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Edmundo de Drummond Alves Junior
Risco de queda aumenta com a idade
JULIO ABRAMCZYK
O gradativo aumento na população do número de pessoas com mais de 65 anos traz
na sua esteira novos problemas, tanto nas grandes capitais como nas cidades do
interior.
Na Unidade Regional de Emergência do Conjunto Hospitalar de Sorocaba, no
interior do Estado de São Paulo, 75% dos atendimentos de urgência por queda
estavam relacionados a pessoas com mais de 65 anos.
O médico Heitor Fernando Xedieh Consani, responsável pelo setor, assinala que o
risco de queda aumenta com a idade e que mais da metade das ocorrências
acontece na residência, confirmando dados observados em outros países.
A preocupação com as quedas e outros acidentes com os idosos em Sorocaba está
levando Consoni e colaboradores a proporem uma campanha preventivaatravés da
ONG (organização não-governamental) "Projeto Passos".
O problema não é exclusividade brasileira. Na edição do "British Medical
Journal" de ontem, os médicos Anthony D. Woolf e Kristina Akesson, da Suécia,
indicam uma série de fatores de risco comportamentais que facilitam as fraturas
nas quedas.
São eles: baixo consumo de cálcio através dos alimentos, inatividade física,
deficiência de vitamina D causada por pouca exposição à luz solar, fumo e
consumo excessivo de álcool.
[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
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