[Cevbasq-L] Re: [Cevmkt-L] NCAA... no Brasil?!?

To: glaubercorrea@xxxxxxxxxx, cevmkt-l@xxxxxxxxxx, cevbasq-l@xxxxxxxxxx, basket@xxxxxxxxxx
Subject: [Cevbasq-L] Re: [Cevmkt-L] NCAA... no Brasil?!?
From: m.fragata@xxxxxxxxx
Date: Tue, 8 May 2001 21:00:03 -0300
Glauber,


Concordo em partes com seu comentário sobre a estrutura, mas temos que 
pensar que o pessoal de MKT trabalha para uma empresa que precisa de lucros, 
e que se anuncia no estadão é porque este deve dar mais retorno do que o 
evento ou atleta, porque este não aparece quinzenalmente estampando a imagem 
do patrocinador.


Acho que agora etsa lista está funcionando com seu propósito: Discussão 
sobre MKT Esportivo e Esporte. Vamos manter as discussões.


Abraços,



Fragata







Em 08 May 2001, Glauber BOL escreveu:


>Alcir, 

>

>Como profissional da Educação Física, vejo alguns problemas no sonho de 

>nosso jornalista. Primeiro, toda a estrutura da educação fisica escolar dos 

>USA é diferente da nossa. Eles tem uma Educação Física totalmente voltada 

>para o esporte competitivo. Oq fazemos aqui em escolinhas das prefeituras e 

>clubes, eles fazem na escola lá. Ou seja, nossos jogos regionais, ou 

>abertos do interior, lá são feitos através da escola. Na minha opinião um 

>fator muito negativo se estimular o esporte supercompetitivo dentro do 

>ambito escolar (não sobra espaço para os " não atletas" entre outras 
razões) 

>Outro fator é que ao contrário do Brasil, as grandes universidades são 

>privadas e não públicas. Até as públicas são pagas (cerca de 1/5 do valor 

>mas são pagas) Portanto o interesse em campeonatos deste porte são de 
vender 

>a universidade.... vcs do MKT com certeza já imaginaram como vender a 

>universidade campeã nacional de baskete... 

>Portanto, dizer que o sistema esportivo dos USA é um exemplo a ser copiado, 

>além de utópico, é na minha opinião totalmente errado. Deveríamos copiar 

>sim, seu ótimo uso do MKT esportivo que é com certeza a base do esporte 

>americano. Mas infelizmente no Brasil os responsáveis pelo MKT de empresas 

>preferem gastar 100 mil reais por uma folha um dia no Estadão, do que 
gastar 

>30mil durante um ano em um atleta que aparece pelo menos quinzenalmente no 

>mesmo jornal....e em vários outros. 

>

>Glauber 

>----- Original Message ----- 

>From: 

>To: <cevbasq-l@xxxxxxxxxx>; <cevmkt-l@xxxxxxxxxx>; <basket@xxxxxxxxxx> 

>Sent: Monday, May 07, 2001 6:00 PM 

>Subject: [Cevmkt-L] NCAA,um exemplo para ser copiado e seguido 

>

>> Acesso fácil, rápido e ilimitado? Suporte 24hs? R$19,90? 

>> Só no AcessoBOL. http://www.bol.com.br/acessobol/ 

>> 

>> 

>> 

>> 

>> Leiam esse artigo obtido no site do Prof.Medalha. 

>> 

>> Alcir 

>> 

>> 

>> 

>> 

>> 

>> 

>> 

>> 

>> 

>> 

>> 

>> 

>> NCAA,um exemplo para ser copiado e seguido 

>> 

>> Miami (EUA) - Pela primeira vez acompanhei uma semana inteira, dia por 

>> dia, o desenrolar da grande festa do Final-Four do Campeonato 

>> Universitário de Basquete dos Estados Unidos, a NCAA, masculino e 

>> feminino. E confesso que fiquei espantado com o sucesso que fazem os 

>> garotos e garotas, alguns definitivamente futuras estrelas da NBA e WNBA. 

>> E depois da brilhante conquista das Universidades de Duke (masculino) e 

>> Notre Dame (femiminino), comecei a sonhar com algo parecido no Brasil. 

>> Seria dificil, impossível de ser copiado e implantado? Claro que não. 

>> Bastaria muita boa vontade e mãos à obra. 

