Nossa Alê...
Acho que jah vi essa discussão em algum lugar, heim?
Quanto aos métodos, será que temos métodos mesmo?
Ou é um punhado de meios de treinamento distribuidos.
Acho que é dificil quando se fala em programação do
treinamento, das aulas, da intervenção, do que quer que seja.
Um professor de Goiás escreveu um bom texto sobre o judo na
perspectiva da cultura corporal, e somou-se ao mesmo um
trabalho apresentado no Simpósio de Ponta Grossa, do Gabriel,
de Vitória. Para se discutir o judo na perspectiva da cultura
corporal é pré-requisito que se saiba o que é cultura
corporal como "corrente da educação física" e não como experi
ências, conhecimentos acerca do movimento humano.
Bem, quanto a ensinar judo, penso como o Roberto, o Drigo..
Será que um sujeito que realiza 2500 golpes por semana "fixa"
e aperfeiçoa os mesmos como alguem que realiza 500?? Será que
sempre é a quantidade que manda? O que tem a ver esse volume
com a intensidade do treinamento, com a demanda energética e
metabólica, com as capacidades de força dos judocas?
Portanto.. Se o conhecimento no judo é INSIPIENTE ou
INCIPIENTE depende de quem o pesquisa...
Para ilustrar isso, aponto que conheço muitos poucos artigos
sobre aprendizagem técnica no judo, sendo que publicados em
revistas científicas tive acesso ao do Greco (faz muito
tempo) e existe o do Emerson (da Perceptual and Motor Skill)
O que acho que naum podemos fazer é ficar falando (e isso
também faço) sem ter se aprofundado no assunto, não nos
baseando apenas nas próprias experiências.
Falando em experiências, quando voce vai vir pra falar de
judo com o judogui, Alê? ;-)
Ah, alguem aqui, sem ser quem eu já sei, vai pro Mackenzie?
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Fabricio Boscolo Del Vecchio
Mestrando em Ciências do Esporte - UNICAMP
http://www.judodaunicamp.hpg.com.br
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Acabe com aquelas janelinhas que pulam na sua tela.
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