
Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV), e que abriu caminho para
que a palavra se tornasse uma meta a ser cumprida pelas empresas.
Seu interesse em fomentar a saúde e o bem-estar nos ambientes
corporativos tomou-se mais veemente após ter visitado e conhecido, em 1989,
toda a rotina trabalhista de companhias norte-americanas como a Ford,
Coca-Cola e o jornal USA Today. Em razão desse contato, percebeu que
trabalhar com extrema satisfação era um sonho possível de ser realizado
entre os seres humanos.
A questão é que, nos EUA, a mentalidade de valorização ao trabalhador e
sua aplicação prática já se encontravam num estágio avançado. Ao voltar
para a terra tropical no mesmo ano, cheio de boas idéias e planos na
cabeça, o médico sentia que, ao tentar divulgá-los, falava com as paredes,
tamanho o grau de resistência dos executivos brasileiros sobre a
importância da qualidade de vida no trabalho.
Sua batalha, nesse sentido, refletiu-se num processo gradual, mas que
obteve resultados positivos a longo prazo, com a criação da Associação
Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV) em 1994. A conquista foi resultado
do interesse de inúmeras empresas que acabaram se associando à entidade e
aderindo a programas para estimular o sorriso sincero nos rostos daqueles
que literalmente colocam a mão na massa pelo lugar de onde recebem o pão de
cada dia. "Nossa intenção era e continua sendo promover uma rede
corporativa de saúde no Brasil", ressalta Marchi. Hoje, a instituição já
conta com a adesão de 800 empresas de todo o País.
Preservando o Próprio Patrimônio
Promover a qualidade de vida no local de trabalho é incentivar o
equilíbrio desse ambiente com as diversas variáveis que envolvem a vida dos
funcionários, o que inclui, principalmente, os planos físico, espiritual,
social e cultural.
Atualmente, o maior inimigo de qualquer ambiente saudável é o estresse.
Na visão de Marchi, esse esgotamento mental, observado entre a maioria dos
cidadãos, é a dificuldade que o homem moderno possui em gerenciar sua
própria saúde. "Neste momento, em que os centros urbanos aumentam e geram
mais corre-corre, trânsito, poluição visual e sonora, é fundamental o papel
das empresas, no sentido de incentivar o funcionário em adotar um estilo
mais harmonioso de desfrutar de sua existência. Isso trará riscos menores
de ele vir a adoecer", explica.
Além de praticar uma boa ação para com a comunidade, a empresa que se
preocupa com o bem-estar de seu colaborador está preservando o seu próprio
patrimônio corporativo. Nada mais lógico: quantas vezes funcionários
estressados, fumantes e obesos usam o plano médico e, conseqüentemente,
faltam no serviço? Tal comportamento pode significar um prejuízo maior do
que a queda de vendas, por exemplo.
Como uma forma de incentivo às companhias que exploram horizontes e
promovem o espírito de humor e união entre os seus, a ABQV criou, em 1995,
o Prêmio Nacional Qualidade de Vida, uma espécie de "Olimpíada do Bem-Estar
Pessoal", que costuma ocorrer anualmente. A homenagem envolve companhias
nacionais da área privada ou pública, independente do segmento ou porte.
É Dia de Ginástica
Quarta-feira, 7h30. Neste dia da semana, antes de iniciarem o turno,
funcionários do setor administrativo da Weg Motores, uma das empresas
contempladas pelo Prêmio Qualidade de Vida em 1999, já precisam estar
presentes no escritório. Será uma reunião semanal para a apresentação de
novas estratégias? Errado. É o momento da "ginástica laboral", que reúne
uma série de exercícios para prevenir contra a Lesão por Esforço Repetitivo
(LER) e outros males que atacam quem permanece horas sentado no escritório.
O LER tem sido responsável pelo maior número de licenças e é a principal
Doença Ocupacional Relacionada ao Trabalho (Dort).
Durante as aulas, os alunos exercitam músculos, ossos do braço,
antebraço e as mãos, partes do corpo que costumam ser afetadas
principalmente pelos movimentos repetitivos do teclado. "Percebi que só
investindo nos funcionários, conseguiria levar a empresa para uma situação
melhor", relata o superintendente da Weg, Joambel Marques. Ele assumiu o
cargo em 1992, com a missão de tirar a companhia de uma crise. Assim,
começou a utilizar sua experiência em qualidade de vida, adquirida em parte
num curso realizado pela Japanese Union Scientist Engineer (Sindicato dos
Engenheiros Cientistas japoneses) em 1985. Marques explica que, na "terra
do sol nascente", os exercícios de prevenção ao LER, antes do início do
turno, já eram comuns. Porém, ele lembra que, no início, foi difícil
implantar as atividades na Weg, devido à resistência de muitos
colaboradores. Quanto aos resultados, ele os aponta com entusiasmo: a
companhia conseguiu reduzir em 96% os problemas decorrentes da LER,
registrando apenas um caso da doença em 1999, contra os 27 que haviam sido
detectados em 1996.