>> 

>> 

>> O Brasil é uma mina inacabável de atletas, começando por aqueles 

>> brasileiros que são atletas na expressão da palavra no seu dia a dia, que 

>> driblam tantos problemas. Mas o negócio é esporte competitivo. O esporte 

>> universitário que faz dos Estados Unidos a maior potência esportiva 

>> mundial. O Brasil, de tantas riquezas naturais, misturas raciais, pode 

>ser 

>> um dia uma potência olímpica, e que o basquete, especificamente, se torne 

>> popular, vibrante como é do gosto do norte-americano. Basta se organizar 

>e 

>> fazer sua base no esporte universitário. Para que isso se torne realidade 

>> muita coisa precisa ser feito. 

>> 

>> 

>> Em primeiro lugar que Ministro dos Esportes tem que ser acima de tudo 

>> alguém que entenda de esportes e não do futebol, do vôlei ou só do 

>> basquete. E o que é mais importante. É preciso criar uma lei da isenção 

>> fiscal para fundamental criar incentivo as universidades em investir no 

>> esporte, como acontece nos EUA. 

>> Após a grande final entre Duke e Arizona fiquei imaginando. Como seria 

>> ótimo para o basquete brasileiro, por exemplo, tendo uma final em um 

>> Gigantinho, um Ibirapuera, um Maracanãzinho, Mineirinho, Geraldão, Mané 

>> Garrincha... todos completamente lotados com uma final universitária e 

>com 

>> a Rede Globo ou SBT, Bandeirantes ou qualquer que seja o canal aberto 

>> transmitindo ao vivo para todo o País (como a NBC fez para os EUA). 15 

>> mil, 20 mil pessoas...Uma loucura sonhar com isso e ver uma USP x UERJ 

>> decidindo e o país interior comentando o evento. Seria possível?. 

>Pergunto 

>> para mim mesmo. E eu mesmo respondo. Claro que sim. Continuo afirmando 

>que 

>> isso não pode ser apenas um sonho. É viável em nosso país. Mas par se 

>> tornar realidade é preciso planejamento e muito trabalho acima de tudo. E 

>> com profissionais, não políticos. 

>> 

>> 

>> O basquete nacional brasileiro, feminino e masculino, não pode continuar 

>> vivendo exclusivamente da boa vondade dos clubes, a sua única fonte 

>> reveladora de jogadores. E nessa tese eu continuo viajando, sonhando com 

>> as mudanças. Será que não chegou a hora (acorda presidente Grego) de uma 

>> avançada geral dos homens que comandam nosso basquete, em conjunto com o 

>> Governo Federal (dando isensação fiscal total) às universidades 

>> particulares que investirem no esporte, no caso o basquete. Um incentivo 

>> para as universidades estatais para criação dos seus programas esportivos 

>> como têm as universidades norte-americanas. 

>> 

>> 

>> Quem sabe assim, em um futuro bem mais rápido, não possamos contar com um 

>> enorme grupo de jogadores e jogadoras para nossas seleções, como os 

>> norte-americanos que tem para dar, vender ou emprestar. Há quanto tempo 

>> não ouvimos dizer."Olha, o Brasil revelou um grande jogador de basquete. 

>> Esse sim será uma estrela, com carisma, com técnica"...Da pouca 

>> quantidade, fica muito difícil tirar alguma qualidade. E com isso, os 

>> poucos que temos, vivem sonhando que são bons, mais acabam não sendo 

>quase 

>> nada. E o nosso basquete, continua, mas fora das Olimpíadas, correndo 

>> risco de ficar fora do Mundial e, até em clubes, pela primeira vez na 

>> história, e pela primeira vez fora da final da Liga Sul-americana. Acorde 

>> Brasil. 

>> 

>> 

>> Só para ter uma idéia, o Metrodome de Minneapolis recebeu nada menos que 

>> 100 mil torcedores nos dois dias de Final-Four. 100 milhões de pessoas 

>> viram pela tv as finais entre Duke e Arizona. Fantástico, não acham... 

>> 

>> 

>> 

>> 

>> 

>> Autor: Juarez Araújo 

>> 

>> 

>> Jornalista da Gazeta Esportiva. 

>> 

>> 

>> juarezaraujo@xxxxxxx 

>> 

>> 

>> 

>> 

>> 

>> 

>> 

>> 

>> 

>> 

>> 

>> ALCIR 

>> 

>> 

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