[Cevbasq-L] AINDA BASQUETE

To: cevbasq-l@xxxxxxxxxx
Subject: [Cevbasq-L] AINDA BASQUETE
From: "alcir magalhaes" <alcirmf@xxxxxxxxxxx>
Date: Thu, 03 May 2001 13:25:08 -0000
Caros amigos ,

Como veem nesses dois artigos abaixo a situação do basquete em nosso país se encontra em uma situação super desconfortavel ,acho que é o momento de todos nós , que gostamos de basquete darmos nossa contribuição a CBB , seja ela de que forma for , propondo projetos , enviando trabalhos que deram certo na sua região , para serem implantados em outras , ativando os campeoantos de base ,enfim temos que todos juntos levantar o basquete e recolocá-lo no lugar onde sempre esteve, acho que esse pensamento seja o mesmo da CBB.
Uma coisa é importante que todos estejam abertos a criticas para crescermos juntos , pq são das dificuldades que nascem as oportunidades.


Georgios Stylianos Hatzidakis" <hatzidakis@xxxxxxxxxx>
Enviado Por: cevmkt-l-admin@xxxxxxxxxx
03/05/2001 08:53
Responder a cevmkt-l

 Para: "CEV - Marketing Esportivo" <cevmkt-L@xxxxxxxxxx>
cc:
Assunto: [Cevmkt-L] AINDA BASQUETE

São Paulo, quinta-feira, 26 de abril de 2001

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EM CRISE

O Brasil carece de ídolos. No masculino, o principal -e talvez único- jogador frequentemente lembrado por suas atuações é Oscar Schmidt, que está com 43 anos e já deixou a seleção brasileira há cinco. No feminino, Paula e Hortência estão aposentadas -Janeth, 32, tem carregado a seleção nas costas há algum tempo. Não há sinal claro de surgimento de novos craques.

Nos últimos anos, a vizinha Argentina, em passado não tão distante freguesa de carteirinha do Brasil, vem ganhando cada vez com mais frequências os principais torneios sul-americanos nas divisões de base. Os argentinos também contam com dois jogadores na NBA e vários atuando com sucesso na Europa (quatro nas finais da Euroliga) -o brasileiro de mais destaque por lá é o ala Guilherme Joanoni, reserva em seu time na Espanha.

O basquete ainda luta para se recuperar de baque sofrido há dois anos: a seleção masculina fracassou, com uma campanha pífia (cinco derrotas, três vitórias) na tentativa de ir aos Jogos Olímpicos (um dos eventos esportivos de maior repercussão e visibilidade mundial) de 2000.
Financeiramente, as equipes agonizam. Perdas de patrocínio e atrasos salariais tornam-se a cada dia mais frequentes, e os melhores estrangeiros estão fazendo as malas (vide os casos de Vargas e Charles Byrd, ex-Vasco).
Grego lamenta e diz que CEF fez mau negócio
DA REDAÇÃO


O presidente da CBB, Gerasime Bozikis, o Grego, disse ontem estar bastante decepcionado com a decisão da CEF de não mais apoiar o basquete.
"É lamentável. Na hora da comemoração, há festividades e promessas, só que estas não se realizam", declarou Grego, em referência às comemorações que o banco costumava fazer após a seleção brasileira conquistar títulos de relevância.
"Esperava continuar contando com o apoio da Caixa, que foi um dos artífices do desenvolvimento do basquete brasileiro", acrescentou o dirigente, fazendo questão de relembrar vários títulos conquistados por seleções nacionais durante a vigência do patrocínio da CEF -entre eles um Mundial (94) e duas medalhas olímpicas (96 e 2000), no feminino, e um Pan-Americano (99), no masculino.
O presidente da CBB afirmou que, mesmo sem o dinheiro da CEF -o que acarretará problemas financeiros em breve-, o planejamento para 2001 "vai continuar, o calendário será cumprido". "Vamos buscar outros caminhos, outros patrocínios", declarou Grego.
Segundo ele, o dinheiro do banco era destinado às seleções brasileiras de todas as categorias (gastos com preparação, viagens, torneios) e à organização de competições (torneios regionais e internacionais).
Os campeonatos nacionais adultos deste ano, em andamento, só puderam acontecer graças ao canal pago Sportv, agora o único parceiro da CBB que lhe paga em espécie.
Sobre o fato de a CEF trocar o basquete pelo atletismo, considerando o primeiro em momento ruim, Grego declarou: "Nosso basquete tem história, tem resultado, é respeitado no mundo inteiro. Tenho certeza de que é um bom produto. O atletismo é ótimo, mas, colocando os resultados em cima da mesa, não dá para comparar com o basquete." (LC)






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