Outra medida em prol da qualidade de vida foi a introdução de um
sistema de iluminação constituído por lâmpadas de espectro total importadas
da Alemanha, que mais se aproximam do espectro solar. "A vantagem está no
fato de este produto proporcionar a sensação de uma iluminação natural, não
causando problemas de visão, geralmente conseqüentes de grandes esforços ou
fadiga ocular e comuns em grande parte dos escritórios", critica Marques.
Integração Entre Funcionários e Familiares
Existem companhias dispostas a dividir o tema qualidade de vida em
diferentes ramificações, que permitem estimular o bem-estar dentro e fora
do serviço. É assim que pensa o Bank Boston, por exemplo. Desde 1994, o
banco estruturou um programa interno direcionado aos funcionários e
dividido em quatro itens: "Físico", "Família e Comunidade", "Saúde e
Alimentação, "Lazer e Cultura".
No ano de 1998, a instituição foi premiada pela ABQV por ter
desenvolvido o Plano de Apoio Pessoal (PAP). Através do programa, em uma
espécie de enfermaria localizada na própria empresa, profissionais das
áreas de homeopatia, fonoaudiologia, psicologia, Shiatsu (massagem
direcionada aos pontos do corpo de maior tensão) e Reeducação Posrural
Global (RPG) permanecem, durante três vezes por semana, à disposição dos
funcionários. Os responsáveis por cada segmento médico se revezam em
plantões, de modo que possam prestar, nestes dias, um atendimento de 24
horas. Assim, supondo que um membro da empresa esteja em casa, discuta com
alguém e entre em depressão, poderia ligar para o serviço e receber
assistência.
Outro case desenvolvido pelo Bank Boston e que foi também premiado pela
ABQV, em 1999, chama-se . "Friends" (Amigos). Trata-se de um programa de
conscientização sobre dependência química ocasionada por álcool, drogas e
anabolizantes, conduzido por Psicólogos. "Desenvolvemos uma série de ações
informativas e, sempre que necessário, elas ocorrem simultaneamente a um
tratamento. Tudo isso garantindo total sigilo do problema apresentado pelo
funcionário, inclusive de seus chefes", acrescenta a diretora-adjunta de
Recursos Humanos do Bank Boston, Sônia Favaretto. Sempre que descoberto um
caso de vício, a família do envolvido é mobilizada para auxiliar nos
processos de cura.
Há também atividades mais leves, como é o caso dos "jogos Olímpicos
Internos", que visam maior entrosamento entre os funcionários de diferentes
departamentos. Por meio do programa Ecologic Club (Clube Ecológico), tanto
colaboradores quanto seus familiares participam de passeios ecológicos. já
pelo Runner's Club (Clube dos Corredores), eles integram grupos de corrida
e caminhadas.
Para evidenciar os resultados de tais iniciativas, Sônia diz não
precisar apresentar números ou estatísticas e afirma que as conquistas da
empresa dão as caras sempre que os funcionários cobram incessantemente para
que as atividades extra-oficiais se repitam mais vezes durante o mês.
Um Escritório 100% Qualidade de Vida
O conforto propiciado pelo mobiliário no ambiente de trabalho também
ajuda, e muito, a promover a qualidade de vida. Pensando nisso, o
presidente da Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV), Ricardo de
Marchi, decidiu montar, na sede da instituição, o que chama de "Escritório
100% Qualidade de Vida". O projeto foi feito pelo arquiteto Thomas
Berianga, em parceria com empresas como a Coral, Giroflex e Dupont.
As cadeiras utilizadas na decoração são ergonômicas e os demais móveis
primam pela praticidade, tudo para se evitar o temido estresse no local de
trabalho. Aliado a isso, foi muitíssimo importante a escolha dos carpetes,
das cores das paredes, bem como a iluminação adequada.
Ao entrar nas saídas, nota-se paredes revestidas em tonalidades pastéis
que, além de darem a impressão de aumentar o ambiente, conferem ao mesmo um
clima mais harmonioso.
Importadas da Suíça, as cadeiras permitem proteger a coluna durante
horas de trabalho. Em qualquer altura que sejam reguladas, possibilitam ao
funcionário estar sempre com os pés no chão. A presença das curvas laterais
nas estações de trabalho tem um motivo de ser. Tais formas estão ali para
dar o devido apoio aos braços durante o uso do computador.
Sem esquecer a privacidade, locam introduzidas pequenas divisórias nos
espaços entre uma mesa e outra, para impedir que outro colega visualize o
que está sendo feito no laptop. Valorizando também o fator tranqüilidade,
colocou-se no chão um tipo de carpete que absorve barulho e possibilita aos
corpos realizar descargas elétricas ao longo do dia.
ALCIR - SUPST
SUPST - A SUA SATISFAÇÃO É NOSSO SUCESSO
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