[Cevbasq-L] [Cevmkt-L] Drama do COB 4

Grego ,
Esses R$9 milhoes que seram destinados anualmente ao basquete , pelo que
entendi até a olimpiada , sera destinado de que forma ,para que possamos
divulgar na lista do CEVBASQ.
ALCIR
   

"Georgios   

Stylianos Para: "CEV - Marketing Esportivo" 

Hatzidakis" <cevmkt-L@xxxxxxxxxx> 

<hatzidakis@uo cc:  

l.com.br> Assunto: [Cevmkt-L] Drama do COB 4 

Enviado Por:   

cevmkt-l-admin  

@cev.ucb.br  

   

   

22/05/2001   

09:28   

Responder a   

cevmkt-l   

   

   

 
Esporte nacional tenta sair do CTI 
Claudio Nogueira 
 
No CTI, o esporte brasileiro já está 
há algum tempo. Para voltar a correr 
e a saltar rumo às Olimpíadas de 
2004, precisa de remédio: as verbas. 
A comunidade esportiva se 
automedicava, mas, a partir de agora, 
tem um diagnóstico. O atestado de que 
o estado de saúde é grave foi dado 
ontem pelo presidente do Comitê 
Olímpico Brasileiro (COB), Carlos 
Arthur Nuzman, que divulgou o 
documento "Diagnóstico e análise das 
modalidades olímpicas". 
 
O estudo foi elaborado pelo COB a 
partir de dados fornecidos pelas 27 
confederações nacionais. Nunca houve 
um exame tão abrangente. No último 
dia 15, foi apresentado ao ministro 
do Esporte e Turismo, Carlos Melles. 
 
? Em nenhum momento da história do 
nosso esporte, qualquer órgão 
elaborou algo assim. Nós esperávamos 
que a realidade fosse ruim, mas ela 
se tornou dramática, mais do que se 
imaginava ? declarou Nuzman ? Este 
documento servirá de base para o 
ministério conhecer a realidade e se 
empenhar junto aos órgãos federais, 
como o Ministério da Fazenda e a 
Receita Federal, para buscar as 
soluções. Não adianta ter idéias sem 
dinheiro.  
 
Só 26% das modalidades têm chances 
olímpicas  
 
Os números apontam para uma realidade 
de tanta penúria que chocou o próprio 
Nuzman. Entretanto, o presidente viu 
como aspectos positivos os dirigentes 
terem informado a verdade sobre suas 
confederações e o desejo de todos de 
que seus esportes cresçam. Nuzman 
antecipou que o Ministério do Esporte 
e Turismo (MET) vai liberar para o 
esporte de alto rendimento R$ 
14.454.922, a maior verba anual desde 
os R$ 6 milhões, de 2000. Mas isso 
ainda é pouco, segundo o presidente: 
 
? De acordo com o que as 
confederações solicitaram, seriam 
necessários R$ 226 milhões, este ano, 
e R$ 843 milhões, de agora até 2004. 
Mas o MET nos pediu para trabalhar 
com base em R$ 103,4 milhões. No 
entanto, essa verba ainda não existe. 
 
 
Na distribuição da sonhada verba de R 
$ 103,4 milhões, alguns dos maiores 
beneficiados serão basquete (R$ 9 
milhões anuais), atletismo, vela, 
vôlei e natação (R$ 6 milhões, cada), 
judô, remo, canoagem, ginástica, 
handebol (R$ 3,6 milhões, cada). 
 
Um dos gráficos mostra que, entre as 
modalidades, 74% não têm chances de 
medalhas em mundiais e em Olimpíadas. 
 
 
? Se não tivermos uma alavanca em 
2001, não tenho receio em dizer que o 
nosso resultado olímpico em 
Atenas-2004 será pior do que o de 
Sydney-2000 ? declarou Nuzman. 
 
Apesar da realidade, os dirigentes 
vivem a utopia de um país que seja 
sede de Mundiais ? como os de Natação 
e Judô, ambos em 2005 ?, do Pan-2007 
e Olímpicos-2012. 
 
? Quando eu era presidente da 
Confederação Brasileira de Vôlei 
(CBV), sem dinheiro e sem prestígio, 
realizamos dois Mundiais 
infanto-juvenis, dois juvenis e dois 
adultos. Se o Brasil não sediar 
Mundiais, nunca sediará as 
Olimpíadas. O que era a Coréia (sede 
olímpica de 1988)? Nada. Hoje, tem 
excelentes instalações. Não podemos 
achar que outros vão nos vencer 
sempre ? argumentou. 
 
 
 
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