Olá pessoal.
Não acredito em ex-judocas, talvez ex-atletas...
Sou ex-atleta, atualmente preparador físico do ECUS-
SUZANO (Jogos Regionais 2003), já atuei como técnico ECO-
OSASCO YANAGUIMORI (Jogos Regionais e Abertos do Interior
1998), fui vice-campeão paulista 1992, corri muito para
perder o peso, técnico do São Paulo Futebol Clube 1998-
2000, e do Projeto Olímpico USP-XEROX 1996-97...
É, pude vivenciar diversas experiências, pude conhecer
diversos pontos de vistas.
Acredito que temos os melhores Técnicos de Judô
brasileiro em Santo Domingo, e quem os conhece sabe do
que estou falando. Os atletas são os melhores
selecionados naquele momento, o da seletiva.
As medalhas, os resultados serão consequências...
de trabalhos e planejamentos individuais e uma tentativa
de organização política, administrativa e judoística, que
até hoje me parece ter sido a melhor tentativa. Estamos
distante de um profissionalismo a altura de nosso
potencial. Os calendários ainda obedecem a necessidade de
se realizar eventos, competições. Se quisermos formar
atletas para mundiais e olimpíadas teremos de melhorar e
muito essa organização.
As discussões realizadas entre os listeiros podem e irão
contribuir para a evolução do Judô.
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Nos últimos anos tenho ouvido de atletas, treinadores,
técnicos, preparadores físicos, médicos, fisioterapeutas
e nutriocionistas, que para o Judô evoluir é necessário
profissionalismo. Para alguns o profissionalismo exite
quando exeiste dinheiro, se você recebe você é
profissional, se você perder corto seu salário, pois você
tem que ser profissional, e assim vai... afinal de contas
O que é ser profissional? E ser um profissional atuante
no Judô? E ser um Profissional atuante no Esporte?
Ainda há muita discussão a ser feita.
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Continuo outra hora...
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Acabe com aquelas janelinhas que pulam na sua tela.
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