Roberto em especial e demais amigos
Concordo em muito contigo e acredito sim que tenhamos que começar a trabalhar em
prol de uma didétoca apliada ao Judô como nosso colegas de Cuba e Portugal vêm
fazendo desde a década de 80. Agora somos nós a bola da vez.
Eu e alguns colegas de lista temos feito a nossa lição de casa tentando adequar
algumas brincadeiras e jogos ao ensino e fixação das técnicas de Judô. Vc tem
alguma a sugerir para que possamos aplicar e depois discutir os resultados?
Um forte abraço a todos,
Mauro Gurgel
Citando Roberto <rcdosanjos@xxxxxxxxxx>:
> Concordo com vc Haroldo.
> Alguns desses métodos, em minha opinião, dificultam mais do que auxiliam o
> processo de aprendizagem das habilidades técnicas, principalmente se forem
> utilizados em suas formas tradicionais. Quanto a utiliza-las como forma de
> treinamento físico, é preciso ter muito cuidado. Durante as décadas de
> 70/80, utilizou-se muito o uchi-komi como forma de interval training. Para
> conseguir realizar o maior número de repetições e, "supostamente", atingirem
> os objetivos do método de treinamento proposto, sacrificavam a qualidade do
> movimento. Considerando-se o número de repetições realizadas, muitas vezes,
> percebíamos a automatização de habilidades completamente erradas de acordo
> com alguns parâmetros biomecânicos básicos.
> Quanto a sua visão de que "defender uma didática específica para o judô é
> defender um estudo que, centrado no judô como conteúdo sistematizado a ser
> ensinado aos alunos, investigue o processo de transmissão/ assimilação
> buscando construir uma técnica específica que oriente o professor de judô
> em sua tarefa", concordo. Isso não significa, no entanto, engessar o
> processo de ensino-aprendizagem da modalidade, tampouco apontar para a
> necessidade de construirmos um método específico para o ensino de cada
> modalidade. Pelo que entendi de suas palavras, e fique a vontade para me
> corrigir de interpretei errado, o correto seria, partindo de um espectro
> geral, identificarmos as especificidades do Judô e aprofundarmos estudos
> sobre os métodos de ensino de seus conceitos básicos e técnicas, é isso?
>
> Um grande abraço.
>
> Roberto Corrêa.
>
> -----Mensagem original-----
> De: Haroldo de Lima Arouca [mailto:arouca@xxxxxxxxxxxx]
> Enviada em: quinta-feira, 31 de julho de 2003 14:52
> Para: cevjudo-L@xxxxxxxxxxxxxxxxxx
> Assunto: Re: [cevjudo-L] Porque uma didática para o Judô?
>
> Mauro, Amigos da lista.
>
> Pensei que este era o paradigma tradicional que deveria ser questionado...
> quanto a eficiência, validade, forma, para revalidados ( digo/escrevo 're'
> porque também eles tiveram origem em uma revisão anterior da forma
> tradicional de ensinar - no jiu jitsu, de onde o judô foi sintetizado),
> servirem de ferramenta ao ensino... por exemplo ... quais são mais
> eficientes para desenvolver velocidade?, quais são mais eficientes para
> desenvolver potência?, quais são mais eficientes para que o aprendiz adquira
> o tempo da técnica?, o domínio de sequências? Quantas outras formas ou
> variações existem em nossas academias? será que elas são tão ou mais
> eficientes que as tradicionais?
>
> Mauro, demais amigos da lista, gostaria muito da opinião de vocês sobre este
> artigo do Ralf Tits, técnico de um sobre periodicidação dos tipos de
> randori, desculpem mas está em inglês e é um pouco grande ... por isto anexo
> apenas o link ...
> http://judoinfo.com/research19.htm
>
> Um forte abraço a todos
> Haroldo.
> PS. Tô aprendendo ... cortei as outras mensagens ...
>
>
>
>
> SAIR DA LISTA: mande msg em branco para
> cevjudo-L-unsubscribe@xxxxxxxxxxxxxxxxxx
> Leia a NETIQUETA das listas do CEV: http://www.cev.org.br/listas/dicas.htm
>
>
>
> Seu uso do Yahoo! Grupos é sujeito às regras descritas em:
> http://br.yahoo.com/info/utos.html
>
>
>
|