Estou encaminhando msg do nosso amigo listeiro Clodoaldo Dechechi!
Abraços,
Paulo Azevedo
----- Original Message -----
From: Clodoaldo Dechechi
To: paulopersonal@xxxxxxxxxx
Sent: Friday, August 22, 2003 4:50 PM
Tudo bom, professor. Gostei muito desse texto. Foi muito elucidativo, e serviu
para vir à tona muitas coisas esquecidas durante a periodização do treinamento
de um judoca. Mas há alguns pontos que devem ser exploradosmais a fundo:
- qdo o senhor falou em demando metabólica do treinamento em circuito, qual a
demando específica na qual se quer falar? Só para fechar mais o assunto;
- quando é falado no randori, no "dependendo da quantidade de lutas, o lactato
produzido é semelhante ao de competições". Ao de uma competição inteira, ou de
uma luta isolada na competição. E o lactatoformado nos randoris, seria
interessante pautar que, dependendo da fase depreparação, seria interessante
esse nível de lactato ser atingido cmuma luta, ou com um conjunto de lutas, de
acordo com o quanto intenso sejaa sua necessidade de trabalhar a tolerância ao
lactato do sujeito/atleta. Acredito que quanto mais próximo do pico de
rendimento, mais específico deve ficar o treino, assim, mais o atleta deve sr
exigido no período de uma luta apenas. Não vou nem entrar no assunto do golden
score nesse momento, falou, RRRosa!
- Quanto ao Judô ser um esporte lático e aeróbio... segundo Bompa (2001), Judô
é esporte de potência e de resistência de potência. A parte aeróbia - acredito
- pode ser utilizada como tolerância aolactato, mesmo porque não há tempo hábil
durante a luta, para o organismo remover esse lactato que se concentra em nível
muscular. Isso em decorrência da isometria realizada pelos atletas,
principalmente nos membros superiores. Agora, se quiser trabalhar a aerobiose
do atleta propriamentedita, só se for para o atleta resistir nos 10 minutos de
luta (mas nãovou falar do golden score)
- Quanto a um atleta com uma boa condição de aerobiose "cansar o adversário".
Um atleta nessas condições (condição aeróbia avantajada), apresenta mais fibras
vermelhas que brancas, logo, esse cansar o adversário deve ser analisado.
Cansar como, já que, pelo menos fingir entradas vai ser um pouco dificultado, a
não ser que ele esteja bem treinado. Mas mesmo assim ele estará desenvolvendo
suas fibras brancas, alterando assim essa relação de proporcionalidade, ou
melhor da influência da utilização de determinada fibra no desempenho motor.
Mas voltando ao cansar. Como, então, esse atleta vai cansar o indivíduo?
- Concordo que a força dinâmica é importantíssima. Sendo a força explosiva
imprescindível, quanto mais alto for o nível de rendimento do atleta
- "Lutas de 5' de duração com 10-15' de descanso"... e o goldenscore? Como
fica? Com certeza, nesse momento, isso caiu por água
- em relação ao uchikomi, qual seria o intervalo entre repetições para
aperfeiçoar a técnica? Já que esse assunto foi tocado, poderia se pensar em
realizar o uchikomi em diferentes situações do treino, de acordo com o
princípio da especificidade. Se você quiser treinar a coordenação, a técnica
empregada no início da sessão é ideal. Mas, e se você estiver em um mesociclo
onde o interessante é trabalhar a anaerobiose, ou melhor, a tolerância ao
lactato do atleta, não seria interessante também preparar o atleta para
realizar o movimento, ou gesto motor, com o sistema neuro-muscular apresentando
um certo grau de fadiga? Tanto para um atleta " aeróbio, ou anaeróbio"?
Essas oram algumas considerações que eu gostaria de fazer para que esseótimo
texto seja mais explorado. Mas com certeza, muitos de vocês jádevem ter dado
várias considerações. Só espero não ter atrapalhado a discussão.
Clodoaldo
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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
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