[cevavali] Medindo a fadiga pela saliva. FAPESP

Laercio Elias Pereira laerciocev em gmail.com
Quarta Fevereiro 20 08:33:20 BRT 2008


psi - do Boletim FAPESP - Laercio
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É só abrir a boca
20/02/2008

Por Marcos de Oliveira

Pesquisa FAPESP – A sempre indesejável picada de agulha pode
desaparecer para certos tipos de diagnóstico ao ser trocada por uma
pequena porção de saliva, num procedimento menos invasivo e sem dor se
comparado aos exames de sangue.

A saliva está cotada para uma série de usos, em testes já
comercializados ou em estudo, em vários países, para identificar
hormônios, câncer e mais recentemente medir o nível de estresse. No
Brasil, a empresa Probiotec, instalada no Centro de Incubação de
Atividades Empreendedoras (Ciaem) da Universidade Federal de
Uberlândia (UFU), em Minas Gerais, está prestes a iniciar a produção
de kits utilizando a saliva como fonte para diagnóstico.

A empresa, que também faz parte do Arranjo Produtivo Local (APL) de
Biotecnologia do Triângulo Mineiro, foi fundada pelo professor Foued
Salmen Espindola, do Instituto de Genética e Bioquímica da UFU e dois
biólogos que concluíram o mestrado no Programa de Pós-Graduação em
Genética e Bioquímica da instituição, Leonardo Gomes Peixoto e Rogério
de Freitas Lacerda.

Os primeiros e comprovados produtos que eles pretendem comercializar,
assim que saírem os registros na Agência Nacional de Vigilância
Sanitária (Anvisa), são dois kits que utilizam a saliva como fonte de
biomarcadores do exercício físico e do estresse psicológico,
principalmente em situações ligadas ao esporte.

"Nós usamos a dosagem de proteína total da saliva e a atividade da
enzima alfa-amilase salivar", diz Espindola. Um dos objetivos do
desenvolvimento destes kits é oferecer uma simplificação, com inovação
tecnológica, para determinar o limiar anaeróbico que é definido pela
relação do consumo de oxigênio e o aumento contínuo do lactato
sangüíneo durante um teste de exercício físico como o teste de esteira
ou de bicicleta ergométrica.

A medida desse limiar de lactato é importante na fisiologia do
exercício, na medicina esportiva, na educação física e para atletas de
várias modalidades esportivas. "Esse limiar pode ser também
determinado pela análise da saliva. Desse modo, podemos oferecer um
diagnóstico bioquímico de adaptação metabólica e da resistência à
fadiga."

Clique aqui para ler o texto completo na edição de fevereiro de
Pesquisa FAPESP.
http://www.revistapesquisa.fapesp.br/?art=3460&bd=1&pg=1&lg=

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Laercio Elias Pereira
http://ligcev.com/laercio



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